Conteúdo Grátis vs Conteúdo Pago (qual a diferença)

Artigo conteudo gratis vs pago

Esta é a pergunta que muito boa gente tem:

Como sei qual o conteúdo que devo dar gratuitamente versus aquele que devo ter como pago nos meus cursos ou formações?

Por exemplo, se você tem um blog com vários artigos que usa para atrair pessoas e fazer com que se interessem no seu curso online (ou formação física), que tipo de conteúdo coloca no seu blog/vídeos sem dar o seu conteúdo pago gratuitamente?

Que boa pergunta.

Pode ser difícil saber qual o conteúdo que se deve dar grátis vs aquele que se deve ter dentro dum curso pago.

Se formos a ver bem as coisas, há tanto conteúdo online disponível – gratuitamente – que como vamos sequer ter conteúdo suficiente para incluir num curso premium?

rapariga meia confusa

Já alguma vez pensou que não estava com energia nem motivação para criar mais conteúdo? Ou que parece que está a dar bom conteúdo tudo à borla?

Neste artigo tenho respostas para si. Mas antes vamos saber o que é conteúdo grátis e conteúdo pago.

Conteúdo gratuito é isto:

  • artigos no seu blog
  • vídeos que lançou publicamente
  • lead magnets/content upgrades (ex.: ebooks, guias)

Isso é o tipo de conteúdo que qualquer pessoa pode aceder sem gastar dinheiro: podem aceder ao ler os seus artigos no blog, vídeos que tenha no YouTube ou Facebook e lead magnets que tenha nas suas landing pages.

Conteúdo pago é isto:

  • tudo o que tem dentro do seu curso online ou formações físicas onde as pessoas têm de pagar para ter acesso

Conteúdo é rei


Diferenças conteúdo grátis vs pago

Existem algumas diferenças entre conteúdo grátis e conteúdo pago, e vou explicar-lhe quais são de seguida.

Então vamos lá.

Diferença #1 – conteúdo grátis é sobre o “quê” e o “porquê”. Conteúdo pago é sobre o “como”

Em conteúdo gratuito, estamos a falar em quê e o porquê. O que é que o seu público-alvo tem de saber, estar ciente, perceber ou acreditar antes de estarem prontos para comprar os seus serviços pagos.

“Acreditar” é uma palavra interessante. O que é que o seu cliente ideal tem de acreditar nele próprio(a) ou na sua situação de que isto pode funcionar? Se eles acreditam que é muito difícil ou que não conseguem fazer, e é com o seu conteúdo gratuito que tem de abordar este problema da crença deles.

É fácil arranjar temas para criar conteúdo: basta estar atento ao que as pessoas comunicam, seja nos comentários do seu blog, na sua página Facebook, ou ao vivo.

Baloes bonecos

Na maioria das empresas (físicas ou online), conteúdo gratuito pode-se repartir em duas categorias: mentalidade e estratégias (ou táticas, dicas).

Se quer estar por dentro da mentalidade dos seus potenciais clientes, tem de saber o que é que eles acreditam neles próprios, sobre a sua situação, e como isso pode mudar.

Lembre-se que é o “quê” e o “porquê”. O que é, e porque é que interessa? São essas as questões que você quer abordar e resolver com o seu conteúdo gratuito.

Em conteúdo pago, estamos a mostrar o “como” executar numa sequência, num plano. Isto é o passo-a-passo, é o conteúdo que explica a fundo as coisas.

Por exemplo, no meu curso online avançado do Domínio Completo, eu mostro como usar os anúncios Facebook para ter resultados para o seu negócio. Mostro passo a passo a estratégia, as táticas e dicas ninja para criar um funil que atrai pessoas e converte-as em clientes.

Em muito do conteúdo gratuito que crio à volta da temática de anúncios, eu falo sobre princípios e estratégias dos anúncios: o “quê” e o “porquê”. Também crio algum conteúdo gratuito que mostra o “como”, mas não de forma tão aprofundada quanto aquele que está dentro dos meus cursos pagos.

Posso criar conteúdo sobre a necessidade de fazer anúncios, dando exemplos de estratégias. E porque dou exemplos? Porque quando as pessoas vêem aquilo a ser aplicado na vida real eles acreditam que elas também conseguem fazer.

Homem com fato e bonecos com baloes

Com o conteúdo gratuito, estou a responder à questão, “O que é que o meu público-alvo tem de saber”, e no meu caso, com os anúncios, têm de saber que é possível terem bons resultados.

Querem saber como aquilo é aplicado na vida real. É como comprar roupa numa loja online: podemos fazê-lo, mas tocar e sentir tornam a coisa mais real.

Num negócio online é a mesma coisa: os meus alunos precisam de perceber como é que aquilo é aplicado na vida real antes de dizerem “Ok João toma lá o meu dinheiro. Eu quero isso. Mostra-me como ter resultados.”

Use exemplos no seu conteúdo gratuito. Eu uso imagens ou vídeo para mostrar aquilo que os outros estão a fazer. Os exemplos tornam a coisa mais real e de que é possível fazer isto.

No meu curso online eu tenho todo o passo-a-passo de como ter sucesso com anúncios, e no meu conteúdo gratuito tenho o quê e o porquê – com exemplos.

