Como criar uma cultura empresarial a que as pessoas se vão querer juntar

pessoas a saltar no ar

Até mesmo a estratégia empresarial mais fascinante pode significar zero sem o talento (em pessoas) para o conseguir levar a cabo. É por isso que atrair empregados competentes e motivados é tão importante para as empresas que estão agora a começar.

É preciso um certo tipo de pessoa para se juntar a uma start-up. Os candidatos ideais conseguem demonstrar tolerância ao risco e também flexibilidade, já que o papel deles vai evoluir de acordo com as necessidades crescentes da empresa. Aqueles que combinam o talento com a capacidade de arregaçar as mangas e ter o trabalho feito são aqueles que queres a batalhar nas trincheiras contigo. E essas pessoas existem, mas podem constituir um desafio não só de as encontrar mas também de fazer com que elas se juntem ao teu projeto e não ao de qualquer outro.

Nenhuma pessoa é igual, nenhum candidato é igual ao outro, mas uma remuneração competitiva poderão ser os fatores decisivos para a maiora dos potenciais empregados. No entanto, podem haver outros fatores que estão envolvidos na decisão de “compra” do empregado para a empresa. Os empreendedores estão normalmente naquela posição invejável de conseguir criar uma cultura empresarial com o seu próprio toque pessoal.

Eis então algumas formas de criar uma cultura que motiva e entusiasma os potenciais empregados.

Torna as coisas flexíveis. Ter um equilíbrio entre a vida e o trabalho é uma das prioridades da maioria das pessoas e empregados. Poder dar uma certa liberdade no que toca a poder trabalhar a partir de casa em determinados dias dum mês, ou talvez sextas-feiras mais curtas em troca de horas de trabalho noutros dias úteis, pode ajudar a mostrar os teus valores e os valores empresariais da empresa. Não só isto ajuda a atrair potenciais empregados, mas também ajuda a criar e implementar lealdade neles.

Sê generoso(a). As pessoas estão cada vez mais preocupadas em poder dar um contributo para a sociedade, e ter um empregado que ajuda nesse sentido é uma mais-valia. Deixa os empregados envolverem-se ao votarem numa causa que a empresa apoia e sugere-lhes formas diferentes de ajudar através de voluntariado nas instalações, atividades ou angariação de fundos para essas instituições. Todos nós temos causas em que conseguimos acreditar, e os teus empregados não vão ser exceção. Podes-lhes dar a hipótese de se “baldarem” a um ou dois dias por mês para eles usarem no voluntariado de uma causa que seja importante para eles.

Sê uma pessoa acessível. Com uma equipa pequena, os líderes interagem normalmente com todas as pessoas na empresa. Para muitos potenciais empregados, este acesso e este nível de cooperação pode ser um bom fator de influência. Dependendo do caso, podes até criar “almoços de liderança” em alguns dias por mês onde um grupo de empregados se encontra contigo, um-a-um ou em pequenos grupos, para que possas ouvir as preocupações deles e responder às questões que eles possam ter do caminho que o teu projeto está a levar e como eles se enquadram nisso.

Mostra planos de crescimento. Os melhores empregados querem estar numa empresa onde eles podem crescer na carreira deles, e logo desde o começo eles precisam de se sentir seguros de que existe espaço para isso acontecer. Cria um programa de treino onde eles podem aprender as competências que precisam para se desenvolverem, para que eles não tenham de sair para as obter.

Dá-lhes uma fatia do bolo. As pequenas empresas podem não conseguir dar bons planos médicos ou seguros, portanto podes consideerar a hipótese de partilha de lucros. Isso ajuda os empregados a terem um sentido muito sério de compromisso e possessão da empresa ao mesmo tempo que lhes dá um incentivo extra para trabalhar no duro.

Recompensa-os. Muitas empresas têm programas de mérito numa base mensal, trimestral ou semestral, portanto dá aos teus trabalhadores o mesmo reconhecimento. Quer seja “melhor empregado do mês” ou “recorde de vendas”, estes prémios são uma forma de aumentar o moral da malta, e se juntares um pequeno incentivo financeiro extra – ainda melhor.

Começar uma empresa não é fácil, e há muitas razões do porque é que alguns falham e outros têm sucesso. Mas aquilo que é verdade para todos é que nenhuma empresa ou projeto pode vingar no mercado sem um bom pedigree de empregados onde eles acreditam verdadeiramente que a missão e cultura da empresa contribui para isso. Criar um ambiente que valoriza os empregados e lhes permite aprender e crescer, como indivíduos e profissionais, vai atrair os empregados mais talentosos e contribuir bastante para o sucesso do teu projeto ou da tua empresa.

Como ser um Especialista reconhecido: parte 6

Esta é a sexta e última parte das nossa série informacional de como te tornares um Especialista Vísivel, um expert na tua área. Na parte 1 começámos por definir um Especialista Visível como a pessoa com poder de influência na sua área, possuindo competências técnicas específicas e alto nível de visibilidade.

