Checklist simples para criares o teu perfil LinkedIn

Checklist simples de perfil LinkedIn

Há muitas maneiras de usar o LinkedIn para negócios e assuntos profissionais.

O LinkedIn tem três entidades principais:

  • perfil pessoal
  • página de empresa
  • grupos

Neste artigo vou-te ajudar como criares o teu perfil pessoal.

Provavelmente já tens um perfil, portanto vou mostrar-te as áreas onde podes estar bem e outras áreas onde podes melhorar.

Tira fotos profissionais

O LinkedIn é uma rede social profissional. A foto que carregares para o teu perfil deve ser uma foto de cara e pescoço, tirado de forma profissional.

A tua foto não deve ter:

  • pessoas a abraçarem-te
  • tu a beberes uns copos
  • tu e qualquer outra pessoa
  • uma foto de má qualidade e amadora
Joao Paulo Alexandre
A minha foto no LinkedIn tirado num fotógrafo profissional

A tua foto consegue mostrar um pouco da tua personalidade? Se sim, aproveita isso, especialmente se estiveres a criar a tua marca pessoal, ou fores um consultor, coach ou freelancer.

Se não tens uma foto de cara profissional, investe dinheiro nisso.

Isto não é para ser um currículo

Um grande erro que vejo no LinkedIn é as pessoas que tratam o perfil delas como um currículo. A menos que estejas ativamente à procura de emprego, sugiro que não o faças.

Pensa no teu perfil LinkedIn como um sítio para te promoveres assertivamente e desenvolveres os teus negócios. Por vezes tens de pensar mais alto.

Um grande erro que vejo no LinkedIn é as pessoas que tratam o perfil delas como um currículo. Click To Tweet

Se trabalhas numa empresa, o LinkedIn é bom em muitas vertentes e pode-te ajudar nas relações com clientes (e prospetos), partilhares o teu conhecimento, promoveres a empresa onde colaboras, fazer prospeção, entre outros.

Se estás por conta própria ou és empreendedor, ainda melhor, porque o teu perfil LinkedIn é a página onde te podes promover e ao teu negócio.

Não percas tempo nem espaço precioso a listar todos os trabalhos que fizeste e certificações e “papéis” que possas ter. Tira o melhor partido do teu perfil ao fazeres isto:

  • Aproveita bem a secção do sumário, pois está no topo do teu perfil. Em vez de listares só as tuas competências e talentos, descreve o que podes fazer pelas pessoas/empresas, coloca um case study, um vídeo do teu produto ou serviço.

    Secção Summary perfil LinkedIn

  • Personaliza o teu cabeçalho, que fica por baixo do teu nome. Essa linha é o que as pessoas vêem nos resultados de pesquisa, portanto não coloques só a tua posição na empresa. Sê criativo(a) e escreve algo que chame à atenção das pessoas. Eis uma das frases que eu coloquei no meu perfil.

    Cabeçalho LinkedIn

  • Inclui mídia. O LinkedIn deixa-te anexar documentos, fotos, links, vídeos e apresentações nas secções do teu perfil. Torna o teu perfil interessante a nível visual para que as pessoas queiram saber mais sobre ti.

    Adicionar media no LinkedIn

Mostra os teus sucessos

Há várias secções opcionais que podes adicionar ao teu perfil para o deixar mais completo. Preenche tantas aquelas que achares necessárias e relevantes para o teu perfil.

Aconselho adicionar informações em secções que mostrem o tipo de trabalho que fazes, nos Projects e Publications.

Ao mostrares a tua experiência e conhecimento, podes estar a atrair novos clientes e conexões profissionais que te podem vir a abrir portas.

Secção Publications LinkedIn

Solicita recomendações

Não sou de pedir “recommendations” nem “endorsements”, prefiro dar sem pedir nada em troca.

No entanto, se quiseres tirar o máximo partido do teu perfil, podes pedir recomendações e endorsements. As recomendações são mais importantes.

Os endorsements são quando fazes um endorsement nas competências de outras conexões tuas, quando clicas no botão Endorsement no LinkedIn.

As recommendations são os comentários que os outros utilizadores no LinkedIn escrevem sobre ti, conexões que te conhecem e/ou trabalharam contigo em algum projeto, empresa ou instituição de ensino.

Recomendação LinkedIn

Podes escrever recomendações para outros utilizadores, que, quando aprovadas, serão publicadas no perfil deles. Isto é bom para empreendedores que estejam à procura de se ligar a potenciais clientes ou outros profissionais para parcerias e networking.

Como consegues uma recomendação? Contacta alguns dos teus colegas, clientes, ou mentores, e pergunta-lhes se eles poderiam escrever-te uma recomendação no LinkedIn. Melhor ainda é escreveres-lhes uma recomendação para eles e perguntar-lhes se te podem escrever uma também.

O que pensas do teu perfil?

Como achas que poderias melhorar o teu perfil, e como o farias?

14 blogs sobre Content Marketing que deves seguir

14 blogs de content marketing

Queres-te tornar um especialista em marketing de conteúdos? Ou talvez tenhas alguém na tua equipa que pode beneficiar disto?

O content marketing (marketing de conteúdos) é um tema bastante falado atualmente, e existem centenas de blogs e websites dedicados a este assunto.

Mas ninguém tem tempo para andar a vasculhar a internet à procura de tudo aquilo que foi publicado em content marketing, pois é um tema que abrange muita coisa e não é possível cobrir tudo num único blog.

Portanto, deixo-te a papinha toda feita e apresento-te uma série de blogs sobre marketing de conteúdos que abrangem vários tópicos sobre este tema.

Esta é a lista dos melhores 14 blogs a seguir sobre marketing de conteúdos, sem nenhuma ordem específica.

1. Social Media Examiner
Este é um dos maiores e mais conhecidos blogs de social media que existem. Cobre várias plataformas sociais como o Facebook, Twitter, LinkedIn, Google+, Pinterest, Instagram, Snapchat, e outros.

