5 estratégias para ser líder de opinião no LinkedIn

Estratégias LinkedIn líder opinião

Uma das melhores oportunidades que o LinkedIn nos apresenta é a possibilidade de sermos uma pessoa influente, um líder de opinião.

Isto é particularmente importante no que toca à promoção B2B (e no mercado de trabalho laboral), e também se estiver a criar a sua marca pessoal num campo competitivo.

Ser uma autoridade num segmento de mercado (ao publicar conteúdo de qualidade) faz com que as pessoas o(a) vejam como um líder na sua indústria.

Ser um líder de opinião ou uma pessoa influente não é só escrever uns artigos e partilhá-los na sua página. Requer uma estratégia. Para criar uma estratégia, é necessário saber as preferências da sua audiência.

Assim, para ganhar o reconhecimento e ter maior reputação do que a sua concorrência no LinkedIn, siga estas estratégias.

1. Partilhe notícias sobre a sua indústria

Notícias e acontecimentos relevantes na sua indústria, quer sejam a partir do seu website ou fontes de autoridade, irão trazer-lhe tráfego (visitantes).

Quanto mais publicar (atenção: conteúdo de qualidade), e mais original for o seu conteúdo, mais fácil será destacar a sua personalidade, a sua voz, dos outros e destacar o seu perfil

2. Publique no LinkedIn Pulse

Crie artigos que sejam relevantes para o seu público-alvo, que sejam úteis ou interessantes. Publique-os no seu perfil por via do LinkedIn Pulse.

Os artigos podem ser curtos ou longos, desde que proporcionem valor às pessoas. Experimente tanto artigos curtos como longos para perceber quais os que são mais lidos e geram mais envolvimento para com os leitores.

3. Use o seu perfil pessoal LinkedIn

Cada detalhe conta. Se é um profissional reconhecido na sua indústria, e está a ganhar notoriedade na sua marca pessoal, é bom ter o seu perfil associado à sua empresa.

Assim, a sua empresa (quer seja colaborador ou dono) irá beneficiar da associação e do trabalho que tem feito em prol do seu branding pessoal.

4. Participe em Grupos LinkedIn

O LinkedIn tem uma “carrada” de grupos. Junte-se àqueles que são relevantes para os seus interesses (profissionais, de preferência) e participe neles ao colocar e partilhar conteúdo relevante.

Estará assim a alcançar outras pessoas que partilham os mesmos interesses, ou que estejam até interessados nos seus produtos ou serviços. Atenção, não faça spam nem seja muito promocional, porque isso percebe-se.

5. Comece o seu próprio grupo LinkedIn

Não seria bom ser dono(a) do seu próprio castelo? Se o seu segmento de mercado não tem um grupo (ou que não seja popular), crie um grupo, como eu fiz com o grupo oficial LinkedIn dos Consultores & Freelancers (junte-se ao grupo).

Após ter pessoas a juntarem-se, pode participar no grupo como faz nos outros grupos, apenas com a diferença de que é dono dele.

5 maneiras de dares a volta à tua carreira

Homem de negócios

Avançar na tua carreira ou profissão pode ser uma colina difícil de subir: tens de trabalhar mais duro do que os outros, ficar à frente da concorrência e manteres-te focado(a) nos teus objetivos.

Muitos especialistas em profissões acreditam que a melhor altura para avançar na tua atividade é quando já estás empregado(a) há algum tempo, mas achas que a tua posição atual não te dá desafios que te satisfaçam.

Mas como é óbvio não tens de esperar para te sentires insatisfeito(a) antes de quereres avançar na tua vida profissional.

Podes querer um salário melhor, um escritório melhor ou horas mais flexíveis. Podes avançar na tua carreira desde que vejas oportunidade para tal. Para isso planeia as coisas antecipadamente.

1. Trata a tecnologia por “tu”

A tecnologia é cada vez mais importante na era moderna. Está em todo o lado, na casa, no carro, no escritório.

Saber mexer no computador é logo ali uma boa competência a ter, mas provavelmente todos os teus colegas também têm competências básicas de saber mexer num PC.

No entanto, a maioria das pessoas param de aprender a partir do momento que sabem o suficiente para arranjar um emprego. Podes triar partido desta mentalidade ao desenvolveres continuamente as tuas competências e aprender a usar novas aplicações e software que tornam a tua vida mais fácil.

Também podes aprender a integrar os teus aparelhos móveis para te ajudar na tua atividade. Seres proficiente com os aparelhos à tua volta e tratares a tecnologia por “tu” vai-te dar um lugar de destaque face aos outros.

2. Torna-te “aquela” pessoa

Transforma-te naquela pessoa para quem os outros se viram quando precisam de ajuda numa coisa específica, seja ela qual for, tal como, ajuda com uma impressora, ou com roupa, ou videojogos, ou saber qual o melhor eBook reader para comprar.

