Como estar comfortável com a nossa Auto-Promoção?

Promovermos a nós próprios como pessoa ou profissional

A maior chave para a auto-promoção é a capacidade de sermos auto-confiantes e assertivos o suficiente para dizer a toda a gente acerca daquilo que fazemos.

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Muitas pessoas sentem-se desconfortáveis quando é necessário ir lá fora e dizer às outras pessoas sobre elas e o negócio delas. Isto é mau para qualquer empresário ou indivíduo por conta própria, até porque muitos inventam desculpas para não se promoverem a eles próprios. Já ouvi clientes dizerem-me que auto-promoção faz com que eles se sintam como se estivessem a gabar, além de que também têm medo que as pessoas lhes ganhem repulsa. Ok, é compreensivo uma pessoa ficar aborrecida se estiver face a uma pessoa arrogante que está sempre a falar nela e sem prestar atenção a mais nada – mas não é isso que estou a propôr aqui.

Há uma maneira correta e uma maneira errada de nos promovermos. Primeiro, quando nos promovemos a nós próprios e o nosso negócio, temos de pensar nos nossos objetivos. O nosso objetivo é atrair clientes, que se traduz em ajudar pessoas e fazer dinheiro. Como parte deste processo, é necessário identificar o que nos faz ser diferentes o suficiente de forma a que as pessoas queiram fazer negócio connosco. Isto é a chamada Unique Selling Proposition (USP), ou em Português, a Proposição Única de Vendas. Também é necessário ter um elevator speech, que é uma expressão em Inglês que quer dizer “discurso de elevador”, que é um discurso de mais ou menos 20 segundos de quem tu és e como podes ajudar a pessoa a resolver o problema dela. O discurso de elevador deve ser fluido e terminar com um apelo à ação, aquilo que queiramos que a pessoa faça.

Isto pode parecer um pouco cínico, mas pensa numa conversa normal com um prospeto que possas ter conhecido uma festa ou noutro evento qualquer.

Mulher de negócios a beber champanhe

Quando nos conectamos com um prospeto ou com o nosso público-alvo, nós queremos querer saber da outra pessoa a um nível genuíno, os seus obstáculos, a suas necessidades e o que é que o preocupa. As pessoas estão mais do que contentes por saber que te preocupas o suficiente para fazer perguntas sobre eles. Eles, não tu, são o mais importante.

Podes começar uma conversa sobre qualquer coisa que vocês tenham em comum de momento ou em termos generalísticos. Depois, queres colocar a essa pessoa perguntas para saber mais sobre eles, e ouvir, mas ouvir mesmo, as respostas deles. Desta forma, podes apresentar uma solução para os problemas dele ou dela… não tenhas medo. Dá-lhe os benefícios de trabalhar contigo. Sê entusiástico e orgulhoso de ti próprio. Diz-lhes como os podes ajudar e os resultados que eles podem esperar ter. Algumas pessoas fazem isto ao lhes dizer uma história interessante e breve. É muito provável assim suscitar interesse ou pelo menos curiosidade na outra pessoa, e há assim justificação para lhes dar um cartão de contacto ou um apelo à ação (Call to Action), do género “aqui está o meu cartão, contacte-me se quer fazer isto, isto e isto e tirar partido do incentivo e da oferta que lhe estou a propôr/dar”.

empresários apertarem maos

Outra boa forma de meter um cartão nas mãos deles é pedir um cartão de volta (se estivermos a lidar com empresas Business to Business). Nessa troca, podes querer perguntar se eles são a pessoa responsável pela tomada de decisões, ou a quem cabe essa responsabilidade na empresa. O que interessa é ter um nome e contacto para podermos fazer um follow up (acompanhamento) mais tarde.

O mesmo se passa com aquilo que colocamos online. Dá à tua audiência algo de valor que os fará querer conhecer-te melhor, gostar de ti e confiar em ti. Faz mais ou menos de acordo com a regra dos 80/20, 80% dar valor e 20% a fazer auto-promoção: coloca algum do teu trabalho, anuncia algum produto ou serviço, coloca um testemunho dum cliente satisfeito só depois de fornecermos 80% de valor a nível de dicas, conselhos ou conteúdo informacional.

Cartões com  balões de fala

Todos nós pensamos que aquilo que temos para dar ao mundo e aos nossos clientes, no que toca aos negócios, tem valor, certo? Então porque não dizer às pessoas isso? Pensa nisto como se fosse um desserviço que estivesses a fazer ao não lhes dizer. Encara isto como uma partilha, e lembra-te que se não estiveres a dizer ao teu público-alvo aquilo que tens para oferecer como profissional que tornará as vidas deles mais fáceis e melhores, então a tua concorrência não terá problema nenhum em o assim fazer.

Sê confiante, fica motivado, e concentra-te nos teus objetivos e vai lá para fora… o teu próximo cliente vai gostar que assim o tenhas feito.

Como ser mais produtivo em 2013

Estás por conta própria?

Usa a Ciência para seres BASTANTE mais produtivo em 2013

ser mais produtivo usando a nossa mente

Se estás por conta própria (como freelancer ou empresário), há poucos termos que se aplicam melhor do que tempo é dinheiro. É bom que encares o tempo como um recurso importante, porque ele é. Não me farto de dizer isto:

Podemos ganhar e perder muito dinheiro, mas o tempo estamos sempre a perdê-lo

Quando trabalhas por conta própria, há várias coisas que tens de pôr em ordem a menos que te queiras arriscar a afundar o teu projeto ou o teu negócio. As obrigações do dia a dia podem incluir, dependendo da tua indústria:

  • Tratar de trabalhos para os clientes
  • Andar atualizado em relação às tuas finanças
  • Crescer o teu negócio ou a tua marca pessoal (tu como pessoa)
  • Melhorar as tuas competências ou o teu produto
  • E aproveitar a vida (que isto não é só trabalho)

Existe uma série de ferramentas que supostamente nos podem ajudar na produtividade, mas não as vou mencionar aqui para não perdermos tempo a saber trabalhar com uma ferramenta ou com um método que na verdade nos vai fazer perder mais tempo do que o fizéssemos por nós mesmos sem a ajuda dela.

