Conteúdo Grátis vs Conteúdo Pago (qual a diferença)

Artigo conteudo gratis vs pago

Esta é a pergunta que muito boa gente tem:

Como sei qual o conteúdo que devo dar gratuitamente versus aquele que devo ter como pago nos meus cursos ou formações?

Por exemplo, se você tem um blog com vários artigos que usa para atrair pessoas e fazer com que se interessem no seu curso online (ou formação física), que tipo de conteúdo coloca no seu blog/vídeos sem dar o seu conteúdo pago gratuitamente?

Que boa pergunta.

Pode ser difícil saber qual o conteúdo que se deve dar grátis vs aquele que se deve ter dentro dum curso pago.

Se formos a ver bem as coisas, há tanto conteúdo online disponível – gratuitamente – que como vamos sequer ter conteúdo suficiente para incluir num curso premium?

rapariga meia confusa

Já alguma vez pensou que não estava com energia nem motivação para criar mais conteúdo? Ou que parece que está a dar bom conteúdo tudo à borla?

Neste artigo tenho respostas para si. Mas antes vamos saber o que é conteúdo grátis e conteúdo pago.

Conteúdo gratuito é isto:

  • artigos no seu blog
  • vídeos que lançou publicamente
  • lead magnets/content upgrades (ex.: ebooks, guias)

Isso é o tipo de conteúdo que qualquer pessoa pode aceder sem gastar dinheiro: podem aceder ao ler os seus artigos no blog, vídeos que tenha no YouTube ou Facebook e lead magnets que tenha nas suas landing pages.

Conteúdo pago é isto:

  • tudo o que tem dentro do seu curso online ou formações físicas onde as pessoas têm de pagar para ter acesso

Conteúdo é rei


Diferenças conteúdo grátis vs pago

Existem algumas diferenças entre conteúdo grátis e conteúdo pago, e vou explicar-lhe quais são de seguida.

Então vamos lá.

Diferença #1 – conteúdo grátis é sobre o “quê” e o “porquê”. Conteúdo pago é sobre o “como”

Em conteúdo gratuito, estamos a falar em quê e o porquê. O que é que o seu público-alvo tem de saber, estar ciente, perceber ou acreditar antes de estarem prontos para comprar os seus serviços pagos.

“Acreditar” é uma palavra interessante. O que é que o seu cliente ideal tem de acreditar nele próprio(a) ou na sua situação de que isto pode funcionar? Se eles acreditam que é muito difícil ou que não conseguem fazer, e é com o seu conteúdo gratuito que tem de abordar este problema da crença deles.

É fácil arranjar temas para criar conteúdo: basta estar atento ao que as pessoas comunicam, seja nos comentários do seu blog, na sua página facebook, ou ao vivo.

Baloes bonecos

Na maiora das empresas (físicas ou online), conteúdo gratuito pode-se repartir em duas categorias: mentalidade e estratégias (ou táticas, dicas).

Se quer estar por dentro da mentalidade dos seus potenciais clientes, tem de saber o que é que eles acreditam neles próprios, sobre a sua situação, e como isso pode mudar.

Lembre-se que é o “quê” e o “porquê”. O que é, e porque é que interessa? São essas as questões que você quer abordar e resolver com o seu conteúdo gratuito.

Em conteúdo pago, estamos a mostrar o “como” executar numa sequência, num plano. Isto é o passo-a-passo, é o conteúdo que explica a fundo as coisas.

Por exemplo, no meu curso online avançado do Domínio Completo, eu mostro como usar os anúncios Facebook para ter resultados para o seu negócio. Mostro passo a passo a estratégia, as táticas e dicas ninja para criar um funil que atrai pessoas e converte-as em clientes.

Em muito do conteúdo gratuito que crio à volta da temática de anúncios, eu falo sobre princípios e estratégias dos anúncios: o “quê” e o “porquê”. Também crio algum conteúdo gratuito que mostra o “como”, mas não de forma tão aprofundada quanto aquele que está dentro dos meus cursos pagos.

Posso criar conteúdo sobre a necessidade de fazer anúncios, dando exemplos de estratégias. E porque dou exemplos? Porque quando as pessoas vêem aquilo a ser aplicado na vida real eles acreditam que elas também conseguem fazer.

Homem com fato e bonecos com baloes

Com o conteúdo gratuito, estou a responder à questão, “O que é que o meu público-alvo tem de saber”, e no meu caso, com os anúncios, têm de saber que é possível terem bons resultados.

Querem saber como aquilo é aplicado na vida real. É como comprar roupa numa loja online: podemos fazê-lo, mas tocar e sentir tornam a coisa mais real.

Num negócio online é a mesma coisa: os meus alunos precisam de perceber como é que aquilo é aplicado na vida real antes de dizerem “Ok João toma lá o meu dinheiro. Eu quero isso. Mostra-me como ter resultados.”

Use exemplos no seu conteúdo gratuito. Eu uso imagens ou vídeo para mostrar aquilo que os outros estão a fazer. Os exemplos tornam a coisa mais real e de que é possível fazer isto.

No meu curso online eu tenho todo o passo-a-passo de como ter sucesso com anúncios, e no meu conteúdo gratuito tenho o quê e o porquê – com exemplos.

Diferença #2 – conteúdo gratuito são normalmente dicas e insights versus o conteúdo pago que é mais um sistema, um processo, um passo-a-passo

Pense numa árvore grande, daquelas antigas e imponentes.
Imagem de arvore e ramos

Os ramos da árvore são o seu conteúdo gratuito. Para mim, um ramo pode ser um Facebook Live (as aulas grátis que dou), outro ramo pode ser artigos como este que escrevo no blog, outro ramo pode ser os posts que publico na minha página Facebook ou os vídeos no YouTube.

Os ramos estão espalhados por toda a árvore. São ramos fortes por si próprios, mas não mostram nenhum padrão, nenhum caminho específico. São uma série de boas ideias e dicas.

Isto é o que vai ver quando vai ao meu blog ou vídeos no youtube. É conteúdo gratuito. Mas no meu conteúdo pago, tem acesso à àrvore inteira, com cada ramo disposto de forma coesiva, com um padrão específico.

arvore completa

Em vez de aprender apenas a arranjar boas imagens para anúncios, ou saber que tem de definir um bom público para os seus anúncios, no conteúdo pago eu mostro como definir esse bom público ou que imagens são as melhores. Você está a ver o puzzle montado, em vez das peças individuais.

Em conteúdo pago, é importante que as pessoas saibam quando se devem focar no “quê” e quando fazer “isto” e quando fazer “aquilo”.

Se eles pagarem pelo seu serviço, curso, talvez já tenham absorvido informação de alguns dos ramos individuais da sua árvore, e tenham já alguma orientação do sistema/passo-a-passo que lhes vai ensinar.

Porque eles podem não ter ideia de como é o sistema que lhes vai ensinar, de quando fazer “isto” e quando fazer “aquilo.”

Pense em fazer um bolo.

Bolo triple chocolate

Se colocar a bandeja no forno sem ter lá colocado a mistura de todos os ingredientes daquilo que vai ser o bolo – não vai ter bolo nenhum. As pessoas estão a pagar-lhe para que lhes mostre como fazer fazer e em que ordem fazer.

Eis um segredo: você pode pegar em todas as aulas grátis que já dei, os artigos que escrevi e os meus vídeos, e provavelmente vai conseguir saber como criar anúncios que lhe dão bons resultados, vez após vez.

Porque aqui e ali, deixo algumas dicas de que programas uso, truques pouco conhecidos, e táticas que funcionam. Não é fácil, mas há muito conteúdo gratuito que tenho que é super útil e se conseguir juntas as peças do puzzle vai saber como ter retorno consistente no seu negócio.

Mas vai ser incrivelmente difícil arranjar o tempo para consumir todo o conteúdo que tenho para pegar em todos os ingredientes e fazer um bolo. É por isso que nos meus conteúdos pagos (cursos) tenho o bolo já feito por si. E isto vale cada cêntimo.

Diferença #3 – conteúdo gratuito tem valor, conteúdo pago tem valor e é específico e detalhado

Imagine que está a jogar um jogo que tem 3 níveis. O seu conteúdo gratuito é o nível 1, o pago são os outros níveis que precisa para acabar o jogo.

Jobo de vídeo

O conteúdo pago não só tem valor, é também específico e detalhado, porque mostra o “como”.

No meu curso mostro como usar copywriting e técnicas persuasivas para que as pessoas parem para ver o anúncio. Numa aula grátis falo apenas no suficiente para perceber a coisa e depois a pessoa faz o resto por ela própria.

Ainda assim o meu conteúdo gratuito é por vezes bem detalhado e agrega bastante valor às pessoas, pelo menos é o que me têm dito: “João, adorei o artigo sobre os públicos personalizados e estou a implementar aquilo agora, fantástico.” Esse é um artigo bem detalhado em que mostro como segmentar e definir públicos.

Mas porque haveria eu de dar algo de extremo valor, gratuitamente, seja num artigo ou numa aula grátis? Muito desse conteúdo irá ser semelhante ao que irei ter num dos meus produtos pagos. Então porque faço isso?

Porque há aqueles que querem uma síntese daquilo, para poderem aplicar diretamente, ou que querem algumas dicas adicionais que estão apenas nos cursos pagos, para poderem chegar ao próximo nível.

Level up (nível)

Alguns de vós podem ver os meus conteúdos e dizer “João, algum do teu conteúdo gratuito é mesmo bom e específico e disseste que a diferença #3 é que o conteúdo gratuito tem valor mas o conteúdo pago é específico e detalhado.”

Não há regras “escritas na pedra”. Pode haver exceções.

Você decide quão aprofundadamente quer dar a matéria. Normalmente não convém ir muito a fundo no seu conteúdo gratuito se ele já está incluído num curso pago.

Mas se não estiver, poderá ser uma oportunidade para aprofundar um bocadinho e impressionar os seus leitores com esse conteúdo gratuito, como exceção, feito ocasionalmente.

É o que eu faço por vezes.

Crio artigos de blog ÉPICOS que estão alinhados com algum dos meus produtos pagos, como por exemplo o artigo que tenho sobre Públicos personalizados, em que no final do artigo tenho um ebook pago que eleva os resultados desse artigo gratuito ao próximo patamar.

Artigo de blog (post)

Não tem de ser preto ou branco. Há alturas em que vale a pena ser específico em conteúdo gratuito, mesmo que dê trabalho, mesmo sendo gratuito.

Assim, vou-lhe mostrar 3 princípios que irão ajudar a orientá-lo(a) ao criar os seus conteúdos.

Mas antes de vermos os 3 princípios, mas recapitular as diferenças entre as 3 diferenças que analisámos.

  1. Conteúdo gratuito é o “quê” e o “porquê”; conteúdo pago é o “como”
  2. Conteúdo gratuito são truques e dicas individuais; conteúdo pago é um sistema passo-a-passo
  3. Conteúdo gratuito tem sempre valor; conteúdo pago é normalmente mais específico e detalhado

Vou então partilhar consigo 3 princípios de conteúdo que penso que terão valor para si.

Mas antes disso tenho um pequeno bónus para si.

Criei dez ideias de conteúdo gratuito para lhe dar ideias sobre o que escrever no seu blog ou que outro tipo de conteúdo criar, quer seja vídeos, imagens, outros.

Clique abaixo para download rápido.

GRÁTIS: 10 Ideias Criar Conteúdo (clique aqui)

Vamos então aos 3 princípios.

Princípio de conteúdo #1 – o seu conteúdo gratuito e pago podem sobrepor-se

Não tem de ser preto ou branco, pode haver uma escala de cinzento.

Há vários temas que dei nas minhas aulas grátis, vídeos YouTube e artigos neste blog sobre como ter resultados no seu negócio, tudo isto como conteúdo gratuito. Mas nos meus produtos/cursos pagos, vou mais a fundo, sou mais específico.

É normal haver alguma sobreposição.

Eis algo que nunca ouvi:

“João, tu ensinaste X no teu curso mas também ensinaste aquilo numa das tuas aulas grátis”

Nunca ouvi isto. E a razão é porque as pessoas gostam de ouvir mais que uma vez, e gostam de as rever, o que é útil quando o conteúdo é algo difícil de perceber.