Ao longo dos capítulos explorámos como avaliar onde estás agora, desenvolver uma estratégia, integrá-la com a marca geral da tua firma e construir as tuas ferramentas. Estamos agora prontos para encarar o desafio de tornar tudo isto uma realidade, ou seja, passar à ação.

A perspetiva certa

O processo começa com um Plano de Ação que tu desenvolveste como parte da tua estratégia. Mas não acaba aí, de facto isto é um processo contínuo, e se feito corretamente, a visibilidade e influência podem continuar a aumentar com o mínimo de incrementalidade. Quando és um expert, as pessoas procuram-te.

Começas a tua viagem com um período intensivo de resursos e competências, seguido de uma manutenção contínua. Tens de continuar a ser relevante e ativo, mas quando alcanças uma certa quantidade de sucesso o teu nível de esforço e recursos necessários são bastante menos.

Quando és um expert reconhecido, as pessoas procuram-te.

O lançamento inicial

É tentador pensar no teu lançamento inicial como uma forma de te reinventares a ti mesmo. De certa forma é uma analogia que assenta bem, afinal de contas estás a posicionar-te a ti próprio (ou alguém na tua firma) no mercado de ideias e usar ferramentas nessa comunicação.

Mas há uma diferença importante. Com o lançamento da marca duma firma normalmente queres atrair atenção para a mudança. Com o lançamento de um Especialista Visível esse tipo de atenção colocado num indivíduo pode ter repercussões negativas e parecer que somos vaidosos ou egocêntricos.

É muito mais apropriado usar ferramentas como biografias e reforçar a nossa presença online e focus de atenção em ideias e perspetivas, em vez de na pessoa. Se as ideias e informação que apresentares forem suficientemente valiosas, a visibilidade pessoal irá fluir naturalmente.

Desenvolver Especialidade

A especialidade é desenvolvida tanto nas credenciais formais como nos feitos já alcançados. As credenciais formais são as mais fáceis, já que a maior parte das pessoas que se querem tornar um Especialista Visível já as possuem. Nesses casos é uma questão de salientar seletivamente as mais corretas.

Em alguns casos, a especialidade pode ser baseado na percurso educacional ou académico da pessoa. Noutros, podem ser coisas específicas que eles escreverem ou nos quais trabalharam, ou mesmo quem é que os clientes deles foram.

O estatuto de feitos alcançados dum indivíduo é normalmente comunicado por quem é que os reconheceu. Onde é que eles foram mencionados ou publicados? Ser referido no Wall Street Journal é muito diferente de ser mencionado na Região de Cister. Onde é que o teu artigo foi publicado, no Harvard Business Review ou numa publicação desconhecida? A qualidade percecionada de com quem te associas interessa bastante no processo de desenvolvimento da especialidade.

Construir visibilidade

Visibilidade é angariada de forma diferente da especialidade. Enquanto que o estatuto percecionado é crítico para estabelecer especialidade, o foco do público determina visibilidade. A prioridade é no público alvo. Quão vísivel é que tu és para eles?

Vamos supor que estás a tentar chegar a gestores em firmas na área da construção. Será mais vantajosos para ti seres mencionado no Construction Today do que no USA Today. Embora a segunda publicação tenha mais leitores, a primeira alcança mais leitores do teu público-alvo.

A visibilidade é também melhorada pela quantidade de sítios onde és visto. Se és ativo nas redes sociais, facilmente encontrado nos motores de busca, bem conhecido nas associações relacionadas com a tua indústria e frequentemente mencionado e citado nos media, então estás mais do que meio caminho andado para uma visibilidade espetacular da maneira que se relaciona com o teu público.

Empunhando influência

Como é que as pessoas de influência exercem influência? Normalmente, não é através da aplicação direta de poder. Ao invés disso, é através da partilha de ideias e perspetivas. Isto também é verdade para o Especialista Visível.

Consequentemente, o expert está normalmente no papel de educar o público-alvo dele através de seminários, programa de treinos, webinários, palestras, publicações e entrevistas. Isto requer que a pessoa tenha algo de valor para partilhar e que não esteja hesitante em assim o fazer.

Não tenhas medo de partilhar o teu “molho secreto”. Em muitos casos, quanto mais partilhares, maior a tua influência.

Conclusão

O processo de te tornares um Especialista Visível é algo que nunca acaba. Torna-se mais fácil à medida que a tua visibilidade aumenta, mas é um processo contínuo de melhoria. Deves manter a qualidade e utilidade do conteúdo que produzes e as opiniões que partilhas.

Tornares-te um Especialista Visível não é fingires a coisa. É concentração, planeamento e competências. E se o fizeres bem, as recompensas podem acelerar não só uma carreira, mas uma firma inteira.