Os artigos neste blog são de fácil compreensão, para apelar tanto a iniciantes como a veteranos, e são partilhados centenas ou milhares de vezes de cada vez que publicam um artigo.

2. Copyblogger
O Copyblogger foi iniciado em 2006 por Brian Clark, e é uma autoridade em copywriting e blogging.

Vários artigos no website são de alta qualidade, que cobrem tópicos desde como criar conteúdo propenso a ser partilhado a técnicas avançadas de copywriting.

3. Buffer
Muitos marketers usam a Buffer App, uma ferramenta web que permite aos utilizadores gerir as suas partilhas nas redes sociais.

Eles têm, no blog, bons artigos em várias áreas, relatando muitas vezes as suas próprias experiências que fazem nas redes sociais e em marketing de conteúdos. Aprende-se bastante com os artigos deles.

4. Hubspot
A Hubspot é uma empresa muito conhecida de inbound marketing.

Muitos autores escrevem conteúdo de alta qualidade no blog da Hubspot, que trata não só de content marketing e criação de conteúdo, mas também em search engine optimization (otimização motores de busca) e outros assuntos relacionados ao marketing digital.

5. Quick Sprout
Este blog foi começado por Neil Patel, um dos gurus do SEO. Os artigos no Quick Sprout concentram-se em como obter tráfego (visitantes) a partir dos motores de busca, através da ajuda do marketing de conteúdos.

Aí poderás aprender bastante sobre analítica, redes sociais, blogging, otimização de conversão, páginas de destino (landing pages), e outros tópicos.

6. Seth Godin
Um dos maiores autores best-seller que existem, o Seth Godin é um dos “Budas” do marketing, tendo sido ele que inventou a expressão permission marketing.

O Blog do Seth Godin está repleto de informação útil em marketing, negócios e criatividade. A maioria dos artigos dele são curtos e provocadores.

8. Kissmetrics
Kissmetrics é uma empresa conhecida pelo serviço de analítica que tem, mas o blog deles abunda de boa informação sobre marketing de conteúdos, redes sociais, SEO, e outros tópicos interessantes.

A maioria dos artigos no blog da Kissmetrics é apoiado em fontes e estudos, com explicações simples de entender.

9. Content Marketing Institute
Por trás desta empresa está o Joe Pulizzi, um especialista em content marketing. Ele costuma fazer consultoria com várias marcas sobre esse tema.

Ele e os autores dos artigos que ele tem no blog são experts em estratégias de conteúdo.

10. Curata
Curata é uma ferramenta de content marketing (software). Começou em 2007 e a partir daí desenvolveu uma lista de centenas de empresas que usam este software para fazer curadoria de conteúdos.

O blog da Curata tem boa informação em content marketing, apoiado em dados concretos e estudos. Aqui encontram-se também vários recursos de alta qualidade sobre marketing.

11. The Content Wrangler
Este blog pertence a Scott Abel, e contém muitos artigos em estratégia de conteúdos, gestão de conteúdos e outros do género.

O Scott Abel é também entendido em redes sociais.

12. Social Triggers
Social Triggers é um site popular, fundado pelo Derke Halpern, conhecido por ser empreendedor e especialista em (internet) marketing.

No blog do Derek Halpern existe vários artigos de alta qualidade sobre empreendedorismo, lançamento de produto digital, aumentar tráfego, marketing de conteúdos, analítica, aumentar a taxa de conversão, redes sociais e outros tópicos sobre marketing online.

13. Convince and Convert
Um blog começado por Jay Bayer, que ganhou vários prémios. O Jay Bayer é considerado um dos maiores entendidos na área do content marketing.

Este blog orienta-se muito em estratégias de content marketing e vale a pena ler.

14. Occam’s Razor
Este é o blog oficial de Avinash Kaushik, um expert em marketing digital, mais conhecido por ser uma das maiores autoridades em analítica.

Ele escreve bons artigos, por vezes muito extensos, mas informativos, sobre analítica e marketing digital no geral, mas também sobre marketing de conteúdos.

E tu que blogs segues?

5 estratégias para ser líder de opinião no LinkedIn

Estratégias LinkedIn líder opinião

Uma das melhores oportunidades que o LinkedIn nos apresenta é a possibilidade de sermos uma pessoa influente, um líder de opinião.

Isto é particularmente importante no que toca à promoção B2B (e no mercado de trabalho laboral), e também se estiver a criar a sua marca pessoal num campo competitivo.

Ser uma autoridade num segmento de mercado (ao publicar conteúdo de qualidade) faz com que as pessoas o(a) vejam como um líder na sua indústria.

Ser um líder de opinião ou uma pessoa influente não é só escrever uns artigos e partilhá-los na sua página. Requer uma estratégia. Para criar uma estratégia, é necessário saber as preferências da sua audiência.

Assim, para ganhar o reconhecimento e ter maior reputação do que a sua concorrência no LinkedIn, siga estas estratégias.

1. Partilhe notícias sobre a sua indústria

Notícias e acontecimentos relevantes na sua indústria, quer sejam a partir do seu website ou fontes de autoridade, irão trazer-lhe tráfego (visitantes).

Quanto mais publicar (atenção: conteúdo de qualidade), e mais original for o seu conteúdo, mais fácil será destacar a sua personalidade, a sua voz, dos outros e destacar o seu perfil

2. Publique no LinkedIn Pulse

Crie artigos que sejam relevantes para o seu público-alvo, que sejam úteis ou interessantes. Publique-os no seu perfil por via do LinkedIn Pulse.

Os artigos podem ser curtos ou longos, desde que proporcionem valor às pessoas. Experimente tanto artigos curtos como longos para perceber quais os que são mais lidos e geram mais envolvimento para com os leitores.

3. Use o seu perfil pessoal LinkedIn

Cada detalhe conta. Se é um profissional reconhecido na sua indústria, e está a ganhar notoriedade na sua marca pessoal, é bom ter o seu perfil associado à sua empresa.

