7 Ferramentas LinkedIn para encontrares o emprego dos teus sonhos

LinkedIn é reconhecida como a rede social mais usada pelos profissionais à procura de aproveitar ao máximo as oportunidades de empregabilidade na internet. Da mesma forma como não irias entrar por um escritório adentro, vestires-te inadequadamente e apresentares o teu currículo a toda a gente que te aparecesse à frente, há alguns procedimentos recomendados a seguir e algumas ferramentas que podes usar para tirares melhor partido do LinkedIn.

1. Signal

Esta ferramenta pode ser usada para pesquisar vários tipos de posições na tua área de especialidade, ou outras. Assim como outros motores de busca, só é necessário pesquisares por palavras relacionadas com “contratar”, “vagas”, etc. Pesquisa por estas palavras e seleciona as outras opções, no que toca a empresa, localização, entre outras. O Signal irá então fazer uma passagem por todos os contactos das seleções que escolheste, numa determinada indústria ou atividade, com recrutradores à procura de preencher essa vaga. Comparado com os típicos websites de empregos, esta opção, dentro do LinkedIn, ajuda-te a encontrares uma boa posição.

2. Apply with LinkedIn

Este é um plugin que está a tornar-se popular tanto com os utilizadores como com empresas e multinacionais no LinkedIn (Netflix, Photobucket etc), que já instalaram um plugin nas suas páginas de emprego (para quando as Portuguesas?). Esta ferramenta funciona assim: quando tu, como um candidato, clicas no botão “Apply with LinkedIn”, a empresa irá receber os teus detalhes LinkedIn em vez de teres de fazer o upload dum currículo, porque o LinkedIn vai buscar a tua informação automaticamente ao LinkedIn. Esta ferramenta é gratuita para baixar e poderá ser útil também para pessoal no departamento de Recursos Humanos.

3. Creative Portfolio Display

Outra ferramenta útil, o Creative Portfolio Display é particularmente bom para os profissionais que prestam serviços na área criativa. Esta ferramenta permite alojar conteúdo multimédia ilimitado, ao mesmo tempo que também permite escolher o conteúdo do portfolio a ser mostrado no teu perfil. A ferramenta foi criada para funcionar como um currículo online, e pode ser um instrumento vantajoso para freelancers ou outros que tenham necessidade de mostrar o seu conteúdo criativo ou a sua marca pessoal.

4. Resume Builder

O Resume Builder é uma aplicação muito fácil de usar e intuitiva que te deixa transformar o teu perfil LinkedIn num currículo PDF e Word. Escolhes um template, editas, organizas a informação necessária, podes imprimir, exportar ou partilhá-lo diretamente por email ou nas redes sociais como o Facebook, Twitter e no próprio LinkedIn.

5. Who Works At

O “Who Works At” é uma extensão do Google Chrome que te permite saber através dum popup que te aparece, quem é que, na tua rede LinkedIn, trabalha num determinado sítio. É bastante útil porque dá prioridade aos resultados que fizeres para as pessoas mais relevantes, deixando-te também ver todos os novos empregados e quaisquer mudanças adicionais ocorridas na empresa.

Outras ferramentas úteis que também podes usar (opcional):

6. LinkedIn hResume

O LinkedIn hResume é um plugin do WordPress que usa o formato específico do hResume microformat, puxa-o do perfil público da página do LinkedIn e permite-te adicionar isso a qualquer página WordPress e aplicar os teus próprios estilos. Esta ferramenta requer à partida algum conhecimento de informática e poderá não te ser necessária se não entenderes o WordPress ou não o estiveres a usar.

7. LinkedIn Search Engines for Firefox

Este é um plugin para o browser Firefox. O que ele faz basicamente é adicionar um campo de busca no Firefox no canto superior direito. Há dois tipos de motores de busca disponíveis, um que te permite pesquisar por posições na rede LinkedIn; e outro que te permite pesquisar contactos por empresa, nome ou título.

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Os 7 Passos para teres Sucesso no LinkedIn

Como ser um Especialista reconhecido: parte 2

Ler parte 1 aqui

Começa com uma avaliação de Especialista Visível

É importante ter um Especialista Visível numa equipa, porque isso só traz vantagens. Enquanto eles falam, escrevem artigos, dão entrevistas ou escrevem para publicações, eles atraem potenciais clientes, parceiros e talento em forma de candidatos.

Então como é que tu te tornas num Especialista Visível? O primeiro passo é fazer uma avaliação à tua situação atual ao olhar para três pontos:

  • Visibilidade no meio do público-alvo
  • Aréas de especialidade demonstradas
  • Nível de influência ou impacto no público.

Dentro destas áreas há indicadores subjetivos (a opinião das pessoas relativamente à tua especialidade) e indicadores objetivos (número de palestras dadas ou clientes referidos).

Vamos ver como cada um deles pode ser analisado.

1.Começa ao definir o teu público alvo de interesse.

Certifica-te que compreendes o público alvo que queres influenciar. Normalmente este público inclui:

  • Potenciais clientes de certas indústrias
  • Líderes de opinião tais como jornalistas, bloggers, etc
  • Outros profissionais que podem ser uma fonte de referências e recutamentos potenciais

2. Avaliar visibilidade atual.

Onde é que vais começar? Podes perguntar ao teu púnlico alvo que mencione firmas que eles achem que estejam na tua área de especialidade ou perguntar-lhes para classificar as firmas a partir duma lista. Estas são avaliações diretas.