Nota

Este é o fim da série de como te tornares um Especialista Visível. Acabaste de ler a parte 6. Podes ler as outras partes em baixo.

Como ser um Especialista Visível: Parte 1
Como ser um Especialista Visível: Parte 2
Como ser um Especialista Visível: Parte 3
Como ser um Especialista Visível: Parte 4
Como ser um Especialista Visível: Parte 5

Como ser um Especialista reconhecido: parte 5

Constrói a tua caixa de ferramentas

Neste artigo vamos cobrir o processo de construir um set de ferramentas que vais precisar para promoveres o estatuto de Especialista Visível.

Enquanto as ferramentas específicas variam de pessoa para pessoa, eis algumas em comum que são usadas amplamente.

1. O teu argumento de posicionamento

Este é um argumento, normalmente composto por algumas frases, que mostra a natureza e dimensão da tua especialidade. Também te posiciona relativamente aos especialistas da concorrência e especifica a tua perspetiva em questões importantes. Tal como a tua firma tem um posicionamento geral no mercado, o Especialista Visível também tem um posicionamento no mercado a nível de ideias e experiência.

Este argumento/posicionamento é útil na preparação de uma vasta gama de outros materiais promocionais, assim como biografias e introduções, e influencia a criação de conteúdo posterior. Por exemplo, posicionar um especialista em impostos como “o especialista interno” seria muito diferente de posicioná-lo como “a voz das micro e pequenas empresas”.

2. Fotografia profissional

A maioria dos profissionais têm uma única fotografia de cara/cabeça. Normalmente esta está desatualizada e falta-lhe personalidade. Um bom conjunto de fotos que refletem o posicionamento do Especialista Visívei e o seu estatuto é muito útil. Use-as para promover eventos, palestras, segmentos “sobre nós” ou como parte de pacotes de imprensa/média.

3. Pacotes de imprensa

Um pacote de imprensa (ou kit de imprensa/média) é útil em várias situações. Dá um background informacional para jornalistas, eventos, palestras, entrevistas de rádio ou televisão. Irá conter conteúdo informativo baseado no posicionamento do especialista, uma biografia, fotografia e uma amostra de publicações passadas relevantes ao assunto em mãos.

4. Biografias com tamanhos diferentes

É bom ter uma série de biografias de tamanhos diferentes – por exemplo, uma biografia completa de 100-200 palavras e outras mais curtas de 50, 20 e 10 palavras cada. Se forem escritas cuidadosamente, cada uma delas irá conseguir transmitir bem o posicionamento do Especialista Visível. Elas podem por sua vez ser acompanhados de introduções de tamanhos diferentes para palestras. Não obrigue a que a pessoa a fazer a introdução tenha de adivinhar o que é mais importante ou ter de lê-la toda.

5. Vídeo

Dois tipos de vídeo que são úteis. O primeiro é um panorama das credenciais do Especialista Visível e experiência dita através da perspetiva dos outros. É preenchida com testemunhos e factos, e pode ser a ferramenta mais preciosa na tua possessão.

O segundo tipo de vídeo pode ser uma amostra de uma apresentação das competências dum especialista e aparições como convidado em certos eventos. Isto remove o elemento de risco à medida que alguém pondera marcar-te para ires falar como palestrante. Certifica-te que estes vídeos são produzidos a um nível profissional (não queiras poupar trocos) e da melhor qualidade. Eles irão causar uma impressão, boa ou má.

Cheios de testemunhos/estudos de caso, um vídeo pode ser a ferramenta mais envolvente que podes vir a ter

6. Material informativo

Onde é que o especialista se posiciona nas questões que interessam aos potenciais clientes dele, jornalistas e outras pessoas de influência? Estas são as questões que tens de identificar na tua estratégia de Especialista Visível. Tens que articular a tua posição e perpetiva ao tornares disponíveis artigos ou outros tipos de relatórios ou material informativo

7. Uma forte presença online

Há dois componentes para uma forte presença online. Uma é acumular toda a informação relevante e links numa página do website da tua firma, ou mesmo um mini site. O segundo componente é uma série de páginas web criadas em torno de questões relevantes. Cada página deve ser otimizada para SEO (Search Engine Optimization) para poderem ser encontradas online.

8. Uma presença consistente nas redes sociais

Aplica o posicionamento, o design e a cópia (texto) às páginas das redes sociais do especialista. Estas serão fontes importantes de atividade e envolvimento com o mercado. Elas são tão importantes quanto o website da empresa e devem ser tratadas como tal.

9. Um blog

A tua estratégia passará por precisares dum blog, que poderá ser completamente separado do website da tua firma (e a tua firma tem um, certo?). De qualquer forma, esta é uma parte vital na presença online de qualquer Especialista Visível, e o especialista deverá colocar artigos semanalmente. Se necessário, um escritor contratado pode ser usados nos bastidores para fazer com que isto seja viável caso o teu tempo seja limitado.

