O que é o Growth Hacking e porque te deves importar?

Growth Hacking é um termo popular atualmente, e não é segredo que empresas e marketeers querem novas formas de se poderem destacar no mercado face à concorrência.

Imagem com símbolo de roda

Eles querem mais tráfego, mais engagement e uma melhor geração de leads.

Para isso, muitos estão a virar-se para o growth hacking para crescer o seu negócio.

Growth Hacking é um termo inventado por Sean Ellis em 2010. Inicialmente o termo envolvia vasculhar a internet e usar as redes sociais para efeitos de promoção, chegar a mais pessoas, gerar mais leads e faturar mais.

Desde que a ideia foi apresentada, que vários marketeers e empresas queriam aplicar estas técnicas, mas não percebiam bem o conceito nem como aplicar isto nos seus negócios.

Mas então o que é o growth hacking? O que define um bom growth hacker? E como começar com o growth hacking?

Growth Hacker vs Marketer: qual a diferença?

Um growth hacker não é um substituto do marketer. Um growth hacker não é melhor que um marketeer. Um growth hacking é simplemenste diferente dum marketeer.

O objetivo dum growth hacker é colocar o seu produto à frente de tanta gente quando possível, e de maneira a que convença as pessoas a converterem-se em leads e subscritores. Isto pode parecer o mesmo papel que tem um marketeer, mas a diferença é que um marketeer olha para a perspetiva no geral. Ele consider os 4Ps do marketing mix, Product, Price, Place e Promotion, e cria conteúdo de valor para dar ao consumidor.

Por outro lado, um growth hacker tem um foco mais cerrado. Ele pega em todos os recursos criados pelo marketer e usa-os para alcançar, envolver e converter o público-alvo. É aqui que o marketer pode entrar em cena e começar a nutrir as leads produzidas pelo growth hacker.

Anatomia dum growth hacker

Os growth hackers têm uma série de competência e características próprias. Normalmente são pessoas criativas, mas práticas. Sonham, mas não se deixam levar. São analíticos, mas agem quando é necessário.

Um growth hacker é alguém que estuda como as pessoas usam um produto e testam-no continuamente, otimizando-o de acordo com o feedback recebido para o melhorar e levar mais potenciais clientes a agir.

Revolvem problemas

Os growth hackers são bons a achar novas maneiras de resolver problemas. Para isso, vão à procura de soluções criativas para problemas com que se deparam. São pessoas criativas e curiosas, o que os leva a procurar novas formas de encontrar soluções, novos meios, métodos e plataformas para distribuir conteúdo

Rápidos e ágeis

São pensadores visuais, articulam ideias e pensamentos rapidamente. Não têm tempo ou paciência para muito planeamento e estratégia parada de mapear e documentar o caminho todo que há pela frente. Se bem que estes elementos são importantes numa estratégia de marketing, os growth hackers não usam isto como desculpa para não agir, e agir rapidamente.

Eles estão cientes do objetivo geral, e agem para ir ao encontro desses objetivos, fazendo decisões rápidas e agir de forma a tirar partido de oportunidades de crescimento.

Otimistas e competitivos

Não há lugar para o pessimismo. Os growth hackers são otimistas-realistas, e acreditam que o seu trabalho vai ser compensado, que o sucesso está ali ao virar da esquina (porque eles trabalharam bastante para lá chegar).

São ainda pessoas competitivas, o que os leva a querer ultrapassar problemas, obstáculos, e a destacarem-se da concorrência. Têm ambição, são pessoas confiantes e acreditam que as metas de crescimento a que se propuseram são possíveis e serão alcançadas.

Tratam a tecnologia por tu

Tem um à vontade com a tecnologia. Estão em cima dos acontecimentos e do que se passa no mundo dos media e das tecnologias, e são dos primeiros a testar novos serviços e produtos.

Os growth hackers têm um bom entendimento das competências tradicionais de marketing, assim como das digitais, tais como SEO, redes sociais, mobile marketing, otimização de conversões e marketing digital no geral.

Porque o growth hacking é importante?

Muitas marcas um pouco por todo o mundo tiveram bons resultados com o growth hacking.

O primeiro estudo de caso mais relevante foi o Hotmail. Ao adicionar “P.S.: I love you. Get your free email at Hotmail” na nota de rodapé dos emails que os utilizadores enviavam, a empresa angariou 3000 novos utilizadores num dia, e ao fim de alguns meses tinham 1 milhão. Estávamos em 1996. Em 1997, a Microsoft compra o Hotmail por $400 milhões, tendo agora 8.5 milhões de utilizadores e, continuamente a crescer.