Jovens com icones

Além do mais, é como que se eles tivessem um momento “eureka”, porque percebem em que ponto da sequência é que aquilo se integra quando estão a fazer algum dos meus cursos online.

É normal haver alguma sobreposição, desde que não seja muita. Talvez dois ou três princípios importantes do seu curso pago podem aparecer em algum artigo blog, ou como exerto dum vídeo, FB Lives, etc. Guarde o resto para o seu curso pago.

Princípio de conteúdo #2 – Não tenha medo de dar o seu melhor conteúdo gratuitamente

Mencionei isto anteriormente mas merece ser repetido.

Por vezes sente que está a dar o seu melhor conteúdo, as suas melhores dicas gratuitamente. Mas eis como saber lidar com isto.

Pense num empreendedor, um trainer, alguma pessoa de quem você segue e aprende. Pense sobre o conteúdo gratuito dessa pessoa. É normalmente informação e dicas que o deixam maravilhado?

Se sim, então é provavel que seja essa a razão pela qual está a seguir essa pessoa e é leal a ela. Porque essa pessoa não se acanha e agrega valor ao máximo.

ovo dourado

Eis uma forma que eu tenho de lidar com isto.

Quando estou a criar conteúdo gratuito (particularmente o tipo de conteúdo que se alinha bem com algum dos meus produtos pagos), sinto-me um pouco desconfortável por serem dicas tão boas, informação tão preciosa que acho que nem devia estar a dar isto gratuitamente.

Mas é quando sinto esse desconforto que sei que tenho conteúdo espetacular, que vai agregar valor à minha audiência.

Não tem de sentir isto quando está a criar todo o seu conteúdo, é só quando, como eu, está a criar algum vídeo muito bom, uma aula FB Live bastante informativa, ou algum artigo épico no blog.

Princípio de conteúdo #3 – O seu conteúdo gratuito deve levar ao conteúdo pago

O seu conteúdo deve estar alinhado com os seus objetivos de negócio.

Quando crio conteúdo gratuito para um artigo, um lead magnet ou aula Facebook Live, penso onde é que isto se enquadra dentro da minha marca, da minha comunicação.

Se é algo que não se enquadra, não o faço.

Eis um exemplo. Nunca irei fazer um vídeo em direto no Facebook ou um artigo sobre calisténicos. Estes são exercícios corporais com base em treino de força de ginástica. Movimentos básicos são flexões, elevações, e avançados são o pino e a planche, por exemplo.

Planche de Lilian Pace

Talvez alguns homens reconheçam alguns destes termos, mas provavelmente a maioria das mulheres não. Há mulheres que fazem este tipo de exercícios, mas a maioria não.

Provavelmente nunca irei fazer um vídeo de mim a ensinar como fazer o pino. Isto é um passatempo meu. Isto não é o meu negócio nem representa a minha marca.

Talvez possa ser usado esporadicamente como forma de mostrar os “bastidores”, mas não como conteúdo a sério, porque não se alinha dentro do contexto da minha estratégia de negócios.

O seu conteúdo deve estar alinhado com a sua marca, com aquilo que você representa no seu mercado.

Marca e comunicação

Pode colocar algum conteúdo off-topic ocasionalmente como forma de mostrar os seus bastidores, mas que seja esporadicamente, e em sítios como Facebook stories ou Instagram stories, não em artigos de blog ou FB Lives.

Nem todo o tipo de conteúdo que crio está alinhado com os meus produtos pagos (ex.: curso, ebooks). Por vezes falo de temas e referências um tópico no qual possa não ser um especialista, mas sei que vai dar bastante valor para a minha audiência.

A maioria das vezes, o meu conteúdo anda à volta de anúncios Facebook, Adwords, funis de marketing, captação de leads, conversão em clientes. São esses os temas que definem a minha marca e a minha comunicação.

Para terminar, tenho um freebie para si, um documento grátis com 10 ideias para criar o seu próximo conteúdo.

Se alguma vez ficou sem inspiração sobre o que criar, sobre o que falar, que lead magnet, ebook ou checklist criar, aqui está um PDF de uma página com 10 ideias para si.

GRÁTIS: 10 Ideias Criar Conteúdo (clique aqui)


As Novas Regras do Facebook Marketing

Imagem artigo Novas Regras FB Marketing

O Facebook é conhecido por estar constantemente a atualizar a sua plataforma, seja para dar mais funcionalidades aos anunciantes, ou a proporcionar uma melhor experiência aos utilizadores.

Mas seja o que for que o Facebook mude, há coisas que são verdade hoje como eram há alguns anos atrás:

  • O Facebook interessa-se mais pelos utilizadores do que pelos marketers
  • Gostos, comentários, partilhas, visualizações, e cliques são bons – quantos mais, melhor.
  • Quanto mais valor agregar às pessoas, mais elas irão interagir consigo (ao gostar, partilhar, etc.)

Cumprir todos esses três pontos não é difícil, mas é necessário fazê-lo corretamente.

Isto está dependente do algoritmo do Facebook, e a maneira como os seus fãs estão a ver (ou não) os seus posts.

Quando começar a perceber um bocadinho como funciona o algoritmo, pode começar a criar o tipo de conteúdo que funciona melhor no Facebook.

Vou-lhe mostrar neste artigo justamente isso ao partilhar consigo:

  • As três verdades do que funciona atualmente no Facebook (incluindo o porquê do seu post ter de ter um bom desempenho a partir do momento em que é publicado);
  • As cinco novas regras do Facebook marketing (e a primeira coisa que deve deixar de fazer agora);
  • As três palavras que devem servir como o seu ‘mantra’ para experimentar novas formas de trazer mais engagement para a sua página (e para a sua marca).

Eis o que nos vamos focar neste artigo:

Vou mostrar algumas das formas como estou a implementar algumas destas regras em tempo real, como o vídeo. Criar mais vídeo é uma grande prioridade para mim (e devia ser para si também).

Todas as semanas faço Facebook Lives (transmissões em direto), em formato de aulas grátis que dou na minha Página Facebook. Todas as semanas os temas são diferentes.

Você já sabe que o vídeo é importante no Facebook. O tipo de vídeo que criar define a sua estratégia, e nós vamos falar bastante sobre vídeo neste artigo, porque quanto mais pessoas conseguir que vejam o seu vídeo, mais o Facebook irá recompensar a sua página ao mostrar mais dos seus posts e vídeos aos seus fãs.

Para exemplos de tipos de vídeos que pode usar, faça o download abaixo do guia O que Funciona no Facebook Agora. Está carregado com exemplos de vídeos que pode usar para trazer mais interação no Facebook e envolver mais as pessoas.


Verdade #1

“O Facebook está a ficar sem sítios para mostrar o seu conteúdo na newsfeed” – Mike Stelzner

E agora, o Facebook diz-nos que eles estão a ficar sem sítio para colocar os nossos anúncios. Repito: anúncios, não são posts.

Mas não se preocupe, irá haver outros sítios que o Facebook irá inventar para mostrar os anúncios, como é o caso dos anúncios Messenger, que se podem colocar em 3 sítios diferentes.

Eles estão é a ficar sem “locais” para mostrar os anúncios, referindo-se à newsfeed como o sítio principal. Estão a ficar sem sítios na newsfeed para mostrar os anúncios.

E se eles estão a ficar sem espaço para mostrar anúncios na newsfeed, então com certeza também estão a ficar sem espaço para mostrar o seu conteúdo.

Isto significa menos alcance e visibilidade para si, o que por si resultará em menos leads captadas para a sua lista de emails, e menos vendas.

Esta verdade está relacionada com o facto de que é mais difícil crescer o seu negócio no Facebook. Na realidade está mais difícil em todas as redes sociais. Talvez o Instagram seja a próxima a ficar saturada e que ficará eventualmente sem espaço.

Há uma grande oferta de conteúdo e pouco espaço disponível. Mas não desespere, porque para todo o problema há uma solução como vamos ver.

Verdade #2

O Facebook dá mais importância à experiência do utilizador do que aos marketeres. O Facebook quer que os utilizadores vejam conteúdo de qualidade e relevante.

Querem que a newsfeed seja livre de spam e que dê uma razão às pessoas de visitarem frequentemente a rede social.

Quando estiver a criar conteúdo tenha isto em mente: que seja conteúdo que dê valor às pessoas.

Verdade #3

Se o seu próximo post tiver um bom começo é provável que assim continue e tenha sucesso.

Como é que um post no Facebook tem um bom começo?

Isto está dependente do algoritmo do Facebook, que temos de perceber um bocadinho como é que ele funciona para que possamos criar posts de qualidade.

Não é novidade que o algoritmo gosta de vídeos, mas recentemente o Facebook mencionou que vídeos com maior duração terão maior preferência no Facebook. Eles querem manter as pessoas na rede social durante mais tempo.

Suponha que faz um post na sua página, o algoritmo analisa o post para perceber o tipo de conteúdo que é e mostra o seu post a alguns dos seus fãs.

Baseado na maneira como esses fãs iniciais a que foram mostrados o post, o algoritmo irá expandir o alcance, ou não expandir.

Se alguém faz “Gosto” ou “Adoro”, se clicam num link, comentam, se partilham, todas estas coisas dizem ao Facebook que as pessoas estão interessadas no conteúdo, e assim o seu alcance é expandido.

Já não tem nada a ver com agendar os posts para aparecer àquelas horas. Em vez disso, você faz um post, os fãs reagem, e se houver boas reações (gostos, comentários, etc.), então o Facebook irá começar a mostrar mais o seu post a mais fãs.

Um bom começo é importante, mais importante do que nunca.

Como fazer isto então?

Imagine que vai fazer uma publicação sobre alguma coisa. O que escreveu ou colocou no post que lhe irá dar uma boa dose de interação (gostos, cliques etc.)?

O Facebook não gosta que você peça por Likes. Seja criativo e humano, em vez de pensar como um marketer, faça com que as pessoas “Gostem” ao publicar conteúdo de valor e espetacularmente relevante para os seus fãs.

Se estiver a publicar um post de GIF/imagens animadas ou vídeo, tem de dar às pessoas algo que lhes proporcione uma boa experiência, não apenas uma visualização.

Lembre-se: um começo forte. Isto é importante para o seu post.

Portanto são estas as três verdades:

  1. O Facebook está a ficar sem sítio para mostrar o seu conteúdo na newsfeed
  2. O Facebook dá mais importância à experiência do utilizador vs do marketer
  3. Se o seu post tem um começo forte, irá provavelmente ter sucesso e chegar a muitas pessoas

Agora que percebe como isto tudo funciona, vamos ver algumas dicas e estratégias para que os seus posts sejam vistos e ouvidos pelas pessoas no Facebook.

Tenho aqui 5 regras de Facebook marketing para si. Vamos lá.


Regra 1 – Menos posts, mais qualidade

Mais qualidade significa (normalmente) passar mais tempo nos posts que irá criar.

Mas o que é mais qualidade?

Pense nisto como conseguir ter mais resultados a partir do seu conteúdo.

Comece com algum artigo bom que tenha no seu blog e pense em como pode usar esse conteúdo no Facebook. Será que pode criar uma aula em formato de Facebook Live a partir desse artigo? Ou talvez uma história no Facebook ou Instagram?

Talvez consiga pegar num excerto desse artigo e expandi-lo em maior pormenor e fazer um vídeo com isso para o Facebook ou Instagram.

Não tem de sentir que tem de estar sempre a criar conteúdo novo. Pode pegar em artigos, vídeos e outras coisas que tenha feito, e dar-lhe um “spin” diferente a elas.

Eis um exemplo.

Cada aula grátis que dou em formato de Facebook Live leva-me horas e horas para preparar. Posso pegar em bocados do tema dessa aula e criar um pequeno vídeo e colocá-lo num post. Ou posso fazer um post em texto com um resumo dessa aula e com alguma imagem animada (GIF) para chamar mais à atenção.

Menos posts, mais qualidade. É isso que irá ver na minha Página Facebook e sugiro que faça o mesmo.

Regra 2 – Criar uma comunidade, e não necessariamente fãs

Uma boa forma de ter interação no Facebook é criar uma comunidade de pessoas interessadas naquilo que você tem para dizer.

Concentre-se nas pessoas, na comunidade, e não em querer ter mais fãs, porque é uma métrica de vaidade.