10. Um livro

Que boa forma de te posicionares. Enquanto que não é uma necessidade prioritária, é a cereja em cima do bolo. Não tens tempo de escrever um livro ou de te comprometeres a um projeto deste género? Podes pelo menos ponderar publicar um e-book com alguma “carne”. Escreve o livro tendo o teu público em mente, não para os teus colegas de profissão. Irá melhorar o nível de entendimento que o teu mercado terá das tuas ideias ou trabalho.

Muitas destas ferramentas não são coisas de um evento só. Um blog é uma plataforma, um processo constante. Eventualmente irás precisar de criar vários artigos, white papers, seminários ou webinários e outros eventos. Começa a entender como é que podes arranjar tempo para estas atividades na tua agenda. Dá trabalho? Dá. Mas como diz o Einstein:

“O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.”

Com estas ferramentas estás agora na posição de poderes implementar o teu plano para te tornares um Especialista Visível. Essa vai ser o tema da parte 6 destas séries em como te tornares um Especialista Visível.

Acabaste de ler a parte 5. Começa na parte 1 ou lê a parte 4.

Como ser um Especialista reconhecido: parte 4

O Especialista Visível & a Marca da Tua Firma

Ter um indivíduo na tua firma que é bem conhecido e influente na especialidade deles pode ser uma vantagem para a tua empresa.

Além de atrair novos clientes e bons empregados, um Especialista Visível pode ajudar-te a solidificar a marca da tua empresa, e isso é o que vamos explorar de seguida.

Marca Pessoal vs Marca Empresa

É natural pensar na marca da firma como tendo dois aspetos diferentes: a marca pessoal dos membros da empresa e uma marca geral da firma. No entanto, estes não são a mesma coisa.

Além de atrair novos clientes e novo talento (empregados), um Especialista Visível pode ajudar a solidificar a marca da empresa

Se um indivíduo deixa uma firma para se juntar a outra firma, eles levam a marca pessoal com eles. A marca da firma, no entanto, fica com a firma. Num nível, é bastante simples. Mas na prática, pode-se tornar complicado.

Muitas firmas de serviços profissionais foram começadas por indivíduos com credenciais fortes e alta visibilidade na indústria. Pelo menos inicialmente, a marca pessoal deles pode ser mais poderosa do que a marca da firma como um todo.

Isto pode criar problemas para a firma enquanto eles tentam crescer. Os potenciais clientes querem falar apenas com o fundador. Outros, como o staff que pode ser até muito competente, são ignorados ou postos de lado. O fundador torna-se o factor limitador e progresso chega a um ponto de saturação.

Pode-se estabelecer um problema paralelo àquilo que pode acontecer com um Especialista Visível. Os clientes querem apenas lidar com um Especialista Visível. A marca dele ou dela faz sombra à firma.

Estrela Rock vs Banda Rock

A metáfora da estrela de rock versus uma banda de rock é uma maneira fácil de pensar acerca deste desafio. Quem é a estrela? O indivíduo com alta visibilidade e conhecimento ou a própria firma? É o jogador-estrela ou a empresa-estrela?

Para um empreendedor por conta própria ou uma micro empresa, a abordagem de “estrela de rock” poderá ser perfeita.

Mas para a maior parte das firmas a resposta óbvia é “banda de rock”. Para construir eficazmente uma firma de valor tens de fazer uso da influência de Especialista Visível para levantar a firma inteira e fazer marca dela.

Como é que isto pode ser feito? Eis três coisas a ter em atenção:

1. Seleciona as questões estratégicamente

A base na qual se consegue fazer um relacionamento funcionar está disposta na estratégia que desenvolveres como Especialista Visível. Problemas a nos concentrarmos devem ser selecionados para que eles reinforcem a especialidade da firma como um todo. Não seleciones problemas que promovam o Especialista Visível à custa da marca da empresa.

Normalmente isto não é um problema. Mas às vezes pode ser. Por isso é que a seleção das questões deve ser feita com intenção e não deixada ao acaso.

2. Desenvolve vários Especialistas Visíveis

Esta abordagem é talvez a maneira mais segura de evitar o problema. Se tens vários Especialistas Visíveis em vários aspetos dos serviços da forma, reduzes a probabilidade de um único indivíduo distorcer a tua marca.

Identifica bons potenciais candidatos e começa a desenvolvê-los através dum programa de Especialista Visível. Mesmo que todos os candidatos não alcancem o estatuto de Especialista Visível, o esforço não foi desperdiçado. Os esforços deles vão reforçar a marca geral da firma.

3. Dá ênfase proativo à “banda de rock”

Há muitos passos que podes tomar para dar ênfase à contribuição da equipa num todo. Isto pode ser refletido na linguagem usada pelo Especialista Visível ele mesmo (exemplo, “nós” vs “eu”) e como o desenvolvimento de negócios é conduzido (exemplo, usar sempre uma equipa para fechar novo negócio).