Diferença #2 – conteúdo gratuito são normalmente dicas e insights versus o conteúdo pago que é mais um sistema, um processo, um passo-a-passo

Pense numa árvore grande, daquelas antigas e imponentes.
Imagem de arvore e ramos

Os ramos da árvore são o seu conteúdo gratuito. Para mim, um ramo pode ser um Facebook Live (as aulas grátis que dou), outro ramo pode ser artigos como este que escrevo no blog, outro ramo pode ser os posts que publico na minha página Facebook ou os vídeos no YouTube.

Os ramos estão espalhados por toda a árvore. São ramos fortes por si próprios, mas não mostram nenhum padrão, nenhum caminho específico. São uma série de boas ideias e dicas.

Isto é o que vai ver quando vai ao meu blog ou vídeos no youtube. É conteúdo gratuito. Mas no meu conteúdo pago, tem acesso à árvore inteira, com cada ramo disposto de forma coesiva, com um padrão específico.

arvore completa

Em vez de aprender apenas a arranjar boas imagens para anúncios, ou saber que tem de definir um bom público para os seus anúncios, no conteúdo pago eu mostro como definir esse bom público ou que imagens são as melhores. Você está a ver o puzzle montado, em vez das peças individuais.

Em conteúdo pago, é importante que as pessoas saibam quando se devem focar no “quê” e quando fazer “isto” e quando fazer “aquilo”.

Se eles pagarem pelo seu serviço, curso, talvez já tenham absorvido informação de alguns dos ramos individuais da sua árvore, e tenham já alguma orientação do sistema/passo-a-passo que lhes vai ensinar.

Porque eles podem não ter ideia de como é o sistema que lhes vai ensinar, de quando fazer “isto” e quando fazer “aquilo.”

Pense em fazer um bolo.

Bolo triple chocolate

Se colocar a bandeja no forno sem ter lá colocado a mistura de todos os ingredientes daquilo que vai ser o bolo – não vai ter bolo nenhum. As pessoas estão a pagar-lhe para que lhes mostre como fazer e em que ordem fazer.

Eis um segredo: você pode pegar em todas as aulas grátis que já dei, os artigos que escrevi e os meus vídeos, e provavelmente vai conseguir saber como criar anúncios que lhe dão bons resultados, vez após vez.

Porque aqui e ali, deixo algumas dicas de que programas uso, truques pouco conhecidos, e táticas que funcionam. Não é fácil, mas há muito conteúdo gratuito que tenho que é super útil e se conseguir juntas as peças do puzzle vai saber como ter retorno consistente no seu negócio.

Mas vai ser incrivelmente difícil arranjar o tempo para consumir todo o conteúdo que tenho para pegar em todos os ingredientes e fazer um bolo. É por isso que nos meus conteúdos pagos (cursos) tenho o bolo já feito por si. E isto vale cada cêntimo.

Diferença #3 – conteúdo gratuito tem valor, conteúdo pago tem valor e é específico e detalhado

Imagine que está a jogar um jogo que tem 3 níveis. O seu conteúdo gratuito é o nível 1, o pago são os outros níveis que precisa para acabar o jogo.

Jobo de vídeo

O conteúdo pago não só tem valor, é também específico e detalhado, porque mostra o “como”.

No meu curso mostro como usar copywriting e técnicas persuasivas para que as pessoas parem para ver o anúncio. Numa aula grátis falo apenas no suficiente para perceber a coisa e depois a pessoa faz o resto por ela própria.

Ainda assim o meu conteúdo gratuito é por vezes bem detalhado e agrega bastante valor às pessoas, pelo menos é o que me têm dito: “João, adorei o artigo sobre os públicos personalizados e estou a implementar aquilo agora, fantástico.” Esse é um artigo bem detalhado em que mostro como segmentar e definir públicos.

Mas porque haveria eu de dar algo de extremo valor, gratuitamente, seja num artigo ou numa aula grátis? Muito desse conteúdo irá ser semelhante ao que irei ter num dos meus produtos pagos. Então porque faço isso?

Porque há aqueles que querem uma síntese daquilo, para poderem aplicar diretamente, ou que querem algumas dicas adicionais que estão apenas nos cursos pagos, para poderem chegar ao próximo nível.

Level up (nível)

Alguns de vós podem ver os meus conteúdos e dizer “João, algum do teu conteúdo gratuito é mesmo bom e específico e disseste que a diferença #3 é que o conteúdo gratuito tem valor mas o conteúdo pago é específico e detalhado.”

Não há regras “escritas na pedra”. Pode haver exceções.

Você decide quão aprofundadamente quer dar a matéria. Normalmente não convém ir muito a fundo no seu conteúdo gratuito se ele já está incluído num curso pago.

Mas se não estiver, poderá ser uma oportunidade para aprofundar um bocadinho e impressionar os seus leitores com esse conteúdo gratuito, como exceção, feito ocasionalmente.

É o que eu faço por vezes.

Crio artigos de blog ÉPICOS que estão alinhados com algum dos meus produtos pagos, como por exemplo o artigo que tenho sobre Públicos personalizados, em que no final do artigo tenho um ebook pago que eleva os resultados desse artigo gratuito ao próximo patamar.