Outras empresas também fizeram uso destas estratégias, tais como o Twitter, Facebook, Linkedin, Instagram e Pinterest.

Twitter

O Twitter conseguiu 60000 utilizadores num único dia ao focar-se no growth hacking. Eles perceberam que um novo utilizador revisitava o Twitter se eles seguissem pelo menos 10 pessoas ao se inscreverem na rede social. Assim, como parte do processo de inscrição, é sugerido ao utilizador, outras contas que ele pode seguir.

Isto mostra como o growth hacking não tem de ser complicado, apenas tem de funcionar. Uma das táticas mais eficazes para o Twitter foi tão simples quanto tornar a homepage do Twitter livre de distrações, focada em incentivar o utilizador ou a inscrever-se, ou a fazer login na rede social.

Facebook

O Facebook no espaço dum ano ganhou 200 milhões de utilizadores através de três táticas:

  • Dar aos utilizadores a possibilidade de colocar botões nos seus websites e blogs. Estes widgets (ex.: botões de Like e Share) aumentaram exponencialmente o número de utilizadores desta rede social ao gerar milhões de cliques para o Facebook, e consequentemente, milhões de inscrições.
  • Uma estratégia do Facebook foi comprar várias empresas ao longo dos anos, especialmente aquelas localizadas em países de terceiro mundo, para ter acesso mais prático e económico às suas tecnologias, soluções e para aumentar a base de utilizadores.
  • Através de publicidade criativa e barata numa network de anúncios, o Facebook aumentou muito o seu n.º de utilizadores, ao ponto de que a network pediu que o Facebook parasse de lá anunciar.

Tanto o Twitter como o Facebook são apenas dois dos muitos exemplos de empresas que tiveram resultados espetaculares com o growth hacking. Outras redes, como o LinkedIn (40% crescimento anual em faturação), Instagram ( 110000 seguidores em 5 meses) e Pinterest (70 milhões utilizadores em 3 anos), também tiveram o seu sucesso respetivo, ou não estariam no ativo.

Além do apelo que o growth hacking tem em produzir este tipo de resultados, muitas empresas gostam do growth hacking por, muitas vezes, precisar de poucos recursos para os resultados que produz. Há muitas ferramentas online, que são low-cost, disponíveis para serem usadas pelos growth hackers.

Onde começar com o Growth Hacking

Não existe uma única fórmula mágica ou estratégia que vai “fazer” o growth hacking funcionar por si e garantir-lhe o sucesso.

É necessário criar a sua própria fórmula de sucesso para a sua empresa, e ir melhorando a receita ao longo do tempo. Aqui o truque é perceber que o conceito do growth hacking é experimentar coisas novas, ao mesmo tempo que se analisam métodos atuais que têm funcionado com outras empresas.

Teste algumas ideias e implemente-as. Reveja os dados e resultados que essas ideias causaram e veja o que funcionou e como pode melhorar. E depois é só repetir e escalar em dimensão.

A estratégia a desenvolver varia de empresa para empresa, de acordo com o mercado, produtos e serviços, entre outros fatores. Por isso é importante ser calculista, mas um calculista que age rapidamente e com garra, pois é esse o perfil dum growth hacker: alguém que implementa uma ideia, e se tiver de falhar, pelo menos falhou rapidamente, e parte logo para outra tática para ir ao encontro do crescimento do negócio.

Apresento algumas dicas para se iniciar com o growth hacking.

  • Comece com objetivos facilmente mensuráveis, tais como tráfego, cliques e submissões de formulário.
  • Faça uso dos recursos que já tem. Veja onde pode partilhar o conteúdo existente, nos sítios habituais (redes sociais), e em outros sítios onde possa partilhar os conteúdos (fóruns, blogs), assim como novas formas de converter as pessoas diretamente nas suas páginas (landing pages, outros).
  • Teste meça todos os métricos que conseguir. Use ferramentas de testes A/B e multivariáveis nas suas páginas do website, meça estatísticas dos seus emails, nas suas publicações nas redes sociais e outros meios onde esteja a promover-se. Veja os resultados para saber como melhorar.
  • Tenha como objetivo ter algumas vitórias para que se possa sentir bem consigo mesmo(a), mas também para poder mostrar os resultados (mesmo que modestos) a outras pessoas, membros da equipa ou colaboradores, para eles também se sentirem motivados e quererem apoiar o projeto, para experimentar táticas mais avançadas de growth hacking.