Se pensares sob esta perspetiva, o que estás a tentar fazer é aumentar o poder do “efeito halo” onde as outras pessoas na firma ganham os benefícios por associação com um Especialista Visível. Se tiveres escolhido os problemas que queres endereçar de forma estratégia, desenvolver Especialistas Visíveis irá ajudar a firma num todo e não apenas o indivíduo.

Na parte 5 iremos explorar as ferramentas necessárias para implementar um programa de Especialista Visível. Entretanto lê as partes anteriores.

Acabaste de ler a parte 4. Começa na parte 1 ou lê a parte 3.

Como ser um Especialista reconhecido: parte 3

Desenvolve a tua estratégia de Especialista Visível

Na parte 2 destas séries revemos como alguém pode fazer uma avaliação dele próprio ou dum profissional como Especialista Visível. Agora é altura de explorar o processo de desenvolver a tua estratégia.

Começa com o fim em mente

Qualquer estratégia tem de começar com o fim em mente. Precisas de ser uma autoridade num tópico em concreto, ou estás particularmente intertessado em gerar leads e aumentar a visibilidade da tua firma? É que esta última poderá ser mais facilmente conquistada do que a anterior.

Sê realístico acerca daquilo que esperas alcançar. Se não tens experiência ou provas dadas numa dada área, tornares-te um Especialista Visível nesse campo irá com certeza ser um desafio. Muita gente começa com um programa de Especialista Visível com um entendimento básico na área deles e tenta a partir daí construir uma especialização ou aumentar a visibilidade em torno dum assunto emergente.

Um objetivo claro e firme irá tornar o desenvolvimento da estratégia mais fácil. Sê específico e aponta isso num papel.

Precisas de ser uma autoridade num certo tópico, ou estás mais interessado em angariar leads para a tua empresa?

Eis os passos básicos no desenvolvimento da estratégia.

1. Começa onde és forte.

Qualquer estratégia de sucesso tem de ser fundada numa avaliação realista de onde te encontras hoje. Se já fizeste uma avaliação com base naquilo que já falámos, então estás pronto para avançar.

Neste passo, vais-te estar a focar nas áreas onde és mais forte. Onde é que já és forte? As melhores estratégias têm tendência para ser aquelas que usam as áreas onde tens mais competências.

Podes começar do princípio e mudar a tua atenção para outra área? Será que um consultor que faz auditoria numa empresa de contabilidade sem experiência concreta se pode tornar num especialista de seguros e finanças? Sim, mas é uma estrada difícil. Um objetivo mais fácil será tornares-te um especialista em fraude de seguros, por exemplo, já que a experiência que tinhas previamente em auditoria se traduz mais facilmente nesta posição.

2. Escolhe o teu público

Quem é que queres influenciar extamente? Quanto mais focado tiverem os teus alvos estratégicos, mais rápido estarás de alcançar o objetivo de te tornares um Especialista Visível para esse público. Lembra-te que queres alcançar tanto os teus potenciais clientes como as pessoas de inflûencia em redor deles.

3. Especifica os limites da tua especialidade

Que fronteiras é que podes delimitar na tua área de especialidade para a qual queres ser conhecida? O objetivo aqui é seres o mais específico possível enquanto és também generalista o suficiente para poderes ter um impacto duradouro.

Consegue-se observar este relacionamento no mundo envolvente tecnológico em que vivemos. Se a tua especialidade é focada numa única tecnologia, pode vir a tornar-se desatualizada quando a tecnologia muda de rumo.

Por outro lado, quanto mais específico for o segmento de mercado onde concentras a tua experiência, mais rápido lá chegarás.

4. Escolhe os teus temas e perspetivas

Este é um dos aspetos mais importantes da tua estratégia. Um especialista torna-se visível ao aplicar a expertise dele em tópicos ou temas específicos. Se a perspetiva deles é particularmente perspicaz e provocativa, tem tendencia a ganhar tração no mercado de ideias.

Contrasta isto com a abordagem da maioria dos profissionais. Na busca deles por visibilidade eles têm tendência para dar perspetivas aceites e convencionais em tópicos que são de pouco interesse imediato para o público deles.

Vai à procura de questões ou problemas que estão para entrar em cena e são propensos de serem complexos e controversos. Estes são os problemas que os jornalistas irão escrever e potenciais clientes falar. Este público irá apreciar receber a opinião e perspetiva dum expert nessas matérias.

Lembra-te que alguns assuntos específicos irão perdurar durante anos, enquanto que outros terão uma vida limitada. Ao longo do curso da tua carreira irás ter ambos. Certifica-te que cada problema na qual te foques terás um entendimento claro da coisa. Essa claridade e consistência vai-te ajudar à medida que novas variações e permutações desse problema possam emergir.