Assim, a sua empresa (quer seja colaborador ou dono) irá beneficiar da associação e do trabalho que tem feito em prol do seu branding pessoal.

4. Participe em Grupos LinkedIn

O LinkedIn tem uma “carrada” de grupos. Junte-se àqueles que são relevantes para os seus interesses (profissionais, de preferência) e participe neles ao colocar e partilhar conteúdo relevante.

Estará assim a alcançar outras pessoas que partilham os mesmos interesses, ou que estejam até interessados nos seus produtos ou serviços. Atenção, não faça spam nem seja muito promocional, porque isso percebe-se.

5. Comece o seu próprio grupo LinkedIn

Não seria bom ser dono(a) do seu próprio castelo? Se o seu segmento de mercado não tem um grupo (ou que não seja popular), crie um grupo, como eu fiz com o grupo oficial LinkedIn dos Consultores & Freelancers (junte-se ao grupo).

Após ter pessoas a juntarem-se, pode participar no grupo como faz nos outros grupos, apenas com a diferença de que é dono dele.

15 dicas para retalhistas angariarem emails

19 dicas email retalhistas

Os marketeers sabem que ter uma lista de emails é importante. O tamanho da lisa precisa de aumentar, assim como a qualidade, e evoluir para tirar bom partido dos subscritores.

Os marketeers sabem que ter uma lista de emails é importante.
Uma boa lista de emails é o pilar do email marketing, um dos melhores canais de marketing que pode haver, com bom retorno. Como tal, estão aqui 19 dicas.

  1. Faça com que valha a pena o utilizador subscrever-se ao ter um lead magnet (incentivo que motiva potenciais clientes a lhe darem os seus dados).
  2. Indique aquilo que os seus destinatários poderão esperar receber de si, e com que frequência.
  3. Inclua um formulário numa página de vídeo para coletar nomes e emails.
  4. Coloque conteúdo regular nas redes sociais com um separador de subscrição de newsletter.
  5. Crie uma landing page (página de destino) com boas call-to-action (apelos à ação) com cupões ou outros incentivos para que as pessoas se queiram subscrever.
  6. Envie emails de boas vindas a novos subscritores com um desconto e botão de partilha ou link para formulário para eles referirem amigos e ganharem outro cupão.
  7. Tenha um botão de subscrição na sua assinatura de email (um link para um formulário no seu website) para que as pessoas cliquem e se subscrevam.
  8. Coloque separadores nas suas páginas das redes sociais (nas que as permitem) com um formulário a convidar a pessoa a subscrever-se.
  9. Promova a sua newsletter em todos os seus materiais de marketing offline (impressos). Ver como contratar o designer ideal.
  10. Incentive as pessoas na sua loja física a subscreverem-se à sua lista. Dê um cupão de desconto, se necessário, como incentivo.
  11. O seu website deve ter um formulário bem presente para as pessoas se subscreverem na hora.
  12. No seu formulário de contacto, acrescente a opção de subscrever a newsletter. Eis um exemplo, faça scroll neste formulário e veja “Subscrever newsletter – SIM ou NÃO”.
  13. Apresente algumas promoções e descontos apenas a subscritores de email para se sentirem especiais e pensar que foi uma boa ideia terem-se subscrito.
  14. Promova um webinário ou concurso e angarie emails.
  15. Crie diferentes segmentos na sua lista de email de acordo com as necessidades e interesses da sua audiência.

4 ferramentas para o designer gráfico iniciado

4 ferramentas designers graficos

Existem várias ferramentas na web para te ajudarem a criar imagens à maneira. Uma das mais populares é a Canva, mas também tens a PiktoChart e a Venngage.

Estas são ferramentas “drag-and-drop”, onde se arrastam imagens e efeitos visuais para a composição, assim como usar a tipografia para criar boas imagens sem ser necessários grandes conhecimentos de design, especialmente se o tempo for escasso.

Talvez já tenhas experimentado algumas destas ferramentas, ou te foi pedido para criares imagens mais complicadas.

Se estiveres no mundo do design, e tens de fazer uso de ferramentas mais potentes, talvez tenhas a suite de programas da Adobe, que podes ou não usar frequentemente.

Por esta altura, deves ter aprendido ou lido que o Comic Sans é o pior tipo de letra que se pode usar e que os itálicos, negritos e sublinhados são formatações para se usar só de vez em quando.

Seja qual for a tua experiência, estas 4 ferramentas vão-te ser úteis e ajudar a levar o teu conhecimento de design gráfico para o próximo nível, quer sejas um entusiasta no design ou um iniciado no mundo do design gráfico.

Adobe Color CC

Adobe ColorCC
Adobe Colour CC é uma aplicação web da Adobe que te permite explorar vários tipos de padrões de cores, assim como criares os teus próprios padrões e guardá-los.

Com isto podes fazer emparelhamentos de cores para layouts de cartazes, web design e outros. Tens várias opções de cores, tais como cores análogas, monocromáticas, complementares, e outras. Podes exportar qualquer esquema de cores para o Photoshop, Illustrator e InDesign.

Designers Toolbox

Designers Toolbox
Talvez te tenha calhado a tarefa de criar um folheto ou um cartaz e não sabes por onde começar? Designer Toolbox é um excelente recurso sejas tu principiante ou experiente nestas matérias.

O Designer Toolbox mostra-te os vários tipos de trabalhos de design e tamanhos de envelopes, cartões de contacto, banners web, postais e outros. Podes ainda gerar texto-boneco Lorem Upsum e saber a história por de trás dele.

Google Fonts

Google Fonts
Google Fonts é um conjunto de fontes alojadas pela Google, todas gratuitas e livres de usar em websites e publicações.

Podes pesquisar por categorias (serifa, sem serifa), grossura, inclinação e largura da fonte e colocares o texto que quiseres no “preview text” para veres como fica (Grumpy wizards make toxicbre for the evil…) Com o Google Fonts podes encontrar a fonte ideal para o teu próximo projeto de design gráfico ou web.

