Escutas os teus empregados?

repariga ouvir música
canonsnapper via Flickr

Escuta, para aprenderes

Tu deves cometer este erro. As pessoas que conheces devem cometer este erro. Eu (às vezes) cometo este erro. Tens de parar de dizer apenas às pessoas o que é que elas têm de fazer e começar a colocar questões. Perguntar qual é a melhor maneira de lidar com algum tipo de problema permite-te a ti saber mais sobre uma certa situação antes de abrires a boca e expressares a tua opinião ou mandares alguém fazer alguma coisa. É impressionante o que se pode descobrir quando se faz perguntas em vez de se fazer suposições (ou saltar para conclusões).

Deixa a tua malta e os teus empregados aprenderes a cometer erros por eles próprios. Eles não são nenhuns bébés. Desde pequeno sempre pensei que errar é mau. Eventualmente cheguei à conclusão que desde que aprendamos com os nossos erros, temos a oportunidade de tornar o nosso projeto ou a nossa empresa melhor. Em vez de pensar nos erros como problemas, comecei a pensar neles como oportunidades para aprender com eles.

Há tanta empresa por aí fora ondes os donos partem do princípio que os empregados têm pouco interesse em fazer um bom trabalho. Isto eventualmente torna-se numa situação que acaba por se dar. Estas são o tipo de empresas onde tu não te sentes valorizado enquanto cliente.

Por outro lado, se esperas que os teus empregados tenham um bom desempenho, e os informas nesse sentido, então as probabilidades estão do teu lado de que isso se concretize. O comportamento dos teus empregados vem das expetativas que tu lhes colocas e da maneira como as comunicas. É importante encorajar os empregados a tomar responsabilidade e não apenas apontar a culpa para um lado ou para o outro. Quando os erros não são permitidos, apontar culpas costuma ser uma das atividades favoritas da malta. Às vezes pode levar anos para mudar esta cultura empresarial.

Uma vez um gestor regional duma empresa de enlatados passou por uma linha de produção e notou que uma das latas de comida estava abaixo dos padrões de qualidade. Ele perguntou à pessoa que estava na linha de produção se iria gostar comer aquilo que ela acabou de fazer. Ela disse que não, e ele perguntou-lhe porque é que então ela tinha feito isso daquela maneira. Ela não respondeu, talvez a pensar que os colegas, a fábrica, o gestor ou qualquer outra pessoa é que tinha a culpa e não ela. O gestor perguntou-lhe mais três vezes porque é que ela fez o que fez, e ela, que até então tinha a cabeça baixa, levanta-a, olha para o gestor de frente, com coragem, e diz-lhe que ela é que foi responsável por isto.

Esta trabalhadora deixou de ser uma vítima e percebeu que ela é que está em controlo sobre o que acontece com ela no local de trabalho. Ela compreendeu que ela é que é a especialista naquilo que ela faz, e tornou-se numa pessoa diferente. Mais tarde esta pessoa tornou-se numa gestora da mesma fábrica.

Há pessoas que preferem dizer ao invés de perguntar. São hábitos que têm de mudar. Temos de aprender a confiar nos nossos empregados e deixar que eles aprendam com os erros deles, para que possamos de facto confiar na nossa equipa e mudar as coisas para o positivo.

Tudo isto é uma coisa que leva tempo, como é o caso de mudanças na cultura organizacional da empresa. Mas um dia és capaz de entrar no local de trabalho e notar que as coisas estão diferentes. As vantagens poderão ser várias, desde reduzir o tempo de formação e treino duma equipa de vendas, como aumentar o nível de retenção de encomendas feitas e muitos outros.

O que é que acontece quando alguém comete erros na tua empresa?

Torna o teu cliente mais difícil no teu maior fã

rapariga a ralhar e apontar o dedo

7 dicas para te ajudar a transformar os teus clientes mais difíceis em sucessos de marketing.

Conheces o Paulo, a Maria, o Joaquim ou o Eusébio? O nome não interessa. Os teus clientes podem ter muitos nomes. O teu cliente pode ser uma pessoa difícil, pode ser mau e rabugento, fazendo com que mesmo o maior dos profissionais queira fugir e não lidar isso. É possível, então, converter um cliente rabugento num fã?

Sim.

Todas as empresas têm aquela pessoa com a qual é difícil de lidar, mas há esperança. Quando praticas e fazes gestão das tuas emoções, aprendes a lidar com elas e melhoras as tuas competências em resolução de problemas, a magia acontece. Eis 7 dicas dicas para transformar a pessoa mais difícil e complicada de se lidar, com o cliente mais devoto que alguma vez vista, que vai espalhar e bradar aos céus o teu bom nome.

1. Agradece ao teu cliente pelo “feedback” dele

Agradece mesmo, e com intenção. Uma frase que podes dizer que acalma os ânimos é “Obrigado por nos avisar disso”. Um agradecimento, desde que seja genuíno, pode desarmar a pessoa logo ali. Nota que é bom que o teu cliente te esteja disposto a dizer aquilo que muitos podem não estar. Isto é uma dádiva que te pode dar uma perceção de problemas que não pensavas que havia, ou que os outros clientes não estavam dispostos a dizer ou partilhar. 89% dos clientes insatisfeitos simplesmente não te voltam a contactar ou a fazer negócio contigo. Em vez disso, eles dizem a toda a gente como te evitar: à família deles, aos amigos e toda aquela malta das redes sociais. Quando de facto alguém te diz o que está errado, agradece-lhes, e depois “Peço desculpa. Por favor diga-me mais sobre isso.”