É aqui que entram os grupos do Facebook.

Se tem um grupo Facebook à volta dum certo tema e você é o líder desse grupo ou dessa comunidade, não tem de se sentir obrigado a usar o seu tempo para responder a todas as perguntas.

Por exemplo, quando alguém coloca uma questão, e você sabe que existe outra pessoa no grupo que pode responder tão bem quanto você, então é só mencionar essa pessoa no comentário.

Algo do género, “Hey Fernando, isso é uma boa pergunta. A Eduarda é uma especialista nesta área e será capaz de responder bem a isto. Eduarda, será capaz de vir aqui e ajudar o Fernando com a sua dúvida?”

O Fernando e a Eduarda estão no seu grupo, fazem parte da comunidade e você acabou de os ligar um ao outro, para não ter de responder a toda a pergunta que apareça no grupo.

Lá por ser o líder do grupo não significa que tenha de estar em todo o lado a toda a hora, e vai acabar por perceber quão mais leais serão as pessoas na sua comunidade.

Dica: se tiver um grupo Facebook gratuito, ligue-o à sua página Facebook.

Regra 3 – Anuncie mais

Pode não acreditar, mas apenas uma percentagem pequenina de empresas (tanto em Portugal como lá fora) faz anúncios no Facebook.

Segundo o Social Media Examiner, só 6.7% das empresas anunciam no Facebook. Isto significa que muitas empresas com páginas no Facebook não fazem anúncios.

Esta regra é simples: anuncie mais.

Se não está a fazer anúncios ou se está a começar a pensar fazer mas não está completamente convencido(a) à ideia, eis três coisas que lhe sugiro fazer:

  1. Estude a segmentação de anúncios no Facebook. Conheça o seu público e saiba como lhes fazer retargeting. Se eles já visitam o seu site e visualizam os seus vídeos, aproveite para os “repescar”.
  2. Saiba o que é segmentar e como segmentar, como definir o seu público para atingir as pessoas certas com os seus anúncios. Pode ter um produto ou serviço espetacular, mas se não o mostra às pessoas certas, ninguém compra.
  3. Familiarize-se com o Power Editor. Provavelmente o que você quer é ter alguém que faça a gestão dos anúncios por si. Contratar um profissional é caro, contratar um amador é barato (ou será ao contrário?)

Mas antes de contratar alguém, sugiro que tenha primeiro um entendimento geral de como funcionam os anúncios Facebook.

Há coisas que não temos de saber antes de querer delegar tarefas, tais como programação, administrativos, e outros, mas saber alguma coisa sobre anúncios Facebook é importante antes de contratar alguém.

Porque assim terá um entendimento de como funcionam os anúncios para perceber se o profissional que vai contratar tem o seu melhor interesse em mente e se está a fazer um bom trabalho.

Para isso, vá mexer no Power Editor. Mexa um bocadinho todas as semanas, invista um pouco do seu tempo e crie alguns anúncios.

Não tem tempo? Faça tempo. Arranje-o 🙂

Passe 4 ou 5 horas por semana a mexer no Power Editor, a familiarizar-se com as opções e a criar os seus anúncios. Após um mês terá um entendimento básico, e aí poderá contratar alguém.

Regra 4 – Mais vídeos, mais frequentemente

Uma previsão da empresa Cisco aponta para que 80% do tráfego na internet venha de conteúdo de vídeo em 2019. 80% de tráfego. De vídeo. Espetacular.

Não há melhor altura que agora para fazer vídeo, do que agora. Crie conteúdo em vídeo, seja vídeos explicativos, demos ou Facebook Lives, como eu faço com as minhas aulas grátis.

Se aqui há alguns anos eram as imagens que funcionam bem em publicações no Facebook, agora é a vez do vídeo.

Não é necessário lançar-se de cabeça e começar a fazer Facebook Lives ou Facebook Stories a torto e a direito. Comece devagarinho.

Vou-lhe mostrar alguns tipos de vídeos e imagens animadas que pode criar antes de começar a fazer Facebook Lives de 30 minutos na sua página Facebook.

O primeiro tipo de vídeo que pode fazer é um vídeo curto. No PDF gratuito em baixo mostro-lhe vários tipos de vídeo que pode fazer.

Este tipo de vídeos curtos já os deve ter visto pela internet. Um exemplo disso é alguém a seguir uma receita onde vemos um pequeno vídeo de alguém a meter farinha, ovos, a adicionar canela, etc. São vídeos curtos e rápidos em que se aprende alguma coisa de novo em um minutos ou dois.

É possível criar este tipo de vídeos curtos com o Animoto.com ou Adobe Spark (pessoalmente uso Camtasia e/ou Adobe After Effects).

O segundo tipo de vídeo que pode fazer são imagens animadas. Também chamadas de “cinemagraphs”, isto é onde combinamos imagens individuais para criar a ilusão de movimento contínuo, como se fosse um mini filme.

Poderá usar ferramentas como o Ripl e Adobe Spark para criar estas imagens animadas (eu uso o Adobe Photoshop para este tipo de imagens animadas, e às vezes o Adobe After Effects).

O terceiro tipo de vídeo que pode fazer são GIFs. Para estes nem precisa de os criar se não quiser. Pode ir ao Giphy e selecionar GIF’s de outras pessoas, ou criar os seus próprios.

Se criar os seus próprios GIFs, pode carregá-los para o Facebook como GIF nativo. Veja este artigo para saber como fazer isto.

Para criar GIFs, pode usar as ferramentas anteriores que sugeri, tais como o Animoto, Ripl e Adobe Spark (eu uso o Adobe Photoshop para isto, por vezes uso GIFs de outros, faço alterações como adicionar texto, outras vezes crio de raiz ou contrato alguém para o fazer).

Dei-lhe três formas fáceis de fazer vídeo.

Agora não há desculpas. Se não se lembrar de mais nada deste artigo, espero que pelo menos comece a colocar mais vídeos/imagens animadas nos seus posts, e menos imagens estáticas.

Por exemplo, se você postou 5 publicações com imagens estáticas na sua página Facebook esta semana, prefiro que poste 2 publicações com imagens animadas/vídeo na sua página Facebook esta semana. Menos posts com maior qualidade, lembre-se disto.

Vai-me agradecer depois.

Depois de ter “aquecido” os pés com os três tipos de vídeos/imagens animadas que lhe sugeri, está na altura do próximo passo: Facebook Lives.

Eu faço Facebook Lives todas as semanas, uma vez por semana, às quartas-feiras, 20h00, fuso horário Lisboa. Investi num programa chamado Wirecast Pro, que custa $995 mas você não tem de fazer como eu, pode usar o OBS, que é gratuito (pessoalmente não gostei nada do OBS).

Estou a levar o vídeo e os Facebook Lives a sério, ao ponto que estou a pensar investir num setup de estúdio de vídeo profissional no meu escritório. Isto vai ser um investimento de alguns milhares, mas por agora está em águas de bacalhau.

Voltando ao Facebook Live.

O Facebook quer manter as pessoas na rede social durante mais tempo, e por isso está a recompensar vídeos de maior duração no seu algoritmo, para chegar a mais pessoas.

Faça Facebook Lives. Comece com 30 minutos. Se achar que precisa de mais tempo, então planeie para fazer Lives de maior duração. Normalmente as minhas aulas grátis de FB Live andam ali nos 45-60 minutos.

Se tem algumas dificuldades em passar dos 20 minutos e o que irá dizer e abordar, não há problema.

Abra o Word ou o Google Doc, planeie o seu conteúdo, pense em exemplos, histórias, e formas de tornar a sua transmissão em direto interessante e relevante para as pessoas. Facilmente conseguirá passar dos 20 minutos se fizer isto.

E se tiver uma sessão de perguntas & respostas no final, vai ver como o tempo passa num instante ao responder a perguntas dos utilizadores.

Veja aqui como agendar um Facebook Live e aqui para algumas ferramentas essenciais.

Pode fazer um “tease” ao Facebook Live, ou seja, fazer um Facebook Live a dizer que irá fazer um Facebook Live, em que fala durante um minuto ou dois para aguçar o interesse das pessoas.

Após o Facebook Live, poderá fazer um vídeo curto em que fala sobre um tema que deu no seu FB Live, e com um link para as pessoas irem vê-lo.

Se achar que o Facebook Live que fez foi um sucesso, promova esse post, mas faça-o através do Gestor de Anúncios ou Power Editor. Eis como promover um post corretamente.

Há outra grande vantagem para os FB Lives e vídeos no geral: pode fazer retargeting, ou seja, mostrar anúncios para pessoas que viram os seus FB Live.

Por exemplo, você poderia criar um anúncio do género “gostou do meu último Live? Assista à minha próxima transmissão em direto”.

É possível adicionar legendas ao seu Facebook Live após ele ter terminado. Experimente um vídeo Live que fez sem legendas, e outro que adicione legendas e perceba se o que teve legendas teve mais interação e visualizações. Isto das legendas pode dar bastante trabalho, portanto passe esta tarefa para alguém.

Mais uma coisa: já que estamos a falar em vídeo, é possível adicionar vídeo na sua capa de Página do Facebook. Antigamente só dava para colocar imagem, mas agora dá para adicionar vídeo. Veja um bom exemplo do vídeo de capa de Página da Ana Mendes.

Regra 5 – tire partido dos micro momentos

Micro momentos. Que expressão tão esquisita.

As pessoas consomem conteúdo em micro momentos, vídeos de 1 minuto, GIFs curtos, coisas rápidas.

Isto não significa que os Facebook Lives de 30 minutos não funcionem, apenas são “bichos” diferentes. Quando uma pessoa está mesmo interessada, ela irá ver um vídeo longo.

Mas quando a pessoa está num modo de entretenimento, é necessário chamar-lhe à atenção através de conteúdo rápido, dos tais micro momentos.

Se estiver com dificuldade em captar a atenção das pessoas, pense nisto: onde é que a sua história se encontra com a história delas?

Quanto mais entender o seu público-alvo, o que estão a pensar, a sentir, o que precisam, o que querem, vai saber o tipo de conteúdo a criar para elas, seja imagens animadas, GIFs, Facebook Lives, vídeos ou qualquer outro tipo de conteúdo.

Qual é então o tipo de conteúdo que você está a criar para que a sua história vá ao encontro da história deles? Pense nisso.


Recapitulando as 5 regras:

  1. Menos posts, mais qualidade
  2. Foque-se na comunidade, menos no crescimento de fãs
  3. Faça mais anúncios
  4. Mais vídeos, mais frequentemente
  5. Tire partido dos micro momentos

Para terminar, também lhe prometi três palavras que deve começar a usar na estratégia do seu negócio.

E elas são:

  1. Ágil – deve adaptar-se às mudanças do Facebook. Mantenha-se atualizado com o algoritmo.
  2. Flexível – se alguma coisa não está a funcionar, não insista, experimente outra coisa diferente.
  3. Inovar – experimente táticas novas, misture com outras táticas e teste as coisas.

Criei-lhe um PDF com exemplos dos diferentes tipos de vídeo que funcionam bem nas redes sociais e que pode usar no seu negócio.

Passei horas à procura dos melhores vídeos e exemplos para lhe dar, e acho que vai obter bastante valor disto.

Clique abaixo para aceder ao “Guia: O que funciona no Facebook”.

Como fazer post como Página num Grupo + Ligar Grupo Facebook a Página

O Facebook permite ligar um Grupo Facebook a uma Página.

Muitos administradores de Página que gerem Grupos têm sido bem acarinhados pela adição de funcionalidades aos grupos que o Facebook nos tem dado.

De entre as várias funcionalidades dos grupos lançadas em 2017, esta é uma das que mais jeito dá a admins de página.

Como ligar um Grupo Facebook a uma Página


Psst. Subscreva-se no canal YouTube:
Botão subscrição canal YouTube

Instruções em texto:

  1. Và à sua Página e clique em Definições.
  2. Clique em Editar página
  3. Faça scroll abaixo até aos separadores
  4. Clique Adicionar separador lá em baixo
  5. Selecione Grupos
  6. Arraste o separador de Grupos para onde quiser
  7. Clique em Definições: aparece a URL onde estão todos os Grupos ligados
  8. Volte para a Página e veja o separador Grupos no menu da esquerda
  9. Clique no separador Grupos e depois no botão Ligar o teu grupo
  10. Poderá associar outros grupos ou criar um novo aqui
  11. Agora pode publicar no seu Grupo como Página em vez do seu perfil
  12. Selecione no menu da setinha invertida de que página/pessoa quer publicar

Como publicar como Página Facebook num Grupo

Algo que muitos administradores de página queriam há muito tempo era poder publicar como Página (em vez de perfil pessoal) no Grupo.