Também existem avaliações indiretas, tais como resultados de pesquisa no Google, citações indexadas, seguidores Twitter e outros. O rápido crescimento das redes sociais torna esta medição mais fácil. Mas cuidado, esta medição deve refletir a visibilidade no meio do público alvo e não público que não esteja relacionado com a tua atividade ou atividade do público no qual te queres focar. Mede aquilo que queres meljorar.

3. Avalia competências atuais.

Quais são as áreas de especialidade pelas quais queres ser conhecido. É uma área abrangente como Tecnologias de Informação (informática) ou uma especialidade mais segmentada como engenharia mecânica aplicada em moldes?

É importante notar que por vezes estas áreas de especialidade podem-se relacionar diretamente com um serviço que a tua firma preste, tais como desenvolvimento de software. Outras vezes, poem ser questões que sejam relevantes para os serviços da tua firma mas que tenham implcações diversas. Escolher os melhores tópicos é uma questão de estratégia. Mas nesta fase é apenas necessário para ver aquilo pelo qual és conhecido.

4. Avaliar o nível de influência.

O que é o resultado to teu nível atual de visibilidade e competência? Como é que a tua influência é sentida no mercado? Que tipo de impacto é que isso está a ter na tua firma?

Podes avaliar a situação atual ao pedires feedback de membros do teu público alvo. Também podes ver fontes indiretas, tais como partilhas nas redes sociais e links internos. Outra abordagem para avaliar o nível de influência é identificar potenciais clientes que foram referidas, inquéritos por parte de parceiros, pedidos de palestras, citações na imprensa, etc.

5. Avaliar o ambiente competitivo.

Quem mais de interesse é que está a influenciar o mercado? Aqui estás a identificar outros Especialistas Visíveis e a tentar ter um entendimento da visibilidade deles, competências e impacto. Isto permite-te desenvolver uma espécie de análise de força competitiva que será útil enquanto dás o próximo passo em te tornares um Especialista Visível. E o próximo passo é desenvolver a estratégia.

Acabaste de ler a parte 2. Lê a parte 1 ou a parte 3.

Como ser um Especialista reconhecido: parte 1

Introdução

Há uma pequena minoria de profissionais que atrai uma grande dose da atenção das respetivas indústrias onde eles estão. A imprensa pode gostar delas, e as empresas procuram-nos pelo seu conhecimento e sabedoria. Enquanto que eles podem não ser famosos a uma escala global, estes profissionais são conhecidos na indústria e admirados pelos colegas. Eles atendem frequentemente conferências e escrevem para conhecidas publicações. A reputação e o nome deles pode até levantar o moral e as receitas das firmas para as quais trabalham.

Estes são os chamados Especialistas Visíveis e o sucesso deles não é deixado ao acaso. De facto, o sucesso deles pode ser copiado. Nesta série de artigos, seis no total, irei mostrar-te como é que um especialista pode ter uma maior perceção e reconhecimento no mercado dele. Aproveita, acho que vais gostar da viagem.

O que é um Especialista?

A maior parte dos profissionais de serviços em firmas têm um certo nível de conhecimento e especialização. Em muitos casos, há indivíduos dentro duma firma que podem ser legítimamente considerados como especialistas. Enquanto que eles podem ser conhecidos com os colegas e dentro da firma ou até mesmo dentro do âmbito da profissão deles, podem ser desconhecidos em comunidades maiores de potenciais clientes ou líderes de opinião. Podemos chamar a estes “especialistas invisíveis”.

Ao contrário destes, temos temos especialistas que são conhecidos em toda a comunidade e área de negócios nas quais eles atuam. Por exemplo, pensemos no Bill Gates ou Steve Jobs na tecnologia, Donald Trump no imobiliário ou Warrem Buffet nos investimentos. As opiniões deles podem ser notícia ou começar tendências. Eles são o ideal daquilo que podemos consider o Especialista Visível.

DEFINIÇÃO DE ESPECIALISTA VISÍVEL

O conceito de Especialista Visível é intuitivo e fácil. Esta pessoa combina as qualidades de grande perceção e visibilidade em áreas específicas de especialização. Exemplos de especializações poderão ser programação, marketing, ou engenharia. A especialização também pode estar associada a assuntos em vez de cargos, como por exemplo, reformas no Estado a nível de saúde ou brechas de segurança de computadores.

Quer um Especialista Visível seja um perito num serviço ou num assunto, ele ou ela tem de ser vivível para o público que lhe é de interesse. O Especialista Visível é alguém com quem as pessoas podem contar para conselho transparente e uma opinião genuína.

O Especialista Visível é um indivíduo com grande visibilidade e reconhecida peritagem que consegue ter boa influência no meio dum público específico.

A fama por si só não chega. Muitas pessoas são bem conhecidas mas não têm nenhum tipo de competências específicas. E da mesma forma, competência técnica por si só também não chega, porque não interessa quão impressionante a pessoa pode ser em determinado serviço ou assunto, é insuficiente. Estas duas qualidades têm de ser combinadas de maneira a que possam produzir resultados tangíveis.