A produtividade não é ter 20 listas de afazeres, ou aplicativos com cronometragem e que faz sincronia entre os calendários nos aparelhos móveis.

Em vez disso, a verdadeira produtividade é acolher as forças e fraquezas da nossa cognição, e usar sistemas para ligar a nossa motivação para a aplicarmos em disciplina.

Eis um vídeo que ajuda, está em Inglês, mas se estás a ler o meu blog, exijo que tenhas sofisticação o suficiente para perceber bem Inglês ≤^.^≥

Ok, como é que podemos então usar a investigação resultante do vídeo para trabalhadores por conta própria ou freelancers? Como é que podemos ter um ano de 2013 bem produtivo?

1. Trabalha como um especialista na tua indústria

Se eu te pedisse para descreveres um dia típico de trabalho de um violinista excelente, daqueles de topo, eras capaz de imaginar um músico abandalhado com machas negras à volta dos olhos dele e com o violino sempre ao pé dele.

A verdade é que a realidade é mais estranha que a ficção de acordo com uma investigação feita pela American Psychological Association (APA), nomeadamente, Anders Ericsson, que observou sessões de prática de violinistas em vários níveis de competências (bons, ótimos, elite). Os melhores violinistas não praticavam mais frequentemente que os outros, e em média, tinham mais horas de sono por noite que violinistas inferiores.

miúdo com violino a praticar

Como é que isto é possível?

Estudos posteriores feitos pelo Anders nesta descoberta dão-nos uma resposta reveladora: os melhores violinistas estavam envolvidos em prática deliberada e eram melhores a gerir a sua energia produtiva em relação aos seus colegas.

Enquanto que os bons violinistas tinham a tendência para praticar o dia todo, os melhores (elite) segmentavam as sessões de prática em blocos de tempo.

Apesar de passarem a mesma quantidade de tempo a praticar um instrumento, os violinistas de elite passavam quase 3 vezes mais horas em prática deliberada.

os violinistas de elite passavam quase 3 vezes mais horas em prática deliberada

O mais interessante sobre esta investigação é que coincide com as descobertas de Tony Schwartz, o autor do The Power of Full Engagement, um livro que eu já “ouvi” em formato de áudio book e recomendo (eu leios os livros e ouço audiobooks todos em Inglês, na língua original deles). Dois estudos que são citados mostram que a concentração e a nossa capacidade de estar alerta podem ser melhoradas com a utilização de pequenas pausas.

Há outro estudo, dum senhor chamado Peretz Levie naquilo que é chamado o processo dos ritmos ultradianos, em que os nossos níveis de energia sobem e descem ao longo do dia.

Estes estudos e estas descobertas apontam num sentido: que a produtividade é aumentada ao termos uma sessão longa e produtiva (de cerca de 90 minutos) seguida de uma pausa planeada (de 15 minutos).

ritmo ultradiano com pausas
Ritmo ultradiano – o tempo de atividade e as pausas

Isto vem corroborar as sessões de prática dos violinistas de elite, já que eles fazem:

  1. Segmentos intensivos de prática produtiva onde energia é despendida ao máximo;
  2. Uma pausa planeada para recarregar energias e criatividade

Schwartz diz que:

Os seres humanos foram feitos para pulsar ritmicamente entre gastar e renovar energia. É assim que funcionamos melhor. manter uma reserva estável de energia – física, mentalmente e emocionalmente – requer um reabastecimento intermitente.

Não é apenas o número de horas que nos sentamos a uma secretária para determinar o valor que geramos. É a energia que trazemos para essas horas que trabalhamos.

Tentar conservar energia ao longo do dia é idiótico.

Em vez disso, devemos tentar ter segmentos produtivos que são seguidos por pausas planeadas que nos permitem ir a todo o gás para trabalharmos produtivamente.

2. A tua força de vontade vai-te atraiçoar

Todos nós procrastinamos na altura de começar grandes projetos, e isto faz parte da natureza humana.

A investigadora Janet Polivy mostrou que grandes projetos são mais passíveis de causar procrastinação porque dão-nos a oportunidade de abandonar a coisa por completo quando as coisas não correm bem.

Isto vem em linha com o conceito da depleção do ego, que revelou alguns factores interessantes no que toca à nossa força de vontade. Ela é um recurso limitado.

Como alguém que trabalha por conta própria, a maior parte das vezes não é necessário baseares-te em instruções de outrém, portanto baseares-te apenas na tua força de vontade é particularmente perigoso porque se isso falha, a casa vem abaixo.

O que fazer então?
Vários estudos indicam que nos devemos tornar menos dependentes de apenas a nossa força de vontade.

Num teste de compromisso e consistência de viciados em estupefacientes, feito pela American Psychological Association (é um segmento da população com problemas de se manterem disciplinados), os investigadores registaram a capacidade destes sujeitos da amostra neste estudo de fazer uma composição de 5 parágrafos, que tinham de assim fazer até uma certa data e hora. Eles descobriram que os viciados em estupefacientes que escreveram onde e quando eles iriam ter a composição conluída, que iriam ser mais 90% prováveis de entregar o trabalho a tempo e horas.