Artigo de blog (post)

Não tem de ser preto ou branco. Há alturas em que vale a pena ser específico em conteúdo gratuito, mesmo que dê trabalho, mesmo sendo gratuito.

Assim, vou-lhe mostrar 3 princípios que irão ajudar a orientá-lo(a) ao criar os seus conteúdos.

Mas antes de vermos os 3 princípios, mas recapitular as diferenças entre as 3 diferenças que analisámos.

  1. Conteúdo gratuito é o “quê” e o “porquê”; conteúdo pago é o “como”
  2. Conteúdo gratuito são truques e dicas individuais; conteúdo pago é um sistema passo-a-passo
  3. Conteúdo gratuito tem sempre valor; conteúdo pago é normalmente mais específico e detalhado

Vou então partilhar consigo 3 princípios de conteúdo que penso que terão valor para si.

Mas antes disso tenho um pequeno bónus para si.

Criei dez ideias de conteúdo gratuito para lhe dar ideias sobre o que escrever no seu blog ou que outro tipo de conteúdo criar, quer seja vídeos, imagens, outros.

Clique abaixo para download rápido.

GRÁTIS: 10 Ideias Criar Conteúdo (clique aqui)

Vamos então aos 3 princípios.

Princípio de conteúdo #1 – o seu conteúdo gratuito e pago podem sobrepor-se

Não tem de ser preto ou branco, pode haver uma escala de cinzento.

Há vários temas que dei nas minhas aulas grátis, vídeos YouTube e artigos neste blog sobre como ter resultados no seu negócio, tudo isto como conteúdo gratuito. Mas nos meus produtos/cursos pagos, vou mais a fundo, sou mais específico.

É normal haver alguma sobreposição.

Eis algo que nunca ouvi:

“João, tu ensinaste X no teu curso mas também ensinaste aquilo numa das tuas aulas grátis”

Nunca ouvi isto. E a razão é porque as pessoas gostam de ouvir mais que uma vez, e gostam de as rever, o que é útil quando o conteúdo é algo difícil de perceber.

Jovens com icones

Além do mais, é como que se eles tivessem um momento “eureka”, porque percebem em que ponto da sequência é que aquilo se integra quando estão a fazer algum dos meus cursos online.

É normal haver alguma sobreposição, desde que não seja muita. Talvez dois ou três princípios importantes do seu curso pago podem aparecer em algum artigo blog, ou como excerto dum vídeo, FB Lives, etc. Guarde o resto para o seu curso pago.

Princípio de conteúdo #2 – Não tenha medo de dar o seu melhor conteúdo gratuitamente

Mencionei isto anteriormente mas merece ser repetido.

Por vezes sente que está a dar o seu melhor conteúdo, as suas melhores dicas gratuitamente. Mas eis como saber lidar com isto.

Pense num empreendedor, um trainer, alguma pessoa de quem você segue e aprende. Pense sobre o conteúdo gratuito dessa pessoa. É normalmente informação e dicas que o deixam maravilhado?

Se sim, então é provável que seja essa a razão pela qual está a seguir essa pessoa e é leal a ela. Porque essa pessoa não se acanha e agrega valor ao máximo.

ovo dourado

Eis uma forma que eu tenho de lidar com isto.

Quando estou a criar conteúdo gratuito (particularmente o tipo de conteúdo que se alinha bem com algum dos meus produtos pagos), sinto-me um pouco desconfortável por serem dicas tão boas, informação tão preciosa que acho que nem devia estar a dar isto gratuitamente.

Mas é quando sinto esse desconforto que sei que tenho conteúdo espetacular, que vai agregar valor à minha audiência.

Não tem de sentir isto quando está a criar todo o seu conteúdo, é só quando, como eu, está a criar algum vídeo muito bom, uma aula FB Live bastante informativa, ou algum artigo épico no blog.

Princípio de conteúdo #3 – O seu conteúdo gratuito deve levar ao conteúdo pago

O seu conteúdo deve estar alinhado com os seus objetivos de negócio.

Quando crio conteúdo gratuito para um artigo, um lead magnet ou aula Facebook Live, penso onde é que isto se enquadra dentro da minha marca, da minha comunicação.

Se é algo que não se enquadra, não o faço.

Eis um exemplo. Nunca irei fazer um vídeo em direto no Facebook ou um artigo sobre calisténicos. Estes são exercícios corporais com base em treino de força de ginástica. Movimentos básicos são flexões, elevações, e avançados são o pino e a planche, por exemplo.

Planche de Lilian Pace

Talvez alguns homens reconheçam alguns destes termos, mas provavelmente a maioria das mulheres não. Há mulheres que fazem este tipo de exercícios, mas a maioria não.

Provavelmente nunca irei fazer um vídeo de mim a ensinar como fazer o pino. Isto é um passatempo meu. Isto não é o meu negócio nem representa a minha marca.

Talvez possa ser usado esporadicamente como forma de mostrar os “bastidores”, mas não como conteúdo a sério, porque não se alinha dentro do contexto da minha estratégia de negócios.