Pode haver outras pessoas no teu local de trabalho que sabem umas quantas coisas sobre essas áreas, mas o que interessa é que saibas mais do que elas, e estejas disponível para ajudar, pela menos na maior parte do tempo.

Ao fazeres isto, não só te tornas mais valioso(a) como poderás chamar a atenção dos quadros superiores.

3. Domina a tua competência mais forte

A educação é uma coisa muito bonita, dizia a minha mãe. Requer dinheiro e investimento de tempo, mas estares continuamente a aprender ajuda a avançares na tua atividade.

Não é só a educação académica ou de escola que tiveste, mas também certificações em certas áreas, de preferência que sejam relevantes para a tua atividade. Se és um(a) videógrafo(a), podes especializar-te em fotografares conferências, para que te possas tornar um recurso necessário quando a empresa fizer esses eventos.

4. Alinha os teus interesses com os da empresa

Pode parecer simples, mas às vezes só é preciso falar com o patrão sobre a possibilidade de teres uma promoção e avançares na tua carreira ao informá-lo sobre as competências que tens que pensas que podem ser relevantes para a empresa.

Mesmo que a resposta seja não (por agora), pode haver oportunidades futuras que esta conversa que tiveste poderá criar para ti, para que quando elas acontecerem, os quadros superiores lembrarem-se de ti.

5. Explora outras oportunidades

Quando achas que não há margem de manobra para crescer dentro da empresa, mesmo após teres desenvolvido as tuas competências, mostrares que és de confiança e apresentar sugestões de como podes ajudar a empresa, não feches a porta a outras empresas.

Há outros sítios que te poderão valorizar mais do que aquele em que te encontras. Lista os teus objetivos profissionais e escolhe uma empresa que te pode ajudar a servir de ponte para os alcançares.

Aprende sobre a cultura da empresa, a história dela, e como eles fazem entrevistas para que estejas preparado(a) para elas.

Ao mostrares a tua dedicação no que fazes, e desenvolveres as tuas competências, é inevitável que te proponham uma melhor posição eventualmente.

O guia para te focares melhor: lições de um domador de leões

Encontrei este artigo tão fascinante que tive de o partilhar como forma de honrar este conceito tão simples e tão útil. Lê o artigo original aqui ou continua a ler.

O domador de leões

Como um domador de leões te pode ajudar a ter foco e viver uma vida melhor.

Clyde Beatty, domar de leões

Havia um rapazinho chamado Clyde Beatty, que nasceu em Ohio em 1903. Quando era adolescente, saiu de casa para se juntar ao circo. Começou a limpar jaulas dos animais, mas avançou na carreira para se tornar um grande homem do showbiz.

O Clyde ficou famoso pela sua atuação em que domava feras selvagens. Uma das atuações envolvia leões, tigres e outros felinhos, todos ao mesmo tempo, em que os domava a todos.

A maioria dos domadores de leões morria no ringue, mas o Clude viveu até aos seus 60 anos, de cancro, não por causa dum leão.

Como é que ele sobreviveu? Com uma ideia simples.

Ele foi o primeiro domador de leões a usar uma cadeira no ringue do circo.

O chicote e a cadeira

Clyde Beatty a colocar cadeira à frente de leão Quando pensamos em domadoes de leões, pensamos em alguém a envergar um chicote e uma cadeira. O chicote é o que nos chama mais a atenção, mas é na realidade a cadeira que é o segredo.

Quando um domador de leões coloca uma cadeira na cara do leão, este tenta focar-se em todas as 4 pernas ao mesmo tempo. Como o foco dele está dividido, o leão fica confuso.

Com “tantas” escolhas, o leão congela e espera, em vez de atacar o domador.

Como evitar ficar como o leão

Quantas vezes te encontras na mesma posição do leão?

Leão confuso

Quantas vezes tens algo que queres ou precisas fazer (perder peso, ganhar músculo, começar um negócio, viajar mais…) só para ficares confuso(a) com todas as opções que tens e congelares?

Isto é verdade na saúde, fitness e várias outras áreas onde as pessoas e empresas pensam que têm que tornar as coisas mais complexas do que o que são. Parece que cada rotina de exercício que encontramos é a melhor, ou que aquele especialista afirma ter o melhor plano de nutrição, ou um guru qualquer que diz que tem as chaves para ganhar dinheiro na internet.

Enquanto os especialistas e as pessoas se debatem pelas melhores opções, aqueles que querem de facto melhorar as suas vidas (tu e eu) ficam congeladas e frustradas com tanta informação.

O resultado final é que nos sentimos congelados e acabamos por não fazer nada, ou focarmo-nos em coisas que não interessam, tendo menos progresso e fazendo menos coisas.

Está na altura de mudar isso tudo, e eis como…

Como te focares e aprenderes a estar concentrado(a)

Alvo com seta

De cada vez que sentires que o mundo te colocou uma cadeira “in your face”, lembra-te que tens uma escolha. Só tens de te comprometer a uma coisa.