WeTransfer

WeTransfer
WeTransfer é um dos websites mais práticos para enviar e receber ficheiros. Se estás a criar algum tipo de ficheiro para impressão, em que tens de preparar a arte-final, é possível que o ficheiro vá ficar grande.

Assim, em vez de enviares diretamente por email, podes aceder ao WeTransfer e enviar o ficheiro ao carregá-lo, escrever o nome da pessoa a quem vais enviar o ficheiro, assim como o teu email e mensagem. Quando o ficheiro for enviado recebes uma notificação no teu email, assim como quando o destinatário o tiver descarregado.

Conclusão

É uma lista pequena, mas útil. O Design gráfico pode ser uma atividade porreira e há muitas outras ferramentas e técnicas que podes usar para te ajudar na tua atividade e desenvolveres as tuas competências.

Quais são as tuas favoritas?

O que é o Growth Hacking e porque te deves importar?

Growth Hacking é um termo popular atualmente, e não é segredo que empresas e marketeers querem novas formas de se poderem destacar no mercado face à concorrência.

Imagem com símbolo de roda

Eles querem mais tráfego, mais engagement e uma melhor geração de leads.

Para isso, muitos estão a virar-se para o growth hacking para crescer o seu negócio.

Growth Hacking é um termo inventado por Sean Ellis em 2010. Inicialmente o termo envolvia vasculhar a internet e usar as redes sociais para efeitos de promoção, chegar a mais pessoas, gerar mais leads e faturar mais.

Desde que a ideia foi apresentada, que vários marketeers e empresas queriam aplicar estas técnicas, mas não percebiam bem o conceito nem como aplicar isto nos seus negócios.

Mas então o que é o growth hacking? O que define um bom growth hacker? E como começar com o growth hacking?

Growth Hacker vs Marketer: qual a diferença?

Um growth hacker não é um substituto do marketer. Um growth hacker não é melhor que um marketeer. Um growth hacking é simplemenste diferente dum marketeer.

O objetivo dum growth hacker é colocar o seu produto à frente de tanta gente quando possível, e de maneira a que convença as pessoas a converterem-se em leads e subscritores. Isto pode parecer o mesmo papel que tem um marketeer, mas a diferença é que um marketeer olha para a perspetiva no geral. Ele consider os 4Ps do marketing mix, Product, Price, Place e Promotion, e cria conteúdo de valor para dar ao consumidor.

Por outro lado, um growth hacker tem um foco mais cerrado. Ele pega em todos os recursos criados pelo marketer e usa-os para alcançar, envolver e converter o público-alvo. É aqui que o marketer pode entrar em cena e começar a nutrir as leads produzidas pelo growth hacker.

Anatomia dum growth hacker

Os growth hackers têm uma série de competência e características próprias. Normalmente são pessoas criativas, mas práticas. Sonham, mas não se deixam levar. São analíticos, mas agem quando é necessário.

Um growth hacker é alguém que estuda como as pessoas usam um produto e testam-no continuamente, otimizando-o de acordo com o feedback recebido para o melhorar e levar mais potenciais clientes a agir.

Revolvem problemas

Os growth hackers são bons a achar novas maneiras de resolver problemas. Para isso, vão à procura de soluções criativas para problemas com que se deparam. São pessoas criativas e curiosas, o que os leva a procurar novas formas de encontrar soluções, novos meios, métodos e plataformas para distribuir conteúdo

Rápidos e ágeis

São pensadores visuais, articulam ideias e pensamentos rapidamente. Não têm tempo ou paciência para muito planeamento e estratégia parada de mapear e documentar o caminho todo que há pela frente. Se bem que estes elementos são importantes numa estratégia de marketing, os growth hackers não usam isto como desculpa para não agir, e agir rapidamente.

Eles estão cientes do objetivo geral, e agem para ir ao encontro desses objetivos, fazendo decisões rápidas e agir de forma a tirar partido de oportunidades de crescimento.

Otimistas e competitivos

Não há lugar para o pessimismo. Os growth hackers são otimistas-realistas, e acreditam que o seu trabalho vai ser compensado, que o sucesso está ali ao virar da esquina (porque eles trabalharam bastante para lá chegar).

São ainda pessoas competitivas, o que os leva a querer ultrapassar problemas, obstáculos, e a destacarem-se da concorrência. Têm ambição, são pessoas confiantes e acreditam que as metas de crescimento a que se propuseram são possíveis e serão alcançadas.

Tratam a tecnologia por tu

Tem um à vontade com a tecnologia. Estão em cima dos acontecimentos e do que se passa no mundo dos media e das tecnologias, e são dos primeiros a testar novos serviços e produtos.

Os growth hackers têm um bom entendimento das competências tradicionais de marketing, assim como das digitais, tais como SEO, redes sociais, mobile marketing, otimização de conversões e marketing digital no geral.

Porque o growth hacking é importante?

Muitas marcas um pouco por todo o mundo tiveram bons resultados com o growth hacking.

O primeiro estudo de caso mais relevante foi o Hotmail. Ao adicionar “P.S.: I love you. Get your free email at Hotmail” na nota de rodapé dos emails que os utilizadores enviavam, a empresa angariou 3000 novos utilizadores num dia, e ao fim de alguns meses tinham 1 milhão. Estávamos em 1996. Em 1997, a Microsoft compra o Hotmail por $400 milhões, tendo agora 8.5 milhões de utilizadores e, continuamente a crescer.

Outras empresas também fizeram uso destas estratégias, tais como o Twitter, Facebook, Linkedin, Instagram e Pinterest.

Twitter

O Twitter conseguiu 60000 utilizadores num único dia ao focar-se no growth hacking. Eles perceberam que um novo utilizador revisitava o Twitter se eles seguissem pelo menos 10 pessoas ao se inscreverem na rede social. Assim, como parte do processo de inscrição, é sugerido ao utilizador, outras contas que ele pode seguir.