2. Acalma-te quando os clientes estiverem a reclamar

Quando o teu cliente está zangado e a desabafar, como é que ficas por dentro? Com medo? Chateado? Aborrecido? Ficas na defensiva? O que é que podes fazer? Relaxa e diz a ti próprio “É bom desabafar. Eu escolho ficar calmo e sei que sou capaz de dar ao meu cliente a oportunidade de o ouvir.” Saltar para uma conclusão ou para uma solução antes que o cliente tenha expresso tudo o que tenha para dizer só vai tornar as coisas piores. Só depois de ter saído todos os sentimentos negativos é que os positivos poderão entrar – da mesma forma que quando ligas o chuveiro primeiro vem a água fria e depois vem a quente.

3. Nem sempre o cliente tem razão, mas ouve-o

O cliente nem sempre tem razão, mas a perceção que ele tem sobre a situação interessa, e gerir perceções é importante para o sucesso a longo prazo. Resiste à tentação de começar a distribuir ralhetes ou apontar o dedo e culpa às pessoas, ou a criar desculpas. Em vez disso, responsabiliza-te pela situação e devolve a confiança ao cliente da mesma forma que ele a depositou em ti ao te contactar com um problema/reclamação. Lembra-te que não tens de provar uma pessoa errada para resolver uma situação. Antes de sequer abrir a boca, diz a ti próprio “Aquilo que eu vou dizer é verdade, útil, gentil e produtivo?” Se não é, mais vale nem abrires a boca.

4. Habitua-te às confrontações

Ninguém acorda de manhã a pensar que vai ser um belo dia para ter uma discussão com um cliente. O conflito é algo que é desconfortável para muita gente. Em teoria, é desconfortável para todos, mas alguns estão mais de-sensibilizados. Por vezes o conflito é necessário para obtermos melhores resultados e um maior entendimento para com o cliente. Evitar um conflito não faz com que os problemas não estejam lá: eles estão lá. Até podes evitar um telefonema ou email para evitar comunicar com um cliente chateado, mas quanto mais tempo adiares isso, mais difícil é de recuperar. Estudos comprovam que quando um conflito fica bem resolvido, um cliente pode ficar ainda mais devoto do que seria se ele nunca tivesse tido um problema. Gerir bem os conflitos ajuda a criar confiança e credibilidade.

5. Habitua-te a pensar bem sobre os teus clientes

A maneira como pensas sobre os teus clientes influencia a maneira como lhes respondes. É fácil começar a ter pensamento menos úteis do género “Este tipo até me faz passar da cabeça” Quando notas este tipo de coisa, pensa de outra forma, pensa duma forma mais produtiva do género “A personalidade difícil do meu cliente é uma oportunidade de eu pôr as minhas competências de comunicação em ação.” Pensares desta forma vai fazer uso dos teus recursos internos e mentais, e colocar-te num estado de espírito mais calmo, e mais inspirado. Quando um cliente te pressiona, encara isso como uma boa maneira para cresceres as tuas competências de gestão de conflito.

6. Procura o positivo no comportamento negativo do cliente

Tanto podes descrever um cliente como “exigente e idiota” como “empenhado e curioso”. Quando procuras caraterísticas positivas no teu cliente, aumentas as tuas hipóteses de te conseguires ligar a ele mais facilmente. Ao começares a notar nas qualidades positivas dos teus clientes eles vão começar a responder-te de maneira diferente. Pensa em “mal-educado” como “alguém que não tem papas na língua”. Pensa em “indeciso” como alguém que “gosta de avaliar as opções” que tem.

7. Prepara-te para remediares as coisas

Conheces a lei de Murphy? Se existe a probabilidade de algo correr mal, algo irá correr mal. Por vezes não dá para prevenir, só remediar. Pergunta-lhes “Como é que posso resolver esta situação por si e deixá-lo satisfeito(a)?” Muitas vezes os clientes pedem muito menos do que aquilo que nós pensamos, porque aquilo que eles querem mesmo saber, é que tu sabes, percebes e os compreendes. Tem o melhor interesse deles em mente e irás ganhar a lealdade devota dos teus clientes, mesmo dos mais difíceis.

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Fala em Público para dar ao teu negócio uma vantagem competitiva

homem espreita criança

Competências em comunicação, especialmente competência em falar em público, são essenciais para o sucesso duma empresa. Muitas empresas, empreendedores, gestores e líderes começam o ano cheio de esperanças e carregados com otimismo. Têm objetivos a conquistar e novas estratégias de marketing a refinar.

Falar em público é a tua arma secreta

A arma secreta que qualquer pessoa, especialmente um líder e empreendedor pode usar para atingir os seus objetivos é melhorar as suas competências de falar em público. Ter a capacidade de poder comunicar facilmente é importante para conquistar pessoas e novos clientes para o nosso lado. Um Presidente Executivo que esteja a negociar com outra empresa, ele ou ela tem de ter boas capacidades de comunicação; um Gestor tem de saber e poder dar formação ou uma palestra às pessoas que dependem dele, e um Diretor Comercial tem de conseguir fazer entender ao cliente que percebe as necessidades deste.

Através da arte de falar bem, tu podes criar credibilidade, confiança e posicionares-te a ti e à tua empresa como um especialista reconhecido. Ao interagir com o nosso público em atividades de comunicação, temos a oportunidade de dar a nossa opinião e mostrar a nossa voz com o nosso mercado, de forma gratuita. Falar em público pode ser uma boa maneira de angariar Relações Públicas gratuitamente, ao mesmo tempo que é uma boa ferramenta de marketing.

