Facebook: link posts e shares com imagens maiores

A partir de 10 de Setembro de 2013, de cada vez que criares um anúncio de publicação promovida ou partilhares um link, a imagem vai ser maior.

As publicações com links patrocinadas através de anúncios ou partilhas de links têm este aspeto:

exemplo-partilha-link

A imagem segue um formato quadrangular de 154 x 154 px e um limite de 500 caracteres, e há algumas vantagens no que toca a personalizar os conteúdos da publicação, como mostra em baixo.

publicacao-link

  1. Descrição para colocar um link e texto
  2. Uma imagem
  3. Título do link
  4. Uma URL de fachada
  5. Outra descrição do link

Isto é o tipo de publicação que se consegue fazer ao criar um Unpublished Page Post.

Há várias opções que se podem selecionar, o que é bom para os anunciantes. Ainda assim, as publicações que envolvam imagens (e não links, como acima), funcionam melhor, ou seja, as publicações com fotos chamam mais à atenção. Eis um exemplo duma publicação do mesmo estilo da de cima, mas em vez de ser com link (link post) é com uma imagem (photo post).

exemplo-partilha-link

Talvez o Facebook se tenha apercebido deste facto e tenha decidido aumentar a imagem do anúncio das publicações com links (link posts) e permitir um link clicável para uma URL externa (ex.: teu website) para aproximar os links posts dum photo post.

Eis o que as novas publicações de links irão parecer na tua feed de notícias.

link-posts-setembro-2013-facebook

Nota como tem toda a personalização da imagem (a imagem das setas acima) e tem um maior tamanho de imagem como um photo post.

Eis as especificações deste novo formato:

  • Texto até 500 caracteres
  • Título do link, domínio e descrição
  • Título do texto (uma ou duas linhas)
  • Link do domínio (uma linha)
  • Descrição (duas ou três linhas)
  • Rácio da imagem: 1.91:1
  • Tamanho da imagem do anúncio: 400x209px (se a imagem for mais pequena do que 400×209, será apresentada como 154×154 ou 90×90)

Vantagens para anunciantes

Começámos com as publicações promovidas, que nos permitiam colocar as publicações das páginas à frente dum maior número de utilizadores.

Depois apareceu a funcionalidade das publicações de página não publicadas (publicações via anúncios mas que não são publicadas na cronologia da página Facebook), que permitia fazer testes multivariáveis com imagens, criativos e o público-alvo de forma a construir boas campanhas para os melhores resultados.

Estas funcionalidades de anúncios vieram ajudar os anunciantes, pois enquanto que um bom CTR (taxa de clique) do lado direito para os anúncios normais era de .050%, agora, anúncios na forma de publicações na feed de notícias conseguiam fazer com que um bom CTR fosse de 2%.

No entanto, isto tem uma desvantagem. Se estiveres a fazer photo posts ou unpublished photo posts, não vais ter tantas opções de personalização como tens com um linked page post. Com um unpublished photo post só podes ter uma caixa de descrição onde podes colocar o texto, do género:

Pede ajuda dum consultor
—–> serviços de consultoria link-curto.com/kdgfj48

Como criar estas novas publicações

Vai ao Power Editor do Facebook. Se não souberes o que é ou não estiveres a usar o Power Editor, segue este link.

Cica em “Gerir Páginas” no canto superior esquerdo do menu em cascata.

gerir paginas power editor facebook

Depis clica em “Criar publicação (ao lado direito de “Gerir Páginas”). Vai-te ser apresentado a opção de criar um link post, que podes fazer a partir deste ecrã. Preencher os campos (URL, texto da publicação, link do título, etc), clicar no butão “Criar publicação” e e voilá.

criar publicação de post no facebook

Conclusão

As publicações de página promovidas e partilhas de links estão para receber imagens maiores na feed de notícias, o que são boas notícias. Elas estão a ser aumentadas de 154x154px para 400x209px. Esta mudança é efetiva para todos os anúncios e partilhas de links após 10 de Setembro de 2013.

O que achas destas mudanças?