Não tens de fazer as coisas de forma perfeita. Só tens de começar. Começar antes de estares pronto(a) é um dos hábitos das pessoas de sucesso.

A capacidade de começar e comprometeres-te a uma tarefa é só o que precisas para te focares melhor. A maioria das pessoas não tem problemas de foco. Eles têm problemas em decidir coisas.

Alguma vez tiveste uma tarefa à tua frente que tinhas mesmo de fazer? O que aconteceu? Fizeste-a. Talvez até tenhas adiado as coisas, mas quando te comprometeste a ela, fizeste-a.

Fazer progresso na tua saúde, no teu trabalho e na tua vida não é baseado em como aprenderes a concentrar-te, mas sim como escolher e comprometeres-te a uma tarefa específica.

Tu tens a capacidade de te focares, só precisas de escolher no quê é que a vais direcionar, em vez de ficares congelado como o leão, com a atenção dividida pelas 4 pernas da cadeira.

Queres perder peso? Ótimo. Começa uma alimentação “normal”, ou seja, toda a comida que não for embalada ou estiver numa caixa. Carne, peixe, vegetais e legumes. Inicia um regime de exercício, mesmo que seja só andar. Compromete-te com o básico, criando assim bons hábitos, percebendo que isto é para ser feito a longo prazo, na tua vida. A consistência é mais importante do que a intensidade.

Queres ganhar músculo ou ficar em forma? Boa. Pára de ler os posts motivacionais no Facebook e vai para a cama mais cedo. No próximo dia, começa um plano de treino, seja com movimentos corporais (flexões, elevações), seja com pesos (agachamento, peso morto, press militar), e dedica-te.

Queres começar um negócio? Fantástico. O mundo do empreendedorismo não é fácil, ou toda a gente o faria. Não tens de aprender uma nova estratégia ou aprender a focares-te. Só tens de te dedicar a tornares o teu projeto uma realidade. Começa a tua caminhada com o primeiro passo e acredita em ti, sabendo que irás ganhar experiência à medida que vais caminhando.

Todos nós temos a capacidade de nos concentrarmos no que quisermos, mas apenas se e quando decidimos aquilo que é importante para nós e ao que nos queremos dedicar e concretizar. A única má escolha, é nenhuma escolha.

Pára de olhar para a cadeira

Domador de leão com cadeira e chicote
Jacobsen/Stringer/­Getty Images

A vida não é um ensaio. Não existem “continues” como nos vídeo-jogos. Tu estás no ringue da vida. A maioria do tempo, sentamo-nos quietinhos a olhar para a cadeira à nossa frente, debatendo-nos sobre que perna é mais importante.

Mas não tem de ser assim. Se tens algo que queres fazer, algum sítio onde queres chegar, alguém que queres ser… então toma a tua decisão. Se estás bem claro(a) sobre onde queres ir, o mundo ou irá-te ajudar a lá chegar, ou sairá do teu caminho.

Não tens de fazer tudo duma vez, nem que as coisas fiquem perfeitas. Tens é de fazer alguma coisa, agora. Alguma coisa que é importante para ti, alguma coisa para o qual estejas destinado a fazer. Eu posso não saber o que é, mas tu sabes. Tira a cadeira da tua frente e dá o primeiro passo.

Deixo-te com um artigo interessante sobre como domar leões, onde o Clyde Beatty é mencionado.

Os Toastmasters valem a pena?

Os melhores €50 que podes investir

Quando atendi como convidado a minha primeira sessão Toastmasters, fiquei logo com a sensação de que isto era para mim, e quis repetir.

Então, na sessão seguinte, voltei a aparecer e desta vez tornei-me membro. Quando a sessão acabou, fui para casa a pensar: “foram os melhores €50 que já gastei”.

Estar nos Toastmasters não só me permite melhorar a minha competência a falar em público, mas também estar rodeado de outras pessoas que têm o mesmo objetivo de uma melhor comunicação.

O que é o Toastmasters?

Toastmasters é uma organização sem objectivos lucrativos dedicada à melhoria das competências de comunicação, discurso público e liderança, através de clubes disseminados a nível mundial. – Wikipedia

O website Português está em http://www.toastmasters.org.pt/.

Não existe um “mestre”, sensei ou professor. Os membros juntam-se, dão discursos e recebem feedback construtivo.

Aprende a fazer, de forma estruturada

Uma das primeiras coisas que reparei no Toastmasters é quão organizado e envolvente são as sessões. São devidamente estruturadas, com membros que preenchem funções específicas.

Se queres saber um modelo provado daquilo que é uma reunião bem conduzida, atende a uma sessão Toastmasters (podes pedir para ir como convidado, para teres uma ideia se os Toastmasters são para ti, antes de te tornares membro).

Cada sessão tem discursos preparados por alguns dos membros. Cada orador prepara o discurso dele(a) de acordo com os objetivos do projeto, como descrito no manual (manual que todos os membros recebem).