Lembre-se que o growth hacking é um processo, não um conjunto de ferramentas. Botões há muitos, mas é necessário que alguém os coloque lá. Encontrar a estratégia certa para a sua empresa leva tempo e não há nenhuma fórmula mágica. O sucesso não é tirado da cartola como os coelhos, ele tem os seus altos e baixos, sucessos e insucessos, mas é ao aprender com ambos, a rever os resultados e a ser rápido na implementação que irás chegar aos teus objetivos.

Às vezes é bom seres egoísta

Homem preso com mala

Imagina um empresário que mantém um empregado só porque tem pena dele ou dela. Não tem coragem para o(a) despedir porque a vida dele é uma confusão, a mãe é uma alcoólica, o marido está na prisão, seja o que for.

E assim, o empresário permite um comportamento auto-destrutivo e estilo de vida do empregado ao mantê-lo na folha salarial.

Ao manter o empregado, contra o seu melhor julgamento mas devido à moral dele, os outros empregados deste empresário têm de aturar com esta pessoa problemática. Os outros empregados começam a sentir-se zangados e ressentidos.

O desempenho é afetado por toda a empresa, e mesmo colaboradores dedicados começam a desleixar-se porque percebem que não são tratados e compensados com o respeito que merecem face ao esforço que investem na empresa.

O apoio a cliente diminui e as vendas começam a descer. Eventualmente todas as posições na empresa estão em risco.

Mas suponhamos que o empresário fazia as coisas de maneira diferente, de forma egoísta, com interesse nele próprio e na empresa. Ele chama o empregado problemático e depois de lhe explicar o porquê, ele manda-o embora.

Isto pode ser o “beliscar” para a realidade que esse empregado problemático mais precisava na vida dele(a). Sabe que tem de re-avaliar a sua vida e a sua abordagem. Assim, esta pessoa vai à procura dum emprego mais apropriado às suas competências.

Ou irá repetir o mesmo desempenho e atitude, e ser despedida outra vez, para que possa ter uma outra oportunidade de aprender as lições que tem de aprender (também conhecido como “andar a bater com a cabeça nas paredes”).

Com isto, o empresário desta empresa não colocou em perigo a empresa nem os empregados.

Numa sociedade livre, onde as necessidades do indivíduo vêem primeiro, as pessoas são libertas da culpa e da ansiedade. O auto-sacrifício é mais do que a raiz da baixa auto-estima, é também anti-capitalista e anti-numano. Quando a energia de cidadãos produtivos é chupada deles por um parasita, que incentivo é que eles têm para se manterem produtivos?

Cada homem e mulher de integridade deve ganhar o seu próprio ganha-pão e dar valor, para receber valor com outros. Isto significa que não há aqui margem para engonhanços nem mérito de receber coisas que não merecem.

Atualmente temos o mundo e as pessoas para nos dizerem que devemos ser generosos e tomar conta dos outros. Se entrares nesta lenga-lenga, estás destinado(a) a uma vida de frustração e sonhos não realizados.

Adotar auto-sacrifício como uma virtude permite aos outros tirar partido de ti, e se for um hábito, este comportamento vai dar cabo de ti. Ficas sem propósito na vida, do que apenas receber ordens dos outros e querer validação das pessoas. O que só poderás ganhar ao dar mão da tua felicidade. Isto é de loucos.

A verdadeira felicidade, sucesso e prosperidade começam com os teus valores fundamentais. As coisas que te são mais importantes na vida, e que te levam a fazer o que fazes diariamente. Já pensaste no teu propósito na vida?

Se não pensaste, talvez tenhas de alterar a maneira como te vês a ti próprio(a), e o teu papel no mundo. Se és como a maioria das pessoas, tu defines-te pelos papéis que tens (marido, programador, designer, etc), e vês o teu propósito como sendo de uso para os outros, contribuindo para a causa maior, ou tomar conta das pessoas à tua volta. Isto é de loucos.

Se te definires pelos teus papéis (esposo(a) de alguém, empregado), então não tens identidade própria, o que resulta numa baixa auto-estima e opinião de ti próprio.

As pessoas que passama sua existência a preocupar-se apenas com as necessidades dos outros e não a deles próprios, não são nobres como as salsichas, nem benevolentes nem espirituais. São simplesmente loucos.