Alguns especialistas dizem que dar um discurso informativo, não comercial, amornenta o seu mercado e angaria confiança. Supõe só por uns instantes as possibilidades que podem fluir de te posicionares a ti próprio ou à tua empresa como líderes de opinião no teu segmento de mercado.

Falar em público é uma arte. E como tal, antes de saíres disparado, deves te preparar e aprender convenientemente a falar em público, preferencialmente com um especialista. Podes igualmente juntar-te à Toastmasters se a tiveres na tua cidade. Toastmasters é uma organização internacional em que os seus membros falam em público e criticam-se à vez.

Segue estes passos

  1. Procura ajuda, um mentor, ou formação de um especialista em falar em público.
  2. Faz com que falar em público seja uma prioridade na tua estratégia de marketing.
  3. Procura oportunidades onde poderás falar para o teu mercado – fala por exemplo com associações de comércio ou pessoas que organizam conferências relacionadas com a tua atividade e faz uma marcação.

CONCLUSÃO

Falar em público ou diante de grupos pode parecer um pouco assustador, mas desenvolver competências nesta área podem melhorar bastante a tua situação profissional assim como a da tua empresa em 2013. Consegue ser igualmente um bom método de publicidade gratuita que poderás usar e abusar.

Qual é o melhor negócio para começar com pouco dinheiro?

A pergunta que não faz sentido

Quando alguém me pergunta, por brincadeira ou a sério, qual seria um mercado ou um negócio no qual poderiam começar com o mínimo dinheiro possível, eu faço uma pausa e abano a cabeça internamente. Esta questão demonstra medo e falta de conhecimentos, mas tudo bem, desde que essa pessoa esteja disposta a aprender e a batalhar no duro.

Estratégia feia mas eficiente

  • Independentemente da experiência que tenhas da vida, usa experiências passadas como plataforma de sabedoria para decisões futuras.
  • Joga pelas regras, mas quebra-as se e quando necessário, ou reinventa-as a teu favor.
  • Tens que ser persistente e trabalhar no duro. Arranja um “Sim” ou um “Não me ligue mais”. Coloca a outra pessoa na posição de ser ela própria a mal-educada. Mantém-te motivado, isto não é para os fracos.
  • Pára de andares às voltas. Muitas pessoas dedicam-se a uma coisa “às mijinhas”. Não sejas piegas. Se tiveres 5 projetos não te vais conseguir dedicar a todos a 100%, mas podes ser apaixonado por cada um deles e concluí-los mais eficientemente desta forma.
  • Despede-te do teu emprego (quando estiveres pronto[a]). Ter um emprego é uma coisa sobre-valorizada. Cansa-te, chateia-te e nem sequer é um bom investimento. Já não estás a aprender nada de novo nem a progredir. Não te estás a divertir nem a fazer muito dinheiro. Põe-te a andar e começa uma fase de crescimento.
  • Fica preparado para falhares, e falhares depressa. Sorte não existe. Hipótese existe. Só os tontinhos acreditam na sorte. Deixa de tentares ser sortudo e joga com as hipóteses a teu favor. Deixa de fazer maus investimentos com o teu dinheiro e o teu tempo e começa a projetar experiências inteligentes para poderes separar o trigo do joio.
  • Finge até o conseguires. Finge tanto que deixas de fingir. Projeta o teu sucesso, e serás um sucesso. Projeto o teu falhanço e serás um falhanço. Nem sempre vais ter recursos que precisas nas pontas dos dedos. Implora, negoceia e tira o que puderes para seres um sucesso. Põe-te numa posição onde não tens outra escolha se não seres bem sucedido.

Sê inteligente com o que tens

  • Dinheiro, tempo e energia. O teu tempo e energia são os teus recursos mais escassos. Ao trabalhar, tens de ter um sistema para primeiro tomares as decisões e depois executá-las. Concentra-te em atividades que sejam de retorno para o teu tempo.
  • Tem uma perspetiva alargada. Arranja mentores, ou colegas ou, mentees, sê criativo, recebe ou partilha conhecimentos.
  • Aproveita aquilo que tens para teres ainda mais. Pede ajuda. Encontra pessoas que vão na tua visão (tens de criar uma visão primeiro) e põe-te em parceria com elas. O teu tempo é um bem precioso com o qual podes comprar outras coisas.

Arranja toda a experiência que puderes

  • Conhecimento é um substituto temporário da experiência. Tira ideias de todos, lê 2 ou 3 livros de cada área que te interesse, faz conhecimentos com pessoas que conhecem coisas que não conheces.
  • Falha bem e falha depressa com experiências agressivas. Quanto por mais passares, mais sabes o que funciona ou não funciona.
  • Faz até conseguires. Põe-te na posição de teres de fazeres coisas para as quais não estás 100% competente para as fazeres.

Atitude

  • Tudo pode ser uma oportunidade para cresceres. Muda a tua atitude. Escreve: quando escreves começas a processar conhecimentos e experiências em novas formas de aprendizagem que podes interiorizar.
  • Persistência e confiança. Tens que agir menos à base do teu ego e aprender a tomar decisões inteligentes. Define todos os teus pontos de limite a partir dos quais fazes ou não fazes determinadas coisas. Ensina a ti próprio a fazer análise de decisão.
  • Executar é vencer. Pratica ao fazer: agarra nas tuas 3 prioridades da semana, estabele pequenas metas ou bojetivos e divide as tarefas em passos concretos que podes tomar. Faz, mede, melhora.