Isto mostra como o growth hacking não tem de ser complicado, apenas tem de funcionar. Uma das táticas mais eficazes para o Twitter foi tão simples quanto tornar a homepage do Twitter livre de distrações, focada em incentivar o utilizador ou a inscrever-se, ou a fazer login na rede social.

Facebook

O Facebook no espaço dum ano ganhou 200 milhões de utilizadores através de três táticas:

  • Dar aos utilizadores a possibilidade de colocar botões nos seus websites e blogs. Estes widgets (ex.: botões de Like e Share) aumentaram exponencialmente o número de utilizadores desta rede social ao gerar milhões de cliques para o Facebook, e consequentemente, milhões de inscrições.
  • Uma estratégia do Facebook foi comprar várias empresas ao longo dos anos, especialmente aquelas localizadas em países de terceiro mundo, para ter acesso mais prático e económico às suas tecnologias, soluções e para aumentar a base de utilizadores.
  • Através de publicidade criativa e barata numa network de anúncios, o Facebook aumentou muito o seu n.º de utilizadores, ao ponto de que a network pediu que o Facebook parasse de lá anunciar.

Tanto o Twitter como o Facebook são apenas dois dos muitos exemplos de empresas que tiveram resultados espetaculares com o growth hacking. Outras redes, como o LinkedIn (40% crescimento anual em faturação), Instagram ( 110000 seguidores em 5 meses) e Pinterest (70 milhões utilizadores em 3 anos), também tiveram o seu sucesso respetivo, ou não estariam no ativo.

Além do apelo que o growth hacking tem em produzir este tipo de resultados, muitas empresas gostam do growth hacking por, muitas vezes, precisar de poucos recursos para os resultados que produz. Há muitas ferramentas online, que são low-cost, disponíveis para serem usadas pelos growth hackers.

Onde começar com o Growth Hacking

Não existe uma única fórmula mágica ou estratégia que vai “fazer” o growth hacking funcionar por si e garantir-lhe o sucesso.

É necessário criar a sua própria fórmula de sucesso para a sua empresa, e ir melhorando a receita ao longo do tempo. Aqui o truque é perceber que o conceito do growth hacking é experimentar coisas novas, ao mesmo tempo que se analisam métodos atuais que têm funcionado com outras empresas.

Teste algumas ideias e implemente-as. Reveja os dados e resultados que essas ideias causaram e veja o que funcionou e como pode melhorar. E depois é só repetir e escalar em dimensão.

A estratégia a desenvolver varia de empresa para empresa, de acordo com o mercado, produtos e serviços, entre outros fatores. Por isso é importante ser calculista, mas um calculista que age rapidamente e com garra, pois é esse o perfil dum growth hacker: alguém que implementa uma ideia, e se tiver de falhar, pelo menos falhou rapidamente, e parte logo para outra tática para ir ao encontro do crescimento do negócio.

Apresento algumas dicas para se iniciar com o growth hacking.

  • Comece com objetivos facilmente mensuráveis, tais como tráfego, cliques e submissões de formulário.
  • Faça uso dos recursos que já tem. Veja onde pode partilhar o conteúdo existente, nos sítios habituais (redes sociais), e em outros sítios onde possa partilhar os conteúdos (fóruns, blogs), assim como novas formas de converter as pessoas diretamente nas suas páginas (landing pages, outros).
  • Teste meça todos os métricos que conseguir. Use ferramentas de testes A/B e multivariáveis nas suas páginas do website, meça estatísticas dos seus emails, nas suas publicações nas redes sociais e outros meios onde esteja a promover-se. Veja os resultados para saber como melhorar.
  • Tenha como objetivo ter algumas vitórias para que se possa sentir bem consigo mesmo(a), mas também para poder mostrar os resultados (mesmo que modestos) a outras pessoas, membros da equipa ou colaboradores, para eles também se sentirem motivados e quererem apoiar o projeto, para experimentar táticas mais avançadas de growth hacking.

Lembre-se que o growth hacking é um processo, não um conjunto de ferramentas. Botões há muitos, mas é necessário que alguém os coloque lá. Encontrar a estratégia certa para a sua empresa leva tempo e não há nenhuma fórmula mágica. O sucesso não é tirado da cartola como os coelhos, ele tem os seus altos e baixos, sucessos e insucessos, mas é ao aprender com ambos, a rever os resultados e a ser rápido na implementação que irás chegar aos teus objetivos.

O básico da linguagem corporal

Homem a ajeitar fato

Linguagem corporal é um termo para a comunicação feita com movimentos corporais, ao invés de, ou em adição a, sons linguagem verbal e outro tipo de comunicação.

A linguagem corporal faz parte da paralinguagem, que descreve os tipos de comunicação entre os seres humanos, que não fazem parte da linguagem verbal.

A linguagem corporal engloba também expressões faciais. Estes podem ser movimentos subtis que a maioria das pessoas não estão sequer cientes, como piscar o olho, ou movimentos da sobrancelha.

Quando estás na defensiva

Um movimento corporal comum é quando a pessoa cruza os braços no peito. Isto vê-se em todas as fotos de pessoas da Remax e muitos outros profissionais em várias indústrias.

Cruzar os braços mostra que a pessoa está a colocar uma barreira inconsciente entre ela e os outros. A pessoa está na defensiva. Mesmo que a pessoa esteja a sorrir, é um sinal de defesa. Portanto não te ponhas de braços – nem pernas – cruzadas quando tirares fotos ou a falares ao vivo.

Cruzar os braços mostra que estás na defensiva. Vês isto nas fotos da malta da Remax, e muitos… Click To Tweet

Mas atenção que é preciso colocar as coisas em contexto. Cruzar os braços também pode indicar que os braços da pessoa estão frios, e ela pode estar a esfregá-los ou a colocá-los junto ao peito para aumentar a temperatura corporal (há quem durma com os braços cruzados).