Estas descobertas têm uma relação importante com aquelas relacionadas com a disciplina em pessoais normais. Num estudo feito sobre a capacidade do ser humano comum de se manter com um plano dietário restrito, os investigadores descobriram que aqueles participantes que supervisionavam rigorosamente aquilo que eles comiam eram capazes de manter níveis bem mais elevados de auto-controlo na dieta deles.

Para pôr isto em prática na maneira como se relaciona com a produtividade, testa estas teorias ao usar um Gráfico de Responsabilidade para conseguires medir quanto é que estás mesmo a fazer durante as tuas sessões de trabalho.

Combina este gráfico com a tua rotina de trabalho e descanso sugerida em cima (90 minutos de trabalho intenso para 15 de descanso) para manter elevados níveis de energia e perceção ao longo do dia.

Exemplo de gráfico de responsabilidade (accountability chart)
Exemplo de gráfico de responsabilidade com dois blocos de tempo

De acordo com o investigador John Bargh, este tipo de auto-supervisão pode melhorar e muito a nossa produtividade porque é a melhor maneira de eliminar qualquer adivinha em relação ao tempo que pensamos que vamos levar a fazer uma coisa. Isto é basicamente um diário, onde apontamos o trabalho que fizemos em cada bloco de 90 minutos. Assim não existem falsas suposições em relação ao trabalho que fizemos.

3. Nunca faças duas coisas a meio-termo, faz uma só a meio-termo

Se és daqueles que tens a mania do multitasking ou de ser multi-tarefas, ou seja, fazeres muitas coisas ao mesmo tempo, fica sabendo que, de acordo com um estudo feito em 1999, a razão pela qual as pessoas pensam que fazer mais do que uma coisa ao mesmo tempo é bom é porque isso parece ser uma forma eficiente de trabalhar.

No entanto, existem provas e estudos que contrariam esta forma de pensar. Uma delas é da autoria do investigador Zhen Wang que demonstrou que em média, as pessoas multi-tarefas são menos provavéis de ser mais produtivas do que os seus colegas que se concentram numa única tarefa.

Apesar disto, os multi-tarefas tendem a sentir-se emocionalmente mais satisfeitos com o seu trabalho porque isto cria a ilusão de produtividade ao trabalhar em mais do que uma coisa ao mesmo tempo… mas acabar por não fazer nenhuma delas bem.

Outra investigação, desta vez por parte da Universidade de Stanford, estudou a produtividade dos multi-tarefas, e mediu a capacidade deles baseado em três fatores:

  1. Capacidade de filtrar informação desnecessária
  2. Capacidade de mudar entre tarefas
  3. Capacidade de manter uma elevada memória de trabalho

E o resultado foi que a malta que era multi-tarefa eram péssimos em todos os três fatores. De acordo com o investigador principal deste estudo, Clifford Nass:

Ficámos chocados. Na nossa amostra, as pessoas multi-tarefas eram terríveis em cada suposto aspeto de multi-tarefa.

Portanto em vez de abrires 10 tabs no teu browser e pensares que tens de fazer tudo, experimenta, desta vez, fazeres a tarefa mais importante da tua lista, agora, sem distrações.

YouTube Rewind 2012

Youtube Year in Review 2012

Official Video

This is the official video by Youtube capturing the most viral videos and trends in 2012 on youtube.

On Tuesday, December 18th, if you glanced at top left corner of the screen you could see a different icon. Upon hovering over it you would get Park Jae Sung’s dancing dummy, Gangnam Style 🙂

youtube-icon-year-2012-review       youtube-icon-year-2012-review-dancing

Clicking the icon will get you to Rewind YouTube Style 2012 video.

You can also check out the Behind the Scenes and the Interactive Timeline video below.

Behind the Scenes + Outtakes from Rewind YouTube Style 2012

Interactive Timeline: YouTube Rewind 2012 (Global)

I really like their gangnam style pic made for the video.

Rewind 2012 - Youtube Style
2012 – Year in Review – Youtube Style

Os 7 passos para Sucesso no Linkedin

(mais) para empresas Business-to-Business

Gostava de aumentar as vendas e diminuir o ciclo do tempo de vendas? Quer seja uma empresa de construção, retalho, ou outra, uma estratégia bem executada no Linkedin pode ser um bom complemento para gerar mais leads.

Se está no ativo e vende maioritariamente para B2B (business to business), e não está no Linkedin – então está a fazer um grande disparate, porque o Linkedin pode ser muito vantajoso para ganhar confiança para a sua marca e gerar leads para o seu negócio.

O que é o Linkedin?

Se ainda não sabe o que é o Linkedin, é uma rede social para profissionais, que torna fácil para empresas e indivíduos mostrarem as suas capacidades e melhorarem a sua reputação, individual, ou empresarial, o que pode resulta num processo de vendas mais curto e mais rápido.

Eis então sem demoras, 7 passos que o vão ajudar a lançar-se numa estratégia que visa criar leads através do Linkedin.

Passo 1: Otimize o seu perfil individual

Antes de se lançar a começar a criar a sua Business Page (página de empresa) no linkedin, é preciso antes ter um perfil individual. Não caia na tentação de querer logo criar uma página de empresa antes de ter acabado o seu perfil pessoal. A sua página pessoal vai estar ligado à da sua emppresa, portanto certifique-se que reflete a sua imagem na melhor luz possível. O ideal será criar a sua conta pessoal com a conta de email do seu domínio empresarial. Por exemplo, o meu email é joao[arroba]designportugal.net, e o domínio da minha agência (ou seja, o nome do meu website) é designportugal.net. Assim posso registar-me no Linkedin com joao[arroba]designportugal.net e criar a empresa com um email que tenha info[arroba]designportugal.net ou geral[arroba]designportugal.net – seja o que for.