Equipa e pessoas

  • Conhece pessoas. Não é tanto o que sabes, mas quem tu sabes. Os teus relacionamentos com as pessoas podem-te abrir muitas portas. Não estás a tirar partido a cem porcento da tua rede de pessoas porque não tens as ferramentas certas.
  • Os incentivos são potentes. Lembra-te que os incentivos para ti próprio e para os outros começam com as necessidades básicas. Quando alguém não age de acordo com o plano, revê os seus incentivos, altera-os para serem mais relevantes e atualizados e comunica com as pessoas.
  • Aprende a negociar. Separa as pessoas dos princípios, não regateies por posições, não te exaltes, ou mostres os teus interesses. Nada disto é possível se a tua atitude é uma treta, portanto emenda isso primeiro. Vai dar uma volta, bebe uma bebida, dá um murro na parede, chama a tua mãe, pai, vizinho, amigo, mas seja o que for que tenhas de fazer para te acalmares, pensares e ganhares um panorama inteligente da situação.

Startups: Sucesso é Proporcional ao Esforço?

Start-ups: Sucesso é Proporcional ao Esforço?

A resposta pode ser SIM e NÃO, mas se tivesses de escolher, eu iria pelo Não.

O esforço é apenas uma parte da fórmula. Outras partes envolvidas são:

  • conhecimentos
  • competências
  • eficiência
  • recursos
  • sorte

Todas estas partes são melhor usadas se forem todas elas correspondidas para a atividade, função ou objetivo a ser alcançado. Numa realidade ideal, a melhor experiência é aquela que consegue corresponder a competência duma pessoa com o tipo de desafio que ela tem para superar.

Pessoas com baixas competências, não interessa quão árduamente trabalham, não iram ter sucesso a superar desafios para além das suas competências. E depois há aqueles que têm sucesso sem esforço envolvido, como é o caso das pessoas que ganham o Euromilhões.

No que toca a empresas “fresquinhas”, as startups, os empreendedores são os mais trabalhadores, espertos, empenhados que iremos conhecer, e no entanto, a maioria deles fracassa redondamente, onde só um em dez é que se podem considerar como tendo um grande sucesso.

Conhecer novos clientes e contactos através do Networking

imagem de networking com caras por trás

A capacidade de fazer networking é uma das competências mais importantes que qualquer empreendedor poderá ter. De que forma é que vais encontrar os clientes e contactos necessários para crescer o teu negócio ou o teu projeto? Muitas pessoas ficam desconfortáveis ao pensar na idea de networking, e pensam que isso requer uma personalidade falsa e insincera, mas isto é errado.

Caraterísticas de um bom networker

O que é que um bom networker tem de ser? Como é que ele ou ela reage? Qual é a atitude básica dele ou dela? Vais ficar surpreendido naquilo que tu já sabes sobre o assunto. Por exemplo, já sabes que um bom networker deve ser uma pessoa amigável, genuína, transparente e um bom ouvinte, alguém que faz aquilo que diz e se mantém em contacto com as pessoas. E que mais? O que é que ele precisa mais? Bem, pergunta-te a ti próprio: “Como é que eu gostaria de ser tratado? Que tipo de pessoas é que eu confio e considero bons amigos?”.

Agora que tens uma ideia to tipo de atributos que um bom networker tem de ter, faz uma instrospeção nas tuas próprias competências. Consideras-te algo tímido e pensas nos grupos de networking como intimidadores? Ou tens tendência para falar muito numa conversa? Dás ideias às outras pessoas sem pensares de volta no teu ganho pessoal? As pessoas podem contar com a tua palavra?

Muitas pessoas vão a eventos sociais e de networking, mas poucos sabem fazer networking de forma correta. O Networking vai mais para além de ir lá fora e conhecer as pessoas. O networking precisa de ser um plano estruturado para conhecer as pessoas que irão fazer alguma transação contigo ou introduzir-te àqueles que assim o poderão fazer. A melhor manreira de teres sucesso em networking é criar um plano, fazeres um compromisso a ele, aprender competências eficientes de networking e executares o teu plano.

Cria um plano de networking

  • Qual é o meu objetivo com isto?
  • Quantos prospetos eu quero por mês?
  • Onde é que os meus potenciais clientes vão para networking?
  • Que tipo de entidades ou empresas podem beneficiar do meu projeto?
  • Como posso construir a minha imagem e a imagem da minha empresa?
  • O que é que eu gostaria de fazer a nível de voluntariado na minha comunidade?

Faz um plano de networking de cinco anos (sim, cinco anos) onde listas os teus 5 melhores clientes, 5 prospetos ideais que teres ter, e 5 entidiade/empresas. A seguir, estabele objetivos para envolvimento em cada entidade, determina quanto tempo é que te vais comprometer com cada entidade e prospeto, e que tipos de resultados esperas ter.

E agora que tens um plano, segue-o. Diz a ti próprio de que se dedicares tempo suficiente e empenho, que consegues pôr isto a funcionar. Metade do jogo do networking é ir lá para fora e molhar os pés na coisa. A outra metade é aprender a fazer networking eficientemente. Há pessoas que podem ir a vários grupos e eventos de networking mas estão sempre com o mesmo “grupinho”. Isto derrota o propósito do networking. Se ficares sempre sentado ao pé de caras conhecidas, nunca vais conhecer ninguém novo.