O primeiro manual consiste numa série de 10 projetos (discursos) que se focam nos alicerces da comunicação, como gestos, contacto visual, organização e entrega. Além destes existem 15 manuais avançados, portanto há muito para aprender.

Cada orador tem um avaliador que lhe é designado para aquela sessão, que apresenta uma avaliação breve com base no discurso do orador e dá feedback de acordo com o manual. Normalmente aprendo bastante com o feedback que me dão, pois é a perspetiva duma pessoa diferente.

Sugestões de melhoria são bem vindas

Podes-te sentir tentado(a) a copiar outras pessoas de sucesso, mas na minha opinião, não há nada como encontrares a tua “voz”, o teu estilo, e fazê-lo de forma a conseguires criar uma conexão pessoal com o tópico que estás a apresentar.

Além dos discursos preparados e avaliações, existem outras funções, como o Timer, que garante que os oradores se cingem a um tempo específico, o Grammarian, que aponta erros de pronúncia e gramática, e o Ah-counter, que conta os “uhms”, “aaa’s” e outras expressões de palha.

Existe ainda o Toastmaster, que apresenta e conduz a sessão e o Avaliador Geral, que avalia a sessão por inteiro, apontando coisas que correram bem e outras que podem melhorar (ex.: sessão ter começado 10 minutos atrasada).

Discursos de improviso são divertidos

Uma das secções duma sessão Toastmasters está dedicada aos Table Topics. Esta é uma parte que eu gosto bastante, mesmo que muitas vezes não vá discursar.

O Table Topics Master é a pessoa que vem ao palco com perguntas ou temas preparados e pede voluntários da audiência para se levantarem e virem dar um discurso de improviso. Isto pode ser bastante divertido e educacional, e para alguns pode ser um momento de desconforto, mas “pensar em bicos dos pés” é uma competência importante de termos para organizarmos as nossas ideias e raciocínio de forma a apresentar uma resposta concisa.

Conclusão

A melhor parte sobre o Toastmasters é que funcionam. Eu próprio estive ansioso das primeiras vezes que fui falar, e isto é normal. Estarmos nervosos é sinal de que nos importamos connosco e com a audiência. Com o tempo o nervosismo passa, para dar lugar a uma maior consciencialização da nossa evolução enquanto oradores.

Há casos de pessoas introvertidas que desenvolvem competências de tal forma que acabam por ganhar concursos, a nível nacional e internacional. Vários oradores que começam de forma simples, tornam-se em grandes oradores e bons avaliadores.

Mas os Toastmasters não é apenas para falar em público, quem participa desenvolve a sua auto-confiança, auto-estima e capacidades de comunicação e liderança, o que é essencial em vários panoramas da nossa vida pessoal e profissional.

SOBRE MIM

Juntei-me ao Toastmasters em 2012 e não mais olhei para trás. Faço parte do Leiria Toastmasters Club, mas existem vários clubes por todo o país. Se queres saber se o Toastmasters é para ti contacta-me a partir do meu website, perfil no Toastmasters ou contacta um clube perto de ti.

Líderes usam linguagem corporal

Atribuímos significado à linguagem corporal

Saber quando nos levantarmos, movermos, gestualizar e lidar com nervosismo transmite liderança, paixão e abertura. Coloca-te direito(a), cabeça erguida, respira profundamente e filma-te ao vivo quando estiveres a ensaiar.

A prática intencional leva à confiança. Um estudo de 2009 conduzido por Pablo Brinol revela que ao simplesmente tomar uma postura de confiança, ficamos mais confiantes. Os gestos físicos ajudam-nos a transparecer líderes.

Quanto tempo passas a ensaiar antes duma apresentação? Filmas-te em vídeo, prestas atenção à tua linguagem corporal?

Follow the leader

Nós seguimos os líderes.

Quando és orador, é-te dada autoridade. O teu público quer e espera que os lideres. O que fazes de seguida é importante para que não percas o bom ponto de partida que tens com eles. Torna-te um líder desde o começo das apresentação e mantém-te na liderança.

A experiência controversa de Stanley Milgram no princípio dos anos 1960s mostrou que é difícil para muitos de nós resistir à autoridade. Somos programados para seguir líderes.

E tu? Sentes-te confiante, ou não confiante quando vais falar para uma pláteia. Porquê?

Contratar Empregados Criativos

rapariga com camara digital
photo credit: Kristin Lucco X via photopin cc

Estás à procura de obter empregados criativos para a tua empresa? Então
permite-me com toda a modéstia sugerir-te algumas carateríticas que deves enunciar de forma a encontrares pensadores e empregados criativos.

Backgrounds diferentes

Empregados criativos e produtivos é aquilo que muitas empresas querem. No entanto, os anúncios de vagas de emprego não refletem isso. Espera-se da maioria dos empregados típicos que sigam um caminho relativamente estreito no odecurso da carreira deles, definido por sua vez pela posição que eles procuram. Normalmente, isto envolve ter um curso académico numa área relacionado com a atividade a desempenhar, e de preferência, até uma formação avançada e experiência demonstrada num outro trabalho anterior.