5. Desenha uma estratégia de implementação

Como é que irás usar estas ferramentas para desenvolver a tua especialidade e visibilidade? Onde é que irás publicar os teus pensamentos? Onde é que irás assegurar eventos e palestras onde possas falar? Quem é que irás cultivar como parceiros?

Por exemplo, podes chegar à conclusão que a melhor estratégia é tornares-te parceiro com uma associação numa indústria específica para fazeres uma investigação aprofundada nessa área. Baseado nessa pesquisa irás procurar oportunidades de falar em púnlico.

Podes então transformar essa pesquisa num livro. Esse livro irá tornar-se a fundação da tua especialidade e ser usado como uma ferramenta para gerar mais eventos para falares e entrevistas.

Todos estes objetivos específicos encaixam-se para reinforçar a especialidade e aumentar a visibilidade. Isso é como uma boa estratégia deverá funcionar.

6. Identifica as ferramentas que precisas

Que ferramentas específicas precisas para implementar essa estratégia? Muitas pessoas surpreendem-se ao descobrir uma quantidade ampla de ferramentas nas quais precisam de usar para ser bem sucedidos. Eis algumas ferramentas comuns para construir a tua reputação:

  • Biografias de vários tamanhos
  • Fotografia profissional
  • Videos que mostram a tua especialidade ou eventos em que falaste
  • Website teu
  • Artigos de blog
  • Relatórios ou white papers
  • Kis de média
  • Artigos de imprensa
  • Pesquisa
  • Livros ou ebooks (livros digitais

A especificidade de cada um destes pontos irá variar de indústria para indústria, e provavelmente irás precisar de ajuda para desenvolver algumas destas ferramentas.

7. Transforma a tua estratégia num plano de ação

A fase final do desenvolvimento da tua estratégia é torná-lo num plano de ação.

  • Como é que irás construir estas ferramentas?
  • Que recursos externos é que precisas?
  • Qual é o teu tempo previsto para implementares tudo isto?
  • Qual é o teu orçamento?
  • Quem será responsável para fazer com que isto aconteça?

Logo que tenhas completado estas tarefas básicas de planeamento podes começar na fase da implementação.

Desenvolver uma estratégia de Especialista Visível é fundamental para tornar isso uma realidade. Quando olhas em volta para todos os indivíduos e firmas que perseguem serem líderes de opinião e falham, é uma lição a tirar com juízo para poderes saber o que não fazer, ou fazer bem e melhor.

Uma das razões pelas quais muitos falham é que eles estão a seguir uma estratégia que tem falhas, ou nenhuma de todo. Querer ter uma coisa só por querer não chega. Esforços desorganizados também não. É preciso uma estratégia de sucesso.

Na próxima parte irei-te explicar o relacionamento entre um Especialista Visível e a marca da empresa/firma.

Acabaste de ler a parte 3. Lê a parte 1 ou a parte 2.

Como criar bom conteúdo sem dinheiro

Uma das perguntas que me fazem na área do Internet Marketing quando se fala sobre conteúdos é “Mas o que é que podemos fazer quando não temos orçamento?”. Isto é normalmente precedido por “Mas não se consegue criar conteúdo sem orçamento!”.

Não acredito nisto, e vou-te mostrar neste artigo como é que podes criar conteúdo dependendo dos recursos que tens disponíveis.

Existem 3 tipos de capital

Há três tipos de capital à nossa disposição que podemos usar em tudo:

  1. Tempo
  2. Talento
  3. Dinheiro

Tu precisas de pelo menos um destes, de preferência dois de forma a criar alguma coisa decente. Não é necessário, no entanto, ter todos os três. Contratar uma agência com talento trata logo disto tudo.

Tempo, talento e dinheiro
3 tipos de capital que tens à tua disposição

É verdade que três das quatro interseções da imagem envolvem dinheiro, mas isto não significa partes iguais de dinheiro juntamente com o outro fator. O círculo até pode parecer assim:

Tempo, talento com menos dinheiro
Tempo, talento e (menos dinheiro)

Vamos dar uma olhada nos três e exemplos de conteúdo que tem sido criado pelas diferentes combinações de tempo, talento e dinheiro.

Aqui a questão não é que não seja preciso dinheiro, a verdadeira questão é que, seja como for, estaremos sempre a usar algum tipo de capital em qualquer coisa que produzamos, e nem tudo requer dinheiro.

Tempo + Talento + Dinheiro

Este triunvirato é o ideal em qualquer situação. Com tempo para investirmos no trabalho, com talento para assim o fazer, e com dinheiro para gastar, podes produzir bom conteúdo que estará bem ensaiado (tempo), bem desenhado (talento), e capaz de contratar pessoas que irão fazer ambos (dinheiro), e talvez até promover o conteúdo.