Tens de ser proativo(a). Isto implica teres de tomar as rédeas em vez de apenas reagir às situações. Networking requer a ti que vás para além da tua zona de comforto ao te desafiares a ti próprio(a). Experimenta estas dicas:

1. Conhece 5 ou mais pessoas (novas) em cada evento

Sempre que vás a um evento, festa ou ocasião social, cria um desafio a ti mesmo de ires falar ou conviver com pessoas que não conheces. Dás as boas vindas aos novos convidados que chegaram por exemplo. Se não tornares isto um hábito teu, vais ter a tendência de reverter para as pessoas que já conheces.

2. Experimenta um novo grupo por mês

Podes ir a quaisquer reuniões ou eventos algumas vezes como convidado antes de te juntares. Isto é uma boa forma de “aqueceres” e criares aqui alguns contactos. Determina que tipo de atividades e entidades ou organizações te poderias melhor enquadrar. Pode ser a associação de comércio da tua região, uma sociedade literária, uma instituição de caridade, uma equipa de futebol, etc. Desempenha qualquer função que possa ir ao encontro dos teus objetivos de interagires com potenciais novos clientes ou empresas (ou pessoas que te possam apresentar a esses).

3. Traz cartões de contacto contigo

Não queres passar pela infelicidade de conheceres alguém muito interessante e não teres um cartão de contacto. Cria cartões de contacto eficazes e trá-los contigo, quer vás a uma festa, ao ginásio, ao supermercado, mesmo a passear o cão à rua. Arranja um daqueles porta-cartões para ser mais cómodo.

4. Não vás logo sentar-te

Por vezes as pessoas em eventos, festas ou jantares, sentam-se numa mesa a olhar para a parede, meia hora mesmo antes de a refeição entrar. Não faças isso. Tira partido do tempo que tens para fazer networking antes de te sentares. Quando o evento começar, não serás capaz de te misturar e falar tão facilmente.

5. Não te sentes ao pé de pessoas que conheces

A hora da refeição é uma boa altura para conhecer pessoas. Podes vir a estar sentado durante algumas horas, portanto não limites as tuas oportunidades ao te sentares com os teus amigos. Isto é uma boa altura para conheceres pessoas novas, tanto do teu lado esquerdo como do teu lado direto. É verdade que é mais comfortável estares com caras que conheças, mas lembra-te que estás a usar o teu tempo e talvez dinheiro para atenderes este evento. Tira partido disso, podes sempre falar com os teus amigos noutra altura.

6. Sê proativo

As pessoas lembram-se e fazem negócios com líderes. Não foste a um evento só para aquecer a cadeira: envolve-te ao te juntares a um comité ou como membro. Se não tens tempo, voluntaria-te para ajudar a receber convidados à porta ou a mostrar-lhes a saída. Isto dá-te uma razão para falares cvom os outros, e traz maior envolvimento para com o grupo ao te dar maior visibilidade.

7. Sê amigável e convidativo

Faz de conta que és o anfitrião do evento. Faz com que as pessoas se sintam bem-vindas. Descobre o que é que as trouxe cá, e tenta compreender se existe alguma forma de as ajudares. Introduz essas pessoas a outras, dá sugestões ou referencia-os a alguém caso saibas de outros que poderão ajudá–los a nível empresarial por exemplo. Não só estarás a fazer um amigo, como colocares as outras pessoas mais à vontade contigo. Ao te esforçares para ajudar os outros, mais probabilidades há que os outros eventualmente façam o mesmo por ti.

8. Define um objetivo por evento

Os teus objetivos podem variar de evento para evento. Podes querer aprender o tópico do interlocutor, descobrir novas tendências no mercado, encontrar potenciais clientes, etc. Se trabalhas a partir de casa, o teu objetivo ate pode ser simplesmente saires e ires falar com pessoas cara-a-cara. Saberes que te tens que orientar num determinado objetivo antes sequer de meteres os pés no evento ajuda-te a manter-te no caminho certo.

9. Está disposto a dar, para receber

Networking é uma via de dois sentidos. Não estejas à espera que as pessoas te venham apresentar a outros ou dar referências a menos que sejas igualmente generoso. Faz acompanhamento dos teus contactos, mantém-te em contacto e partilha sempre qualquer tipo de informação que os possa beneficiar. Serás bem recompensado se assim o fizeres.

Como criar uma cultura empresarial a que as pessoas se vão querer juntar

pessoas a saltar no ar

Até mesmo a estratégia empresarial mais fascinante pode significar zero sem o talento (em pessoas) para o conseguir levar a cabo. É por isso que atrair empregados competentes e motivados é tão importante para as empresas que estão agora a começar.

É preciso um certo tipo de pessoa para se juntar a uma start-up. Os candidatos ideais conseguem demonstrar tolerância ao risco e também flexibilidade, já que o papel deles vai evoluir de acordo com as necessidades crescentes da empresa. Aqueles que combinam o talento com a capacidade de arregaçar as mangas e ter o trabalho feito são aqueles que queres a batalhar nas trincheiras contigo. E essas pessoas existem, mas podem constituir um desafio não só de as encontrar mas também de fazer com que elas se juntem ao teu projeto e não ao de qualquer outro.

Nenhuma pessoa é igual, nenhum candidato é igual ao outro, mas uma remuneração competitiva poderão ser os fatores decisivos para a maiora dos potenciais empregados. No entanto, podem haver outros fatores que estão envolvidos na decisão de “compra” do empregado para a empresa. Os empreendedores estão normalmente naquela posição invejável de conseguir criar uma cultura empresarial com o seu próprio toque pessoal.

Eis então algumas formas de criar uma cultura que motiva e entusiasma os potenciais empregados.