O indivíduo que consiga preencher os requisitos da posição é propenso a ser competente para a mesma. Mas não há garantia que ele ou ela seja particularmente criativo. Mais, o background dessa pessoa irá ser bastante semelhante a outras pessoas no departamento que será improvável que ela traga algum tipo de diversidade de pensamento como benefício. A diversidade de pensamento ajuda na criatividade via colaboração de equipa. Quanto mais diversidade houver num grupo, mais material temos com o qual se poderá arranjar ideias criativas.

Se quiseres encontrar e contratar pessoas espetacularmente criativas, tens de encontrar pessoas com diversidade nos backgrounds delas. Isto não é apenas indicativo de criatividade, mas também aponta um potencial empregado como tendo mais diversidade de experiência, conhecimento e vivências do que uma pessoa que seguiu um caminha de carreira muito padrão.

Diversidade e Experiência Internacional

A coisa mais importante que deves procurar é a experiência, ou vivência internacional da pessoa. Não necessariamente ser uma pessoa que viaja muito de férias, mas sim uma pessoa que viveu, estudou ou trabalhou em algum outro sítio. Segundo um estudo do Journal of Personality and Social Psychology, viver noutros países ajuda a desenvolver uma criatividade de forma permanente. Portanto, pense em estrangeiros a viver no seu país assim como pessoas da sua nacionalidade que já viveram ou trabalharam noutros países.

A segunda melhor caraterística no que toca à experiência internacional é diversidade de experiência. Em vez de olhar para pessoas que seguiram uma carreira profissional muito linear, vire-se para pessoas que tiveram uma experiência mais variada. Pense nas pessoas que fizeram trabalho de forma diferente da posição à qual eles esperam poder preencher. Se queres um Gestor de Informática, alguém que passou dois anos a vender cerâmica decorativa ou um ano a ensinar pessoas a fazer yoga além de também ter alguma experiência em Informática, está mais propenso a ser mais criativo do que alguém que apenas tem experiência em Informática. Para além disso, esse indivíduo vai trazer mais diversidade de pensamento para o departamento de Informático, o que irá ajudar a equipa no todo através da colaboração criativa.

Além da experiência de trabalho, observe sinais de diversidade e pontos incomuns na percurso académicos, passatempos e outros. Um gestor de marketing que tem um curso em literatura vai ser provavelmente mais criativo do que um gestor de marketing que tem um curso de gestão de empresas ou algo do género. Ele ou ela irá com certeza trazer perspetivas mais variadas ao departamento de marketing.

Humor

Ser uma pessoa engraçada e ter sentido de humor é bom, especialmente se for um sentido de humor original, a capacidade de ser divertido e engraçado por si mesmo ao invés de repetir piadas conhecidas, tudo isto é um indicador de criatividade. Humor é ver as coisas de maneiras diferentes que são inesperadas, e fazer isso dessa forma requer criatividade. Isto não significa que toda a pessoa criativa tem um sentido de humor, aliás, muitos não têm. Mas alguém que tenha um sentido de humor e seja original nisso é com certeza uma pessoa criativa.

Alguém com sentido de humor é com certeza uma pessoa criativa.

Ter um sentido de humor não é provavelmente algo que será aparente no CV do candidato, e muitas pessoas pensam, elas próprias, que à partida, elas já têm um sentido de humor. Se o candidato tem um blog, e uma conta Twitter e participa de forma ativa e proativa onde demonstra um bom sentido de humor, então será provavelmente mais criativa do que outros.

Espírito rebelde

As pessoas altamente criativas são propensas a ser um bocadinho rebeldes. Isto acontece porque elas pensam de forma diferente das pessos comum, e tendem a fazer as coisas de forma não convencional. Além disso também não têm medo de ser algo provocativos, mesmo com figuras de autoridade. Isto não é porque elas escolhem ser rebeldes, ao invés disso, acontece porque as pessoas muito criativas pensam de maneira diferente e tomam decisões de forma diferente das outras pessoas típicamente consideradas criativas. As pessoas altamente criativas podem até nem seguir as convenções normais. Estão mais propensas para acreditar que a ideia delas são melhores do que as ideias convencionais.

Isto significa que se queres mesmo contratar pessoas muito criativas, deves prestar atenção a sinais de rebeldia. No entanto, esta caraterística é improvável que apareça no CV do candidato por razões óbvias. É algo que deve ser identificado através de entrevistas e talvez até ao investigar o perfil do candidato nas redes sociais. Agora, atenção, rebeldia não significa necessariamente uma pepssoa criativa. Há pessoas que são rebeldes por outras razões. Portanto, contratar uma pessoa rebelde não garante que ela seja uma boa contribuição para a tua empresa. Em vez disso, deves considerar essa caraterística juntamente com outras descritas neste artigo.