Vê as mudanças no documento oficial em https://www.facebook-studio.com/fbassets/resource/82/UpdatedAdsandSponsoredStoriesGuideasofSept102013.pdf

Junta-te aos outros e poupa à grande

Faz parceria com outras empresas para melhorares o teu poder de compra. Juntem-se para conseguir negociar melhores compras com fornecedores em coisas como material de escritório ou serviços de manutenção. Ou então cria tu o teu prório grupo a nível local para te dar mais flexibilidade e baixar os teus custos.

Como é habitual dizer hoje em dia, “na nossa conjuntura”, pode ser difícil criar uma empresa. Enquanto que os outros estão a apertar o cinto e a querer poupar dinheiro eis que aqui estás tu a querer gastá-lo. Existem algumas formas de poupares dinheiro enquanto cresces o teu negócio.

Poupa energia ao desligares as luzes, o teu computador ou outro equipamento empresarial ou de escritório quando não o estás a usar. Dá a conhecer aos teus empregados (se os tiveres) que a ajuda deles é bem-vinda neste esforço conjunto. Podes adicionar algum tipo de automatismo ao teu aquecimento ou ar-condicionado no escritório para poupar em custos (ou simplesmente não os ter – eu sei, é bera). Térmostatos, sensores de movimento e temporizadores podem-te fazer poupar 30% de custos comparado com um edifício ou escritório que não tenha estes mecanismos de poupar energia.

Na mesma linha de pensamento, dependendo da tua atividade, usa portáteis em vez de usar computadores de secretária. Um portátil usa 80-90% menos energia e a maioria dos empregados preferem aparelhos mais pequenos do que computadores grandes. Isto é ainda mais importante como implementação numa nova empresa já que te estás a iniciar e podes ainda não ter comprado nenhum computador. Agora nota, se a tua atividade envolve desenvolvimento web ou arquitetura (etc), então sugiro um computador de secretária ou então um monitor que consigas ligar ao portátil, pois nestas atividades quanto mais espaço tiveres de ecrã melhor.

Avalia a tua conta de telefone e percebe o uso que dás ao telefone. Talvez tenhas de reduzir o número de linhas de telefone ou substituir para outro prestador de serviços. Se a tua atividade envolve fazer uma série de chamadas para fora, poderás pensar em requisitar um serviço do género do VoIP (voice over IP).

Envolve-te mais na tua comunidade local de empresas. Faz networking com outras pequenas empresas, quer sejam da tua indústria ou náo. Ao te juntares a associações de comércio, ou associações da tua indústria, bem como interagires com os teus vizinhos, podes aprender outras dicas para poupar dinheiro, assim como te juntares a eles em parcerias de publicidade. Também podes usar a tua rede de conhecimentos para troca de serviços. Por exemplos, se crias websites, podes trocar os teus serviços com outra empresa que imprima materiais de publicidade que precisas, ou teres um restaurante/bar amigo onde podes ir para reuniões com clientes.

Não te preocupes com escritórios “todos janotas”, carros vistosos ou teres os últimos brinquedos e tecnologia. Quando estás a criar um projeto ou uma empresa tens de contar cada cêntimo e verificar cada despesa. Uma forma de te manteres abaixo do vermelho é comprares material de escritório usado (não é vergonha nenhuma), por exemplo, impressoras usadas ou que sejam novas mas têm algum defeito. Podes encontrar alguns bons negócios, porque há material deste género que para todos os efeitos é novo mas tem alguma imperfeição que torna o seu valor mais baixo ou teve de ser devolvido.

Baixa a tua conta da luz, poupa em despesas de telefone e compra de forma mais económica material de escritório. Com estas sugestões uma empresa a dar os primeiros passos pode reduzir o custo do dia a dia e as despesas típicas sem fazer parecer que o teu projeto não é profissional.

Maneiras garantidas de obter links para o teu blog

Trazer tráfego de qualidade para um blog e criar um público que esteja envolvido contigo e com a tua marca é um dos maiores desafios para um(a) empreendedor(a) ou blogger. Há muitos blogs de sucesso e praticamente qualquer tópico já foi coberto na blogoesfera, o que torna as coisas difíceis quando “um novato” quer atrair muitas pessoas para ler o conteúdo dele.