O seu conteúdo deve estar alinhado com a sua marca, com aquilo que você representa no seu mercado.

Marca e comunicação

Pode colocar algum conteúdo off-topic ocasionalmente como forma de mostrar os seus bastidores, mas que seja esporadicamente, e em sítios como Facebook stories ou Instagram stories, não em artigos de blog ou FB Lives.

Nem todo o tipo de conteúdo que crio está alinhado com os meus produtos pagos (ex.: curso, ebooks). Por vezes falo de temas e referências um tópico no qual possa não ser um especialista, mas sei que vai dar bastante valor para a minha audiência.

A maioria das vezes, o meu conteúdo anda à volta de anúncios Facebook, Adwords, funis de marketing, captação de leads, conversão em clientes. São esses os temas que definem a minha marca e a minha comunicação.

Para terminar, tenho um freebie para si, um documento grátis com 10 ideias para criar o seu próximo conteúdo.

Se alguma vez ficou sem inspiração sobre o que criar, sobre o que falar, que lead magnet, ebook ou checklist criar, aqui está um PDF de uma página com 10 ideias para si.

GRÁTIS: 10 Ideias Criar Conteúdo (clique aqui)


Não escreva o seu próprio conteúdo

Homem e mulher com lápis gigantes.

Mesmo que tenha o melhor conteúdo na web e tenha pessoas que partilham os seus artigos, é provável que essas mesmas pessoas estejam a comprar produtos da sua concorrência.

Uma pessoa pode desfrutar do seu conteúdo para ter informação útil e até partilhá-la junto dos amigos dela, mas essa informação não a vai transformar um cliente pagador a menos que lhe dê uma boa razão do porquê do seu produto ser melhor do que o dos outros.

O conteúdo não deve ser informação geral para que as pessoas venham para o seu site, aborvam aquilo que lhes está a dizer, e depois irem para um site dum concorrente para comprarem o produto deles.

Quando você escreve conteúdo, deve ter como propósito uma conversa. Ou seja, o seu conteúdo não deve ser “hard sell”, mas sim levar as pessoas à conclusão lógica de que o seu produto vai resolver os problemas deles ou fazer com que eles se sintam melhores com eles mesmos.

Deve-se investir em bom conteúdo, mas deve haver um propósito por trás dele, uma estratégia para que não se esteja a criar conteúdo só por criar.

Já crio conteúdo (para mim e para algumas agências e marcas) há alguns anos, e quando eu começo a criação de conteúdo, gosto de saber o seguinte:

  • Quem é o público-alvo? Isto é o mais importante. Quem são as pessoas a quem se destina o produto e como eles encaram a empresa (a sua)?
  • Os meus benefícios? Que valor é que a minha marca tem para dar às pessoas, que seja melhor que a concorrência?
  • O que estão os outros a fazer? O que está a concorrência a fazer para puxar as pessoas para eles (e não para si)? Saiba o que a competição está a fazer.
  • O seu conteúdo leva à compra? Quão importante é o conteúdo na tomada de decisão de compra? E quanto tempo elas passam a ler o conteúdo, e se acham que é importante para elas?
  • Onde consome o conteúdo? Em que meios é que as pessoas estão a consumir o seu conteúdo (artigos, vídeos, outros?) Será na web, em mobile, onde e como?
  • Categorias bem definidas. Há alguma confusão no que toca às categorias do conteúdo (por ex.: artigo sobre como usar produto A, ou artigo de porque deve comprar produto B)?
  • Como tornar leitor em comprador? Não é esse o propósito do seu conteúdo? Esta é provavelmente a métrica mais importante de qualquer estratégia de conteúdos.

Não caia na fantasia de criar um plano para as redes sociais sem antes se colocar esta pergunta: “como é que isto vai gerar mais negócio?” É que um namoro nem sempre leva ao casamento.

Content marketing: como é que isto vai gerar mais negócio? É que um namoro nem sempre leva ao… Click To Tweet

Escreve descrições de produto que vendem

Máquina de escrever.

O Content marketing (marketing de conteúdos) é uma maneira jeitosa de dizer que é o texto que escreves para o teu website e redes sociais.

Isto inclui a descrição da tua empresa, produtos e serviços. O content marketing pode ser uma boa ferramenta para usares, e acredito que 2016 será o ano deste canal de marketing.

Segue estas dicas, e vais conseguir mais facilmente ligares-te aos clientes, vender mais e desfrutar de vantagens de SEO (otimização para motores de busca) ao publicares conteúdo teu.

  • O conteúdo deve ser único. Podes ficar tentado(a) a copiares descrições de produto do fornecedor, mas isso não te vai ajudar nos motores de busca, porque, regra geral, o Google não gosta lá muito de conteúdo duplicado. Solução? Reformula por outras palavras as descrições do produto e coloca o teu próprio “spin”.
  • Escreve do que sabes. Se conheces bem a tua indústria e és um(a) apaixonado(a) por aquilo que fazes, usa isso no teu conteúdo. Escreve descrições que brilham no escuro. Os teus potenciais clientes e compradores vão gostar das tuas recomendações sinceras, já que são baseadas na tua experiência e expertise.
  • Perguntas frequentes. O que é que os clientes querem saber sobre os teus produtos? Provavelmente já tiveste de responder às mesmas perguntas, vez após vez. Usa isto para escreveres descrições que respondem às perguntas que passam pela mente dos teus potenciais clientes.