Após o seu Grupo estar ligado à sua Página, irá ver essa opção quando for criar uma nova publicação ou comentário.

Simplesmente clique no canto direito da setinha invertida para mudar o comentário/post, para ser publicado a partir da sua Página.

Publicar como Página

Note que “João Alexandre” é o nome da minha Página: estou a publicar como página, não como perfil pessoal.

Para muitos Grupos, publicar como você (com o seu perfil) poderia fazer sentido. Os Grupos são uma comunidade, um conjunto de pessoas com os mesmos interesses.

No entanto, para marcas e algumas empresas, e talvez colaboradores que gerem o Grupo, pode fazer sentido permanecer anónimo (até por razões de privacidade).

E aí é que esta funcuionalidade dá jeito. Além disso, também resolve o problema dos perfis falsos.

Como é que isto parece na Página

Após o seu grupo estar ligado à página (e ter adicionado o separador previamente), irá aparecer no menu da esquerda o separador de Grupos.

Separador Grupos

Anúncios Facebook Messenger: Guia Completo

A publicidade no Facebook tem uma funcionalidade espetacular que permite usar a plataforma para chegar às cerca de 1.2 biliões de pessoas que usam o Messenger.

Bem vindo aos anúncios do Messenger.

O Facebook tem feito vários updates ao Messenger para dar às empresas e anunciantes formas de comunicar com clientes e potenciais cleintes na rede social.

Mas muitos marketers e empreendedores estão confusos em relação ao que se pode fazer com este tipo de anúncios.

Neste artigo vou explicar tudo tintim por tintim.

Tintin

Eeerm… ok, vamos lá.

Há 3 tipos de anúncios Facebook Messenger:

  1. Anúncios Messenger de Destino
  2. Anúncios Messenger de Página inicial
  3. Anúncios Messenger de Mensagens patrocinadas

1. Anúncios Messenger de Destino

Estes anúncios permitem aos anunciantes mostrar anúncios às pessoas para elas iniciarem uma conversa com a Página via Messenger.

Este tipo de anúncios estão disponíveis para campanhas que usem objetivos de Tráfego ou Conversões.

Objetivos de campanha

Ao criar o anúncio, terá a opção de escolher o seu Destino, que pode ser uma URL para o seu site, ou Messenger. Isto é definido a nível da vista do Anúncio (após ter criado a Campanha e definido as opções no Conjunto de anúncios).

Escolher Destino (URL ou Messenger)

Se não escolhesse como objetivo de campanha de Tráfego ou Conversão, então na criação do anúncio não teria esta opção do Messenger.

Então selecione Messenger como o seu Destino e comece a criar o seu anúncio normalmente criaria qualquer outro tipo de anúncio. Note: não clique ainda no “Configurar o conteúdo do Messenger”, já lá vamos.

Selecionar Messenger como Destino

Terá agora de carregar ou selecionar uma imagem para o seu anúncio. O Facebook aconselha que esta imagem seja de 1200 x 628 píxeis ou que tenha uma proporção de 1,91:1.

Selecionar ou carregar imagem

Depois, vai preencher os campos do Título, Texto, Apelo à ação e Descrição da ligação para o Feed de notícias – como normalmente faria na criação de qualquer outro tipo de anúncio.

Campos do anúncio

Quando preenchidos os campos, é assim que o meu anúncio parece para computadores:

Anúncio FB Messenger

E agora?

Quando as pessoas clicam no anúncio, abrirá uma janelinha do Messenger onde irão iniciar uma conversa com a minha Página.

Para isso vamos ter de configurar o conteúdo que aparece nessa janelinha.

Na criação do seu anúncio, clique em Configurar conteúdo do messenger.

Configurar conteúdo Messenger

Uma nova janela irá abrir com uma série de opções, mas não se preocupe que isto até é fácil.

Opções conteúdos do Messenger

O conteúdo do seu Messenger pode ser SMS (só texto), Imagem e texto ou Vídeo.

Vamos ver primeiro a SMS.

Formato Messenger SMS

Note que estamos a criar isto no separador de “Criação rápida”(o separador Criação JSON é avançado e requer uma explicação à parte).

Conteúdo Messenger SMS

O Texto introdutório aparece apenas por cima do Texto da mensagem, não havendo diferença entre eles na maneira como aparece o texto.

O botão é um link que irá levar o utilizador para um destino, neste caso, uma página no meu website.

Se tem um bot, pode usar o botão para que ele responda num webhook de carga útil (deixaremos isto para outro dia, vamos focar-nos em usar links).

Ao clicar no anúncio que fizemos anteriormente, o utilizador será levado para o Facebook Messenger onde verá o conteúdo que estivemos aqui a criar.

Eis um exemplo do meu anúncio na Feed de notícias de computador. Este anúncio contém apenas texto (SMS que escolhemos anteriormente).

Anuncio Messenger Destino SMS

Se quiser, pode acrescentar mais botões, para um máximo de 3.

3 botoes de ação conteúdo Messenger

Vamos para a Imagem e texto.

Formato Messenger Imagem e Texto

Eis como os conteúdos iriam parecer ao usar Imagem e texto.

Conteúdo Messenger Imagem e texto

E é assim que ele aparece na Feed de notícias.

Anuncio Messenger Destino SMS
E agora, para Vídeo.

Formato Messenger Vídeo

Para vídeo, tem de colocar um Texto introdutório, selecionar um vídeo com máximo de 25MB e uma Resposta rápida.

Conteúdo Messenger Vídeo

A Resposta rápida faz a vez do botão quando o utilizador clica no Apelo à ação de “Enviar mensagem” do anúncio, portanto escreva algo que faça sentido.


2. Anúncios Messenger Página inicial

Com os anúncios Messenger de Destino, o seu anúncio pode aparecer em vários locais de publicação (news feed de computador, news feed de telemovel, etc).

Só ao clicar no anúncio é que abre a tal janela do Messenger para iniciar conversa com o utilizador. Portanto são dois passos, é o anúncio “normal”, quando clicado abre o anúncio “messenger de destino”.

Mas com os anúncios Messenger de “Página inicial” também podemos escolher um local de publicação.

Ao selecionar o local de publicação, irá reparar que existem duas opções por baixo de Messenger.

Messenger pagina inicial

O anúncio que criámos anteriormente ao usar Messenger como Destino pode aparecer na Página inicial do Messenger como local de publicação. Eis como isto iria parecer.

Anuncios Messenger Pagina Inicial

Este anúncio iria aparecer no Messenger do utilizador, na Página inicial (home), e por baixo das mensagens dele.

Não há qualquer tipo de limitações na segmentação ao usar o Messenger de Página inicial como local de publicação, ou seja, pode segmentar para o Público que quiser.


3. Anúncios Messenger de Mensagens Patrocinadas

As Mensagens patrocinadas são também uma opção que se pode escolher no Local de publicação.

Mensagens patrocinadas Messenger

Uma Mensagem patrocinada vai aparecer nas mensagens do utilizador no Messenger, e não apenas na Página inicial.

Mas para fazer isto, o Facebook coloca uma restrição a quem podemos mostrar este tipo de anúncios.

Ao selecionar Mensagens patrocinadas, só poderá mostrar o seu anúncios para pessoas que enviaram mensagens para a sua página. Explicarei isto melhor dentro de instantes.

Por defeito, o Local de publicação das Mensagens patrocinadas está desativado. Se o selecionar, terá a seguinte mensagem…

Ativar Mensagens patrocinadas

Ao ativar esta opção, todos os outros locais de publicação são removidos.

A nível do Conjunto de anúncios, deve depois selecionar a sua Página Facebook. Não se esqueça disto, especialmente se gerir várias páginas.

Selecionar Página para anúncio Messenger

Vai também reparar que na secção de Públicos, mais concretamente em Públicos personalizados, aparece-lhe um erro:

Erro Públicos Mensagens patrocinadas

O único Público que pode segmentar são pessoas que enviaram mensagem para sua página. Isto é um tipo de Público que pode criar com base na interação da sua página. Para isso vá a Públicos > Criar público personalizado > Interação > Página Facebook.

Se já criou um público deste género anteriormente, irá aparecer ao clicar no campo de Públicos e depois pode selecioná-lo. Nota: se tiver um Público personalizado da sua lista de emails, é provavel que apareça aqui como opção também.

Público enviar mensagem

Se não apareceu nada neste campo para si, mas sabe que criou um destes públicos anteriormente, certifique-se que selecionou a sua Página a partir da qual vai mostrar estes anúncios. Às vezes são os mais pequenos detalhes que dão as maiores frustrações.

Se ainda não criou um destes públicos anteriormente, clique em Criar novo e selecione Público personalizado.

Criar público personalizado

Selecione Interação…

Opções de criar Público personalizado para Interação

Depois, selecione Página Facebook…

Público personalizado Interação

Para criar o seu público, selecione a sua Página e em Incluir, escolha As pessoas que enviaram uma mensagem para …

Pessoas que interagiram com Página Facebook

Sugiro que coloque 365 dias, a menos que receba muitas mensagens, porque de outra forma irá ser um público pequenino.

Depois clique em Criar Público, e isso irá ser adicionado automaticamente ao campo dos Públicos no seu Conjunto de anúncios.

Aqui ainda poderá acrescentar “camadas” de segmentação, tais como local, idade, sexo, idiomas, definição detalhada, e ligações.

Tenha em mente que o que isto fará é filtrar o seu público desse conjunto de pessoas que enviaram mensagem para a sua página, ou seja, estará a encurtar esse público e a torná-lo mais pequeno.

Dentro da secção de Otimização, irá notar que as suas opções são limitadas.

Opções de Otimização de Mensagens patrocinadas

Só pode otimizar para impressões, o que significa que o Facebook irá mostrar o seu anúncios de Mensagens patrocinadas a tantas pessoas dentro do seu Público quantas vezes for possível.

Mas não há problema, porque como o seu público é pequeno, as impressões serão a melhor escolha neste caso.

Terá de inserir um montante de licitação manual. Por defeito, ele está para 10,00 € (pelo menos no meu caso), mas você pode experimentar com outros montantes que façam sentido para si.

Ao criar o seu anúncio, vai notar que “Imagem única” é o único formato disponível como opção.

Imagem única opção de formato

Agora irá criar o seu anúncio Messenger de Mensagem patrocinada. Tem os seguintes campos para preencher.

  • URL do site (obrigatório) – para onde alguém vai após clicar
  • Título (obrigatório) – texto a negrito por baixo da imagem
  • Texto (obrigatório) – texto inicial por cima da imagem
  • Apelo à ação (opcional) – botão em baixo onde podem clicar
  • Descrição da ligação (opcional) – texto cinzento por baixo de título

Campos de Mensagens patrocinadas

Depois de estar pronto, o seu anúncio iria aparecer algo como isto na caixa de mensagens do utilizador.

Mensagem patrocinada no Messenger

Quando clicado, iriam ver a sua mensagem desta forma.

Mensagem patrocinada no Messenger 2


Como usar Anúncios Messenger

Eis algumas maneiras como pode usar este tipo de anúncios.

1. Anúncios messenger de destino
Estes são bons para iniciar uma conversa com o utilizador sobre um tema, produto ou serviço algo complexo.

Podem ser produtos de investimento elevado, orçamentos de serviços, ou algo que precise de algum esclarecimento.

Segmentar para públicos vastos é aceitável nestas condiçõe. Também é uma boa forma de captar mais pessoas que comunicaram com a sua página, um público que pode depois criar e lhe dará jeito para as Mensagens patrocinadas.

2. Anúncios messenger de página inicial
Este é um tipo de anúncio que usa apenas outro local de publicação. Se usar Locais de publicação automático (por defeito), já está a usar isto sem saber.

Embora este tipo de anúncio não seja tão intrusivo quanto as Mensagens patrocinadas, deve ainda assim acompanhar o desempenho deste tipo de anúncio.