Não quer dizer que a mesma pessoa tenha de ser ela mesmo a fazer todos os três. Em muitos casos, o cliente paga o dinheiro, o designer/criador usa o seu tempo e talento, e alguém (o cliente, ou o criador, mas provavelmente um consultor de marketing digital) irá promover o conteúdo. O dinheiro pode encurtar a quantidade de tempo necessário, e pode sem sombra de dúvidas contratar/comprar alguém com muito talento.

Eis um exemplo direto.

O Dollar Shave Club foi um grande investimento, levou um certo tempo a filmar (mas não tanto do que se eles não tivessem dinheiro), e levou dinheiro para ser promovido através do BBH.

O jornal New York Times apresentou várias visualizações nos Estados Unidos da América (na altura das eleições em Novembro 2012). Uma delas foi o mapa eleitoral como podem ver em baixo.

mapa eleitoral eleições novembro 2012 EUA
Mapa eleitoral EUA nas eleiçõies de Novembro de 2012

Tempo + Talento

Necessário quando não tens dinheiro.

Uma combinação de dois capitais, tempo e talenjto. Se tens dois destes, vais ser capaz de criar tudo o que estiver dentro as tuas capacidades. Não vai ser necessário gastar dinheiro em recursos externos já que tu ou a tua equipa terão todas as competências técnicas para criar e promover o conteúdo/peça.

Agora o problema será o tempo, porque irá levar mais tempo a produzir o conteúdo do que se tivéssemos o dinheiro pronto, porque será preciso mais tempo para fazer mais trabalho para o dinheiro que não vamos gastar nele.

No exemplo escrito no blog do OKtrends, o artigo 10 Gráficos Sobre Sexo levou mais de 50 horas a produzir (analisar os dados, tirar conclusões, escrever etc).

É possível usar as redes sociais, SEO, email marketing, etc, para atingirmos os nossos objetivos, haja tempo e competência para isso.

Tempo + Dinheiro

Necessário quando não temos talento.

Se tens tempo e dinheiro mas não tens o talento, podes contratar talento para produzir o conteúdo por ti. Ou podes usar o teu tempo para desenvolveres o talento ou competências necessários.

Se tens orçamento suficiente e uma certa quantidade de tempo, podes produzir muito conteúdo de qualidade desde que estejas disposto a pagar por ele.

E aqui o orçamento pode variar. Mas vamos supor que tens €100. Não consegues fazer grande coisa com isso, mas talvez consigas comprar milhares de “re-pins” no Pinterest com isso, o que talvez faça com que o teu conteúdo tenha mais proeminência. E se tiveres €100 todos os meses para gastar, podes usar mais canais e promover o conteúdo durante mais tempo.

Um exemplo é a empresa Sortable, que encontrou uma maneira de transformar as opiniões dos produtos uma coisa interessante através do uso do bom design, e boa experiência ao utilizador, muito boa a nível da acessibilidade e visualmente apelativa.

Dinheiro + Talento

Necessário quando não tens tempo mas precisas de ter conteúdo de qualidade.

Dinheiro e talento são dois tipos de capital que podes usar quando não tens tempo, e vais precisar de ambos se quiseres ter o trabalho pronto e bem feito.

O dinheiro permite-te comprar todo e qualquer recurso necessário para produzir e promover o conteúdo. Com um orçamento grande, serás capaz de: produzir mais com melhor conteúdo; e promover em mais canais e mais depressa.

O talento permite-te ter uma maior qualidade e rapidez com a qual o teu conteúdo é produzido. Quanto maior for o teu talento, ou o talento de quem tu contrataste, mais rápido serás capaz de produzir conteúdo da mesma qualidade em relação a um indivíduo com menores competências técnicas.

Exemplos de dinheiro e talento.

Guia do WordPress para pequenas empresas

guia wordpress small businesses
Guia do WordPress para pequenas empresas

Ou esta visualização espetacular do Washington Post.

estatísticas visuais eleições EUA novembro 2012
Estatísticas dos Estados que apoiam um ou outro candidato

Tens que tê-los no sítio

Para produzir conteúdo espetacular e de qualidade, sem dinheiro, vais precisar de os “ter no sítio”, e estar disposto a tomar riscos ou a ter uma atitude predisposta a fazer coisas que não estarias normalmente disposto a fazer.

Risco é diferente de dinheiro ou tempo. É mais parecido com talento no sentido de ser uma atitude. Quando estás constrangido pelo tempo, dinheiro e talento (ou acesso a alguém que o tenha), então tens de tomar algum risco.