Esta parece uma desculpa esfarrapada para cruzar os braços, mas é preciso ter uma mente aberta e considerar todas as causas.

Cruzar os braços também pode significar que a pessoa está a refletir profundamente sobre algum assunto, se estiver num ambiente amigável e descontraído. Cruzar os braços num ambiente hostil, no entanto, é claramente um gesto que mostra oposição. Isto é facilmente observável quando a pessoa está com os braços cruzados e a encostar-se para o lado oposto do orador ou da causa da hostilidade. A juntar a isto, uma expressão facial zangada, ou mesmo neutra, é um indício de inimizade, ou de “cara de poucos amigos”.

Quando não concordas

Contacto visual constante pode significar que a pessoa está a pensar de forma positiva naquilo que o orador está a dizer. Também pode significar que a pessoa não confia no orador o suficiente para “desviar o olhar” dele.

Falta de contacto visual pode indicar negativismo. Por outro lado, certas pessoas com complexos de ansiedade ou timidez não conseguem fazer contacto visual com o outro sem algum desconforto sentido.

Mesmo que a pessoa esteja a fazer contacto visual contigo, se ela está a mexer nalguma coisa (com o anel, caneta) enquanto olha para ti, pode ser indício de que ela está com a atenção noutro sítio, como o que vai jantar hoje, ou que tem que apanhar os miúdos na creche.

Quando a pessoa desvia o olhar, normalmente é sinal de não acreditar em alguma coisa. O mesmo se passa quando toca na orelha, esfrega o queixo ou está com comichão. Quando a pessoa não está convencida daquilo que outra está a dizer, a atenção dela vai para outras bandas, e os olhos focam-se na distância.

Quando estás entediado(a)

O tédio é normalmente demonstrado quando a cabeça da pessoa inclina para um lado, ou quando os olhos estão a olhar diretamente para o orador, mas parece que estão desfocados.

Nota que é preciso encarar as coisas em contexto. Inclinar a cabeça pode ser um tique da pessoa, ou ela pode ter o pescoço dorido. E os olhos desfocados podem ser porque a pessoa tem problemas de vista.

Uma boa forma de saberes se a pessoa está com interesse é através da postura e do contacto visual. Não tens de ser um(a) pró para perceberes isto, pois já o fazes de forma natural.

Faz esta experiência. Imagina que estás numa sala de aula. Agora quero que faças de conta que estás a gostar muito daquilo que o professor está a dizer.

O que é que aconteceu? Provavelmente sentaste-te, inclinado(a) para a frente na tua cadeira, com o teu corpo virado na direção do professor, e com os teus olhos a fazer contacto visual com o orador.

Nós fazemos isto de forma natural.

Quando estás a mentir

Este é um movimento clássico. Esfregar ou tocar no nariz e em algumas outras partes da cara pode significar que a pessoa está a mentir ou a ocultar alguma coisa.

Mais uma vez te lembro que estes movimentos e gestos têm de ser encarados em contexto.

Há pessoas que colocam a mão à frente da boca quando riem porque podem ter um medo inconsciente de mostrar os dentes. Outras coçam a orelha, lábio inferior ou o nariz por ser um tique habitual da pessoa, ou por terem genuinamente vontade de coçar nessas zonas.

Encara as coisas em contexto e não assumes que esfregar o nariz é automaticamente sinónimo de uma pessoa desonesta. Percebe se esse é um tique habitual da pessoa, ou se ela está mesmo a ocultar alguma coisa.

Há mais, mas fica para a próxima

Existem outros gestos e táticas para saber o que as pessoas estão a sentir, mas quis deixar este artigo curto, para ficares com um entendimento básico sobre a linguagem corporal.

O tempo é tudo o que tens

Tempo é tudo o que tens

Um dia tem 24 horas.

Quantas horas tem o teu dia?

A questão não é teres mais tempo, é fazeres as coisas certas no tempo que tens. Como defines as tuas prioridades decide o tempo que tens. Se ficas sobrecarregado com trabalho e sem um resultado (faturação), então tens de re-avaliar as tuas prioridades e o objetivo do teu trabalho, para que consigas gerar os resultados que desejas.

A questão não é teres mais tempo, é fazeres as coisas certas no tempo que tens.

1. Diz não

Começa por dizer “Não” mais vezes. Não só dizer “não” às pessoas, mas a coisas. Aconselho o livro The One Thing, que te ajuda a focar naquilo que interessa e o que queres para a tua vida.

The One Thing

2.”Ajeitar papéis”

Uma coisa que dizemos a nós próprios é que estamos ocupados com trabalho de cliente, a fazer coisas relacionadas com o negócio, como trabalho administrativo (papelada), que nos deixa sem tempo para nos focarmos no marketing e em mais lucros.

Ver também: Trabalhos no marketing ou ajeitas papéis?

Estou cá para te dizer que isso é uma mentira. É uma mentira que dizes a ti próprio(a).

Se estás mesmo ocupado com trabalho de clientes e não estás a ganhar o suficiente para contratares alguém para te ajudar, então a questão não é o tempo; és tu que não te cobras o suficiente, não te valorizas o que mereces.

Se “trabalho administrativo” de ajeitar papelada leva muito do tempo, arranja alguém para delegares esse trabalho repetitivo. Pode ser uma pessoa no teu escritório ou um assistente virtual. A vantagem deste é que não tens de pagar benefícios (IRS, Seg. Social).

Se não tens dinheiro para contratar ninguém e estás ocupado(a) com “trabalho administrativo”, então voltamos à questão do não te estares a cobrar o suficiente.

3. “Ah, não tenho tempo”

Quando alguém me diz “não tenho tempo para o blog” ou criar conteúdos, aquilo que eu ouço é “não tenho tempo para fazer o que é necessário para pagar as minhas contas”. Não podes estar à espera de fazer o que estás a fazer agora e esperar resultados diferentes.