Quando cria o seu perfil pessoal e adiciona a sua informação anterior de empregabilidade, o seu título irá automaticamente mostrar o seu título empresarial atual. Certifique-se que edita manualmente o seu título para ser mais descritivo, e que reflita melhor a sua marca pessoal (você como indivíduo e profissional).

Não tenha medo de colocar uma pitada de individualismo. No exemplo em baixo, manipulei a minha foto digitalmente para acrescentar um barrete de Natal na minha cabeça – é um bom toque, porque estávamos na altura Natalícia quando o fiz.

Imagem de Perfil Linkedin de João Paulo Alexandre
Perfil Linkedin

Passo 2: Ligue-se aos outros

Agora é altura de adicionar todos os seus contactos empresariais. Se for a Contacts > Add Connections, pode convidar os seus contactos atuais do seu email. Aproveite outras redes sociais ao colocar um link do seu perfil na sua página facebook ou perfil google plus, ou twitter, e pedir às pessoas para se conectarem consigo no Linkedin. Crie uma nova assinatura de email que inclua o link do Linkedin que linke diretamente para o seu perfil.

Eis um exemplo da minha assinatura – repare no ícone “IN”. Esse é o ícone do Linkedin. Quando alguém clica nesse ícone ele ou ela irá ter ao meu perfil linkedin.

Assinatura de email com ícones
Assinatura de email com ícones

Passo 3: Otimize a sua Página Empresarial

Para criar a sua página empresaria, vá a Company>Add a Company. Faça o upload dum logotipo profissional e duma imagem para o cabeçalho e escreva ou mande alguém escrever os campos “about”, “specialties”, e “company”. Certifique-se que está a usar todas as palavras chave as quais quer que a sua empresa seja encontrada, já que os resultados de empresas Linkedin também aparecem nas pesquisas do Google (às vezes até aparecem por cima dos websites oficiais das empresas).

Screenshot de perfil de empresa no Linkedin
Perfil da DesignPT no Linkedin

Depois de ter uma página empresarial, já é possível colocar atualizações e outros posts manualmente na sua página ou através do HootSuite, que é uma plataforma que eu uso para gerir as contas dos meus clientes. Coloque posts e atualizações a partir da página de empresa para partilhar posts do seu blog ou press releases.

Passo 4: Adicione Produtos/Serviços

Pode adicionar até 25 produtos ou serviços para o seu perfil de empresa no linkedin. Use esta característia para salientar os seus produtos ou serviços mais populares, e escreva uma boa descrição resumida daquilo que presta como serviço ou oferece como produto, de forma a tornar a vida dos seus clientes mais fácil. Faça com que as páginas dos seus produtos/serviços seja ainda melhores ao adicionar um videoclip do Youtube, e adicione um contacto individual seu ou de algum colega ou colaborador na página do produto/serviço.

Serviços da empresa no perfil de página Linkedin
Serviços da empresa no perfil de página Linkedin

Passo 5: Ligue-se às suas empresas-alvo

Provavelmente já tem uma ideia do tipo de empresas nas quais você se quer concentrar. Certique-se que você segue, a partir do seu perfil individual, as páginas destas empresas, e coloca comentários ou partilha os posts delas se forem relevantes para a sua indústria. Você também pode usar a função da Search para ir à procura de outras empresas e prospectos na indústria na qual se está a tentar focar.

pesquisa-linkedin-tipo

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Passo 6: Junte-se e Participe em Grupos

Os grupos no Linkedin permitem-se interagir numa comunicação de dois sentidos e partilhar e as suas competências com outros profissionais. Ter uma presença forte nestes grupos é uma boa maneira de aumentar a perceção da sua empresa – e a sua como profissional e indivíduo. À medida que interagimos com os outros membros, eles irão estar interessados em clicar e ir para o seu perfil pessoal, e ficarão familiarizados consigo e com a sua empresa.

Também pode usar os grupos para partilhar algum conteúdo que possa ter que seja relevante para a discussão e redirecionar os membros do grupo para a sua página de empresa para artigos de blog recentes, brochuras, etc.

Também pode usar a pesquisa (search) para descobrir outros grupos onde profissionais da sua indústria se juntam e comunicam. Dê uma olhada nos grupos que aparecem quando pesquisa sobre a indústria típica da qual o seu prospecto/cliente faz parte, e junte-se aos grupos mais relevantes e mais ativos. Não se agarre à ideia se juntar apenas aos grupos mais populares, especialmente se os seus serviços tiverem alguma limitação geográfica, sazonal, ou outra qualquer que possa beneficiar de se juntar a outros grupos, que não sendo necessariamente grandes, possam ser úteis.

Também pode criar o seu próprio grupo. Para ter um bónus SEO na criação do grupo, crie-o com um nome que contenha palavras chave que gostaria que o seu negócio fosse encontrado no Google. Convide clientes e conexões existentes e mantenha um bom nível de atividade a colocar posts e updates, e o seu grupo irá crescer em pouco tempo.