3. Anúncios messenger de mensagens patrocinadas
Algumas pessoas consideram isto intrusivo (heh, até os próprios anunciantes). Você está a enviar uma mensagem privada para o Messenger da pessoa. Isto não significa que não deva usar, mas use com cautela e se fizer sentido para a sua estratégia.

Até foi uma boa manobra do Facebook permitir apenas segmentar estes anúncios para pessoas que enviaram mensagens para a sua página. Isto visa reduzir o número de queixas de privacidade.

Quando feito corretamente, estes anúncios podem trazer bons resultados. Neste sentido são semelhantes aos anúncios messenger de destino, porque é uma oportunidade de iniciar uma conversa sobre algum tema que seja complexo e requeira esclarecimento.

O público para quem vai fazer este tipo de anúncios será provavelmente pequeno, portanto não deverá ter problemas com o seu orçamento, e é uma boa forma de experimentar e iniciar-se no mundo dos anúncios do Messenger.

P.S.: Sabe o que é mesmo BOMBÁSTICO? É combinar Anúncios Messenger + Bots Messenger. Isso é que é mesmo marketing em esteróides para captar leads.

Passo a bola para o seu lado

E você já está a usar anúncios Messenger? Se sim, como os está usar e que resultados está a ter? Escreva abaixo nos comentários.

Para bloggers: como cortar custos em anúncios

Um dos maiores obstáculos ao fazer uma campanha de anúncios no Facebook é pensar que estão a perder dinheiro.

Eu percebo.

Trabalha no duro e não quer estar a gastar dinheiro se ele não se traduzir em resultados.

Neste momento, o Facebook é o melhor sítio para anunciar porque:

  • O Facebook está a fazer anúncios na TV para o Facebook Live (no estrangeiro)
  • Há 2 biliões de pessoas no Facebook a comentar, fazer posts e gostar
  • O Facebook toma nota da atividade dos utilizadores e permite-nos usar esta informação para fazermos melhores anúncios

Bem, há mais razões, mas estas são as principais. E são GRANDES razões. Porque os seus clientes estão no Facebook.

Mas você está a ler este artigo porque quer poupar dinheiro nos seus anúncios.

Então vamos lá.

A primeira coisa a fazer é criar bom conteúdo.

O blogging é uma das melhores formas de fazer isto, porque dá a conhecer ao Google que você é um expert no seu nicho de mercado, e que o seu website não é apenas uma brochura online.

Se já tem alguns artigos lançados, um bom segundo passo é criar “content upgrades” dentro desses posts.

Um content upgrade é um pequeno guia, uma checklist, ou algo que ajude o leitor na sua atividade. Vamos dar este content upgrade em troca do email do utilizador.

Eis um exemplo meu:

^ Isto é um content upgrade. Ao clicar abre uma janela que lhe pede pelo seu nome e email. É assim que você capta leads para a sua lista de email.

Se o seu seu artigo é sobre “Como ter um jardim doméstico mesmo que viva num apartamento”, então o seu content upgrade poderia ser “Como plantar tomates”, um mini-guia em formato PDF.

Iria enviar esse content upgrade ao utilizador por email, automaticamente, após ele dar o seu nome e email.

É assim que cresce a sua lista de emails.

Após definir o seu conteúdo, está na altura de fazer anúncios no Facebook para os seus artigos… mas apenas os melhores.

Comportamento > Conteúdo do site > Páginas de destino

Vá ao Google Analytics e veja quais dos seus artigos têm mais visualizações. Pode saber isto em Comportamento > Conteúdo > Páginas de destino.

Eis um exemplo do meu top 10.

Top 10 páginas de destino

A maioria destas páginas são artigos, mas nem todas. Por exemplo, o / (barra) significa que é o website principal.

Escolha até três artigos que têm uma boa combinação de visualizações (sessões) e tempo passado na página.

Sessões e tempo médio passado na pagina

A razão pela qual estamos a fazer selecionar com base nestes dois critérios é porque isto nos diz rapidamente se o artigo foi interessante, porque teve várias visitas (sessões) e tempo passado a ler o artigo (duração média da sessão).

Como vai fazer anúncios para esses, certifique-se que cada um desses artigos que escolheu tem os seguintes componentes:

  • Tem o píxel do Facebook instalado;
  • Tem um apelo à ação com um content upgrade ou algo para converter leitor em lead;
  • Tem bom conteúdo nesse artigo para ajudar o leitor com o seu problema.

Agora temos de criar um Público.

1. Aceda ao Gestor de Anúncios/Gestor de Negócios. Clique no menu hambúrger (3 linhas no canto superior esquerdo) > Todas as ferramentas > Públicos.

Aceder a públicos

2. Clique em Criar Público > Público personalizado

Criar público personalizado

3. Escolha Tráfego no site das opções
Criar público trafego no site

4. Selecione Pessoas que visitaram páginas web específicas e coloque as URLs dos seus artigos (repita o processo por cada artigo)
Público personalizado páginas específicas

Faça isto.

Muita gente fracassa nisto porque não investem o seu tempo ANTES de criar os anúncios, o que lhes faz perder dinheiro. Ter esta preparação vai compensar, prometo.

Temos agora de pensar no nosso apelo à ação do artigo.

O que acontece quando alguém clica no anúncio, gosta do seu artigo e decide juntar-se à sua lista de emails? Onde é que eles aterram após se inscreverem? Será que ficam na mesma página (no artigo) ou vão para uma página de obrigado (thank you page).

Pode fazer isto de duas maneiras: 1) deixar o leitor ficar no artigo ou 2) levá-lo para uma página de obrigado após se inscrever para receber o seu content upgrade ou lead magnet.

Recomendo levá-los para outra página após eles se inscreverem, para que eles possam ser “pixelizados” nessa página como se tendo inscrito. Normalmente chama-se a isto uma página de obrigado.

Tendo um Público personalizado das pessoas que aterraram no seu artigo, significa que as podemos eliminar de ver o nosso anúncio de novo, poupando dinheiro apenas para pessoas que ainda não aterraram no artigo.

O que pode fazer agora é criar outro Público personalizado, mas das pessoas que foram levados para a página de obrigado, vindas do artigo (após se terem inscrito no seu content upgrade/oferta).

Público personalizado de paginas especificas (duas condições)

Isto significa que a pessoa viu o seu artigo e inscreveu-se no seu content upgrade (porque sabemos que chegou à tal página de obrigado).

Vamos recapitular como você já está a poupar dinheiro até agora:

  • Selecionámos artigos do seu blog que as pessoas gostam
  • Instalámos o píxel do Facebook aprender e ter informação dessas pessoas
  • Criámos uma forma de converter esses leitores em leads (lista email)
  • Criámos Públicos personalizados das pessoas que aterraram nesses artigos
  • Criámos Públicos personalizados das pessoas que aterraram na página de obrigado após se inscreveram no content upgrade que está no artigo (para não mostrar mais anúncios deste artigo a estas pessoas)

Ufa. Chegámos longe.

Vamos agora aprender a cortar ainda mais nos custos que temos nos anúncios. Para isso, comece primeiro com o fim, ou seja, com o seu objetivo.

E o que nós queremos é conseguir medir as coisas. Saber ver as métricas é o segredo de gastar menos em anúncios.

Das métricas, o que queremos saber é isto:

  1. As pessoas que aterraram nos nossos artigos e
  2. As pessoas que se converterem em subscritores como resultado dos anúncios.

Para isso vamos criar uma Conversão personalizada, que tem um processo de criação semelhante ao dos Públicos.

No Gestor de Anúncios, clique no menu hamburger (as três linhas horizontais) no canto superior esquerdo, passe com o rato por cima de “Todas as ferramentas” e selecione “Conversões personalizadas”.

Aceder a conversões personalizadas

Clique no botão azul “Criar conversão personalizada” e uma nova janela abre.

Criar conversão personalizada botão.

Aqui vai colocar as URL das páginas de obrigado onde a pessoa é levada se ter inscrito em algum content upgrade/oferta do seu artigo.

Por exemplo, no meu caso, eu vou criar uma conversão personalizada com a URL da página de obrigado, que é a página onde o utilizador é levado após se ter inscrito com o nome e email na oferta do artigo.

Conversão personalizada URL página obrigado

Depois dê-lhe um nome fácil para que se lembre disto depois e clique em criar. Pode também atribuir um valor a esta lead (normalmente atribuo €1 quando tenho poucos dados).

Dar nome a conversão personalizada

E voilá.

Dê uma palmadinha nas suas costas, porque agora sabe que não está a gastar dinheiro à toa.

Próximos passos:

  1. Criar anúncios para pessoas na sua lista de email. Eles já lhe deram o seu endereço de email, estando mais propensos para clicar e interagir com futuros anúncios seus.
  2. Criar anúncios para pessoas que são fãs da sua Página. A mesma lógica aplica-se aqui. Estas pessoas já estão interessadas no seu conteúdo, na sua marca.

O custo por clique destes anúncios será baratíssimo porque estas pessoas já estão familiarizadas consigo e irão clicar e interagir mais com o seu conteúdo do que as pessoas que não conhecem nada sobre si.

Sumário

Eis o que fizemos até agora:

  • Pixelizamos as pessoas que aterram nos nossos artigos e que se inscrevem na oferta lá.
  • Criamos uma conversão personalizada para acompanhar as leads que se inscreverem numa oferta dentro desse artigo (ex.: caixinha popup)

E agora vem a parte divertida.

Destes três artigos que selecionou, um irá ser a galinha dos ovos d’ouro do seu conteúdo.

Pinto e ovo dourado

Pode assim desligar os anúncios dos outros artigos e começar a investir mais dinheiro para este artigo que está a funcionar bem.

Lembra-se quando referi que temos de trabalhar de trás-para-a-frente, ou seja, com o fim em mente?

Pense a longo prazo, suponha que quer criar uma Workshop premium (online ou física) sobre como plantar tomates num jardim doméstico.

Vai querer ter muitas pessoas a inscreverem-se na sua checklist, porque estas pessoas irão eventualmente tornar-se clientes para o seu objetivo a longo prazo.

Com uma estratégia destas em vigor, vai cortar o custo dos seus anúncios como se fosse um chef de cozinha a cortar nabos com domínio completo.

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Está farto de andar a brincar com anúncios Facebook sem ter grandes resultados?

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O segredo está na lista. Crie uma lista de emails com pessoas desejosas de abrirem a carteira e tornarem-se clientes. Clique aqui para ter o guia GRÁTIS.

Facebook Messenger para pequenas empresas: 6 dicas

Imagem destaque Dicas Messenger PMEs

O Messenger é o serviço do Facebook mais usado e pode ser uma ferramenta potente para envolver os seus potenciais clientes na rede social. Saiba como usá-la no seu negócio.

1. Crie um plano

Use o Facebook Messenger, não por ser uma coisa que está na moda, mas sim de forma a alinhar-se com o seu plano de marketing.

Determine qual a “voz” que irá usar, o seu tom de conversa, ex. se trata as pessoas por tu ou por você, e pense numa abordagem que irá usar para interagir e responder aos utilizadores que o contactem.

altifalante-pessoas

Dá para perceber logo que uma empresa não tem planeamento nem estratégia quando esta usa o Messenger para empurrar produtos e serviços para os utilizadores na sua lista, em vez de usar o Messenger da maneira para o qual ele foi criado – para comunicar com as pessoas alguma informação importante.

2. Dê um toque pessoal

Envolva as pessoas, interaja com elas, crie um relacionamento com os utilizadores ao lhes dar valor (bom conteúdo, ajudar), para que eles marquem amigos nos comentários e de forma genuína gostem e partilhem o seu conteúdo. Veja o meu exemplo no Messenger (clique em Começar).

Mensagem com toque pessoal

Faça perguntas para saber mais sobre as pessoas e responda a questões que possam ter. E dê um toque pessoal, talvez divertido ou light, dependendo do seu segmento de mercado. Isto dá um toque mais humano na sua comunicação, especialmente se estiver a usar bots.

3. Use respostas automáticas

Use as Respostas instantâneas (ou bots), não para parecer uma “máquina”, mas para conseguir satisfazer alguma curiosidade ou questão que um utilizador tenha colocado à sua Página via mensagem.