Muitos novos, mas potencialmente grandes bloggers, acabam por desistir porque não conseguiam encontrar uma forma de fazer com que as pessoas se interessassem por aquilo que eles escrevem. Não é necessário investir tempo e talento numa proposta derrotista, mas primeiro temos de saber se não estaremos a desistir cedo demais.

Há formas de aumentar os links para o seu blog e atrair muitos leitores, e o melhor de tudo é que o Google até gosta destes métodos.

Apresenta conteúdo de qualidade

Escreve e apresenta conteúdo de qualidade, porque as técnicas de link building só trazem as pessoas para o seu blog. É o conteúdo é que vai fazer com que elas fiquem, ou não fiquem. Não escrevas pelo simples facto de empurrar conteúdo cá para fora. Mais vale um bom artigo por semana, do que três peças à pressão semanalmente.

Determina o teu segmento de mercado (nicho)

Define o seu nicho. Se estás interessado(a) em obter links de qualidade para teres um blog de sucesso, tens de ter o teu público-alvo bem definido. Se os teus potenciais leitores chegaram ao teu blog através dum backlink porque acharam curioso, tens de lhes dar aquilo que eles estão à procura. Um nicho bem definido vai apelar a outros bloggers para apontar links para o teu blog, o que por sua vez poderá ajudar a posicionar-te como expert na tua área.

Sê “guest poster”; usa os fóruns

Se queres que as pessoas te conheçam, faz uso de ti como escritor convidado (guest poster). Oferece-te a escrever para alguns blogs bem posicionados no teu mercado e poderás obter alguns links de alta qualidade para o teu blog. Isto é uma boa forma de promover o teu blog e aumentares os teus leitores. Costuma-se dizer que o “conteúdo é rei”, portanto escreve conteúdo de qualidade para os sítios onde servires de escritor(a) convidado(a).

Escrever tópicos e posts em fóruns que sejam de alta qualidade também é uma boa estratégia para angariares links. Lembra-te que tem de ser conteúdo produtivo para os leitores desse fórum, deve resolver algum problema ou ajudar nalguma solução para ser produtivo para os membros.

Comenta em blogs

Comenta nos blogs das outras pessoas. Isto pode ser uma boa forma de trazer algumas pessoas para o teu próprio blog. Segue os blogs mais importantes do teu nicho e coloca comentários construtivos de forma a dares-te a conhecer e iniciares a interação com os teus potenciais leitores e visitantes. Sê transparente e credível e irás não só aumentar o tráfego para o teu blog como obter links de qualidade dos teus leitores.

Liga às pessoas e não tanto aos motores de busca

Obter backlinks é uma medida de popularidade para os motores de busca, mas mais importante que isso é teres um blog para seres humanos, e não para robôs. Quando começas a perceber os desejos e necessidades do teu público-alvo, serás capaz de lhes dares aquilo que eles precisam. Apresenta conteúdo educacional e útil, sabendo o que é que os teus leitores estarão à procura para lhes dar uma melhor experiência de utilizador quando estão no teu blog.

Quando começares a ter comentários, lê-os regularmente e mantém-te envolvido nas conversas. Esta é uma boa maneira de entenderes as necessidades dos teus leitores e se lhes conseguires satisfazer as mesmas, o Google vai acabar por gostar de ti. O Google manda muito neste jogo, mas isso não quer dizer que os aspeto humano não interesse também. Se endereçares os problemas que o teu público-alvo quer saber resolver, então eles irão provavelmente dizer aos outros sobre o teu blog, arranjando-te mais links.

Aumenta a autoridade do domínio

Os links internos que apontam para artigos específicos são regra geral menos úteis do que aqueles que apontam para o domínio principal (oteudominio.com). Podes concentrar-te em aumentar os backlinks para o teu domínio principal e depois apontar os links internos para páginas ou artigos específicos. Isto irá dar maior autoridade ao teu domínio no geral e os teus artigos e páginas irão aumentar de autoridade e posicionamento pela associação ao domínio.