BENEFÍCIOS DE SER UM ESPECIALISTA VISÍVEL

  1. Aumentar a visibilidade da firma. Ao melhorar a sua própria visibilidade, o Especialista Visível aumenta a visibilidade de toda a empresa. isto é um benefício fácil que as firmas podem desfrutar. As tuas pessoas são o teu produto.
  2. Atrair novos clientes. Com visibilidade e competência vêm potenciais clientes. Esta é uma relação fácil de perceber que serve como uma base importante para os profissionais na área do marketing já há mjuitos anos. Os potenciais clientes acreditam que um expert poderá ser um bom investimento para resolver os problemas deles.
  3. Cobrar mais. Os bons prestadores de serviço podem normalmente cobrar-se de mais pelo serviço deles. Ajuda ser um expert reconhecido na nossa indústria para isto assim acontecer.
  4. Reinforçar a marca da empresa. Fácil de perceber com esta fórmula: reputação da firma x visibilidade. Ter um Especialista Visível ajuda claramente nisto.
  5. Efeito de Halo. O efeito de halo é um fenómeno psicológico na qual a perceção positiva que uma pessoa tem de um indivíduo ou empresa irá influenciar a perceção de suas outras qualidades a nível positivo também. Por exemplo se acharmos que alguém é atraente, também podemos achar que serão inteligentes ou amigáveis. Neste caso um Especialista ajuda com certeza.
  6. Atrair parceiros de peso. Da mesma forma que os clientes são atraídos por um Especialista Visível, também o são os potenciais parceiros. O estatuto do perito e a sua visibilidade tornam esta tarefa mais fácil.
  7. Recrutamento fácil. Uma outra vantagem é como a presença dum Especialista Visível ajuda a recrutar talento para o teu projeto. Muitos invidívuos talentosos querem trabalhar com alguém que seja reconhecido como uma autoridade na sua área.

No próximo artigo vamos explorar como começar o processo de como te tornares um Especialista Visível ou ajudares alguém na tua firma a atingir esse estatuto. Tudo começa com um entendimento e a perceção de onde estás agora.

Ler parte 2: Como ser um especialista reconhecido: parte 2

Os teus empregados não lêem mentes

Como líder, o que é que almejas? Os teus empregados sabem o que é necessário ser feito para chegar aos objetivos, teus e da empresa? Eles sabem como esperas que eles se comportem e o que eles façam? E quando eles sabem “o quê” e o “como”, como é que tu lhes dás autonomia suficiente para que o trabalho possa ser feito duma forma eficiente e produtiva?

Estas questão são pontos pertinentes que todos os líderes mais cedo ou mais tarde se têm de debruçar. Neste artigo vamos analisar formas mais eficientes de mais facilmente lidarmos com estas questões e alcançar os teus objetivos duma forma clara e contínia.

Desenvolve o quê e o como de forma colaborativa

Antes de mais tens de saber interagir com as pessoas envolvidas no processo, numa conversação sobre em que ponto de situação estás, para onde queres ir e como lá vais chegar. Ao ir ativamente à procura do feedback deles, e valorizar as perceções deles, aumentar o compromisso, confiança e a probabilidade de ganhar boa vontade da parte deles quando for altura de agir e executar o plano. Esta perspetiva coletiva ajuda a estruturar aquilo que tem de ser feito (o quê) e o comportamento necessário para assim o fazer (o como).

Pode ser útil fazer uma folha de cálculo em forma de balanço, também chamado de balanced scorecard. Isto define “o quê”. Para definir o como podes usar o Modelo de Liderança Campbell. Podes usar ambas as ferramentas para avaliar os teus empregados.

Declara-te e vive com os teus próprios compromissos

Normalmente os líderes têm as melhores das intenções, mas as pessoas não conseguem ler as mentes deles, e é por isso que é importante viver com os nossos próprios compromissos, isto é, dizer às pessoas, quando apropriado, o porquê de querermos liderar e o nosso código de conduta. Por exemplo, alguém que lidera uma equipa poderá, quando em contacto com um membro peculiarmente difícil de lidar, ser transparente e aberto. Ao falar sobre os nossos valores e explicar porque é que eles nos interessam e como isso se aplica ao trabalho que fazemos, desarmamos a outra pessoa com a nossa genuinidade. “Eu gosto de ter uma boa experiência quando trabalho em equipa. Podes-me dizer o que é que procuras num colega? O que é que te leva a ti a confiar em alguém?”

Isto é declararmos-nos, e pode mudar radicalmente uma pessoa difícil num dos nossos maiores apoiantes.

Mas declararmos-nos pode não ser suficiente. É necessário estar consciente de que eles nos irão tomar como responsáveis daquilo que fazemos e daquilo que dizemos. As pessoas querem saber se tu dás o exemplo e irão observar-te para saber se fazes aquilo que dizes. Portanto, se dizes, tens de fazer.

Respeitar a autonomia

Não te entusiasmes demasiado e não leves “o quê” e o “como” a extremos. Seria altamente contra-produtivo dizer às pessoas o que é suposto elas fazerem de tal forma rígida que elas ficam mais preocupadas com as tuas expetativas do que com o facto de que deverão concluir o trabalho de forma atempada e com qualidade.

No livro “Drive: The Surprising Truth About What Motivates Us“, o escritor Daniel Pink identifica aquilo que motiva as pessoas. A pesquisa dele revela que o factor que mais motiva é a autonomia, isto é, a possibilidade de escolha. As pessoas querem ser mestres do seu próprio domínio. Por isso tens de reconhecer que as pessoas querem saber aquilo que é esperado delas mas querem igualmente liberdade suficiente para que possam corresponder às expetativas duma maneira que funcione para eles.