Por outro lado, nota que contratares pessoas altamente criativas irá resultar em contratar pessoas rebeldes, que poderão não se adaptar de forma fácil à cultura empresarial; pessoas que possam vir a ser críticas dos seus superiores e da maneira como as coisas são feitas na empresa; pessoas que acham que sabem mais do que tu ou os gestores. Por vezes, os rebeldes estão errados. Outras vezes estão certos. Mas tens de te perguntar a ti mesmo(a) o seguinte: se queres mesmo empregados muitos criativos, quere-los ao ponto de aceitares as consequências de vires a teres pessoas altamente rebeldes e criativas na tua organização? Isto porque, sejam ou não rebeldes, as pessoas muito criativas são, por definição, diferentes da pessoa comum. Eles pensam de forma diferente, não se conforma. Podem até ficar frustrados e desistir se ignorares as ideias deles e te confinares a ideias menos criativas e menos arriscadas.

CONCLUSÃO

As pessoas criativas são diferentes. Vão ter experiências de vida diferentes das outras pessoas, e as vivências delas podem incluir ter vivido ou trabalhado noutros países. Poderão comportar-se de forma diferente dos outros e mostrar resultados diferentes, resultados criativos. Se tiveres as dicas deste artigo em mente, vai ser fácil encontrares pessoas bem criativas.

Escutas os teus empregados?

repariga ouvir música
canonsnapper via Flickr

Escuta, para aprenderes

Tu deves cometer este erro. As pessoas que conheces devem cometer este erro. Eu (às vezes) cometo este erro. Tens de parar de dizer apenas às pessoas o que é que elas têm de fazer e começar a colocar questões. Perguntar qual é a melhor maneira de lidar com algum tipo de problema permite-te a ti saber mais sobre uma certa situação antes de abrires a boca e expressares a tua opinião ou mandares alguém fazer alguma coisa. É impressionante o que se pode descobrir quando se faz perguntas em vez de se fazer suposições (ou saltar para conclusões).

Deixa a tua malta e os teus empregados aprenderes a cometer erros por eles próprios. Eles não são nenhuns bébés. Desde pequeno sempre pensei que errar é mau. Eventualmente cheguei à conclusão que desde que aprendamos com os nossos erros, temos a oportunidade de tornar o nosso projeto ou a nossa empresa melhor. Em vez de pensar nos erros como problemas, comecei a pensar neles como oportunidades para aprender com eles.

Há tanta empresa por aí fora ondes os donos partem do princípio que os empregados têm pouco interesse em fazer um bom trabalho. Isto eventualmente torna-se numa situação que acaba por se dar. Estas são o tipo de empresas onde tu não te sentes valorizado enquanto cliente.

Por outro lado, se esperas que os teus empregados tenham um bom desempenho, e os informas nesse sentido, então as probabilidades estão do teu lado de que isso se concretize. O comportamento dos teus empregados vem das expetativas que tu lhes colocas e da maneira como as comunicas. É importante encorajar os empregados a tomar responsabilidade e não apenas apontar a culpa para um lado ou para o outro. Quando os erros não são permitidos, apontar culpas costuma ser uma das atividades favoritas da malta. Às vezes pode levar anos para mudar esta cultura empresarial.

Uma vez um gestor regional duma empresa de enlatados passou por uma linha de produção e notou que uma das latas de comida estava abaixo dos padrões de qualidade. Ele perguntou à pessoa que estava na linha de produção se iria gostar comer aquilo que ela acabou de fazer. Ela disse que não, e ele perguntou-lhe porque é que então ela tinha feito isso daquela maneira. Ela não respondeu, talvez a pensar que os colegas, a fábrica, o gestor ou qualquer outra pessoa é que tinha a culpa e não ela. O gestor perguntou-lhe mais três vezes porque é que ela fez o que fez, e ela, que até então tinha a cabeça baixa, levanta-a, olha para o gestor de frente, com coragem, e diz-lhe que ela é que foi responsável por isto.

Esta trabalhadora deixou de ser uma vítima e percebeu que ela é que está em controlo sobre o que acontece com ela no local de trabalho. Ela compreendeu que ela é que é a especialista naquilo que ela faz, e tornou-se numa pessoa diferente. Mais tarde esta pessoa tornou-se numa gestora da mesma fábrica.

Há pessoas que preferem dizer ao invés de perguntar. São hábitos que têm de mudar. Temos de aprender a confiar nos nossos empregados e deixar que eles aprendam com os erros deles, para que possamos de facto confiar na nossa equipa e mudar as coisas para o positivo.

Tudo isto é uma coisa que leva tempo, como é o caso de mudanças na cultura organizacional da empresa. Mas um dia és capaz de entrar no local de trabalho e notar que as coisas estão diferentes. As vantagens poderão ser várias, desde reduzir o tempo de formação e treino duma equipa de vendas, como aumentar o nível de retenção de encomendas feitas e muitos outros.