Embedded Posts no Facebook

O Facebook tem várias opções de integração com sites por toda a internet. Existem botões de partilha e de Like que agem como widgets nos websites e blogs que os usam. Para juntar a isto, o Facebook permitiu recentemente a funcionalidade de permitir a embução de posts públicos em websites e blogs.

As mensagens embutidas (embedded posts) são uma publicação que se pode colocar num website, por exemplo num artigo. Isto permite a qualquer pessoa colocar widgets interativos numa página que contenha imagens, links texto e hashtags clicáveis. Também será possível “Gostar” do post ou seguir a fonte da conta a partir do conteúdo embebido.

Esta funcionalidade não é nova nas redes sociais. De facto, o Twitter já permite a embução de tweets em artigos há algum tempo. Eis um exemplo dum tweet que escrevi no qual faço a embução dele neste artigo:

Eis como parece um embedded post do Facebook. Isto é uma imagem, não uma embução.

mensagem embutida
Isto é uma imagem, não a embução

Esta funcionalidade está a ser implementada aos poucos, em que apenas alguns websites selecionados têm a capacidade de fazer uso desta funcionalidade a título oficial, como é o caso da CNN, Mashable, People, Huffington Post e The Bleacher Report. O Facebook afirma que as mudanças vão ser propagadas para o público geral em breve. No entanto, se és webmaster ou dono dum website ou blog e queres fazer a embução dum post do Facebook agora, podes fazê-lo através do seguinte método.

Como embutir qualquer post Facebook no teu Website/Blog

1. Copia este código para embutir qualquer post facebook na página em que queres embutir o post.

<div id="fb-root"></div>

<script>

(function(d, s, id) {

var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0];

if (d.getElementById(id))

return;

js = d.createElement(s);

js.id = id;

js.src = "//connect.facebook.net/en_US/all.js#xfbml=1";

fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs);

}(document, 'script', 'facebook-jssdk'));

</script>

<fb:post href="URL_DO_POST_AQUI"></fb:post>

 

2. Vai ao Facebook e encontra uma publicação (foto, texto) que queres partilhar.

embução de post

3. Encontra o “carimbo da data” (time stamp) da publicação que queres embutir. No caso da publicação da imagem em cima, é a data assinalada a vermelho. Clica com o botão direito por cima dessa data e seleciona “Copy Link Address”.

4. No código que copiaste em cima, substitui URL_DO_POST_AQUI com a URL da publicação do Facebook que copiaste no passo 3.

5. O post embutido deverá-se parecer com o que eu tenho em baixo. Nota que isto é a embução a sério 🙂 Faz Like diretamente no post embutido.


A funcionalidade no site oficial do Facebook: https://developers.facebook.com/docs/plugins/embedded-posts/

eDicas de Relações Públicas

Há empreendedores e empresas que se queixam por não ter resultados através de Relações Públicas (RP). No entanto, muitos usam métodos da “velha guarda”. O campo das RP está constantemente a mudar, e manter-se ao corrente das tendências é importante para o sucesso de qualquer negócio. Muitos empresários não estão cientes das técnicas mais recentes. Em baixo estão cinco dicas de RP para o(a) ajudar. Estas dicas poderão dar uma certa vantagem em relação a outras empresas que não estejam a usar estes métodos eficientemente.

Não desistas dos Press Releases

Os comunicados de imprensa ainda têm resultados. O que pode acontecer é que por vezes não são usados apropriadamente. As pessoas têm tendência a quererem uma notícia “fora de série”, fazem um press release, e esperam um resultado “fora de série”. Os comunicados de imprensa podem ser feitos uma vez por mês se quisermos obter bons resultados E para uma boa exposição deverá haver palavras boas para efeitos de SEO (Search Engine Optimization) no comunicado. Quando bem feito, é vantajoso para o teu negócio.

Tira partido das redes sociais

As redes sociais são hoje em dia importantes para as RP. Usa plataformas como o Facebook, Twitter, Linkedin e mesmo outras redes sociais não tão convencionais. Estes websites são uma ferramenta gratuita que te permitem criar relacionamentos com clientes e potenciais clientes. Podes criar uma identidade para a tua marca e comunicar diretamente com o consumidor. Quando feita de forma consistente, o teu projeto/negócio obterá melhores resultados.