Para poderes liderar ao mais alto nível, tens de saber dar à tua equipa um sentido de direção no que toca ao “quê” e ao “como”. Tens de saber expressar isso claramente o suficiente, mas não tão rígido o suficiente ao ponto de comprometer a capacidade individual de desempenho de cada um. Dá-lhes a flexibilidade de interpretar a coisa de forma a permitir que eles possam fazer o melhor trabalho possível que eles sabem fazer. Irás estar a dar assim o orgulho da autoria a cada um deles à medida que eles vão resolvendo problemas em sintonia com as tuas expetativas.

Sê consistente

Não só tens de te declarar a ti próprio cedo, tens de te declarar várias vezes. As pessoas têm vidas complicadas e muitas vezes não te estão a ouvir atentamente ou ao objetivo da empresa ou organização. É necessário fazer por vezes “vira o disco e toca o disco” e mostrar às pessoas porque é que é relevante e como é que isso funciona de forma específica.

Usa toda a oportunidade que tiveres para te conectares com os teus empregados ou membros de equipa, fala sobre projetos passados ou como é que eles contribuíram para a missão da empresa.

Lembra-te de ser consistente. Ter um comportamento padrão ajuda a ser congruente e dar um bom exemplo aos outros, não só num contexto de negócios mas também a nível da vida no geral.

Mantém-te adaptável

Quaisquer sejam as decisões que faças, algumas delas vão estar erradas. Ninguém está certo, sempre, a toda a hora. Portanto, quanto de declarares para ti próprio e para os outros, faz uma pequena nota mental de que algures no futuro irás cometer um erro.

Ao fazer isto, estás a tornar-te flexível. Isto não quer dizer que não saibas o que estás a ver. O que isto diz é que sabes exatamente o que estás a fazer, porque, ao entender que errar é humano, é possível aprender com os nossos erros. É a forma como lidas com os erros que vai derradeiramente definir a tua contribuição, para ti e para o mundo. Já o Charles Darwin dizia, quando o meio ambiente muda rapidamente (lembra-te dos dinossauros), não são os mais fortes nem os mais inteligentes que sobrevivem: são, em vez disso, os mais adaptáveis. Desta forma, os líderes mais capazes são aqueles que são mais propensos a aprender.

E não tens apenas de ser flexível, tens de também fazer com que os outros estejam cientes desta flexibilidade. Por exemplo podes passar uma pequena nota a todos os teus colegas a dizer “Eu irei cometer erros. Irei fazer o melhor que posso para reconhecer esses erros e remediá-los tão rápido quanto possível”. Estás a aprender e a crescer, a situação muda, e pode ser necessário virar noutra direção.

Quando dás “barraca”, e isso irá acontecer, garanto-te, a solução é corrigir o rumo e fazê-lo bem. A coisa mais eficiente a fazer é reconhecer o teu erro, comprometermos-nos a fazer melhor e fazermos mesmo.

Conclusão

Uma visão, uma estratégia, ou uma declaração, isto são só promessas. Como líder que és, o teu trabalho é tornar estas promessas realidade através dos processos e interações com o mundo e com as pessoas, todos os dias.

Usa cada uma das tuas interações como uma oportunidade de praticas as teorias e práticas aqui apresentadas. Prova que consegues. Faz por te melhorares com cada interação. Compromete-te a desenvolver uma maior clareza e competências para que te possas tornar cada vez mais prestável, a ti e aos outros e à tua empresa. Portanto, diz aquilo que valorizas, torna claro o que queres fazer, e mantém-te responsável.

Como criar bom conteúdo sem dinheiro

Uma das perguntas que me fazem na área do Internet Marketing quando se fala sobre conteúdos é “Mas o que é que podemos fazer quando não temos orçamento?”. Isto é normalmente precedido por “Mas não se consegue criar conteúdo sem orçamento!”.

Não acredito nisto, e vou-te mostrar neste artigo como é que podes criar conteúdo dependendo dos recursos que tens disponíveis.

Existem 3 tipos de capital

Há três tipos de capital à nossa disposição que podemos usar em tudo:

  1. Tempo
  2. Talento
  3. Dinheiro

Tu precisas de pelo menos um destes, de preferência dois de forma a criar alguma coisa decente. Não é necessário, no entanto, ter todos os três. Contratar uma agência com talento trata logo disto tudo.

Tempo, talento e dinheiro
3 tipos de capital que tens à tua disposição

É verdade que três das quatro interseções da imagem envolvem dinheiro, mas isto não significa partes iguais de dinheiro juntamente com o outro fator. O círculo até pode parecer assim:

Tempo, talento com menos dinheiro
Tempo, talento e (menos dinheiro)

Vamos dar uma olhada nos três e exemplos de conteúdo que tem sido criado pelas diferentes combinações de tempo, talento e dinheiro.

Aqui a questão não é que não seja preciso dinheiro, a verdadeira questão é que, seja como for, estaremos sempre a usar algum tipo de capital em qualquer coisa que produzamos, e nem tudo requer dinheiro.

Tempo + Talento + Dinheiro

Este triunvirato é o ideal em qualquer situação. Com tempo para investirmos no trabalho, com talento para assim o fazer, e com dinheiro para gastar, podes produzir bom conteúdo que estará bem ensaiado (tempo), bem desenhado (talento), e capaz de contratar pessoas que irão fazer ambos (dinheiro), e talvez até promover o conteúdo.