14 blogs sobre Content Marketing que deves seguir

14 blogs de content marketing

Queres-te tornar um especialista em marketing de conteúdos? Ou talvez tenhas alguém na tua equipa que pode beneficiar disto?

O content marketing (marketing de conteúdos) é um tema bastante falado atualmente, e existem centenas de blogs e websites dedicados a este assunto.

Mas ninguém tem tempo para andar a vasculhar a internet à procura de tudo aquilo que foi publicado em content marketing, pois é um tema que abrange muita coisa e não é possível cobrir tudo num único blog.

Portanto, deixo-te a papinha toda feita e apresento-te uma série de blogs sobre marketing de conteúdos que abrangem vários tópicos sobre este tema.

Esta é a lista dos melhores 14 blogs a seguir sobre marketing de conteúdos, sem nenhuma ordem específica.

1. Social Media Examiner
Este é um dos maiores e mais conhecidos blogs de social media que existem. Cobre várias plataformas sociais como o Facebook, Twitter, LinkedIn, Google+, Pinterest, Instagram, Snapchat, e outros.

Os artigos neste blog são de fácil compreensão, para apelar tanto a iniciantes como a veteranos, e são partilhados centenas ou milhares de vezes de cada vez que publicam um artigo.

2. Copyblogger
O Copyblogger foi iniciado em 2006 por Brian Clark, e é uma autoridade em copywriting e blogging.

Vários artigos no website são de alta qualidade, que cobrem tópicos desde como criar conteúdo propenso a ser partilhado a técnicas avançadas de copywriting.

3. Buffer
Muitos marketers usam a Buffer App, uma ferramenta web que permite aos utilizadores gerir as suas partilhas nas redes sociais.

Eles têm, no blog, bons artigos em várias áreas, relatando muitas vezes as suas próprias experiências que fazem nas redes sociais e em marketing de conteúdos. Aprende-se bastante com os artigos deles.

4. Hubspot
A Hubspot é uma empresa muito conhecida de inbound marketing.

Muitos autores escrevem conteúdo de alta qualidade no blog da Hubspot, que trata não só de content marketing e criação de conteúdo, mas também em search engine optimization (otimização motores de busca) e outros assuntos relacionados ao marketing digital.

5. Quick Sprout
Este blog foi começado por Neil Patel, um dos gurus do SEO. Os artigos no Quick Sprout concentram-se em como obter tráfego (visitantes) a partir dos motores de busca, através da ajuda do marketing de conteúdos.

Aí poderás aprender bastante sobre analítica, redes sociais, blogging, otimização de conversão, páginas de destino (landing pages), e outros tópicos.

6. Seth Godin
Um dos maiores autores best-seller que existem, o Seth Godin é um dos “Budas” do marketing, tendo sido ele que inventou a expressão permission marketing.

O Blog do Seth Godin está repleto de informação útil em marketing, negócios e criatividade. A maioria dos artigos dele são curtos e provocadores.

8. Kissmetrics
Kissmetrics é uma empresa conhecida pelo serviço de analítica que tem, mas o blog deles abunda de boa informação sobre marketing de conteúdos, redes sociais, SEO, e outros tópicos interessantes.

A maioria dos artigos no blog da Kissmetrics é apoiado em fontes e estudos, com explicações simples de entender.

9. Content Marketing Institute
Por trás desta empresa está o Joe Pulizzi, um especialista em content marketing. Ele costuma fazer consultoria com várias marcas sobre esse tema.

Ele e os autores dos artigos que ele tem no blog são experts em estratégias de conteúdo.

10. Curata
Curata é uma ferramenta de content marketing (software). Começou em 2007 e a partir daí desenvolveu uma lista de centenas de empresas que usam este software para fazer curadoria de conteúdos.

O blog da Curata tem boa informação em content marketing, apoiado em dados concretos e estudos. Aqui encontram-se também vários recursos de alta qualidade sobre marketing.

11. The Content Wrangler
Este blog pertence a Scott Abel, e contém muitos artigos em estratégia de conteúdos, gestão de conteúdos e outros do género.

O Scott Abel é também entendido em redes sociais.

12. Social Triggers
Social Triggers é um site popular, fundado pelo Derke Halpern, conhecido por ser empreendedor e especialista em (internet) marketing.

No blog do Derek Halpern existe vários artigos de alta qualidade sobre empreendedorismo, lançamento de produto digital, aumentar tráfego, marketing de conteúdos, analítica, aumentar a taxa de conversão, redes sociais e outros tópicos sobre marketing online.

13. Convince and Convert
Um blog começado por Jay Bayer, que ganhou vários prémios. O Jay Bayer é considerado um dos maiores entendidos na área do content marketing.

Este blog orienta-se muito em estratégias de content marketing e vale a pena ler.

14. Occam’s Razor
Este é o blog oficial de Avinash Kaushik, um expert em marketing digital, mais conhecido por ser uma das maiores autoridades em analítica.