Tem um Blog rico e útil

Adiciona uma secção de blog aos teu website. Os blogs devem fazer parte da comunicação de cada empreendedor(a) ou empresa, pequena ou grande. Um bom blog dá às pessoas uma razão para querer estar ligado ao teu negócio. Poderá também trazer tráfego (visitantes) adicional ao teu website. Tem em conta que o “conteúdo é rei”. O objetivo é dar algo às pessoas que elas se sintam interessadas de ler e saber mais. Não vendas, informa.

Não vendas, informa.

Liga-te aos bloggers

Estar em websites de bloggers conhecidos irá aumentar a tua presença e notoriedade online. É claro que fazeres o teu pitch para canais de imprensa como a rádio, televisão e revistas também te pode trazer bons resultados, mas lembra-te dos bloggers, porque dão uma grande exposição online. Por vezes os jornalistas não lêem os comunicados que lhes são enviados, às vezes eles vão procurar nos motores de busca, uma tendência cada vez maior, e se encontrarem um artigo sobre ti e o teu projeto num blog dum blogger conhecido, então já valeu a pena.

Pesquisa e mantém-te ao corrente

Embora possas ter sucesso na tua indústria, lembra-te que as RP e as redes sociais são mutáveis e mudam muito. Agora és capaz de alcançar o teu público-alvo diretamente e criar boas relações com os teus clientes e contactos. As regras e benefícios das RP tradicionais ainda se podem aplicar, mas nota que há agora novas formas de obter exposição. Há novas maneiras de nos ligarmos aos compradores com dinheiro. É importante estares no topo das coisas novas que estejam a acontecer no mundo das Relação Públicas. Se não estiveres, a tua concorrência estará.

Porque é que bocejamos e porque é contagioso

Da próxima vez que vires alguém a bocejar, tenta não bocejares, lembra-te deste artigo. Parece mais difícil do que parece. Por engraçado que pareça, o simples facto de ler sobre bocejar ou espreguiçar pode desencadear uma reação em cadeia de abrir a boca (pun intended).

Mas porque é que somos capazes de “apanhar” um bocejo de outra pessoa? Bem, os cientistas têm uma teoria de que bocejar é como que uma forma de vínculo social, um vestígio do nosso passado mais primitivo que é suposto mostrar a empatia que temos para com outros membros da nossa espécie. A função do bocejo era uma maneira de difundir ou eliminar o stress após uma certa quantidade de tempo do corpo e mente estar em alerta, espalhando assim um sentimento de calma por todo um grupo.

Conquanto que bocejamos “sem ajuda”, e de forma espontânea ao longo das nossas vidas, os cientistas ainda não conseguem bem explicar a razão de tudo isto. Todos os seres vertebrados bocejam (cão, gato, etc), mas pensa-se que apenas os humanos e chimpanzés que mostram sinais de conseguir contagiar o bocejo.

Toda esta ideia de que o bocejo pode ser potencialmente a base da empatia humana ganha mais mérito ao observar as crianças com autismo: elas têm metade da capacidade de “apanhar” bocejos, e aquelas com autismo extremo raramente o fazem. Isto pode significar que bocejar está ligado às emoções e empatia humana, algo que as crianças autisticas não conseguem fazer, pois o autismo envolve uma falta de capacidade de comunicação e empatia para com o próximo. Por exemplo, alguém com autistmo (ou síndrome de asperger) não tem a capacidade de percecionar aquilo que os outros percecionam ou colocar-se na posição do outro.

Gostaste disto? Partilha com alguém.

Conta-me como são as consolas

Eis um artigo diferente daquilo que normalmente coloco neste blog. Bem ao jeito Norte-Americano, esta é uma animação para o Público feito por Portugueses que explica as consolas da oitava geração (vejam o vídeo).

Frederico Batista e Sara-a-Dias ilustram “como são as consolas” numa série animada para o PÚBLICO. São abordadas as diferenças entre as consolas Wii U (Nintendo), Xbox One (Microsoft) e a Playstation 4 (Sony).