Para isto, vá à sua Página > Definições > Mensagens, e aí pode escolher as respostas que pode dar aos utilizadores quando lhe enviam uma mensagem. Por defeito, as Respostas instantâneas (quando ligadas), dizem isto: “Obrigado pela tua mensagem. Vamos tentar responder o mais brevemente possível.”

Pode ainda ligar a opção de “Prompt visitors to send messages”, que quando uma pessoa visita a sua página, abre automaticamente a janela do Messenger na qual pode logo comunicar com a sua Página.

Resposta automática Messenger

Isto é ótimo, porque se a pessoa comunicar consigo, pode depois criar anúncios de Messenger chamados “Mensagens patrocinadas”.

Este tipo de anúncios só está disponível para mostrar a pessoas que já comunicaram com a sua página (não pode mostrar para quem não interagiu com a sua página no Messenger). Existe um outro tipo de anúncios Messenger que pode fazer, a que chamo “anúncios messenger de destino”, que menciono na dica 4 abaixo.

Anúncio Facebook Messenger

4. Incentive as pessoas a interagir

Experimente fazer anúncios no Messenger para incentivar as pessoas a enviar-lhe a primeira mensagem.

Quando elas o contactam via Messenger, pode mostrar-lhe anúncios de “Mensagens patrocinadas” (apenas para quem comunicou com a sua página).

As taxas de abertura para este tipo de anúncio (que enviam mensagens) são espetaculares: tenho taxas de abertura de 80%-90%, e grandes taxas de cliques também.

Um outro tipo de anúncio Messenger que pode fazer, e que não está dependente do utilizador ter comunicado com a sua Página, são os anúncios Messenger de “destino”, que é um anúncio normal como qualquer outro, mas que quando clicado, abre uma janela do Messenger.

Anúncio Facebook Messenger de destino

5. Não use só o Messenger

Depender só do Messenger para comunicar com os seus potenciais clientes limita o seu alcance apenas para as pessoas que estão com login no Facebook.

Embora seja “a” rede social mais usada do planeta, não significa que seja o melhor sítio, a toda a hora, para todo o tipo de empresas chegarem às pessoas.

Não dependa só do Messenger, porque é como meter os ovos todos na mesma cesta: se cair, partem-se os ovos todos. Espalhe a sua estratégia por diferentes táticas de marketing.

Por exemplo, use o email também. O email marketing, apesar de ter taxas de abertura e cliques inferiores ao Messenger, é algo que ainda é muito forte como tática de marketing.

Caixa de entrada de email

Veja por curiosidade o artigo Será que o Messenger vem substituir o email?

6. Não seja muito promocional

Embora a natureza instantânea e pessoal do Messenger torna-o um canal eficaz para chegar às pessoas, vender e servir de apoio a cliente, é também um perigo devido à tentação do mesmo.

E essa tentação é querer ser demasiado promocional e empurrar produtos e serviços às pessoas.

Se você fizesse isso com os seus amigos no Facebook, de certeza que iria ter menos amigos daqui para a frente. Não faça isso aos clientes.

Pode vender, mas agregue valor primeiro às pessoas com bom conteúdo (bons artigos, vídeos, posts).

Prenda na mão

P.S.: Para informações completas sobre as Mensagens do Messenger, visite a página de ajuda do Facebook.

Anúncios Facebook: como segmentar like a boss

Segmentar like a boss

Os anúncios Facebook estão constantemente a mudar e a evoluir, com alterações ao interface e a várias funcionalidades do Facebook, como o Facebook Live, e aquilo que é possível fazer a nível de retargeting.

Se se sente confuso(a) com as várias opções no Facebook, está no sítio certo porque vou descomplicar as coisas.

Vamos ver 3 formas para ter uma segmentação espetacular nos seus anúncios – e a primeira dica vai surpreendê-lo.

Iremos aprofundar a copy do anúncio, a Classificação de relevância, novos públicos para retargeting, e o básico.

Vou mostrar-lhe como tirar partido dos vários públicos personalizados e dos grupos. Depois de ler o artigo irá saber o que precisa para investir bem o seu tempo e energia.

No final irá saber como aplicar estas 3 dicas para aplicar na sua estratégia.

Like a boss

Então vamos lá segmentar que nem um boss.

Dica #1: Segmentar, segmentar, segmentar

Targeting (do Inglês), ou segmentar, é uma das coisas mais importantes que se devem saber fazer nos nossos anúncios.

A segmentação no Facebook pode ser intimidadora ao princípio porque há tantas opções para escolher que acabamos por não saber bem o que fazer.

Podemos fazer website retargeting, email retargeting, públicos semelhantes, fãs no Facebook, tráfego frio, e todo o tipo de segmentação a nível de comportamento e dados demográficos.

Por outro lado, é mesmo esta quantidade de opções que faz o Facebook um espetáculo. Temos oportunidade de ir ao pormenor e escolher o público alvo ideal para as nossas ofertas.

Dardo centro alvo Facebookt

Se acha confuso isto dos anúncios Facebook porque acha que não consegue escolher bem as opções de segmentação, a solução pode nem estar nada relacionada com segmentação.

Quando os anúncios têm mau desempenho, normalmente pensamos que é das opções de segmentação que definimos mal. Pode ser. Mas também pode não ser.

Por vezes o culpado pode não ser a sua segmentação, mas sim a sua oferta e como está a comunicar isso ao seu público alvo.

O seu público alvo até pode ser bom, mas a sua oferta pode não estar a ser bem comunicada no seu anúncio através da copy, do título, da image, pode não estar a ter boa aceitação com o conjunto de pessoas que escolheu para mostrar o seu anúncio.

Saiba se aquilo que está a mostrar às pessoas vai ao encontro das “dores” que o seu público alvo tem, e se a sua oferta é algo que as pessoas querem.

Uma forma de saber isto é atraves da Classificação de relevância, que é uma pontuação de 1-10, em que 10 mostra que o anúncio é muito relevante, e 1 é pouco relevante para o seu público.

Classificação de relevãncia

Se tiver uma Classificação de relevãncia de 1 a 3, então aí está o seu problema, porque significa que o seu anúncio não está a ser bem aceite pelo seu público-alvo.

O anúncio até pode ser bom, mas pode não ser o ideal para ser mostrado ao seu público alvo.

Uma baixa Classificação de relevância (a tal pontuação) também pode significar um problema com a sua landing page. Talvez haja um desfasamento entre o seu anúncio e a landing page.

Pode ver a sua Classificação de relevância a nível dos Anúncios (separador Anúncios) no Gestor de Anúncios.

Separador anúncios

Veja também outras métricas como o CTR (taxa de cliques). As pessoas estão a clicar no seu anúncio para ir para a sua landing page?

Há aqui muitos factores em jogo e o problema pode nem ser a sua segmentação. Por vezes é a sua oferta que não está em sintonia com o seu público alvo.

Vamos supor que 300 pessoas clicaram no seu anúncio e só 3 se converteram na sua landing page.

Isso diz-nos que não é um problema de segmentação, é um problema na sua landing page.

Voltando à Classificação de Relevância.

Se tem uma pontuação baixa, é difícil saber qual é o problema principal. Esta pontuação tem como base o quão relevante o seu anúncio é para o público alvo que definiu (segmentou).

Não sabemos exatamente como funciona o algoritmo do Facebook no que toca à Classificação de relevância, mas sabemos que tem como ponto de partida a interação que as pessoas têm com o seu anúncio.

As pessoas estão a clicar no anúncio? Estão a comentar? Estão a partilhar? Estão a gostar?

Pessoas anuncio

Pode ser que a sua oferta não esteja em sintonia com o público que definiu, ou pode ser que a sua oferta é mesmo boa mas não esteja a ser colocada à frente das pessoas certas.

Mas irá ser uma dessas duas coisas. Veja primeiro a sua oferta. Analise o seu anúncio e determine se a oferta é apropriada para o público alvo que definiu.

Pode começar por testar coisas diferentes, como alterar a copy do seu anúncio. Mas mude apenas uma coisa de cada vez, porque se mudar três coisas ao mesmo tempo (ex.: copy, imagem, título) não vai saber o que funcionou melhor.

Experimente com uma copy diferente, e depois com uma imagem diferente. Mas teste um elemento de cada vez.

Resumindo…

O primeiro passo para corrigir a sua segmentação é pensar que o problema pode nem ser a sua segmentação.

Provavelmente será:

  • A sua oferta é apelativa, mas não é apelativa para o público que definiu
  • A sua oferta não é apelativa, apesar de ter definido um bom público
  • A sua landing page tem problemas que precisa de resolver (se tem muitos cliques no anúncio mas poucas conversões)

Dica #2: Retargeting for the win

A segunda dica para corrigir a sua segmentação está relacionada com retargeting.

Boneco alvo

Muitas pessoas ainda não estão a tirar partido do retargeting, ou porque é confuso, ou porque é necessário o píxel do Facebook.

Mas pode fazer retargeting de vídeo sem o píxel.

Retargeting de vídeo

Seja um vídeo que publicou como post, seja um anúncio de vídeo, ou até mesmo um Facebook Live, pode criar públicos de pessoas com base na duração de visualização do seu vídeo, por exemplo, 25%, 75% ou 95% do seu vídeo.

O que isto tem de porreiro é que alguém que viu 95% do seu vídeo é uma pessoa altamente interessada. 75% também é muito bom.

Se as pesoas virem uma boa porção do seu vídeo mas não tomaram a ação que queria que elas tomassem (foram à sua landing page mas não se converteram), pode fazer retargeting a essas pessoas para as lembrar ou persuadir de tomar essa ação.

Para fazer este retargerting, só tem de ir a Públicos > Criar Público personalizado > Interação > Vídeo, e aí escolher o vídeo e a duração de tempo das pessoas que viram o vídeo para definir como público.

Pessoas que viram vídeo Facebook

Atenção: os Facebook Live também contam como vídeo.

Isto significa que podemos fazer retargeting para pessoas que assistiram às nossas transmissões em direto.

A maioria das pessoas pensa, especialmente aquelas que são novas nos anúncios, que têm de fazer anúncios de vídeo no Facebook para fazerem retargeting dessas pessoas.

Mas podemos fazer retargeting para espetadores de Facebook Live (transmissões em direto).

Retargeting para não-convertidos

Um uso comum do retargeting é para pessoas que foram à sua landing page mas que não se converteram, ou seja, não se inscreveram para fazer download do seu ebook ou inscrever no seu webinar.

Para fazer este tipo de retargeting é necessário o píxel do facebook.

Primeiro instala o píxel no seu site, e depois cria um evento padrão ou conversão personalizada na thank you page (página de obrigado).

Assim, as pessoas que chegarem à sua página de obrigado são pixelizadas, dizendo ao Facebook que elas se converteram.

Se elas não chegarem à sua thank you page, então significa que não se converteram.

E é aqui que entra o retargeting.

Porque podemos assim fazer anúncios para as pessoas que não se converteram, que é o que se chama de anúncios de retargeting.

Podíamos criar um anúncio do género:

“Ainda não teve oportunidade de fazer download do meu guia? Clique aqui e faça o download.”

Isto é quase magia para as pessoas, porque é como se estivéssemos a entrar na mente delas, sabendo que elas estiveram na nossa landing page mas que não fizeram o download da sua oferta (ou não compraram, ou não se inscreveram).

Eis um exemplo dum anúncio meu de retargeting.

Anúncio retargeting exemplo

Este anúncio foi feito para pessoas que foram à minha landing page onde ofereço um mini-curso grátis, mas que não se converteram.

Retargeting Interação c/ Página

Outro tipo de retargeting bom para fazer é a “Interação” com a sua página Facebook.

Pode atingir todas as pessoas que interagiram com a sua página Facebook.

Se estiver a ter visitas na sua página Facebook e elas estiverem a interagir com os seus posts (fazer Gosto, comentários, partilhas), pode fazer retargeting a essas pessoas.

Há 6 tipos de opções que pode escolher.

Podemos escolher 1) todas as pessoas que interagiram com a página, 2) qualquer pessoa que visitou a página, 3) pessoas que interagiram com uma publicação, 4) pessoas que clicaram num botão de apelo à ação, 5) pessoas que enviaram uma mensagem para a página e 6) pessoas que guardaram a página ou uma publicação.