Ele escreve bons artigos, por vezes muito extensos, mas informativos, sobre analítica e marketing digital no geral, mas também sobre marketing de conteúdos.

E tu que blogs segues?

Como criar conteúdo que atrai clientes

Mãos com lâmpada amarela

Nem todo o conteúdo é criado de forma igual.

Se está a criar conteúdo mas isso não está a funcionar para si, ou não está a ter leads nem vendas como gostaria, talvez não esteja a criar conteúdo acionável.

Conteúdo acionável permite ao utilizador tomar uma ação.

Note a palavra “permite”. Não é “persuadir”. A sua sales copy, ou página de vendas, tem de ser persuasiva, mas no que toca ao seu conteúdo inbound, ele tem de ser claro e educar o prospeto para permitir que ele tome alguma ação.

É uma progressão natural, se o fizer corretamente e no final há alguma ação que quer que eles tomem (comprar, subscrever, outra).

O problema é que a maioria do conteúdo não é acionável. Apenas está lá, naquele sítio, ou pior, foi escrito apenas para efeitos de SEO, e isso é péssimo. Escreva para as pessoas, não para os motores de busca.

Escreva para as pessoas, não para os motores de busca

A maioria do conteúdo é criado só para ser criado, só para dizer que estamos a investir o tempo em “marketing”.

Mas quando o conteúdo não é acionável, está a perder o seu tempo e dinheiro. Por isso é que não está a ter resultados, e é por isso que é difícil de medir o retorno do content marketing.

Ver também: Diferença entre content marketing, social media e seo.

Criar conteúdo acionável

Quando você adiciona uma call-to-action (apelo à ação) no seu conteúdo, do género, “descarregar ebook”, isso torna-se acionável. O problema é que a maioria das pessoas não age.

Para as pessoas agirem, elas têm de confiar em si. Se o conteúdo que criou, como um artigo de blog, não gera confiança e credibilidade, as pessoas não agirão nem irão converter.

Ter uma call-to-action é como dar a alguém um carro sem chave nem gasolina. O carro é um veículo que se move, mas precisa de estar em condições de isso acontecer.

Ter uma call-to-action é como dar a alguém um carro sem chave nem gasolina

Então, o que fazer?

Pirâmide do conteúdo acionável

A estratégia envolve resolver a dor dos seus prospetos com o seu conteúdo. As pessoas são invejosas e só querem saber do “eu, eu, eu”. Por isso é que você se deve focar no “eles, eles, eles”.

Não importa se é um artigo de blog, vídeo, ebook. O conteúdo deve resolver a dor da pessoa. Se não lhes resolve a dor, não presta como conteúdo acionável.

Existem outros tipos de conteúdo onde não é necessária uma ação, tal como criar conteúdo para se estabelecer com um expert, e aí não é necessário resolver uma dor específica. Mas para que as pessoas ajam, deve resolver-lhes a dor primeiro.

As pessoas são invejosas e só querem saber do “eu, eu, eu”. Por isso é que você se deve focar no “eles, eles, eles”.

Passos a tomar

  1. Resolva a dor do seu prospeto, para que eles queiram saber de si (porque são invejosos).
  2. Quando lhes resolver a dor, apresente-lhes uma solução que agregue valor para o seu prospeto.
  3. Quando agregar valor, começa a criar uma relação com eles.
  4. Quando cria uma relação com eles, começa a ganhar a confiança deles.
  5. Quando ganha a confiança deles, as “muralhas” de resistência abatem-se e irão agir no que lhes mandar.

A confiança não se cria artificialmente, ela merece-se. O que se constrói são as relações com as pessoas. Relações que encurtam a distância entre a dor do seu cliente ideal e a sua solução, fazendo com que eles comprem os seus produtos ou serviços.

A confiança não se cria, ela tem de ser merecida. O que se cria são relações.

Criar relações é o que faço na minha agência. Eu valorizo as minhas conexões e relacionamentos com clientes. Não é uma simples transação. Muitas vezes digo aos meus clientes e pessoas que querem trabalhar connosco que “não”, mesmo que isso ajudasse a agência financeiramente.

Quem faz consultoria como eu sabe que um consultor é contratado por uma razão, e à maioria deles falta-lhes “espinha” para dizer NÃO, porque os potenciais ganhos ditam de outra forma.

No mundo B2B, crie relações com as pessoas. Quando o chefe de marketing duma empresa com a qual colaborei, saiu, eu continuei a trabalhar com esta empresa, porque tinha relações criadas com outros contactos lá dentro. O então ex-chefe de marketing, agora numa nova empresa, estendeu a mão e fez com que eu colaborasse com esta nova empresa.

Crie relações, elas geram confiança e credibilidade, além de permitir pagar as contas.

Saber a dor do seu cliente ideal faz parte da sua estratégia de marketing. Quando sabe o que não os deixa dormir à noite, pode criar conteúdo acionável que atrai e converte o seu cliente ideal.

Se acha que está a criar conteúdo acionável porque está a resolver a dor do seu cliente, então é provável que 1) ou não conheça mesmo os seus potenciais clientes (e a sua dor), ou 2) está a atrair o tipo errado de pessoas que nunca se irão converter.