Não quer dizer que a mesma pessoa tenha de ser ela mesmo a fazer todos os três. Em muitos casos, o cliente paga o dinheiro, o designer/criador usa o seu tempo e talento, e alguém (o cliente, ou o criador, mas provavelmente um consultor de marketing digital) irá promover o conteúdo. O dinheiro pode encurtar a quantidade de tempo necessário, e pode sem sombra de dúvidas contratar/comprar alguém com muito talento.

Eis um exemplo direto.

O Dollar Shave Club foi um grande investimento, levou um certo tempo a filmar (mas não tanto do que se eles não tivessem dinheiro), e levou dinheiro para ser promovido através do BBH.

O jornal New York Times apresentou várias visualizações nos Estados Unidos da América (na altura das eleições em Novembro 2012). Uma delas foi o mapa eleitoral como podem ver em baixo.

mapa eleitoral eleições novembro 2012 EUA
Mapa eleitoral EUA nas eleiçõies de Novembro de 2012

Tempo + Talento

Necessário quando não tens dinheiro.

Uma combinação de dois capitais, tempo e talenjto. Se tens dois destes, vais ser capaz de criar tudo o que estiver dentro as tuas capacidades. Não vai ser necessário gastar dinheiro em recursos externos já que tu ou a tua equipa terão todas as competências técnicas para criar e promover o conteúdo/peça.

Agora o problema será o tempo, porque irá levar mais tempo a produzir o conteúdo do que se tivéssemos o dinheiro pronto, porque será preciso mais tempo para fazer mais trabalho para o dinheiro que não vamos gastar nele.

No exemplo escrito no blog do OKtrends, o artigo 10 Gráficos Sobre Sexo levou mais de 50 horas a produzir (analisar os dados, tirar conclusões, escrever etc).

É possível usar as redes sociais, SEO, email marketing, etc, para atingirmos os nossos objetivos, haja tempo e competência para isso.

Tempo + Dinheiro

Necessário quando não temos talento.

Se tens tempo e dinheiro mas não tens o talento, podes contratar talento para produzir o conteúdo por ti. Ou podes usar o teu tempo para desenvolveres o talento ou competências necessários.

Se tens orçamento suficiente e uma certa quantidade de tempo, podes produzir muito conteúdo de qualidade desde que estejas disposto a pagar por ele.

E aqui o orçamento pode variar. Mas vamos supor que tens €100. Não consegues fazer grande coisa com isso, mas talvez consigas comprar milhares de “re-pins” no Pinterest com isso, o que talvez faça com que o teu conteúdo tenha mais proeminência. E se tiveres €100 todos os meses para gastar, podes usar mais canais e promover o conteúdo durante mais tempo.

Um exemplo é a empresa Sortable, que encontrou uma maneira de transformar as opiniões dos produtos uma coisa interessante através do uso do bom design, e boa experiência ao utilizador, muito boa a nível da acessibilidade e visualmente apelativa.

Dinheiro + Talento

Necessário quando não tens tempo mas precisas de ter conteúdo de qualidade.

Dinheiro e talento são dois tipos de capital que podes usar quando não tens tempo, e vais precisar de ambos se quiseres ter o trabalho pronto e bem feito.

O dinheiro permite-te comprar todo e qualquer recurso necessário para produzir e promover o conteúdo. Com um orçamento grande, serás capaz de: produzir mais com melhor conteúdo; e promover em mais canais e mais depressa.

O talento permite-te ter uma maior qualidade e rapidez com a qual o teu conteúdo é produzido. Quanto maior for o teu talento, ou o talento de quem tu contrataste, mais rápido serás capaz de produzir conteúdo da mesma qualidade em relação a um indivíduo com menores competências técnicas.

Exemplos de dinheiro e talento.

Guia do WordPress para pequenas empresas

guia wordpress small businesses
Guia do WordPress para pequenas empresas

Ou esta visualização espetacular do Washington Post.

estatísticas visuais eleições EUA novembro 2012
Estatísticas dos Estados que apoiam um ou outro candidato

Tens que tê-los no sítio

Para produzir conteúdo espetacular e de qualidade, sem dinheiro, vais precisar de os “ter no sítio”, e estar disposto a tomar riscos ou a ter uma atitude predisposta a fazer coisas que não estarias normalmente disposto a fazer.

Risco é diferente de dinheiro ou tempo. É mais parecido com talento no sentido de ser uma atitude. Quando estás constrangido pelo tempo, dinheiro e talento (ou acesso a alguém que o tenha), então tens de tomar algum risco.

Um exemplo disso é um website, o Wish.co.uk. Eles fizeram muita macacada ao longo dos últimos anos, incluindo organizar um almoço falso com o Primeiro Ministro David Cameron (por 250 libras). O “trabalho” mais recente deles foi relatado pelo jornal Daily Mail, e gerou uma certa controvérsia, porque eles estavam a dar às pessoas a hipótese de poderem lutar contra polícia de choque. Podes ler a notícia do Daily Mail aqui: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2239331/Stag-website-condemned-arranging-mock-riots-groups-clash-cops.html

Como Tornar Atividade no Facebook em Artigos num Blog

As pessoas podem perguntar “eu já tenho um Facebook, porque é que preciso de um blog próprio?”. Recomendo a leitura de porque é que um website é mais importante que um facebook, onde mostra como é que um website e as redes sociais não são mútuamente exclusivos e podem trabalhar em sinergia – mas que um website será sempre teu.

Um website, se ele for mesmo teu, é uma propriedade tua. Não estou a falar dos blogs gratuitos que qualquer um pode ter em blogspot.pt, wordpress.com ou blogs.sapo.pt. Isso são blogs gratuitos que qualquer um pode ter.