Passo 7: Mostre as suas Competências ao Responder

Uma boa maneira de usar o Linkedin para estabelecer uma reputação como especialista na sua indústria é participar nas Respostas Linkedin. Para encontrar esta secção no website, vá a More>Answers>Advances Answers Search. Agora faça uma seleção dos resultados por palavra-chave relacionada com a sua indústria, e submeta respostas para quaisquer questões que ache que pode contribuir. Pode ainda citar fontes como o seu website e blog como suporte para sua resposta/contribuição, desde que seja relevante.

comentário num grupo linkedin
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Como usar o LinkedIn para encontrar emprego

Google e Facebook mostram 2012 em destaque

Felix Baumgartner com fato de astronauta a preparar-se para salto do espaço
Felix Baumgartner queda livre do espaço – imagem de CNN em cnn.com

Facebook, Twitter e Google – 2012

Tendências virais de 2012

Facebook, Twitter e Google mostram o ano de 2012 em revista com os acontecimentos que marcaram o ano e os vídeos e eventos que se tornaram virais, tais como:

  • Um carro telecomandado a aterrar no planeta Marte e um homem a cair do espaço
  • Um furação que deu cabo da Costa Este dos EUA;
  • As redes sociais, que cada vez mais juntam e ligam as pessoas e marcas um pouco por todo o mundo.

Vídeos virais de 2012, desde “Gangnam Style” até “Kony 2012”.

A morte “acidental” da Whitney Houston, por afogamento, foi uma das top procuras em todo o Google este ano, gerando também mais de 10 milhões de tweets, e foi o 4.º maior evento do Facebook em 2012. O Furação Sandy teve mais de 20 milhões de tweet, e foi o evento com maior tendência para crescer em 2012 no google.

O Google define as tendências como sendo as pesquisas que tiveram maior quantidade de tráfego ao longo dum determinado período em 2012, quando comparado com 2011.

Embora as redes sociais e os motores de busca sirvam propósitos diferentes, ambos capturam a atenção das pessoas e a utilização que estas fazem neles numa base diária, senão veja-se: mais de 2 terços de adultos Americanos usam as redes sociais frequentemente. São mais as mulheres do que os homens que usam as redes sociais, embora estes dados possam estar um bocado viciados porque existem vários perfis de mulheres que são criados por spammers. Ao todo, mais de 90% dos adultos com idades compreendidas entre os 18-29 anos estão nas redes sociais.

Já as tendências no twitter são um pocuo diferentes. Os twitters mais populares foram do Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da América, ao celebrar mais 4 anos de mandato. Embora estes acontecimentos sejam à volta dos EUA como nação, é curioso como os tweets dele foram dos mais populares a nível mundial. Por cá, em Portugal, o twitter não parece ter grande aderência.

Mais tendências/trends:

Twitter: Ano de 2012 no Twitter

Google: Google Zeitgeist 2012

Facebook: Ano de 2012 no Facebook

Aquilo que o Dalai Lama ensinou ao Papa sobre o Twitter

Papa 16 e pássaro azul do Twitter
Papa Benedicto XVI no Twitter (@Pontifex)

O Papa Benedicto XVI tem estado “intrigado” e “satisfeito pela resposta à decisão dele de se juntar ao Twitter, disse o padre Irlandês Monsignor Paul Tighe, chefe da equipa de social media do pontificado. Os padres trabalharam juntamente com o Twitter para desenvolder uma estratégia para os tweets do papa, e tomaram nota de outros líderes religiosos no que toca a decidir como seguir outros utilizadores do Twitter.

“A escolha entre seguir ou não seguir foi parcialmente devida ao facto de termos notado que o Dalai Lama não seguia ninguém”, acrescenta o padre Tighe.

A conta do Papa Benedicto XVI no twitter tem a morada de @Pontifex ou @Pontifex_pt – é a partir daí que ele irá tweetar.

De seguida leia a entrevista com o padre Paul Tighe, o responsável por social media do Pontificado.

Entrevista oficial aos tweets do papa – com Monsignor Paul Tighe

Como é que o papa se sente acerca do primeiro tweet dele?

Eu acho que ele está tanto intrigado como satisfeito. Nós estivemos à espera das perguntas. Tivemos de selecionar perguntas e envolvê-lo à base daquelas questões. Eu gostava que tivéssemos as colocado todas em linha, mas cada tweet irá ser visto e aprovado pelo papa

Você anticipa tweets diários?

Inicialmente, acho que serão infrequentes mas regulares, provavelmente relacionados com aqueles moementos nos quais o Papa se dirige ao mundo. No Domingo, ele dará um discurso na Praça de São Pedro. Outro acontecimento dar-se-á na quarta-feira, e em preparação para isso, o Papa pode prestar alguma atenção à elaboração do tweet para que ele venha mesmo dele. Para uma fase de lançamento, ele irá responder diretamente a uma série de questões relacionadas com a fé.

A equipa do Twitter ajudou?

Eles sabem como ter um certo sentido de ajuda. Eles foram muito prestáveis, em especial a vice presidente para a inovação social, a Claire Diaz-Ortiz.

A possibilidade de ser hackeado poderá ser um medo?

Nós trabalhámos juntamente com o Twitter nisto. Eles já têm experiência ao terem trabalhado lado a lado com outras figuras públicas de renome a nívem mundial, e têm cosnseguido salvaguardar a conta deles a ter níveis apropriados de segurança, quer seja o Barack Obama ou o Dalai Lama. Nós sentimos que temos tão boa segurança quanto é possível ter nesta plataforma social.

Porque é que o Papa não segue ninguém?

Reparámos que o Dalai Lama não seguia ninguém. Como é que decidimos quem seguir e não seguir? Isso é uma das razões pela qual o Facebook, onde temos de conscientemente decidir quem é e quem não é um amigo, não seria o melhor meio social. Nós poderíamos ter seguido os cardinais e bispos mas e depois?