Retargeting para interação página

Muito porreiro.

Isto é uma boa forma de colocar o nosso anúncio à frente das pessoas que estão mais envolvidas com a sua página e a sua marca.

Eis um exemplo muito simples de como pode aplicar isto.

Suponha que publicou um post sobre um produto que tem à venda, ou os seus serviços como consultor.

Pode fazer retargeting para todas as pessoas que interagiram com esse post e BAM, “espetar-lhe” anúncios à frente para lembrar essas pessoas da sua oferta.

Pode dar-lhes um incentivo adicional, como por exemplo, “faça o download desta checklist para saber fazer X”, no seu anúncio, só para aquelas pessoas que interagiram com o outro post seu.

Isto é altamente específico, é como ter uma bola de cristal porque sabemos as pessoas que estiveram interessadas naquele post, e podemos agora mostrar-lhe anúncios relacionados com aquele post.

Retargeting tempo passado no site

Este tipo de retargeting é bem interessante.

O Facebook permite-lhe criar um público das pessoas que estiveram no seu website por determinado tipo de tempo.

Por exemplo, pode criar um público de pessoas com base na percentagem de tempo que leram um artigo no seu site.

Isto é útil porque pode criar anúncios de retargeting relacionados com esse artigo, do género “Gostou do meu artigo sobre X? Eis um ebook que acho que vai gostar, faça o download aqui.”

Pode criar um público de pessoas no top 5%, 10% e 25%.

Aquelas que estão no top 5% são aquelas que passaram mais tempo a ler o seu artigo, e estão altamente interessadas no tema.

Pessoas que passaram tempo no site

Dica #3: Back to basics

Às vezes temos de dar um passo atrás para poder dar dois passos para a frente.

Há anunciantes no Facebook que complicam as coisas quando muitas vezes a solução é simplificar.

Um dos erros que costumo ver nos meus clientes era que tinham uma série de interesses agrupados no mesmo conjunto de anúncios.

Por exemplo, tinham um conjunto de anúncios dum público de pessoas que gostavam do Cristiano Ronaldo, de queijo, de vinho, e colocavam tudo no mesmo conjunto de anúncios.

Isto não lhe permite saber qual o interesse que irá dar melhor resultado. Talvez os seus anúncios para as pessoas que gostam do Cristiano estão a correr bem, mas os anúncios para quem gosta de queijo estão fraquinhos.

Quando agrupa as coisas desta forma não sabe o que está a funcionar melhor.

O Facebook recomenda-lhe colocar vários anúncios dentro do mesmo conjunto de anúncios.

Isso é um erro.

E que grande erro. É um disparate.

Coloque apenas um anúncio por conjunto de anúncios.

estrutura campanha

Assim, teríamos um anúncio dentro dum conjunto de anúncios dum público de pessoas que gostam do Cristiano Ronaldo, outro conjunto de anúncios de pessoas que gostam de queijo, e outro conjunto de anúncios de pessoas que gostam de vinho.

A exceção que faria a isto é se eu estivesse a segmentar para um público morno, ou seja, não me importaria de colocar um público de visitantes do site e da minha lista de email no mesmo conjunto de anúncios.

Como são públicos familiarizados comigo, podem ser agrupados dentro do mesmo conjunto.

No entanto, quando estamos a querer segmentar e atingir públicos frios, é importante separar tudo em conjuntos de anúncios diferentes.

Isto parece muito trabalho?

Yep.

Mas é exatamente por isso que eu vou estar à sua frente, porque vou fazer as coisas que dão trabalho e que são desagradáveis e chatas para os outros.

O Facebook simplifica-nos as coisas, porque dá para duplicar conjuntos de anúncios facilmente.

Suponha que está a criar a sua campanha, define as opções do seu conjunto de anúncio e cria o seu anúncio.

E nesse conjunto de anúncios está a segmentar para atingir pessoas que gostam do Cristiano Ronaldo.

Agora só tem de duplicar esse conjunto de anúncios, e depois editar o conjunto de anúncios que foi duplicado para alterar o público para pessoas que gostam de queijo.

Cristiano Ronaldo queijo

Duplicar conjunto de anúncios

Agora tem 2 conjuntos de anúncios, um para pessoas que gostam do Cristiano, e outro para pessoas que gostam de queijo. Lembre-se de dar um nome ao novo conjunto de anúncios duplicado.

Ao duplicar o conjunto de anúncios ele duplica também o anúncio, não tendo de o criar de novo. Espetáculo.

Depois é só repetir isso quantas vezes para quantos públicos e interesses quiser segmentar.

Não tem de fazer tudo

Há muitas oportunidades e opções para escolher no Facebook.

Mencionámos a interação com o vídeo, interação com a página, tempo passado no site, várias oportunidades para atingir as pessoas.

Pode pensar que é fixe ter todas estas opções à sua frente, mas depois começa a pensar em como começar e o que fazer com elas.

Isto pode ser paralizante porque há tantas opções que se sente intimidado com isto tudo.

Homem com mãos na cabeça.

Mas não tem de fazer tudo isto. Comece com apenas uma, algo que ache interessante.

Por exemplo, tempo passado no site. Crie um público das pessoas que estão no top 5% de tempo que passaram no seu site ou numa página específica (ex.: na página do orçamento, a ler um artigo seu).

Para interação com a sua página, pode ser todos aqueles que interagiram com um post ou anúncio seu.

Pegue numa coisa e experimente. Não sinta que tem de fazer tudo o que sugeri aqui.

Ok.

Então, uma última coisa que quero partilhar consigo antes de terminar este artigo.

Prioritizar públicos&segmentação

Tenho uma abordagem relativamente à prioridade que dou na segmentação de públicos.

Públicos frio, morno,quente

Eu gosto de começar com tráfego quente, ou seja, segmentar para a minha lista de emails ou de clientes.

Depois segmento para tráfego morno, como visitantes do site do site, interação com vídeos, e às vezes os fãs da página.

Isto é considerado tráfego morno porque essas pessoas estão familiarizadas consigo e – espero eu – com o seu conteúdo.

Dentro deste tráfego morno também aproveito para segmentar para tráfego “ligeiramente morno”. É aqui que os Públicos semelhantes podem ser úteis.

Quando cria um público semelhante a partir da sua lista de emails (ou dos seus clientes), ou semelhante dos vistantes do site, isso é considerado, apesar de ser semelhante, tráfego ligeiramente morno/ligeiramente frio.

Temos de os aquecer um bocadinho para os familiarizar com a nossa marca.

Depois disso é que passo para o público frio, em que vou segmentar para públicos de pessoas que gostam de certas páginas, ou usando interesses, dados demográficos e/ou comportamentos.

Portanto, primeiro começo com a prioridade principal, que são pessoas que já me conhecem, ou seja, tráfego morno (ex.: lista email/clientes), depois tráfego ligeiramente morno (os tais públicos semelhantes) e depois tráfego frio (criar de raiz com interesses, etc).

Dominar os Públicos Facebook duma vez por todas

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5 Erros Anúncios Facebook

5 erros anuncios facebook

A segmentação do Facebook vai mesmo a fundo em quem podemos definir como as pessoas que vão ver os nossos anúncios: empreendedores acima de 30, que fazem compras de luxo, não têm filhos, visitaram o seu site nos últimos 60 dias e estiveram em Miami nas férias do ano passado – MAS isso não ajuda nada se fizer estes erros.

São estes os 5 erros mais comuns em anúncios Facebook que quase todos fazemos, e como os corrigir.

Por exemplo, quão frequentemente e específicamente deve testar os seus anúncios Facebook? Ou, qual a melhor maneira de editar um anúncio – sem estragar as suas métricas.

O que é mais importante: vendas ou obter conversões? E quão importante são as visualizações de vídeo? A resposta poderá ser uma surpresa para si.

Erro#1

Só há uma maneira correta de fazer as coisas

O primeiro erro que vejo as pessoas fazerem é pensarem que existe uma maneira correta para tudo. É como se houvesse uma maneira certa e uma maneira errada.

Homem com bola pesada

Muito disto está relacionado com o produto ou serviço que eles têm, e da oferta que querem dar para que as pessoas se convertam (lista de emails). Eles pensam que há uma única maneira correta de fazer as coisas.

Mas não há uma única maneira de fazer as coisas. É preciso experimentar, é preciso testar.

Vamos supor que você vai fazer uma transmissão em direto (Facebook Live) em determinado tópico, com o objetivo de vender o seu produto ou serviço no final.

E suponha que esse Facebook Live foi um desastre: ninguém comprou nada. Não significa que o Live tenha sido um fracasso. Talvez tenha sido o tópico ou a maneira como conseguiu inscrever as pessoas para esse Live. Se promete dar uma aula sobre como plantar tomates na sua horta, não vá dar uma aula sobre plantar cebolas.

Experimente coisas novas, não se fique por aquela “única” maneira que pensa ser a mais correta.

Até pode estudar todos os meus artigos de anúncios, ser um dos meus alunos avançados do curso do Domínio Completo em anúncios Facebook, fazer tudo passo a passo, e ainda assim ter poucas leads para a sua landing page ou FB Live, e depois pensar que há qualquer coisa de errado com os seus anúncios.

Mas provavelmente o maior problema é o tema do seu webinar/FB Live, que pode não ser apelativo para a sua audiência, e eles não se sentem incentivados o suficiente para lhe dar o seu nome e email na landing page para se registarem para esse webinar/live/landing page.

Para isso é necessário que compreenda bem o seu público-alvo.

Uma das formas mais fáceis de saber isso é quando as pessoas se juntam à sua lista de emails, e perguntar-lhes qual os maiores desafios com que se deparam atualmente – ou seja o que for que lhes queira perguntar.

Fazer surveys (inqueritos) a pessoas

Pode fazer isto ao enviar-lhe um pequeno inquérito para saber mais sobre eles.

Por exemplo, pode ser tão simples quanto ter um link para o Google Forms na thank you page do lead magnet/webinar, do género “clique aqui para responder a duas perguntas rápidas”.

Nesse Google Forms teria apenas duas perguntas: 1) qual é o seu negócio, e 2) qual o maior problema que sente no seu negócio.

Isto não só lhe vai dar o segmento de mercado em que essas pessoas estão, mas também o desafio que têm na sua atividade. E o mais interessante é que vai começar a ver padrões em certos nichos, por exemplo, pessoas com clínicas têm X tipo de de problemas, pessoas no imobiliário tem Y tipo de problemas, etc.

Assim poderá orientar a linguagem no seu FB Live/webinar e dar exemplos mais apropriados. Por exemplo, se souber que a maioria das pessoas são da área imobiliária, eu iria dar exemplos sobre como usar anúncios para colocar as pessoas no meu funil e vender mais casas ou obter mais listagens.

E isto não tem de ser apenas para B2B. Imagine que é um Life Coach. Pode colocar um inquérito na tal thank you page em que as duas perguntas que coloca às pessoas podem ser algo como 1) Qual o maior desafio que sente na sua vida e 2) O que espera obter deste webinar/FB Live?

Erro #2

Escolher o objetivo de campanha errado

O objetivo de campanha é a primeira coisa que escolhemos ao criar uma campanha.

Tipos de anúncios no Facebook.

O objetivo é uma das coisas em que as pessoas tropeçam porque por vezes não sabem o que escolher aqui.

Você deve escolher o objetivo que mais se alinha com o propósito da sua campanha.

Ou seja…

Se quer que as pessoas se inscrevam para o seu webinar, Facebook Live, ou oferta na sua landing page, escolha o objetivo de Conversões.

Vai escolher o objetivo de Conversões, porque é isso que você quer, que as pessoas se convertam na sua landing page, seja para se inscreverem para receberem o seu ebook, ou para o seu webinar ou fb live.

Conversões - tipo de anúncio Facebook

Ao escolher esse objetivo está a dizer ao algoritmo do Facebook para mostrar o seu anúncio ao maior número possível de pessoas dentro do público-alvo que segmentou, daqueles que estão mais propensos de tomar aquela ação, ou seja, converterem-se na sua landing page.

Vamos supor que tem um alcance potencial de 1 milhão de pessoas no público alvo que definiu. Você não vai chegar a 1 milhão de pessoas.