Via Público e Cláudia Pernencar no grupo Web, Graphic & Interaction Design.

Cria o teu próprio emprego

Seis passos para ires por conta própria

Sair da nossa zona de conforto e deixar um emprego seguro para criar o teu próprio negócio é um grande passo. Mas muitas pessoas são atraídas para as recompensas que daí podem vir.

Autonomia, horas de trabalho e a hipótese de gerir a tua própria carreira (e vida) são algumas das principais vantagens. Contudo, como numa casa, o sucesso depende de bons alicerces, por isso antes de assumir que és um dos grandes, certifica-te que fazes o trabalho de casa antes de avançares.

1. Plano para o sucesso

Mesmo que pretendas trabalhar sozinho como um freelancer, deves encarar a coisa como um negócio à mesma. Assim, é importante criares um plano de negócios que define o que tens para oferecer, quem são os teus potenciais clientes, como te vais introduzir e apresentar ao mercado, previsões financeiras realistas e onde queres estar daqui a um, três e cinco anos.

Um plano ajuda-te a pensar estrategicamente sobre o que estás a fazer, bem como servir como um guia para o teu crescimento. Um plano não é uma coisa imutável, ele pode ser mudado conforme o teu negócio se vai desenvolvendo. Para além disso, se precisares de qualquer tipo de ajuda financeira para empresas, vais mesmo precisar de um plano de negócios. Um plano de negócio não é nenhum bicho-de-sete-cabeças mas sim algo que ajuda a clarificar a tua ideia daquilo que queres.

2. Destaca-te com um bom nome

Um bom nome para um negócio pode fazer toda a diferença e ajudar a ganhar destaque dos teus concorrentes. Pesquisa quais os nomes dos teus concorrentes e pensa em algo apelativo, e que não seja difícil de pronunciar (especialmente se for um Inglesismo). Seja qual for a tua escolha, convéns teres todo o teu material de marketing bem desenhado e impresso (por exemplo, um cartão de contacto).

3. Tem tudo em ordem

É necessário verificar qualquer licença ou autorização para a tua área de negócio. Se és um comerciante ou retalhista local por exemplo, vai precisar de uma licença local. Se és uma empresa na área da restauração, vai precisar de um certificado de higiene e segurança alimentar, e por aí. Se tiveres dúvidas, podes encontrar conselhos sobre licenças e autorizações na tua associação de comércio local ou em associações a nível nacional.

4. Regista-te como trabalhador por conta própria ou sociedade

Precisas de declarar início de atividade no portal das finanças ou na tua delegação local das finanças. Tanto no portal como na delegação é um processo muito simples. Se o teu nível de faturação anual for inferior a €10.000,00 ficas isento de IVA. Quer vás colocar-te como trabalhador por conta própria ou constituir uma sociedade, poderás fazê-lo no portal da empresa. Nota que se te registares como trabalhador por conta própria tens direito a um ano sem pagares segurança social.

5. Faz contas à vida

Vale a pena controlares as tuas finanças do dia-a-dia ou mês a mês, logo desde o início, como os pepinos. Receitas, despesas, lucro, pagares um salário a ti mesmo(a), e ainda garantires que pões de lado um dinheirinho extra suficiente para os pagamentos de impostos e outros – tudo isto é essencial se queres realmente gerir uma empresa financeiramente sólida. Saber como as tuas finanças do trabalho funcionam, também te ajudam com uma previsão e planeamento para o teu negócio.

Se a tua atividade é simples, podes fazer tu mesmo(a) a contabilidade com um bom software de contabilidade. Existem várias opções no mercado que têm versões gratuitas, como é o caso do Projeto Colibri. Existem outras soluções no mercado, mas o Colibri tem uma versão gratuita e a nível de ótica de utilização e usabilidade, é o melhor na minha opinão.

Está ciente do que podes reivindicar como uma despesa de negócio. Estas incluem o investimento em equipamentos, a renda do escritório, papelaria, e algumas despesas de viagem e estadia. Esmiúça tudo até à última gota.