Só porque alguém cabe dentro dos critérios do seu público-alvo, não significa que sejam o seu cliente ideal.

Como criar bom conteúdo sem dinheiro

Uma das perguntas que me fazem na área do Internet Marketing quando se fala sobre conteúdos é “Mas o que é que podemos fazer quando não temos orçamento?”. Isto é normalmente precedido por “Mas não se consegue criar conteúdo sem orçamento!”.

Não acredito nisto, e vou-te mostrar neste artigo como é que podes criar conteúdo dependendo dos recursos que tens disponíveis.

Existem 3 tipos de capital

Há três tipos de capital à nossa disposição que podemos usar em tudo:

  1. Tempo
  2. Talento
  3. Dinheiro

Tu precisas de pelo menos um destes, de preferência dois de forma a criar alguma coisa decente. Não é necessário, no entanto, ter todos os três. Contratar uma agência com talento trata logo disto tudo.

Tempo, talento e dinheiro
3 tipos de capital que tens à tua disposição

É verdade que três das quatro interseções da imagem envolvem dinheiro, mas isto não significa partes iguais de dinheiro juntamente com o outro fator. O círculo até pode parecer assim:

Tempo, talento com menos dinheiro
Tempo, talento e (menos dinheiro)

Vamos dar uma olhada nos três e exemplos de conteúdo que tem sido criado pelas diferentes combinações de tempo, talento e dinheiro.

Aqui a questão não é que não seja preciso dinheiro, a verdadeira questão é que, seja como for, estaremos sempre a usar algum tipo de capital em qualquer coisa que produzamos, e nem tudo requer dinheiro.

Tempo + Talento + Dinheiro

Este triunvirato é o ideal em qualquer situação. Com tempo para investirmos no trabalho, com talento para assim o fazer, e com dinheiro para gastar, podes produzir bom conteúdo que estará bem ensaiado (tempo), bem desenhado (talento), e capaz de contratar pessoas que irão fazer ambos (dinheiro), e talvez até promover o conteúdo.

Não quer dizer que a mesma pessoa tenha de ser ela mesmo a fazer todos os três. Em muitos casos, o cliente paga o dinheiro, o designer/criador usa o seu tempo e talento, e alguém (o cliente, ou o criador, mas provavelmente um consultor de marketing digital) irá promover o conteúdo. O dinheiro pode encurtar a quantidade de tempo necessário, e pode sem sombra de dúvidas contratar/comprar alguém com muito talento.

Eis um exemplo direto.

O Dollar Shave Club foi um grande investimento, levou um certo tempo a filmar (mas não tanto do que se eles não tivessem dinheiro), e levou dinheiro para ser promovido através do BBH.

O jornal New York Times apresentou várias visualizações nos Estados Unidos da América (na altura das eleições em Novembro 2012). Uma delas foi o mapa eleitoral como podem ver em baixo.

mapa eleitoral eleições novembro 2012 EUA
Mapa eleitoral EUA nas eleiçõies de Novembro de 2012

Tempo + Talento

Necessário quando não tens dinheiro.

Uma combinação de dois capitais, tempo e talenjto. Se tens dois destes, vais ser capaz de criar tudo o que estiver dentro as tuas capacidades. Não vai ser necessário gastar dinheiro em recursos externos já que tu ou a tua equipa terão todas as competências técnicas para criar e promover o conteúdo/peça.

Agora o problema será o tempo, porque irá levar mais tempo a produzir o conteúdo do que se tivéssemos o dinheiro pronto, porque será preciso mais tempo para fazer mais trabalho para o dinheiro que não vamos gastar nele.

No exemplo escrito no blog do OKtrends, o artigo 10 Gráficos Sobre Sexo levou mais de 50 horas a produzir (analisar os dados, tirar conclusões, escrever etc).

É possível usar as redes sociais, SEO, email marketing, etc, para atingirmos os nossos objetivos, haja tempo e competência para isso.

Tempo + Dinheiro

Necessário quando não temos talento.

Se tens tempo e dinheiro mas não tens o talento, podes contratar talento para produzir o conteúdo por ti. Ou podes usar o teu tempo para desenvolveres o talento ou competências necessários.

Se tens orçamento suficiente e uma certa quantidade de tempo, podes produzir muito conteúdo de qualidade desde que estejas disposto a pagar por ele.

E aqui o orçamento pode variar. Mas vamos supor que tens €100. Não consegues fazer grande coisa com isso, mas talvez consigas comprar milhares de “re-pins” no Pinterest com isso, o que talvez faça com que o teu conteúdo tenha mais proeminência. E se tiveres €100 todos os meses para gastar, podes usar mais canais e promover o conteúdo durante mais tempo.

Um exemplo é a empresa Sortable, que encontrou uma maneira de transformar as opiniões dos produtos uma coisa interessante através do uso do bom design, e boa experiência ao utilizador, muito boa a nível da acessibilidade e visualmente apelativa.

Dinheiro + Talento

Necessário quando não tens tempo mas precisas de ter conteúdo de qualidade.

Dinheiro e talento são dois tipos de capital que podes usar quando não tens tempo, e vais precisar de ambos se quiseres ter o trabalho pronto e bem feito.