O Barack Obama segue mais de 600 000 pessoas

Talvez devamos falar sobre isto como uma boa prática para os líderes da Igreja a nível mundial.

Porquê agora?

Várias figuras de destaque, desde cardinais a bispos a crentes no geral, estão presentes no Twitter. De certa forma, a presença do papa é, ex post facto, um apoio ou encorajamento a eles. Temos uma série de pssoas que dizem, “Se o Papa vai para o Twitter, talvez seja altura para mim também”. Nós temos pensado de forma ativa nisto desde Janeiro, quando o Papa deu uma mensagem focada no silêncio a antecipar o Dia Mundial das Comunicações.

Silêncio

Silêncio é uma parte integral das comunicações. Se não és sliencioso, não estás a ouvir o outro. Ele acha que se usarmos estes meios sociais, nós podemos estar a ouvir. Social media dá-nos os meios para ouvir. Isto tem o potencial extraordinário de ajudar a saber como é que as pessoas interpretam a mensagem. O papa sente que os novos meios também podem ajudar a promover atitudes de silêncio e reflexão e ensinar meditação às pessoas. Ele também disse que é possível, usando frases curtas, para comunicar verdades importantes.

Como é que vocês conseguem dizer verdades restringindo-as a 140 caracteres?

É um desafio, mas é a essência dos ensinamentos da bíblia. No ano passado, dividimos a mensagem do Papa para a Quaresma em 40 tweets, ou 40 frases curtas. Fomos a um site que criámos quatro anos atrás chamado Pope2you.net e perguntámos se alguém queria ficar com isso. Cerca de 30 000 pessoas queriam ter um dos tweets do Papa nos dias da Quaresma.

Vi um vídeo na homepage para Advent, Gangnam Style

A Diocese de Sidney foi responsável por isso. É um bom website. Eles gastaram cerca de €2000 com isso. Na primeira semana tiveram 5 milhões de hits. Temos 25 pessoas a trabalhar a tempo inteiro na assembléia. A Igreja é uma comunidade de comunidades. Não é muito diferente duma network, ou rede social. Vejam o vídeo Advent. Nós gostámos. Pusemo-lo no nosso website e outras dioceses espalharam-no. Eu enviei-o para os meus sobrinhos na Irlanda e eles adoraram. Isso é o poder dos social media.

Eu sei. O Papa tem 610 000 seguidores sem ter feito um único tweet.

Não é tentar ter o máximo n.º de seguidores, mas existe um certo prazer em poder ver que os números de seguidores são elevados. Mas nós não estamos a competir com ninguém. Isto não é um jogo para ter seguidores para o Papa. É sobre ter novas maneiras de alcançar as pessoas que podem ser tocadas, encorajadas pelas palavras do Evangelho. Se eles são seguidores, eles são seguidores de Cristo.

Então o Twitter é um novo sítio para apregoar

É quase como o equivalente aos mercados antigos de onde Jesus interagia com as pessoas. É aí que temos de estar, com todas essas ambiguidades e dificuldades, porque é aí onde as pessoas estão.

Leia a notícia em http://www.businessweek.com/articles/2012-12-11/the-popes-social-media-guru-on-at-pontifexs-first-tweet

7 maneiras para Freelancers serem pagos pelos clientes

Como ter clientes pagadores

Um dos maiores problemas que constitui uma dor de cabeça para freelancers é os clientes não pagarem.

Uma boa maneira de aprender uma coisa é aprendê-la por experiência própria. Muitos freelancers podem evitar este problema se tiverem um plano, ou um sistema que eles possam seguir e não fazer as coisas “à balda”.

Este artigo ajuda freelancers e até mesmo consultores e quaisquer prestadores de serviço a evitar o problema dos “fundos perdidos” – não receber dinheiro dos clientes.

1. Investiga o teu cliente

Não é preciso fazer de detetive privado nem ir a exageros, mas é bom fazer pelo menos alguma investigação nos teus potenciais clientes, porque nunca é demais saber sobre quem te irá pagar pelos teus serviços.

Como quem já trabalhou com várias empresas em fases iniciais, eu faço os possíveis para não ser muito crítico ou tendencioso quando avalio novas empresas e novos potenciais clientes, mas regra geral, quanto mais tempo de atividade eles tiverem, melhor (é claro que existem exceções, por vezes uma empresa pode ser antiga e ser mau pagadora – mas a exceção não faz a regra).

Fatores que devemos ter em atenção

  1. Quão públicos ou sociais é que eles são? (são ativo nas redes sociais?)
  2. O que é que os clientes dizem sobre eles?
  3. Já alguma vez apareceram em publicações de renome?
  4. É fácil de contactar as pessoas que lá trabalham?
  5. Quão dispostos é que eles estão a responder às tuas perguntas?
  6. A grande preocupação sobre o teu serviço está relacionado com o preço?

Aqui o que é preciso compreender é não termos medo de fazer perguntas, às vezes até é bom perguntar e pedir se eles foram referidos, ou não, por um cliente anterior (e eu já fiz isso).

2. Nada de amostras gratuitas

Pode ser sensato, dependendo do caso, fazer trabalho à borla para arranjar o primeiro cliente, mas se já estiveres algo estabelecido como prestador de serviços, o teu lema deverá ser: nunca darei amostras gratuitas.

Amostras querem dizer dar uma parte dum projeto, ou design diretamente para o cliente. Conheço um designer gráfico cujo potencial cliente lhe pediu uma visualização dum projeto (sem lhe ter pago nada ainda) no qual o designer lhe enviou uma imagem quase completa. O potencial cliente recebeu a imagem e depois pediu de volta o .PSD (PSD é o ficheiro completo da imagem em Photoshop que permite fazer várias alterações) sem sequer ter pago nada. Isto é um exemplo dum potencial cliente a evitar.