O que é que acontece quando alguém comete erros na tua empresa?

Como criar uma cultura empresarial a que as pessoas se vão querer juntar

pessoas a saltar no ar

Até mesmo a estratégia empresarial mais fascinante pode significar zero sem o talento (em pessoas) para o conseguir levar a cabo. É por isso que atrair empregados competentes e motivados é tão importante para as empresas que estão agora a começar.

É preciso um certo tipo de pessoa para se juntar a uma start-up. Os candidatos ideais conseguem demonstrar tolerância ao risco e também flexibilidade, já que o papel deles vai evoluir de acordo com as necessidades crescentes da empresa. Aqueles que combinam o talento com a capacidade de arregaçar as mangas e ter o trabalho feito são aqueles que queres a batalhar nas trincheiras contigo. E essas pessoas existem, mas podem constituir um desafio não só de as encontrar mas também de fazer com que elas se juntem ao teu projeto e não ao de qualquer outro.

Nenhuma pessoa é igual, nenhum candidato é igual ao outro, mas uma remuneração competitiva poderão ser os fatores decisivos para a maiora dos potenciais empregados. No entanto, podem haver outros fatores que estão envolvidos na decisão de “compra” do empregado para a empresa. Os empreendedores estão normalmente naquela posição invejável de conseguir criar uma cultura empresarial com o seu próprio toque pessoal.

Eis então algumas formas de criar uma cultura que motiva e entusiasma os potenciais empregados.

Torna as coisas flexíveis. Ter um equilíbrio entre a vida e o trabalho é uma das prioridades da maioria das pessoas e empregados. Poder dar uma certa liberdade no que toca a poder trabalhar a partir de casa em determinados dias dum mês, ou talvez sextas-feiras mais curtas em troca de horas de trabalho noutros dias úteis, pode ajudar a mostrar os teus valores e os valores empresariais da empresa. Não só isto ajuda a atrair potenciais empregados, mas também ajuda a criar e implementar lealdade neles.

Sê generoso(a). As pessoas estão cada vez mais preocupadas em poder dar um contributo para a sociedade, e ter um empregado que ajuda nesse sentido é uma mais-valia. Deixa os empregados envolverem-se ao votarem numa causa que a empresa apoia e sugere-lhes formas diferentes de ajudar através de voluntariado nas instalações, atividades ou angariação de fundos para essas instituições. Todos nós temos causas em que conseguimos acreditar, e os teus empregados não vão ser exceção. Podes-lhes dar a hipótese de se “baldarem” a um ou dois dias por mês para eles usarem no voluntariado de uma causa que seja importante para eles.

Sê uma pessoa acessível. Com uma equipa pequena, os líderes interagem normalmente com todas as pessoas na empresa. Para muitos potenciais empregados, este acesso e este nível de cooperação pode ser um bom fator de influência. Dependendo do caso, podes até criar “almoços de liderança” em alguns dias por mês onde um grupo de empregados se encontra contigo, um-a-um ou em pequenos grupos, para que possas ouvir as preocupações deles e responder às questões que eles possam ter do caminho que o teu projeto está a levar e como eles se enquadram nisso.

Mostra planos de crescimento. Os melhores empregados querem estar numa empresa onde eles podem crescer na carreira deles, e logo desde o começo eles precisam de se sentir seguros de que existe espaço para isso acontecer. Cria um programa de treino onde eles podem aprender as competências que precisam para se desenvolverem, para que eles não tenham de sair para as obter.

Dá-lhes uma fatia do bolo. As pequenas empresas podem não conseguir dar bons planos médicos ou seguros, portanto podes consideerar a hipótese de partilha de lucros. Isso ajuda os empregados a terem um sentido muito sério de compromisso e possessão da empresa ao mesmo tempo que lhes dá um incentivo extra para trabalhar no duro.

Recompensa-os. Muitas empresas têm programas de mérito numa base mensal, trimestral ou semestral, portanto dá aos teus trabalhadores o mesmo reconhecimento. Quer seja “melhor empregado do mês” ou “recorde de vendas”, estes prémios são uma forma de aumentar o moral da malta, e se juntares um pequeno incentivo financeiro extra – ainda melhor.

Começar uma empresa não é fácil, e há muitas razões do porque é que alguns falham e outros têm sucesso. Mas aquilo que é verdade para todos é que nenhuma empresa ou projeto pode vingar no mercado sem um bom pedigree de empregados onde eles acreditam verdadeiramente que a missão e cultura da empresa contribui para isso. Criar um ambiente que valoriza os empregados e lhes permite aprender e crescer, como indivíduos e profissionais, vai atrair os empregados mais talentosos e contribuir bastante para o sucesso do teu projeto ou da tua empresa.