Torna as coisas flexíveis. Ter um equilíbrio entre a vida e o trabalho é uma das prioridades da maioria das pessoas e empregados. Poder dar uma certa liberdade no que toca a poder trabalhar a partir de casa em determinados dias dum mês, ou talvez sextas-feiras mais curtas em troca de horas de trabalho noutros dias úteis, pode ajudar a mostrar os teus valores e os valores empresariais da empresa. Não só isto ajuda a atrair potenciais empregados, mas também ajuda a criar e implementar lealdade neles.

Sê generoso(a). As pessoas estão cada vez mais preocupadas em poder dar um contributo para a sociedade, e ter um empregado que ajuda nesse sentido é uma mais-valia. Deixa os empregados envolverem-se ao votarem numa causa que a empresa apoia e sugere-lhes formas diferentes de ajudar através de voluntariado nas instalações, atividades ou angariação de fundos para essas instituições. Todos nós temos causas em que conseguimos acreditar, e os teus empregados não vão ser exceção. Podes-lhes dar a hipótese de se “baldarem” a um ou dois dias por mês para eles usarem no voluntariado de uma causa que seja importante para eles.

Sê uma pessoa acessível. Com uma equipa pequena, os líderes interagem normalmente com todas as pessoas na empresa. Para muitos potenciais empregados, este acesso e este nível de cooperação pode ser um bom fator de influência. Dependendo do caso, podes até criar “almoços de liderança” em alguns dias por mês onde um grupo de empregados se encontra contigo, um-a-um ou em pequenos grupos, para que possas ouvir as preocupações deles e responder às questões que eles possam ter do caminho que o teu projeto está a levar e como eles se enquadram nisso.

Mostra planos de crescimento. Os melhores empregados querem estar numa empresa onde eles podem crescer na carreira deles, e logo desde o começo eles precisam de se sentir seguros de que existe espaço para isso acontecer. Cria um programa de treino onde eles podem aprender as competências que precisam para se desenvolverem, para que eles não tenham de sair para as obter.

Dá-lhes uma fatia do bolo. As pequenas empresas podem não conseguir dar bons planos médicos ou seguros, portanto podes consideerar a hipótese de partilha de lucros. Isso ajuda os empregados a terem um sentido muito sério de compromisso e possessão da empresa ao mesmo tempo que lhes dá um incentivo extra para trabalhar no duro.

Recompensa-os. Muitas empresas têm programas de mérito numa base mensal, trimestral ou semestral, portanto dá aos teus trabalhadores o mesmo reconhecimento. Quer seja “melhor empregado do mês” ou “recorde de vendas”, estes prémios são uma forma de aumentar o moral da malta, e se juntares um pequeno incentivo financeiro extra – ainda melhor.

Começar uma empresa não é fácil, e há muitas razões do porque é que alguns falham e outros têm sucesso. Mas aquilo que é verdade para todos é que nenhuma empresa ou projeto pode vingar no mercado sem um bom pedigree de empregados onde eles acreditam verdadeiramente que a missão e cultura da empresa contribui para isso. Criar um ambiente que valoriza os empregados e lhes permite aprender e crescer, como indivíduos e profissionais, vai atrair os empregados mais talentosos e contribuir bastante para o sucesso do teu projeto ou da tua empresa.

5 Ferramentas para Protegeres a Tua Privacidade Online

Cadeados em fila - privacidade online
A privacidade online está-se a tornar um assunto cada vez mais importante. E ninguém te vai dar isto a ti, tu é que tens de tomar os passos necessários para te protegeres.

Eis cinco ferramentas ou serviços que te irão ajudar a começar.

1. Tor browser

Tor é uma boa ferramenta para anonimidade online já que te permite surfar pela web sem revelares a tua localização ou outros dados pessoais para os websites que visitas. O pacote do Tor, chamado Tor Browser Bundle é a forma mais fácil e segura de dares os prmeiros passos. Basta descarregares o Tor, e começares a navegar pela web com o Tor Browser. Está disponível para Windows, Max e Linux.

2. Duck Duck Go

Se queres privacidade online, não pesquises no Google. A sério. Sabes porquê? Porque o Google armazena todas as tuas pesquisas para te poder personalizar os anúncios para ti, e o pior disto é que eles podem passar esta lista para agências governamentais que poderão estar curiosas sobre o que é que andaste a ver nos últimos anos.

É claro que na prática, não pesquisar no Google, é quase uma impossibilidade. Portanto uma melhor alternativa é o Duck Duck Go, um motor de busca completamente anónimo que não armazena nenhuma informação sobre ti ou as tuas pesquisas. Os resultados de busca são basicamente idênticos aos do Google, portantn há nenhuma falta de qualidade.

3. HTTPS Everywhere

O HTTPS Everywhere é um plugin para o Firefox e Google Chrome que tenta forçar um website a conectar-se via modo seguro, fazendo assim uma encriptação da tua visita ao website que estás a visitar. Isto faz com que a navegação seja mais segura porque previne potenciais calhandrices de hackers de interceptar qualquer tipo de dados.

4. Cryptocat

Cryptocat é um programa de conversação (chat) encriptado que é melhor do que o Facebook ou o Skype no que toca à segurança e privacidade. Se queres falar num chat em privado então esta é uma solução simples e eficaz. Também é open source, o que significa que podes ver todo o código e que não há backdoors, ou seja, portas de fundo nas quais alguém poderá entrar para ver o que não devia.