Sabem quais são o tipo de clientes que pedem trabalho gratuito?

Os barateiros.

Clientes que apreciam o teu trabalho já deram uma olhada em trabalho anterior e são capazes de apreciar as tuas capacidades para a tarefa que eles têm em mente a partir do teu portfolio (e tu tens um portfolio, certo?).

Se és bom a fazer alguma coisa, nunca o faças gratuitamente.

3. Aumenta os teus preços

Por muito esquisito que possa parecer, isto é bom. Pode parecer um mau conselho, mas é umas das melhores táticas para evitar este tipo de clientes.

Eu penso assim: prefiro ter 1 cliente que pague bem do que 5 maus pagadores – que pagam mal ou nunca pagam.

Baixos preços atraem clientes barateiros e muito exigentes. Se eu quero um cliente exigente, quero que seja um que pague bem. Os potenciais clientes que querem tudo por nada são aqueles que temos de evitar. Eles que vão fazer o trabalho deles noutro sítio, com pior qualidade, pior serviço e um produto inferior. É o tipo de pessoas que é avarento noutras áreas da vida dele e nunca irá ser uma pessoa verdadeiramente bem sucedida.

Aumentar os teus honorários não só te vai dar a oportunidade de trabalhar em menos projetos para melhor lucro, mas também teremos o benefício acrescentado de apenas seduzir os clientes que estão dispostos a pagar bem por um bom serviço – que é um dos meus lemas.

Este tipo de clientes encara o nosso serviço como um investimento, e se aquilo que lhes estamos a fornecer a eles, como prestador de serviços, lhes der um retorno financeiro, físico ou emocional, então eles não irão refilar com o preço, porque se sentiram valorizados com o nosso serviço.

Certifica-te que não estás a estabelecer preços para os teus serviços que possam parecer que não valorizas o teu serviço; se és responsável, trabalhador e talentoso naquilo que fazes, cobra os teus serviços à tua altura.

4. Mantém a calma

Supões que arranjaste um novo cliente, e ele diz que os teus preços ou o prazo de entrega é bom e estão prontos para avançar.

Mas nem tudo são rosas. Imagina que o teu potencial cliente diz isto:

“Isto é um projeto que devia ter sido feito para ontem! Vamos elaborar aqui um contrato, mas era bom se pudesses começar a fazer já estas duas coisas para nós.”

Alto e pára o baile.

A menos que tenhas confiança plena de que este cliente é de confiança, não caias neste disparate. Se ter um contrato escrito é algo que eles são suposto fazer, isso é problema deles, tu não deves começar a trabalhar à borla antes de teres uma GARANTIA de que vais ser pago.

É verdade que às vezes eu trabalho em condições mais permissivas com os meus clientes, mas isso é porque eu já confio neles e sei que eles não me dececionam, nem em pagamento nem em cordialidade profissional.

Agora no que toca a novos e potenciais clientes, ter termos bem definidos, ou mesmo um contrato escrito, é a coisa mais correta a fazer antes de começar a trabalhar sem uma garantia.

5. É preciso um contrato

Se achas que não é preciso um contrato para um potencial cliente com o qual nunca trabalhaste, pensa outra vez.

Sem um contrato escrito, o teu cliente não tem nenhuma obrigação moral de te pagar. De todo.

Isto significa que se eles decidiram largar-te da mão e do teu projeto ou se eles não tiverem com disposição para te pagar, tens duas opções:

  1. Não fazer nada
  2. Fazeres queixinhas aos teus amigos e colegas

Não há maneira legal de provarmos que eles nos devem dinheiro sem algum tipo de papel, físico ou digital, que prove que o cliente tem um compromisso connosco. Emails muitas vezes não funcionam no que toca a poder provar as coisas porque é fácil manipular emails.

Eu tenho elaborado uma série de termos e condições ao longo dos anos que me têm permitido estar descansado no que toca a esta coisa dos contratos.

Um contrato deverá ter alíneas em como e quando seremos pagos, que tipo de direitos temos ao nosso trabalho, que prazos devem ser cumpridos, etc.

Não te queimes só porque és tímido(a) ou preguiçoso(a) para quereres elaborar um contrato como deve de ser.

6. Pede adiantado

Uma forma de nos asseguramos que somos pagos pelo nosso trabalho é ter um plano de compensação para determinadas etapas no trabalho e/ou um adiantamento antes de começar o serviço.

Assim, se as coisas correrem mal, já fomos pagos por qualquer tipo de etapa de trabalho que já concluímos.

Nos termos, podemos ter alíneas específicas do género “Se isto acontecer…”. “Se isto acontecer” são cláusulas que podemos meter no contrato, ou seja, cláusulas de incumprimento e do resultado que poderá ocorrer se algo não acontecer. Por exemplo, “se um pagamento for tardio, então eu, como prestador de serviços, irei parar o meu trabalho até boa cobrança”.

Algumas destas coisas podem parecer muito óbvias, mas a vantagem nelas é definir estes parâmetros antes de começarmos a trabalhar (e criar uma lista de termos que depois podemos usar com outros clientes).

Desta forma não temos de fazer as coisas à balda e esperar por boa cobrança. Com isto temos um sistema, em que tanto nós como o cliente concordamos naquilo que irá acontecer se certas coisas ocorrerem, portanto não há grande stress nem confusão das responsabilidades de um ou do outro (nem nós nem o cliente).