Um website próprio é teu e ninguém te o pode tirar. É o teu nome que está na porta e tu decides o que é mostrado, e és dono ou dona do teu conteúdo. Não podes dizer o mesmo das redes sociais.

As boas notícias são que se a tua página do Facebook é ativa, blogging vai ser mais fácil para ti. Eis 5 maneiras em como transformar a atividade do Facebook em artigos no blog.

1. Tranforma FAQs em artigos “Como fazer…”

Tens questões na tua página do Facebook em como usar os teus produtos ou serviços? Ou como as pessoas podem resolver determinados problemas ou questões nos negócios ou na vida? Podes responder no Facebook e crescer a resposta num artigo. Vai para além daquilo que as pessoas estão a perguntar ou a pedir noutras páginas na tua indústria, ou em indústrias vizinhas.

2. Transforma elogios em estudos de caso

Quer seja uma recomendação formal ou um simples comentário no teu Facebook, quando as pessoas partilham e têm um bom feedback podes contactá-las e pedir-lhes uma entrevista. Sabe mais acerca da experiência que elas tiveram e o problema que tu ou o teu negócio ajudaram a resolver. Estudos de caso podem vir a ser bons artigos no blog e também podem ser destacados numa secção separado no teu website.

3. Olha para dentro

Pergunta às pessoas que visitaram a tua página que assuntos ou tópicos elas gostavam de ler no teu blog. Podes partilhar algumas ideias ou fazer uma votação. Nota também se tiveres muitos Likes, e se eles aparecem depressa, quando colocas links de volta para o teu blog, porque isso quer dizer que serão assuntos populares dos quais deverias continuar a escrever.

4. Transforma o improviso numa olhada aos bastidores

Um blog empresarial tem de ser mais do que apenas um diário. Se tu ou quem trabalhar para ti colocam fotos no Facebook sobre viagens e afins, agarra nelas e coloca-as no blog. Até podes criar uma categoria específica como “Facebook Coisas”, “Nos bastidores”, “Aquilo que estamos a tramar”, ou qualquer título assim do género para as pessoas saberem que esta é uma categoria diferente dos teus outros artigos informacionais.

5. Transforma as tuas partilhas em entretenimento

Dá uma olhada nas fotos, vídeos e links que encontraste no Facebook ou noutra rede social na última semana ou mês. Escolhe alguns dos favoritos e coloca os links para o teu blog, juntamente com uma pequena descrição sobre o porquê de gostares deles. Põe-os igualmente numa categoria diferente, do género “Coisas que Gostamos”, “Apanhado de Coisas Giras”, etc.

7 Perguntas para fazer a ti próprio para fechares o ano em grande

7 perguntas para fechares o ano em grande

E para começares o próximo ainda mais forte

O tempo é a nossa comodidade mais preciosa, e uma das coisas mais desafiantes que temos que gerir, tendo em conta o mundo de hoje em dia e a frenética dos nossos afazeres.

ampulheta de tempo com símbolo euro

É importante que saibamos lidar com o tempo para que o tempo saiba lidar connosco. Não parece às vezes que o “tempo passou a correr”?

Num artigo da Pscychology Today, a perceção do tempo é explicada assim:

A melhor explicação para este fenómeno é que a nossa juventude está repleto de primeiros acontecimentos que ocorreram pela primeira vez – o primeiro namoro, o nascimento do bébé, a primeira grande viagem, etc. Estas primeiras ocasiões são novidade, e nós estamos mais propensos a associar memórias mais profundas e detalhadas delas. Quando repetimos a ocasião, ano após ano, é menos provável que ela se torne um acontecimento único ou memorável.

mealheiro de barro de porco por cima de relógio

A perceção de tempo pode enganar, mas também pode ser altamente recompensadora. Podemos abrandar o ritmo ao qual o tempo passa ao tirar partido de experiências únicas, viver mais no presente, ter uma perspetiva otimista e usar o tempo de forma mais sensata.

Enquanto fechamos o ano e começamos outro, fazer um apanhado do que fizemos permite-nos saber o que fizemos e para onde vamos. Nem tudo funcionou da maneira que quisemos, e outras funcionaram melhor do que planeadas.

Pergunta-te a ti próprio estas 7 questões enquanto fechaste o ano de 2012 e começas agora o de 2013.

1. Estou no bom caminho?

Se não estás a fazer aquilo que gostas (ou que pelo menos suportas), é difícil manteres-te motivado, consistente e congruente contigo próprio. Encontra as tuas paixões e tenta encontrar uma forma de as conseguires integrar na tua vida de forma produtiva. Vai sempre haver tempo para fazeres coisas que não gostas, não te preocupes com isso.

2. Quão bem é que as coisas estão mesmo a funcionar?

Tu não comes iogurtes estragados pois não? Se tens muitos no frigorífico, vais vendo a data de validade e vais comendo (ou não) aqueles que te apetecem conforme estejam bons para consumo.

Verifica como é que as coisas estão a correr, tu, os teus projetos, as tuas coisas. Confia nos teus instintos e junta-lhe uma pitada de senso comum e inteligência.

3. Os meus relacionamentos são mutuamente benéficos?

Família é importante. Assim como amigos e colegas. Todos os nossos relacionamentos deste género costumam ser duradouros. Se não existe mutualidade e confiança nos teus relacionamentos, individuais ou profissionais, talvez seja altura de acabar com eles ou torná-los melhores.