5. Silent Circle

Este é uma ferramenta recente, mas que foi fundada por profissionais experientes nesta indústria. Um dos fundadores é o Phil Zimmerman, que é o criador do PGP, uma das plataformas mais usadas de encriptação em todo o mundo. O Silent Circle tem emails, vídeo chat, telefonemas e mensagens de texto tudo encriptado. É o único serviço desta lista de 5 ferramentas que não é gratuito.

Conclusão

Consegues instalar e correr a maior parte destas ferramentas nuns meros 5 minutos. Cada uma delas vão-te ajudar a teres a tua privacidade online.

9 Lições de Empreendedorismo Que Não São Ensinadas na Escola

Soldados chineses

Empreendedorismo = Liderança

Empreendedorismo é liderar, que pode ser liderar os clientes para um novo produto ou serviço, liderar uma equipa para o rendimento máximo e liderar um negócio para a oportunidade ideal do mercado, ao passo que dar o máximo de retorno para os investidores. A maioria dos empresários sentem que têm o talento e as competências necessárias no que toca à liderança, mas têm algumas dificuldades em conseguir desenvolver estas capacidades e medir a eficiência delas.

Grande parte de ser um líder é confiança pessoal e iniciativa. Qualquer pessoa consegue desenvolver as suas capacidades inatas de liderança para conquistar sucesso na vida e nos negócios. A peça-chave é aprender das lições da vida de outros, uma coisa que nunca irás ter numa sala de aula.

9 Fatores de Liderança em Empreendedorismo

Eis as lições mais importantes de empreendedorismo e liderança que não são ensinadas nas escolas.

1. Praticar liderança verdadeira vs falsa liderança

Ser autêntico requer honestidade, consciência e uma perspetiva desinteresseira. Os empreendedores que são genuínos lideram através do poder da influência pessoal, ao invés do medo. Aqueles que fingem dependem da posição, autoridade e manipulação, e tudo isto são ganhos a curto termo com perdas a longo prazo.

2. Começa com a visão, mas passa para a ação

A visão dá-te a direção para que a tua empresa ou o teu projeto não falhe redondamente. Enquanto comunicas a tua visão com os teus colegas, parceiros ou investidores, irás estar a reinforçar as tuas convicções e a obter reforço deles. A liderança é definida pela ação. Tens de agir para seres bem sucedido, portanto confia em ti e começa e mexe-te antes de estares pronto.

3. A importância do pensamento crítico

Pensar de forma crítica é a capacidade de pensar friamente, de forma racional e independente sem tendências tendenciosas. O pensamento crítico não é apenas acumular informação, e não deve ser confundido com ser crítico das outras pessoas. Um empreendedor tem de praticar pensamento crítico para ser um líder, ao invés de seguir a sabedoria convencional.

4. Liderança vem com o acompanhamento da equipa certa

Um empreendedor não tem apenas de escolher os membros de equipa corretos, mas tem também de comunicar contínuamento a visão deles, as tarefas necessárias, e dar mentoring e feedback a cada um deles. Não te concentres demasiado no produto e pensar que a equipa vem de arrasto.

5. Faz o papel de cliente do negócio que lideras

Um empresário de sucesso pratica ver “a floresta pelas árvores”. Eles metem-se no papel do consumidor e olham para o negócio deles da forma que um cliente iria fazê-lo pela primeira vez. Também ajuda perguntar aos novos clientes aquilo que eles vêem. Mas também ajuda imaginá-lo, e é necessário alguma humildade para engolirmos o nosso orgulho e as nossas tendências para podermos fazer melhorias de forma contínua.

6. Coaching e mentoring são vitais para o papel de liderança

Um bom líder certifica-se que cada pessoa está a ter exatamente aquilo que eles precisam para o papel que eles desempenham e para o crescimento deles como indivíduo ou profissional. As pessoas que ficam postas de lado, ou ignoradas da nossa atenção, são pessoas sem liderança que não podem usufruir da nossa orientação.

7. A importância de escuta ativa

Tanto os empreendedores como as pessoas no geral precisam de praticar a liderança ao escutar as pessoas de forma mais atenta. Escutar mesmo, não é esperar pela oportunidade de falar. Ouvir os clientes, os parceiros, os investidores, os distribuidores. É difícil de ouvir quando estamos a falar, e muitas pessoas são boas a ouvir enquanto não estão a escutar nada.

8. Tempo para soluções, em vez de tempo para problemas

É fácil ficar subjugado com os problemas do dia a dia de gerir um negócio ou um projeto que nem temos tempo para trabalhar em soluções ou a estratégia que te irá dar a capacidade e sucesso a longo prazo que precisas. Pergunta a cada membro da tua equipa para ser o próprio CEO/chefe dos seus próprios problemas, e por tua vez, irás assim arranjar mais tempo para as soluções.

9. Usa as tuas emoções com a intensidade certa

Os verdadeiros líderes estão em controlo das suas emoções mas sabem usar os sentimentos ou reações para destacar algo. Por exemplo, um líder dum negócio talvez deva reagir com intensidade para qualquer tipo de violação de valores, e reagir de forma mais branda à próxima crise. Reflete sempre antes de reagires. E isto não aprendes na sala de aula.

CONCLUSÃO

Cabeça de perfil ilustraçãoOs empreendores de classe mundial nunca vão poder ser aprendidos ou copiados a 100% a partir duma sala de aula. Isso requer trabalho, tentativa-e-erro, e aprender com a experiência. Tens que ser tanto um aluno como um professor de liderança. Vais ficar rapidamente maravilhado em como as coisas começam a cair todas no seu lugar, apesar daquilo que podes não saber. Isso é a capacidade inata da liderança a querer sair. Desfruta-a.