Um exemplo disso é um website, o Wish.co.uk. Eles fizeram muita macacada ao longo dos últimos anos, incluindo organizar um almoço falso com o Primeiro Ministro David Cameron (por 250 libras). O “trabalho” mais recente deles foi relatado pelo jornal Daily Mail, e gerou uma certa controvérsia, porque eles estavam a dar às pessoas a hipótese de poderem lutar contra polícia de choque. Podes ler a notícia do Daily Mail aqui: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2239331/Stag-website-condemned-arranging-mock-riots-groups-clash-cops.html

7 Perguntas para fazer a ti próprio para fechares o ano em grande

7 perguntas para fechares o ano em grande

E para começares o próximo ainda mais forte

O tempo é a nossa comodidade mais preciosa, e uma das coisas mais desafiantes que temos que gerir, tendo em conta o mundo de hoje em dia e a frenética dos nossos afazeres.

ampulheta de tempo com símbolo euro

É importante que saibamos lidar com o tempo para que o tempo saiba lidar connosco. Não parece às vezes que o “tempo passou a correr”?

Num artigo da Pscychology Today, a perceção do tempo é explicada assim:

A melhor explicação para este fenómeno é que a nossa juventude está repleto de primeiros acontecimentos que ocorreram pela primeira vez – o primeiro namoro, o nascimento do bébé, a primeira grande viagem, etc. Estas primeiras ocasiões são novidade, e nós estamos mais propensos a associar memórias mais profundas e detalhadas delas. Quando repetimos a ocasião, ano após ano, é menos provável que ela se torne um acontecimento único ou memorável.

mealheiro de barro de porco por cima de relógio

A perceção de tempo pode enganar, mas também pode ser altamente recompensadora. Podemos abrandar o ritmo ao qual o tempo passa ao tirar partido de experiências únicas, viver mais no presente, ter uma perspetiva otimista e usar o tempo de forma mais sensata.

Enquanto fechamos o ano e começamos outro, fazer um apanhado do que fizemos permite-nos saber o que fizemos e para onde vamos. Nem tudo funcionou da maneira que quisemos, e outras funcionaram melhor do que planeadas.

Pergunta-te a ti próprio estas 7 questões enquanto fechaste o ano de 2012 e começas agora o de 2013.

1. Estou no bom caminho?

Se não estás a fazer aquilo que gostas (ou que pelo menos suportas), é difícil manteres-te motivado, consistente e congruente contigo próprio. Encontra as tuas paixões e tenta encontrar uma forma de as conseguires integrar na tua vida de forma produtiva. Vai sempre haver tempo para fazeres coisas que não gostas, não te preocupes com isso.

2. Quão bem é que as coisas estão mesmo a funcionar?

Tu não comes iogurtes estragados pois não? Se tens muitos no frigorífico, vais vendo a data de validade e vais comendo (ou não) aqueles que te apetecem conforme estejam bons para consumo.

Verifica como é que as coisas estão a correr, tu, os teus projetos, as tuas coisas. Confia nos teus instintos e junta-lhe uma pitada de senso comum e inteligência.

3. Os meus relacionamentos são mutuamente benéficos?

Família é importante. Assim como amigos e colegas. Todos os nossos relacionamentos deste género costumam ser duradouros. Se não existe mutualidade e confiança nos teus relacionamentos, individuais ou profissionais, talvez seja altura de acabar com eles ou torná-los melhores.

4. Como posso melhorar a minha gestão de tempo e organização?

Estabelecer prioridades, organizar e criar blocos de tempo é a única maneira e controlar o que fazemos e porque o fazemos. Dá uma olhada nas minhas dicas de como ser mais produtivo em 2013 porque tenho lá algumas dicas em como usar bem o tempo.

5. Como melhorar a minha marca, o meu marketing, as minhas redes?

Dá uma olhada nos teus materiais de marketing ou gráficos e na tua mensagem, como é que estás a comercializar o teu negócio ou a ti próprio, e como é que estás a gerir as tuas interações cara a cara e as tuas atividades de marketing? Estás a tirar bom partido e a conhecer pessoas ao vivo e a interagir com elas online?

6. Do que é que eu estou orgulhoso neste momento?

Fazer um ano em análise não é só sobre aquilo que está errado ou requer melhoria, é também sobre as coisas que fizemos e concretizámos face aos desafios e obstáculos que tivemos.

7. Quais 5 coisas tens intenção de realizar em 2013?

Uma intenção é uma coisa dinâmica e fluída, é pensar no que queremos que aconteça nas nossas vidas. As típicas resoluções de Ano Novo são algo rígidas e frígidas para mim.

Faz uma lista realística de 5 intenções que tenhas e o que queres que aconteça em 2013. Prepara-te e faz com que elas aconteçam. Orienta os teus esforços na direção na qual queres que as coisas aconteçam. Elabora, planeia, prepara, aponta, e faz.

  • A mudança acontece
  • Anticipa a mudança
  • Supervisiona a mudança
  • Adapta-te para mudares rápidamente
  • Muda
  • Aproveita a mudança
  • Prepara-te para mudar rápidamente quantas vezes forem precisas

Que coisas podes fazer para acabar o ano em força e começar um novo ano ainda mais forte?