4. Como posso melhorar a minha gestão de tempo e organização?

Estabelecer prioridades, organizar e criar blocos de tempo é a única maneira e controlar o que fazemos e porque o fazemos. Dá uma olhada nas minhas dicas de como ser mais produtivo em 2013 porque tenho lá algumas dicas em como usar bem o tempo.

5. Como melhorar a minha marca, o meu marketing, as minhas redes?

Dá uma olhada nos teus materiais de marketing ou gráficos e na tua mensagem, como é que estás a comercializar o teu negócio ou a ti próprio, e como é que estás a gerir as tuas interações cara a cara e as tuas atividades de marketing? Estás a tirar bom partido e a conhecer pessoas ao vivo e a interagir com elas online?

6. Do que é que eu estou orgulhoso neste momento?

Fazer um ano em análise não é só sobre aquilo que está errado ou requer melhoria, é também sobre as coisas que fizemos e concretizámos face aos desafios e obstáculos que tivemos.

7. Quais 5 coisas tens intenção de realizar em 2013?

Uma intenção é uma coisa dinâmica e fluída, é pensar no que queremos que aconteça nas nossas vidas. As típicas resoluções de Ano Novo são algo rígidas e frígidas para mim.

Faz uma lista realística de 5 intenções que tenhas e o que queres que aconteça em 2013. Prepara-te e faz com que elas aconteçam. Orienta os teus esforços na direção na qual queres que as coisas aconteçam. Elabora, planeia, prepara, aponta, e faz.

  • A mudança acontece
  • Anticipa a mudança
  • Supervisiona a mudança
  • Adapta-te para mudares rápidamente
  • Muda
  • Aproveita a mudança
  • Prepara-te para mudar rápidamente quantas vezes forem precisas

Que coisas podes fazer para acabar o ano em força e começar um novo ano ainda mais forte?

O Poder dos Três em Marketing & Comunicações

Como pessoa e profissional envolvido no mundo do marketing – não só digital mas também o tradicional, há conceitos que nos podem ajudar a fazer sentido do nosso mundo, a agilizar os processos, a tomar boas decisões e alcançar melhores resultados. É baseado num conceito muito simples. Três. O número 3.

Porquê o 3?

A minha mãe customava dizer quando eu lhe respondia em relação a uma pergunta com o número três:

Três? É a conta que Deus fez.

Isto não tem nada a ver com matérias religiosas.

O poder deste número assenta na sua simplicidade, em como a “big idea” ou a “big picture” é um conceito unificado nas comunicações das marcas e que é idealmente baseado e suportado em não mais do que três mensagens principais.

Muitos dos conceitos mais profundos na natureza e no mundo à nossa volta baseiam-se neste número em várias formas.

A maior parte dos livros, estudos e artigos tem três partes: um princípio, meio e fim.

  • Nós tentamos sempre “triangular” um problema de forma a obter uma resposta. Por exemplo, podemos, ao lançar um novo produto ou serviço, olhar para a nossa situação interna, os benchmarks competitivos e as melhores práticas a desenvolver.
  • O melhor conteúdo das redes sociais, no Facebook, é constituído por três elementos: 70% valor, 20% partilha de conteúdo dos outros e 10% de conteúdo promocional
  • Ao avaliar opções concorrentes entre si, nós não escolhemos entre as duas, mas muitas vezes acabamos por estar a avaliar três pontos.
  • As pessoas às vezes perguntam “quais são as tuas três prioridades” numa tomada de decisão
  • O génio da lâmpada sempre deu três desejos
  • O Cristianismo é baseado no Pai, Filho e Espírito Santo (três)
  • Por vezes usamos a analogia da mesa com três pernas como uma metáfora para dizer “algo que se mantém de pé por ele próprio”.

Da próxima vez que te deparares com um desafio ou uma oportunidade nas próximas semanas, pensa no Poder dos Três e acha as tuas três prioridades principais, organiza o tempo em três fases, cria os três pilares para a tua plataforma se manter de pé ou simplesmente usa três minutos do teu tempo para pensar em como podes facil e simplesmente explicar o desafio ou oportunidade em três pontos.

10 Boas Razões Porque Blogging Pode Beneficar o Teu Negócio

O que é um blog?

Um blog pode ser um diário online ou um jornal pessoal que é atualizado frequentemente pelo dono. É um veiculo de expressão pessoal, um sítio para partilhar ideias, opiniões ou competências num determinado assunto que seja importante para ti.

Existem blogs pessoais e existem blogs empresariais que são a voz do teu negócio. No caso empresarial, estes blogs podem ser escritos, atualizados e geridos por uma determinada pessoa (ou várias).

blog
Foto autoria de Kristina B

Quem deve ter um blog

Todos 🙂

Ao princípio era pensado que esta era uma ferramenta que só a malta de informática podia ou devia ter, mas blogging entrou nas nossas vidas e foi adotado pelas pessoas no geral, e hoje em dia milhões de pessoas, muitas das quais não têm quaisquer conhecimentos de informáticos, escrevem nos seus próprios blogs graças a plataformas e gestores de conteúdos que são fáceis de usar.

Então porque é que as pessoas blogam? Como é que é bom para as empresas? É fácil de instalar?

metade da face duma rapariga virada contra quadro

Sabe porque devias estar a fazer blogging na tua empresa

Além do tipo de pessoa comum que gosta de documentar cada aspeto da vida dele ou dela ou coisas sobre os seus passatempos, os empresários encontram no blogging uma ferramenta importante por algumas das mesmas razões que as pessoas comuns assim o fazem também.