Porque nem todas dessas pessoas desse 1 milhão estarão propensas para tomar a ação que você escolheu como objetivo.

Se o seu objetivo é conversões, nem todas essas pessoas estarão com vontade de se converterem. O Facebook irá mostrar o seu anúncio às pessoas dentro daquele público que estarão com maior probabilidade de se converterem.

Eis outro exemplo.

Um outro objetivo de campanha que se costuma usar muito é o Tráfego.

Tráfego - tipo de anúncio Facebook

Este objetivo de tráfego tem, como objetivo, levar as pessoas para o seu site.

Assim, o Facebook iria mostrar o seu anúncio ao conjunto de pessoas, dentro do público que definiu, que estão mais propensas para clicarem no anúncio e irem para a sua landing page.

Note que aqui o objetivo é cliques (Tráfego), ou seja, as pessoas clicarem no seu anúncio, e não necessariamente que elas se inscrevam (Conversão) na sua landing page.

Muitas vezes, as pessoas confundem Tráfego com Conversões. Mas você deve escolher o objetivo que mais se alinha com aquilo que quer.

Se eu quero que as pessoas vão ao meu blog para ler um artigo, eu escolheria Tráfego como objetivo, porque quero que cliquem no anúncio e vão ler o meu artigo; se eu quisesse lead numa landing page em que ofereço um pequeno guia em PDF, então eu escolheria Conversões.

Faz sentido?

Já agora, a razão pela qual faço anúncios para levar pessoas para ler os meus artigos é porque depois lhes posso fazer Retargeting, ou seja, mostrar anúncios a pessoas que já estiveram no meu site.

A vantagem disto é que estas pessoas já estão “mornas” e familiarizadas com a minha marca, porque estiveram a ler algum dos meus artigos.

Outra coisa em que as pessoas se confundem é, “se estou a criar um anúncio com vídeo, então o meu objetivo deverá ser ‘visualizações de vídeo'”?

Nem por isso.

Visualizações de vídeo - tipo de anúncio Facebook

Mesmo que esteja a fazer um anúncio que tem um vídeo (em vez duma imagem), se o seu objetivo é que as pessoas se inscrevam na sua landing page, então o objetivo que deve escolher é “Conversões”.

Mas, se o aquilo que você quer é divulgar a sua marca e não se interessa com cliques nem conversões, então tudo bem, pode escolher o objetivo de Visualizações de vídeo.

A lição a tirar deste exemplo é: mesmo que crie anúncios que tenham um vídeo, não significa que tenha de escolher Visualizações de vídeo como objetivo, se aquilo que você quer é que as pessoas se convertam na sua landing page (aí deve escolher Conversões).

Erro #3

Não testar o suficiente
ou…
Testar demasiado

Parece confuso?

Um problema que vejo os anunciantes fazerem é não testarem o suficiente… ou testarem demasiado.

Muitos anunciantes no Facebook criam os seus anúncios mas depois não experimentam coisas novas, não testam as coisas.

Se não testarmos, não sabemos como melhorar, porque pode haver certos anúncios que poderíamos ter criado, fazendo um teste A/B com outro anúncio, para determinar qual o “vencedor”.

Para isso é necessário testar.

Mas testar com juízo, e apenas um elemento de cada vez, porque se testar muitas coisas ao mesmo tempo não sabe qual dos elementos novos que mudou está a dar melhor desempenho ao anúncio.

Teste A/B Facebook

Não mude cinco coisas ao mesmo tempo no anúncio.

Se duplicou um anúncio, não mude o texto, a imagem, o título e o apelo à ação tudo duma vez. Assim não sabe o que está a funcionar.

No exemplo da imagem anterior apenas mudei o Título do anúncio. (Sei que é contra-intuitivo que aquilo que o Facebook chama de “Título” apareça por baixo da imagem, mas é assim)

O que pode fazer é duplicar o anúncio, com tudo exatamente igual, mas, por exemplo, mudar só a imagem do anúncio, ou então mudar só o título, ou mudar só o texto.

Assim terá dois anúncios em que pode testar um contra o outro para saber qual será o vencedor.

Até pode testar um anúncio de imagem vs um anúncio de vídeo, ou seja, dois anúncios iguais (texto, título, etc) à exceção que um tem uma imagem e outro tem um vídeo. Poderá ser uma boa experiência a fazer.

Erro #4

Não dar tempo suficiente aos seus anúncios

Tenho clientes de coaching meus que criam um anúncio de manhã e à hora de almoço já estão a ver as estatísticas.

Não seja calhandreiro(a) 🙂

Gato a ver Macbook air

É necessário dar tempo ao algoritmo do Facebook.

Não olhe para os seus anúncios nas primeiras 24-36 horas, e não faça alterações nas primeiras 72 horas.

Qual a diferença? Bem, ao fim de 24-36 horas pode dar uma espreitadela aos seus anúncios e começar a tirar algumas conclusões, mas não aja nessas conclusões (não faça alterações) aos seus anúncios até 72 horas tiverem passado.

A exceção a isto é se estiver a fazer um anúncio que tem uma certa pressão a nível de tempo, ou seja, um anúncio que é só para correr hoje e amanhã. Aí deve adaptar-se à coisa e fazer o que acha ser mais apropriado no seu caso.

Eis uma pergunta interessante que me colocaram:

“Se e quando for altura de fazer uma mudança a algum anúncio, deveremos fazê-la enquanto o anúncio estiver ativo?”

Suponha que que quer mudar o título do anúncio, que é esse o elemento que quer testar. Será que deve ir ao anúncio, editá-lo e mudar o título.

Não.

Pause o anúncio. Duplique-o e depois faça a mudança que quer e reinicie o anúncio original.

Quando cria os seus anúncios, o algoritmo do Facebook está a estudar o anúncio para o mostrar às pessoas mais apropriadas do seu público.

Se fizer mudanças a meio caminho vai estragar a análise feita pelo algoritmo.

Dê tempo ao tempo, e dê tempo aos seus anúncios antes de olhar para eles e de começar a fazer alterações.

Erro #5

Não analisar as métricas certas

Olhe para as estatísticas que são mais importantes, aquelas que estão mais alinhadas com o objetivo da campanha que escolheu.

Se o seu objetivo é ter pessoas a inscreverem-se na sua landing page, então o métrica n.1 a analisar é o custo por lead (e o objetivo que deverá ter escolhido é “Conversões”).

Custo por resultado de campanhas FB Live

Da mesma forma, se o seu objetivo é enviar pessoas para um artigo no seu blog para lhes fazer retargeting, então o seu objetivo é “Tráfego”.

Nesse caso, a métrica que eu iria querer ver seria o custo por clique (que também é mostrado na imagem anterior).

A partir daí, iria ver outras métricas semelhantes. Por exemplo, o CTR (taxa de cliques).

Mas escolha as métricas que se alinham mais com o objetivo que escolheu.

Depois, com base nisso, pode ir então ver outras métricas, as que eu chamo de “métricas de resolução de problemas”, tais como:

  • CTR (taxa de cliques)
  • Classificação de relevãncia (1-10)
  • Frequência (manter entre 1-4)
  • Taxa de conversão

Mencionei estas métricas num outro artigo que escrevi, Como Organizar & Analisar Anúncios Facebook – dê uma espreitadela a esse artigo.

Mas avançando…

Veja primeiro a métrica principal que está alinhada com o seu objetivo de campanha, e depois veja estas métricas de resolução de proiblemas, para ajudar a perceber a saúde dos seus anúncios e o tipo de mudanças que pode vir a fazer.

Nota final

Estamos a usar a palavra “erros”, e é verdade, são erros. Mas tudo isto é um processo de aprendizagem.

Ninguém nasce ensinado. Se “estragar” o seu objetivo, no problem’o. Está a aprender.

Arnold Schwarzenegger thumbs up

Irá perceber que eventualmente irá escolher outro objetivo. É uma questão de testar e experimentar as coisas.

É como se não existissem “erros”, e que tudo isto é uma “aprendizagem”.

Desejo-lhe muito sucesso nas suas campanhas.

Se estiver preparado para levar o seu negócio ao próximo nível, faça o curso online (premium) do Domínio Completo, que lhe irá dar tudo o que precisa saber fazer fazer anúncios com retorno no Facebook.

Entrar no LinkedIn sem erro

Entrar no LinkedIn sem erro

VEJA O VÍDEO

Psst. Subscreva-se no canal YouTube:
Botão subscrição canal YouTube

Transcrição do vídeo

Se isto lhe acontece muita vez quando tenta aceder ao LinkedIn… eis uma dica para entrar dentro do LinkedIn ultrapassando este erro.

Olá, o meu nome é João Alexandre e dou-lhe dicas para crescer o seu negócio em menos de 5 minutos.

Então é [assim], vai criar um novo separador, e vai a esta URL, que é basicamente a URL de como se fosse [publicar] um novo artigo.

E ao colocar um novo artigo nesta URL de linkedin.com/post/new, vai conseguir entrar dentro do LinkedIn.

E aqui está. Eu entrei dentro do LinkedIn, não preciso de es[tar] a criar um artigo, mas se eu quiser agora venho ao LinkedIn.com… e já consegui entrar.

Esta é uma alternativa de conseguir entrar dentro do LinkedIn através deste truque.

Um grande erro que está a fazer com os seus anúncios vídeo Facebook

Imagem artigo erro anuncios video

Está a fazer anúncios de vídeo para o seu produto ou serviço?

O vídeo tem explodido no Facebook nos últimos anos, e os anúncios de vídeo são mais baratos e por vezes convertem melhor. Mas há um GRANDE erro que os anunciantes fazem com os seus anúncios de vídeo.

Quem me conhece sabe que não faço anúncios na coluna da direita, mas desta vez decidi testar um anúncio de vídeo para desktop na feed de notícias; desktop na coluna da direita; e mobile na news feed (mobile não tem coluna da direita).

O anúncio de vídeo estava a funcionar bem, a copy (texto) estava em sintonia com o meu público que defini e parecia que estava tudo bem.

Até que vi um grande erro.

Quando estava a ver as estatísticas no Gestor de Anúncios (crio os anúncios no Power Editor mas vejo as métricas no Gestor de Anúncios), percebi que o anúncio da coluna da direita estava a ter cliques, mas não tinha conversões.

Fui ver a pré-visualização do anúncio, e foi aí que encontrei o erro.

Quando fazemos um anúncio na coluna da direita, ele não corre automaticamente como na feed de notícias. Tem um ícone de play por cima da imagem, mas não corre automaticamente.

Eis o exemplo do anúncio na coluna da direita.

Anúncio video coluna direita

Ao fazer anúncios de vídeo na coluna da direita, há dois sítios para clicar: 1) no botão de play e 2) na copy por baixo da imagem do vídeo.

E aqui está o erro:

Se não colocarmos o link para a landing page no texto do anúncio, aquele vídeo muita fixe para o qual está a pagar não os leva a lado nenhum.

Quando as pessoas clicam no botão de play para verem o seu anúncio de vídeo, o anúncio abre como um post numa pré-visualização grande e o vídeo começa a correr. Eis como pareceria quando alguém clicava no anúncio de play.

Anúncio de vídeo que abre em ecrã total

Esqueci-me de colocar o link no texto que criei. E também não coloquei a URL no vídeo em si.

Com um anúncio de vídeo na coluna da direita, temos de fazer com que seja fácil para as pessoas clicarem para irem para a página de destino (a sua landing page) para que elas se convertam ou tomem a ação que queremos que tomem.

Neste caso, queria que se inscrevessem para o mini-curso grátis de anúncios Facebook, mas não havia nenhum link para eles clicarem. É o que dá criar anúncios às 2 da manhã.

Quando eles clicam para sair da pré-visualização do vídeo de ecrã inteiro, é provavel que não se apercebam que têm de clicar no texto por baixo da imagem para serem levados para a landing page. Uma coisa tão pequena que pode fazer uma GRANDE diferença nas suas conversões e no custo dos seus anúncios.

Da próxima vez que fizer um anúncio de vídeo na coluna da direita, verifique se coloca a URL dentro do texto do anúncio, e também no vídeo em si.

O ideal é ganhar o hábito de colocar a URL dentro do texto de todos os seus anúncios para não ter de depender só dos apelos à ação de “Saiba Mais” ou “Regista-te”.