É essa a definição de loucura de acordo com o Einstein: fazer sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes.

Para mim um louco é quem faz sempre as mesmas coisas e espera resultados diferentes.
– Einstein

“Não tenho tempo” é uma desculpa para te sentires bem em não fazeres o trabalho que é necessário. Ver este artigo sobre procrastinação e volta para ler o resto.

Quando decides fazer o que é difícil e encarar o teu desconforto, é nessa altura que começas a fazer o trabalho necessário para chegares ao teus objetivos.

4. Que queres da vida?

Se ainda não alcançaste os teus objetivos na vida, tens de estar disposto(a) a fazer sacrifícios, de forma a estares em controlo da tua vida.

Deve haver um equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Não te estou a sugerir trabalhar que nem um escravo(a), deves ter uma vida própria para além do teu trabalho, mas certifica-te que tens as prioridades alinhadas com os teus objetivos.

Se tens problemas em arranjar clientes, talvez aquela hora a mais a ver o último episódio do Game of Thrones não é a maneira ideal de passares o teu tempo.

Em vez disso, faz um pequeno sacrifício, e escreve conteúdos. Eu raramente vejo televisão, só quando tem de ser, e deixo as minhas séries de TV ou filmes para alturas que fazem parte do meu tempo de lazer.

A qualidade da tua vida pessoal depende das escolhas que fazes enquanto empreendedor(a). Se não tens patrão, ninguém te vai obrigar a fazer as mínimas 40 horas semanais se não tu.

Toda a gente tem 24 horas. As escolhas e prioridades que fazes ditam os resultados que recebes.

“Eu não tenho tempo” é uma desculpa. Em vez disso, diz, “o que é que preciso fazer para chegar onde quero chegar”? Foca-te o que interessa. Lê o livro que te sugiro, The One Thing.

O marketing não tem de ser difícil, só tens de saber como atrair o cliente ideal. Para teres uma visão clara sobre o que precisas fazer, agenda uma sessão comigo.

4 coisas que irão salvar as tuas campanhas de email marketing

Boneco de homem dentro de envelope vector

Na internet, o email é como ter ter um smartphone, com a diferença de que conseguimos mais facilmente ter um número de telefone duma pessoa do que o email.

Em formulários de contacto ou aqueles campos de subscrição de newsletter, podemos pedir pedir ao utilizador para colocar o número de contacto ou email, para que eles possam ser notificados quando partilha e publica conteúdo.

A isto chamamos de email marketing.

Criar uma lista de emails é algo que recomendo vivamente, pois é uma das melhores formas que temos de nos manter em contacto com o consumidor e angariar novos clientes.

Recomendo vivamente criar uma lista de emails – de forma permissiva

Se és novo no que toca ao email marketing, ou usas este canal há pouco tempo, já deverás ter ouvido falar em campanhas de email marketing. Estas são mensagens que são enviadas às pessoas da tua lista, aquelas pessoas que se subscreveram, através dum formulário, com campos do género “nome” e “email”.

As campanhas que enviamos aos nossos subscritores devem ter conteúdo de alta qualidade para que possamos reter o interesse das pessoas e convertê-las em leads, quando possível.

1. Fala com os teus clientes

O marketing revolve à volta do cliente. Atualmente há várias formas de nos ligarmos com os nossos clientes, através das redes sociais, marketing de conteúdos, entre outros, mas o email é aquele canal que consegue ser muito personalizado.

Ao enviar uma nova campanha:

  • Cumprimenta os teus subscritores pelo primeiro nome. Deverás saber o nome deles através dum campo de “Nome” no formulário que eles preencheram.
  • Não arrastes o email com muito texto só para tentares vender uma coisa no final. Agrega valor, não queiras só vender.
  • Faz uso de princípios de copywriting. Escreve um bom título para que as pessoas queiram ler o resto do email. Coloca o teu melhor conteúdo no topo do email.

2. Boa experiência do utilizador

Os smartphones são autênticos computadores a nível de capacidade de processamento. O uso destes aumentou muito ao longo dos últimos anos. Tendo isso em conta, certifica-te que os teus emails conseguem ser vistos tanto em dispositivos móveis como em computadores de secretária.

O teu design da newsletter do email deverá ser “responsivo”, ou seja, adaptado a aparelhos móveis e aqueles que têm ecrãs pequenos. Se os teus emails não forem bem vistos em pequenas dimensões, irás ter menores taxas de abertura, menores taxas de conversão e menos cliques.

3. Testa o que funciona

É normal um programador testar uma aplicação para saber se tens bugs ou erros no desempenho. O mesmo princípio pode ser aplicado ao email, podemos testar os emails que enviamos para perceber o que funciona melhor para nós e para os subscritores.

Coisas a testar são:

  • títulos do email
  • assunto do email
  • corpo de texto do email

Testar permite comparar a eficácia desses elementos nas tuas campanhas de email para saber o impacto que terá nos teus subscritores. Testar é importante, é por isso que um dos meus lemas é “nunca investir sem medir”.

4. Frequência de envio dos emails

Antes sequer de elaborares a tua estratégia de email marketing, deves determinar com que frequência irás enviar emails. Vais enviar um por dia? Um por semana? Um por mês? Pondera a frequência que queres usar, e sê consistente com ela.

Talvez enviar um email por dia seja demasiado, tanto para os teus subscritores (que se podem fartar de ti), como para ti (que terás de criar conteúdo diariamente para enviar). Enviar 1 ou 2 emails por semana, ou alguns por mês, poderá ser mais realista. Há empresas que até têm bons resultados ao enviar dois emails por mês. Nem sempre mais é melhor.

Pergunta aos teus subscritores com que frequência eles poderão querer receber os teus emails, e mantém-te fiel a essa frequência. Se as pessoas estão habituadas a receber dois emails teus por semana, às terças e sextas-feiras, começar a enviar apenas um email por semana, às segundas-feiras, poderá criar uma desabituação da rotina face aos teus subscritores.