Como ser um Especialista reconhecido: parte 6

Esta é a sexta e última parte das nossa série informacional de como te tornares um Especialista Vísivel, um expert na tua área. Na parte 1 começámos por definir um Especialista Visível como a pessoa com poder de influência na sua área, possuindo competências técnicas específicas e alto nível de visibilidade.

Ao longo dos capítulos explorámos como avaliar onde estás agora, desenvolver uma estratégia, integrá-la com a marca geral da tua firma e construir as tuas ferramentas. Estamos agora prontos para encarar o desafio de tornar tudo isto uma realidade, ou seja, passar à ação.

A perspetiva certa

O processo começa com um Plano de Ação que tu desenvolveste como parte da tua estratégia. Mas não acaba aí, de facto isto é um processo contínuo, e se feito corretamente, a visibilidade e influência podem continuar a aumentar com o mínimo de incrementalidade. Quando és um expert, as pessoas procuram-te.

Começas a tua viagem com um período intensivo de resursos e competências, seguido de uma manutenção contínua. Tens de continuar a ser relevante e ativo, mas quando alcanças uma certa quantidade de sucesso o teu nível de esforço e recursos necessários são bastante menos.

Quando és um expert reconhecido, as pessoas procuram-te.

O lançamento inicial

É tentador pensar no teu lançamento inicial como uma forma de te reinventares a ti mesmo. De certa forma é uma analogia que assenta bem, afinal de contas estás a posicionar-te a ti próprio (ou alguém na tua firma) no mercado de ideias e usar ferramentas nessa comunicação.

Mas há uma diferença importante. Com o lançamento da marca duma firma normalmente queres atrair atenção para a mudança. Com o lançamento de um Especialista Visível esse tipo de atenção colocado num indivíduo pode ter repercussões negativas e parecer que somos vaidosos ou egocêntricos.

É muito mais apropriado usar ferramentas como biografias e reforçar a nossa presença online e focus de atenção em ideias e perspetivas, em vez de na pessoa. Se as ideias e informação que apresentares forem suficientemente valiosas, a visibilidade pessoal irá fluir naturalmente.

Desenvolver Especialidade

A especialidade é desenvolvida tanto nas credenciais formais como nos feitos já alcançados. As credenciais formais são as mais fáceis, já que a maior parte das pessoas que se querem tornar um Especialista Visível já as possuem. Nesses casos é uma questão de salientar seletivamente as mais corretas.

Em alguns casos, a especialidade pode ser baseado na percurso educacional ou académico da pessoa. Noutros, podem ser coisas específicas que eles escreverem ou nos quais trabalharam, ou mesmo quem é que os clientes deles foram.

O estatuto de feitos alcançados dum indivíduo é normalmente comunicado por quem é que os reconheceu. Onde é que eles foram mencionados ou publicados? Ser referido no Wall Street Journal é muito diferente de ser mencionado na Região de Cister. Onde é que o teu artigo foi publicado, no Harvard Business Review ou numa publicação desconhecida? A qualidade percecionada de com quem te associas interessa bastante no processo de desenvolvimento da especialidade.

Construir visibilidade

Visibilidade é angariada de forma diferente da especialidade. Enquanto que o estatuto percecionado é crítico para estabelecer especialidade, o foco do público determina visibilidade. A prioridade é no público alvo. Quão vísivel é que tu és para eles?

Vamos supor que estás a tentar chegar a gestores em firmas na área da construção. Será mais vantajosos para ti seres mencionado no Construction Today do que no USA Today. Embora a segunda publicação tenha mais leitores, a primeira alcança mais leitores do teu público-alvo.

A visibilidade é também melhorada pela quantidade de sítios onde és visto. Se és ativo nas redes sociais, facilmente encontrado nos motores de busca, bem conhecido nas associações relacionadas com a tua indústria e frequentemente mencionado e citado nos media, então estás mais do que meio caminho andado para uma visibilidade espetacular da maneira que se relaciona com o teu público.

Empunhando influência

Como é que as pessoas de influência exercem influência? Normalmente, não é através da aplicação direta de poder. Ao invés disso, é através da partilha de ideias e perspetivas. Isto também é verdade para o Especialista Visível.

Consequentemente, o expert está normalmente no papel de educar o público-alvo dele através de seminários, programa de treinos, webinários, palestras, publicações e entrevistas. Isto requer que a pessoa tenha algo de valor para partilhar e que não esteja hesitante em assim o fazer.

Não tenhas medo de partilhar o teu “molho secreto”. Em muitos casos, quanto mais partilhares, maior a tua influência.

Conclusão

O processo de te tornares um Especialista Visível é algo que nunca acaba. Torna-se mais fácil à medida que a tua visibilidade aumenta, mas é um processo contínuo de melhoria. Deves manter a qualidade e utilidade do conteúdo que produzes e as opiniões que partilhas.

Tornares-te um Especialista Visível não é fingires a coisa. É concentração, planeamento e competências. E se o fizeres bem, as recompensas podem acelerar não só uma carreira, mas uma firma inteira.

Nota

Este é o fim da série de como te tornares um Especialista Visível. Acabaste de ler a parte 6. Podes ler as outras partes em baixo.

Como ser um Especialista Visível: Parte 1
Como ser um Especialista Visível: Parte 2
Como ser um Especialista Visível: Parte 3
Como ser um Especialista Visível: Parte 4
Como ser um Especialista Visível: Parte 5