6. Encontra um bom sítio para trabalhar

Se queres trabalhar bem tens de ter um ambiente que te proporcione a tal. Se vais abrir um escritório, oficina, estúdio ou loja, pensa bem sobre o local (estar perto dos teus clientes) e a relação custo-eficiência. Se no entanto, prestas serviços (design, web design, etc) que possam não estar dependentes duma localização física e próxima dos teus clientes, então isso será menos importante.

Podes sempre preferir começar em casa, mas vais precisar de investigar se é necessário pagar impostos específicos ou obter permissões, dependendo da tua área de actividade e de onde moras. Nota que eu sou Português, muito deste conselho pode-se aplicar em qualquer país onde se fale o Português, mas tens que fazer o teu trabalho de caso não vá teres legislação diferente no teu Estado ou cidade.

Também pode acontecer que, sendo a tua atividade feita em casa, deves informar a tua companhia de seguros destas circunstâncias, porque o tipo de cobertura que tens actualmente pode não ser suficiente e podes precisar de maior cobertura.

Em alternativa a isto, podes fazer o que milhares de trabalhadores por conta própria fazem e trabalhar em sítios de co-working, ou talvez locais públicos com acesso wi-fi gratuito. São de baixo custo, por vezes gratuitos, flexíveis e permitem que tenhas onde trabalhar.

VAI-TE A ELES

Estás a pensar criar o teu negócio? Quais os teus medos, incertezas, prós e contras? Partilha tua opinião, responde no comentário em baixo.

The Brazilian outcry

I’m Portuguese and I’m aware of what is going on across the Atlantic Ocean, in Brazil. Current protests in Brazil are due to a raise in public transportation tariff, but also about challenging the money Brazil is spending on the World Cup instead of on health care or the poorly financed public schools. It’s not so much that Brazilians don’t want the 2014 World Cup or the 2016 Olympics, but that, according to most of them, they would like better planning and judgement on how the money is being spent. This has led to massive protests in Brazil for these and other subjects as they lead their public displays on the streets and on the web, even from people who were previously neutral to political issues. Most people are taking up arms, in a figurative sense, because you should fight for injustice, right? Or is that the whole story? Could it be that everyone feels compelled to do so because everyone else is doing it?

We feel an urge to do the same thing as the other person. These mimical behaviours are the result of mirror neurons that fire in a way consistent with what the subject observes. This is something that allows us to learn from others, a very functional and useful aspect of our system, however, it can have a dark side as well, because we might also be tempted to mimic violence as we see it. As the Bandura’s bobo doll experiment showed, exposure to violent medias tend to provoke more violent behaviours. Through observational learning, kids modelled grown ups that hit the doll, often escalating it by using toy guns and shouting names and hitting the doll harder than their elder.

Most Brazilian protesters are in their 20s and 30s. They’re not children, but that doesn’t mean they don’t follow the same inherent principle that makes us human. Since we are social beings, we crave to belong to a group, and we have a complex social structure that may affect the way we behave and conform. Solomon Asch’s Conformity Experiment showed that people would feel pressured to make the same choices as their peers, even if they were wrong. A group of people is asked to compare the length of some lines. Only one person is actually being tested, as the others are actors. The actors give wrong answers on purpose, and after a time, the real subject tends to choose the same wrong answers to belong to the group.

The same might happen not only with Brazilian protesters, but with most protests and revolts that have ever happened. It may not be so much the veracity of the cause of the events that led to the public display of anger or injustice, but the fact that our friends, colleagues or strangers around us are doing that, compels us to do the same. We should speak up for ourselves, but also take notice not to take things too far when we are conforming too much, which was what happened in the Milgran Experiment, when the subjects conformed too much to an authority. The study involved a teacher, learner and experimentor. The only real subject was the teacher, responsible to administrate shocks to wrong answers by the learner. Pressured by the experimentator (the person dressed as professor), the teacher would administrate potentially deadly shocks to the learner due to pressure by authority.

If something goes wrong, it’s also easy to transfer responsability of our behaviour to the group or the authority. This is not to say that we should do nothing, we should always speak up for ourselves, as shown by the aftermath of the Brazilian outcry, because bus tariffs ended up being lowered. What we do need is realize how we are conditioned to behave a certain way, and what we can do about it once we have that knowledge, so we can more clearly make choices that do not harm us or others.