7. Consultoria? Estabelece um tempo limite

Consultoria é uma boa maneira de partilhar o nosso conhecimento e experiência com os outros e cobrar apropriadamente em relação ao nosso tempo gasto.

Embora eu tenha referido que nunca devemos entregar trabalho e amostras gratuitas, no que toca à consultoria, esta é uma área um pouco cinzenta.

Se bem que oferecer alguma consultoria gratuita pode ser bom para expandirmos a nossa network e quantidade de pessoas que conhecemos para crescer o nosso negócio de forma orgânica devido às referências de clientes que iremos receber, é sempre bom lembrarmo-nos disto:

Tempo é dinheiro

Pode ser simpático poder dizer, “Sim, vamos-nos sentar e falar sobre o seu projeto/negócio”, e até é muitas vezes uma boa estratégia de marketing assim o fazer, mas é preciso estarmos bem cientes do tempo que estamos dispostos a usar com os nossos prospetos, porque um prospeto é um potencial cliente, não é um cliente.

Se estás disposto(a) a usar 30 minutos do teu tempo (e despesas de deslocação, se é que algumas) que poderá ajudar a espalhar a palavra sobre a tua empresa (ou alguém cujo trabalho admiras), tudo bem, faz isso, mas não fiques com eles durante duas horas só porque não consegues pôr um fim à conversa. O que interessa perceber daqui é que é bom ser sempre cordial e profissional com as pessoas, mas se o objetivo é ganhar dinheiro com base na consultoria que prestamos, então é preciso ter atenção com o teu tempo.

E tu? O que pensas sobre isto

Agora passo a bola para o teu lado (ou para a tua beira como dizem os nortenhos).

O que achas destas estratégias no que toca a evitar clientes maus pagadores e fundos perdidos? O que é que acrescentarias à lista?

4 curas para procrastrinação

Numa pequena empresa, todo o minuto conta. É preciso fazer as coisas depressa e estarmos concentrados nas tarefas se queremos que o nosso negócio cresca. Como líder, aprender a derrotar a procrastinação (a arte de evitar fazer as coisas) vai fazer de si e da sua equipa mais produtios, mais frequentemente.

Todos nós procrastinamos ocasionalmente, mas procrastinadores ocasionais descartam praticamente todas as tarefas que têm a fazer. De acordo com Joseph Ferrari, um professor de psicologia na Universidade DePaul de Chicago, cerca de 20% da população mundial pode ser classificada como procrastinadores crónicos. Eles deixam a gasolina chegar ao fim, perdem os concertos porque esperaram até tarde de mais para comprar bilhetes, e colocam projetos até à última da hora.

Muitos outros têm aquilo que os psicólogis chamam de “procrastinação decisiva”, ou seja, eles evitam fazer decisões até terem de as fazer por necessidade, por urgência, ou até alguém fazer isso por eles. “Eles estão ativamente, conscientemente, e estrategicamente a adiar as coisas”, diz Ferrari.

Para curar procrastinação crónica, Ferrari dá 4 dicas:

1 – Concentre-se
Procrastinadores normalmente passam muito tempo a pensar no panorama geral das coisas, e dessa forma as coisas podem parecer um pouco intimidadoras. “Eles vêem a floresta e esquecem-se de que é feita de árvore”, diz Ferrari. “Eles pensam, ‘eu não consigo fazer isso tudo'”.

Para fazer com que um projeto pareça alcançável, divida-o em passos ou etapas. Escreva cada passo e calendarize uma quantidade específica de tempo para o concluir. Comece com uma tarefa que parece fácil ou apelativa para si. Faça um passo ou etapa de cada vez e quando mal der por isso já o projeto está completo. A sério, experimente.

2 – Dê uma recompensa a si próprio
Ligue atividades que não gosta com outras que gosta e deixe esses incentivos ajudá-lo a permanecer concentrado no objetivo/projeto. Pode-se recompensar a si mesmo com um programa de TV que você gosta de ver, ou fazer uma caminhada, jogar vídeo-jogos ou dar uma leitura num livro interessante. O que é interessa é que seja “alguma coisa que você gosta de fazer para que se torne como um reforço para algo que não gosta de fazer”, diz Ferrari.

À medida que muda os seus hábitos, não tente ser um perfeccionista. “Se conseguir alcançar 80% dos seus objetivos de mudar, isso já é um sucesso”, diz Ferrari.

3 – Anuncie os seus objetivos públicamente
Dizer os nossos objetivos aos outros, amigos, colegas, etc. Sentir que os outros nos estão a observar evita que façamos desculpas. Podemos ter um diário ou colocar os nossos objetivos no Twitter ou no Facebook, dizer a um amigo, etc.

Isto também serve para projetos de equipa e em grupo. Se a responsabilidade é um pouco difusa, as pessoas estarão mais inclinadas para evitar as coisas (procrastinar). Em vez disso, defina claramente quem é responsável por cada tarefa e faça medição do progresso de forma pública para todas as pessoas se sentirem responsáveis.

4 – Não perca a embalagem
A primeira lei de movimento de Newton diz que um objeto em movimento tende a ficar em movimento. Quando você começa uma tarefa, está muito mais passível de assim a continuar a fazer até a acabar.

Agarre na tarefa mais fácil da sua lista e force-se a si mesmo de a começar. Feche o seu browser, desligue o email e ponha o programa no qual tem de usar para completar a tarefa em ecrã cheio para não haver distrações. “Diga apenas ‘agora’ e faça-o”, diz Ferrari. “Comece simplesmente”.

Just do it 🙂