Toda a gente tem uma voz e queremos todos ser ouvidos, quer admitamos ou não, todos nós queremos reconhecimento e ser considerados um especialista em qualquer coisa – é parte da natureza humana, e blogar faz isto por ti, é o teu bocado na World Wide Web, a tua própria plataforma para comunicar uma mensagem específica e partilhá-la com um público global. É um grande meio de comunicação onde temos o potencial de alcançar centenas ou milhares de pessoas diariamente.

Blogging tem o seu próprio conjunto de regras e glossário que não iremos cobrir completamente aqui. Ainda assim, uma coisa importante a ter em atenção é qu o teu blog deve ter um propósito específico ou um tema (assunto). Pergunta a ti próprio, para que é que ele será feito? O que é que irá fazer? Para quem é? Isto porque o teu blog irá ser escrito para um público específico. Também vais perceber como o teu blog terá categorias sob o tema principal ou tópico do blog. Por exemplo, podemos escrever sobre Internet Marketing ou Pequenas Empresas e sob estas categorias escrever artigos sobre Social Media, Email Marketing, e Blogging.

Outro aspeto importante do blog é certificarmo-nos que o tom da escrita é coloquial, ou seja, conversacional e não rígido, e que damos conteúdo de valor e relevante ao mesmo tempo que devemos atualizar o blog frequentemente. Os blogs devem ser informativos mas também leves e divertidos (mesmo num contexto empresarial). Os blog mostram a nossa personalidade ou o lado humano do nosso negócio. Juntamente com o tom conversacional, o conteúdo que escrevemos deve ser direcionado para o nosso público-alvo e ser interessante e útil. Talvez ajude os seus leitores ou clientes a resolver um problema ou lhes faça sorrir.

Num contexto empresarial, queremo-nos concentrar em conteúdo que explique conceitos relacionados com o nosso negócio, produto ou serviço, ou informação relacionado com a tua indústria. Lembra-te da regra dos 80/20 da promoção: só devemos falar sobre o nosso negócio ou sobre nós 20% das vezes, os outros 80% deverá ser conteúdo genuíno e que tenha algum valor para os leitores/prospetos/clientes. Isto faz com que o público ganhe confiança em nós, porque ninguém gosta de alguém que pressiona ou está constantemente a querer vender o seu produto ou serviço.

Também queremos que o nosso público volte, portanto certifica-te que atualizas o blog quase todos os dias ou 3 vezes por semana. Conteúdo fresco é aquilo que o público quer e aquilo que os motores de busca adoram.

O blog deve ter um link para um website e vice versa, o que pode ajudar a levar tráfego de um lado para o outro e melhorar o posicionamento nos motores de busca – quando acompanhado com outras estratégias corretas de otimização.

Como é que blogging vai ajudar o meu negócio?

  1. Dá um toque humano à tua marca (pessoal ou empresarial)
  2. Dá valor e informação ao teu público-alvo (fator de confiança)
  3. Posiciona-te como um especialista na tua indústria
  4. Ajuda a promover a tua marca
  5. Ajuda a levar visitantes com frequência para o teu website
  6. Ajuda-te a conquistar clientes e crescer uma lista de emails
  7. Quando atualizado regularmente, ajuda no posicionamento com os motores de busca
  8. Dá-te a oportunidade de ter bloggers convidados e de tu servires como escritor convidado nos blogs dos outros para que possas conhecer outros públicos
  9. Ajuda a vender o teu produto ou serviço
  10. Blogs populares com muito tráfego podem ter anúncios que geram receitas

Como e onde é que começo?

Há dois tipos de plataformas de blogging: pago e gratuito. Há vantagens e desvantagens para ambos, no entanto, para aqueles que estão a começar neste meio, deve-se experimentar o gratuito primeiro, do género como o Blogger ou a versão gratuita do WordPress. Existem mais, mas estes são os principais.

blogger e wordpress

As desvantagens para estas versões gratuitas são de que não podes ter um domínio personalizado no teu blog porque estas versão não são de alojamento próprio. Em vez disso, o teu blog irá estar num programa duma plataforma gratuita dum servidor que é partilhado com muita gente, e o teu blog irá ter um nome do género blogger.com/oteublog.

A desvantagem de não alojarmos o nosso próprio blog é que não temos controlo sobre aquilo que acontece ao blog no futuro se estas plataformas gratuitas forem descontinuadas ou se tentarmos transferir os artigos do nosso blog para uma versão paga e auto-alojada.

As versões pagas, como é o caso da versão paga do WordPress, são pagas porque alojamos o blog nós próprios. O software não se paga, paga-se é o alojamento.

Faz uma pesquisa na net para saber que tipos de plataformas de blog existem disponíveis para ti. Eu uso o WordPress a nível pessoal e em trabalhos com clientes, mas também uso o Expression Engine, uma plataforma paga que também é alojada no servidor do cliente. Nota que os blogs podem ter designs personalizados já que existem templates (modelos), tanto pagos como gratuitos.

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Tens algum blog ou gostavas de criar um? GOSTA da minha agência digital no Facebook e diz qual é o teu nome de domínio do blog e o tema dele para o teu público-alvo.

Se estás a pensar criar um ou gostavas de saber mais, contacta-me.