NOTE ON THIS ARTICLE

This article was created as an assignment for a course I’m undertaking on Coursera.org, Introduction to Psychology . The assignment involves describing a current event that relates to a psychology concept and how it applies to the event in question. Link to class: https://class.coursera.org/intropsych-001/

Nature vs Nurture (Daniela vs Veronica)

I was at home having lunch with my girlfriend, Veronica, and her sister, Daniela. We were eating and watching TV. I’m at the centre of the table, my girlfriend sits on the left and her sister is across from her, on my right. As we are eating, something shows up, either on TV or casual conversation, that initiates a comment from Daniela, saying we are born a certain way. Not surprisingly (they’re sisters), Veronica has a totally different opinion, and says we are not borne a certain way, instead, we are made a certain way after birth. They didn’t know they were discussing 2 major topics in the history of Psychology, Nature vs Nurture.

Both Daniela and Veronica’s point of views reminded me of how Charles Darwin set the stage for us by observing breeding on animals. Good race horses could be mated with other horses that had desirable physical characteristics to pass down to their offspring the same or even better physical traits fit for race track performance. With dog breeding, Darwin observed that psychological traits could be passed too. Domesticated dogs are a result of breeding from the tamest wolves, and from then on breeders played on colours and even psychological traits to get dogs to perform or adapt to specific needs, like a Labrador was bred to be gentle, love to swim and have a decent nose, all good traits for a duck hunting dog. This concept, when applied to humans, can have a potentially dangerous effect, as was shown by Eugenics, a scientific theory relating to breeding in humans with the means of making the human race better, to self-direct human evolution. This mindset might have been a culprit behind some of the atrocities witnessed in History (Jews in Nazi Germany).

As the discussion started to escalate between Daniela and Veronica, I stepped in to point out validity on both points of view, without dismissing both entirely, and that the subject we were discussing, Nature vs Nurture, or Genetics vs Environment, has more to it than meets the eye. Twin studies comparing identical twins and fraternal twins (also called fake twins), shows that there is genetic influence, especially among those that share the closest possible related DNA (identical twins) and how it positively relates to certain behaviours they might pick up together. We are born with certain inate behaviours that are hardwired and we don’t have to learn them. Examples can be seen in babies that turn their head instinctively looking for a source of feeding (mother’s breast milk). However, our behaviour is shaped throughout our lives, based on stimulus by the environment, so called Nurture. John Watson thought that through behavioural technics, you could explain everything, which was the basis of the school of psychology known as behaviourism. He proved his point with his Little Albert experiment, where he induced a fear learned response to a child to common everyday objects or innocent animals like a rabbit, by associating their presence with a loud bang of a hammer, the same way Pavlov associated a dog salivating to a whistle. Another psychologist, John Locke, stated along the same lines that we are born as blank slated, and then are shaped by experiences, a concept he called “Tabula Rasa”.

As I was already participating in the discussion, and now serving as a kind of referee to Daniela and Veronica, I pointed out some rational arguments and on how things are not so black and white. We are in fact a product of both schools of thought, we are neither one or the other exclusively, but a mix of them in between. There are certain inate behaviours that we have as human beings, and also many others we learn (or unlearn) throughout our lives, changing our behaviour as we go, through observation (kids modelling violent behaviour of grown-ups), consequence (reinforcement and punishment) or conditioning. Thus, while we don’t follow as many of natural instincts as animals have, humans have a mix of guidelines of both genetics and environment that make us a product of not just one or the other, but a result of both, throughout our inheritance and a set of skills and behaviours being shaped throughout our ever more complex modern lives.

NOTE ON THIS ARTICLE

This article was created as an assignment for a course I’m undertaking on Coursera.org, Intro to Psychology. The assignment involves describing a current event that relates to a psychology concept and how it applies to the event in question. I hope you like reading this as much as I enjoyed writing it. Here’s a link to the course: https://class.coursera.org/intropsych-001/