9 Lições de Empreendedorismo Que Não São Ensinadas na Escola

Soldados chineses

Empreendedorismo = Liderança

Empreendedorismo é liderar, que pode ser liderar os clientes para um novo produto ou serviço, liderar uma equipa para o rendimento máximo e liderar um negócio para a oportunidade ideal do mercado, ao passo que dar o máximo de retorno para os investidores. A maioria dos empresários sentem que têm o talento e as competências necessárias no que toca à liderança, mas têm algumas dificuldades em conseguir desenvolver estas capacidades e medir a eficiência delas.

Grande parte de ser um líder é confiança pessoal e iniciativa. Qualquer pessoa consegue desenvolver as suas capacidades inatas de liderança para conquistar sucesso na vida e nos negócios. A peça-chave é aprender das lições da vida de outros, uma coisa que nunca irás ter numa sala de aula.

9 Fatores de Liderança em Empreendedorismo

Eis as lições mais importantes de empreendedorismo e liderança que não são ensinadas nas escolas.

1. Praticar liderança verdadeira vs falsa liderança

Ser autêntico requer honestidade, consciência e uma perspetiva desinteresseira. Os empreendedores que são genuínos lideram através do poder da influência pessoal, ao invés do medo. Aqueles que fingem dependem da posição, autoridade e manipulação, e tudo isto são ganhos a curto termo com perdas a longo prazo.

2. Começa com a visão, mas passa para a ação

A visão dá-te a direção para que a tua empresa ou o teu projeto não falhe redondamente. Enquanto comunicas a tua visão com os teus colegas, parceiros ou investidores, irás estar a reinforçar as tuas convicções e a obter reforço deles. A liderança é definida pela ação. Tens de agir para seres bem sucedido, portanto confia em ti e começa e mexe-te antes de estares pronto.

3. A importância do pensamento crítico

Pensar de forma crítica é a capacidade de pensar friamente, de forma racional e independente sem tendências tendenciosas. O pensamento crítico não é apenas acumular informação, e não deve ser confundido com ser crítico das outras pessoas. Um empreendedor tem de praticar pensamento crítico para ser um líder, ao invés de seguir a sabedoria convencional.

4. Liderança vem com o acompanhamento da equipa certa

Um empreendedor não tem apenas de escolher os membros de equipa corretos, mas tem também de comunicar contínuamento a visão deles, as tarefas necessárias, e dar mentoring e feedback a cada um deles. Não te concentres demasiado no produto e pensar que a equipa vem de arrasto.

5. Faz o papel de cliente do negócio que lideras

Um empresário de sucesso pratica ver “a floresta pelas árvores”. Eles metem-se no papel do consumidor e olham para o negócio deles da forma que um cliente iria fazê-lo pela primeira vez. Também ajuda perguntar aos novos clientes aquilo que eles vêem. Mas também ajuda imaginá-lo, e é necessário alguma humildade para engolirmos o nosso orgulho e as nossas tendências para podermos fazer melhorias de forma contínua.

6. Coaching e mentoring são vitais para o papel de liderança

Um bom líder certifica-se que cada pessoa está a ter exatamente aquilo que eles precisam para o papel que eles desempenham e para o crescimento deles como indivíduo ou profissional. As pessoas que ficam postas de lado, ou ignoradas da nossa atenção, são pessoas sem liderança que não podem usufruir da nossa orientação.

7. A importância de escuta ativa

Tanto os empreendedores como as pessoas no geral precisam de praticar a liderança ao escutar as pessoas de forma mais atenta. Escutar mesmo, não é esperar pela oportunidade de falar. Ouvir os clientes, os parceiros, os investidores, os distribuidores. É difícil de ouvir quando estamos a falar, e muitas pessoas são boas a ouvir enquanto não estão a escutar nada.

8. Tempo para soluções, em vez de tempo para problemas

É fácil ficar subjugado com os problemas do dia a dia de gerir um negócio ou um projeto que nem temos tempo para trabalhar em soluções ou a estratégia que te irá dar a capacidade e sucesso a longo prazo que precisas. Pergunta a cada membro da tua equipa para ser o próprio CEO/chefe dos seus próprios problemas, e por tua vez, irás assim arranjar mais tempo para as soluções.

9. Usa as tuas emoções com a intensidade certa

Os verdadeiros líderes estão em controlo das suas emoções mas sabem usar os sentimentos ou reações para destacar algo. Por exemplo, um líder dum negócio talvez deva reagir com intensidade para qualquer tipo de violação de valores, e reagir de forma mais branda à próxima crise. Reflete sempre antes de reagires. E isto não aprendes na sala de aula.

CONCLUSÃO

Cabeça de perfil ilustraçãoOs empreendores de classe mundial nunca vão poder ser aprendidos ou copiados a 100% a partir duma sala de aula. Isso requer trabalho, tentativa-e-erro, e aprender com a experiência. Tens que ser tanto um aluno como um professor de liderança. Vais ficar rapidamente maravilhado em como as coisas começam a cair todas no seu lugar, apesar daquilo que podes não saber. Isso é a capacidade inata da liderança a querer sair. Desfruta-a.