Às vezes é bom seres egoísta

Homem preso com mala

Imagina um empresário que mantém um empregado só porque tem pena dele ou dela. Não tem coragem para o(a) despedir porque a vida dele é uma confusão, a mãe é uma alcoólica, o marido está na prisão, seja o que for.

E assim, o empresário permite um comportamento auto-destrutivo e estilo de vida do empregado ao mantê-lo na folha salarial.

Ao manter o empregado, contra o seu melhor julgamento mas devido à moral dele, os outros empregados deste empresário têm de aturar com esta pessoa problemática. Os outros empregados começam a sentir-se zangados e ressentidos.

O desempenho é afetado por toda a empresa, e mesmo colaboradores dedicados começam a desleixar-se porque percebem que não são tratados e compensados com o respeito que merecem face ao esforço que investem na empresa.

O apoio a cliente diminui e as vendas começam a descer. Eventualmente todas as posições na empresa estão em risco.

Mas suponhamos que o empresário fazia as coisas de maneira diferente, de forma egoísta, com interesse nele próprio e na empresa. Ele chama o empregado problemático e depois de lhe explicar o porquê, ele manda-o embora.

Isto pode ser o “beliscar” para a realidade que esse empregado problemático mais precisava na vida dele(a). Sabe que tem de re-avaliar a sua vida e a sua abordagem. Assim, esta pessoa vai à procura dum emprego mais apropriado às suas competências.

Ou irá repetir o mesmo desempenho e atitude, e ser despedida outra vez, para que possa ter uma outra oportunidade de aprender as lições que tem de aprender (também conhecido como “andar a bater com a cabeça nas paredes”).

Com isto, o empresário desta empresa não colocou em perigo a empresa nem os empregados.

Numa sociedade livre, onde as necessidades do indivíduo vêem primeiro, as pessoas são libertas da culpa e da ansiedade. O auto-sacrifício é mais do que a raiz da baixa auto-estima, é também anti-capitalista e anti-numano. Quando a energia de cidadãos produtivos é chupada deles por um parasita, que incentivo é que eles têm para se manterem produtivos?

Cada homem e mulher de integridade deve ganhar o seu próprio ganha-pão e dar valor, para receber valor com outros. Isto significa que não há aqui margem para engonhanços nem mérito de receber coisas que não merecem.

Atualmente temos o mundo e as pessoas para nos dizerem que devemos ser generosos e tomar conta dos outros. Se entrares nesta lenga-lenga, estás destinado(a) a uma vida de frustração e sonhos não realizados.

Adotar auto-sacrifício como uma virtude permite aos outros tirar partido de ti, e se for um hábito, este comportamento vai dar cabo de ti. Ficas sem propósito na vida, do que apenas receber ordens dos outros e querer validação das pessoas. O que só poderás ganhar ao dar mão da tua felicidade. Isto é de loucos.

A verdadeira felicidade, sucesso e prosperidade começam com os teus valores fundamentais. As coisas que te são mais importantes na vida, e que te levam a fazer o que fazes diariamente. Já pensaste no teu propósito na vida?

Se não pensaste, talvez tenhas de alterar a maneira como te vês a ti próprio(a), e o teu papel no mundo. Se és como a maioria das pessoas, tu defines-te pelos papéis que tens (marido, programador, designer, etc), e vês o teu propósito como sendo de uso para os outros, contribuindo para a causa maior, ou tomar conta das pessoas à tua volta. Isto é de loucos.

Se te definires pelos teus papéis (esposo(a) de alguém, empregado), então não tens identidade própria, o que resulta numa baixa auto-estima e opinião de ti próprio.

As pessoas que passama sua existência a preocupar-se apenas com as necessidades dos outros e não a deles próprios, não são nobres como as salsichas, nem benevolentes nem espirituais. São simplesmente loucos.

Como é que eles vão tomar conta dos outros se não conseguem tomar conta deles próprios? Se não conseguem atender às suas necessidades primeiro, não estão em posição de ajudar os outros. Podem ouvir os outros, consolá-los, entrar no drama deles, mas não os vão ajudar significativamente.

Antes de amar o próximo, temos primeiro de nos amarmos a nós. Mas estás ciente do que isto significa na prática? Deves viver a tua vida por estes valores fundamentais:

  • Propósito
  • Razão
  • Auto-estima

Junta estes três conceitos e liga-os ao argumento do egoísmo, e de ir ao encontro das tuas necessidades primeiro, para criares uma vida feliz.

O teu propósito moral deve ser a tua própria felicidade. Porque isto é a única maneira, sã, de se viver. E é a única maneira de garantir a sobrevivência da espécie, e o bem estar da maioria das pessoas.

Não te sacrifiques para os outros porque isso é ridículo de depravante. É depravante porque envolve um certo estado de degradação e corrupção moral. É uma doença.

Mas também temos o oposto.

Não peças aos outros para se sacrificarem por ti, pois também é depravante. Corromper a moral dos outros é tão maldoso quanto corromperes a tua. Não serve ao propósito de ninguém degradares-te a ti próprio ou degradares os outros.

Quando a tua felicidade é o teu propósito moral mais alto, tens uma moral, uma razão mais alta para existir.

E outra coisa…

Se toda a gente fizesse isto, o mundo seria melhor. Em vez de depravidade e co-dependência , teríamos relacionamentos saudáveis e funcionais. Ninguém te iria pedir para te sacrificares por eles, e tu irias pagar na mesma moeda.

A razão também é importante, pois é um valor teu. Tu analisas as coisas com base no critério de servir o teu propósito moral, que é seres feliz.

E é isso.

Tu sabes aquilo que te traz valor, e solidifca o teu propósito, que é uma vida feliz. O que significa que aceitas que é suposto seres feliz e trabalhar para ires ao encontro desse objetivo, sem culpa nem “strings attached”.

Rejeitar a mentalidade de rebanho à tua volta é o melhor que podes fazer na tua vida.