O dinheiro permite-te comprar todo e qualquer recurso necessário para produzir e promover o conteúdo. Com um orçamento grande, serás capaz de: produzir mais com melhor conteúdo; e promover em mais canais e mais depressa.

O talento permite-te ter uma maior qualidade e rapidez com a qual o teu conteúdo é produzido. Quanto maior for o teu talento, ou o talento de quem tu contrataste, mais rápido serás capaz de produzir conteúdo da mesma qualidade em relação a um indivíduo com menores competências técnicas.

Exemplos de dinheiro e talento.

Guia do WordPress para pequenas empresas

guia wordpress small businesses
Guia do WordPress para pequenas empresas

Ou esta visualização espetacular do Washington Post.

estatísticas visuais eleições EUA novembro 2012
Estatísticas dos Estados que apoiam um ou outro candidato

Tens que tê-los no sítio

Para produzir conteúdo espetacular e de qualidade, sem dinheiro, vais precisar de os “ter no sítio”, e estar disposto a tomar riscos ou a ter uma atitude predisposta a fazer coisas que não estarias normalmente disposto a fazer.

Risco é diferente de dinheiro ou tempo. É mais parecido com talento no sentido de ser uma atitude. Quando estás constrangido pelo tempo, dinheiro e talento (ou acesso a alguém que o tenha), então tens de tomar algum risco.

Um exemplo disso é um website, o Wish.co.uk. Eles fizeram muita macacada ao longo dos últimos anos, incluindo organizar um almoço falso com o Primeiro Ministro David Cameron (por 250 libras). O “trabalho” mais recente deles foi relatado pelo jornal Daily Mail, e gerou uma certa controvérsia, porque eles estavam a dar às pessoas a hipótese de poderem lutar contra polícia de choque. Podes ler a notícia do Daily Mail aqui: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2239331/Stag-website-condemned-arranging-mock-riots-groups-clash-cops.html

Como Tornar Atividade no Facebook em Artigos num Blog

As pessoas podem perguntar “eu já tenho um Facebook, porque é que preciso de um blog próprio?”. Recomendo a leitura de porque é que um website é mais importante que um facebook, onde mostra como é que um website e as redes sociais não são mútuamente exclusivos e podem trabalhar em sinergia – mas que um website será sempre teu.

Um website, se ele for mesmo teu, é uma propriedade tua. Não estou a falar dos blogs gratuitos que qualquer um pode ter em blogspot.pt, wordpress.com ou blogs.sapo.pt. Isso são blogs gratuitos que qualquer um pode ter.

Um website próprio é teu e ninguém te o pode tirar. É o teu nome que está na porta e tu decides o que é mostrado, e és dono ou dona do teu conteúdo. Não podes dizer o mesmo das redes sociais.

As boas notícias são que se a tua página do Facebook é ativa, blogging vai ser mais fácil para ti. Eis 5 maneiras em como transformar a atividade do Facebook em artigos no blog.

1. Tranforma FAQs em artigos “Como fazer…”

Tens questões na tua página do Facebook em como usar os teus produtos ou serviços? Ou como as pessoas podem resolver determinados problemas ou questões nos negócios ou na vida? Podes responder no Facebook e crescer a resposta num artigo. Vai para além daquilo que as pessoas estão a perguntar ou a pedir noutras páginas na tua indústria, ou em indústrias vizinhas.

2. Transforma elogios em estudos de caso

Quer seja uma recomendação formal ou um simples comentário no teu Facebook, quando as pessoas partilham e têm um bom feedback podes contactá-las e pedir-lhes uma entrevista. Sabe mais acerca da experiência que elas tiveram e o problema que tu ou o teu negócio ajudaram a resolver. Estudos de caso podem vir a ser bons artigos no blog e também podem ser destacados numa secção separado no teu website.

3. Olha para dentro

Pergunta às pessoas que visitaram a tua página que assuntos ou tópicos elas gostavam de ler no teu blog. Podes partilhar algumas ideias ou fazer uma votação. Nota também se tiveres muitos Likes, e se eles aparecem depressa, quando colocas links de volta para o teu blog, porque isso quer dizer que serão assuntos populares dos quais deverias continuar a escrever.

4. Transforma o improviso numa olhada aos bastidores

Um blog empresarial tem de ser mais do que apenas um diário. Se tu ou quem trabalhar para ti colocam fotos no Facebook sobre viagens e afins, agarra nelas e coloca-as no blog. Até podes criar uma categoria específica como “Facebook Coisas”, “Nos bastidores”, “Aquilo que estamos a tramar”, ou qualquer título assim do género para as pessoas saberem que esta é uma categoria diferente dos teus outros artigos informacionais.

5. Transforma as tuas partilhas em entretenimento

Dá uma olhada nas fotos, vídeos e links que encontraste no Facebook ou noutra rede social na última semana ou mês. Escolhe alguns dos favoritos e coloca os links para o teu blog, juntamente com uma pequena descrição sobre o porquê de gostares deles. Põe-os igualmente numa categoria diferente, do género “Coisas que Gostamos”, “Apanhado de Coisas Giras”, etc.