Como é que eles vão tomar conta dos outros se não conseguem tomar conta deles próprios? Se não conseguem atender às suas necessidades primeiro, não estão em posição de ajudar os outros. Podem ouvir os outros, consolá-los, entrar no drama deles, mas não os vão ajudar significativamente.

Antes de amar o próximo, temos primeiro de nos amarmos a nós. Mas estás ciente do que isto significa na prática? Deves viver a tua vida por estes valores fundamentais:

  • Propósito
  • Razão
  • Auto-estima

Junta estes três conceitos e liga-os ao argumento do egoísmo, e de ir ao encontro das tuas necessidades primeiro, para criares uma vida feliz.

O teu propósito moral deve ser a tua própria felicidade. Porque isto é a única maneira, sã, de se viver. E é a única maneira de garantir a sobrevivência da espécie, e o bem estar da maioria das pessoas.

Não te sacrifiques para os outros porque isso é ridículo de depravante. É depravante porque envolve um certo estado de degradação e corrupção moral. É uma doença.

Mas também temos o oposto.

Não peças aos outros para se sacrificarem por ti, pois também é depravante. Corromper a moral dos outros é tão maldoso quanto corromperes a tua. Não serve ao propósito de ninguém degradares-te a ti próprio ou degradares os outros.

Quando a tua felicidade é o teu propósito moral mais alto, tens uma moral, uma razão mais alta para existir.

E outra coisa…

Se toda a gente fizesse isto, o mundo seria melhor. Em vez de depravidade e co-dependência , teríamos relacionamentos saudáveis e funcionais. Ninguém te iria pedir para te sacrificares por eles, e tu irias pagar na mesma moeda.

A razão também é importante, pois é um valor teu. Tu analisas as coisas com base no critério de servir o teu propósito moral, que é seres feliz.

E é isso.

Tu sabes aquilo que te traz valor, e solidifca o teu propósito, que é uma vida feliz. O que significa que aceitas que é suposto seres feliz e trabalhar para ires ao encontro desse objetivo, sem culpa nem “strings attached”.

Rejeitar a mentalidade de rebanho à tua volta é o melhor que podes fazer na tua vida.

30 formas de obter mais clientes

Como ter mais clientes?

Isto é a pergunta do 1 milhão de dólares para consultores e freelancers.

As razões são óbvias, é porque sem clientes não consegues pagar as tuas contas, nem crescer nem te sentir realizado(a).

Como é que podes então ter mais clientes. Não tenho uma fórmula mágica para ti, porque não sou um génio da lâmpada que me possas esfregar, mas tenho para ti várias estratégias neste artigo em como podes obter mais clientes.

Já podes saber algumas destas dicas, mas não fiques presunçoso(a), pois talvez haja um ângulo diferente no qual não tinhas abordado uma determinada dica, ou algo que parece senso-comum depois de a ler, não era até a teres lido ou aplicado na vida real.

1. Pede referências, não esperes por elas

Pedir contactos de pessoas ou clientes que já conheces parece óbvio demais, mas porque é que não o estás a fazer? Muitos profissionais esperam que alguém lhes passe contactos, afinal de contas, um cliente satisfeito deveria bradar o teu nome aos céus, certo? Errado.

É mais comum alguém falar mal sobre uma empresa quando algo correu mal, do que falar bem quando algo correu bem.

Isto não signfifica que os teus clientes fazem por mal, ou por desleixo. São pessoas como tu e eu, têm as suas vidas, os seus problemas pessoais, profissionais, e estão por vezes ocupados demais.

Em vez de esperares, abre o teu email e procura por 2 ou 3 clientes satisfeitos que ainda não te passaram nenhum contacto.

Vais agarrar no email deles agora e pedir-lhes uma referência. A sério, faz isso agora, eu espero. Faz isto, agora, ok? Depois volta para ler o resto.

Aqui está o texto que lhes podes enviar. Este script começa por perguntar como está o cliente e pedir por um contacto. Não divagues e vai direto(a) ao assunto.

Olá [nome do teu cliente],

Como está [sua empresa/projeto] a correr? Gostei de trabalhar consigo naquele projeto e gostaria de saber como as coisas estão a correr consigo.

Numa nota à parte, estou à procura de novos/atuais clientes.

Pode-me ligar a alguma pessoa ou empresa na sua rede de conhecidos que possar usar os meus serviços agora?

Obrigado, João Paulo Alexandre.

2. (Re)liga-te a clientes perdidos

Clintes perdidos não são tecnicamente clientes, são aqueles a quem enviaste uma proposta mas que não se converteram.

Procura no teu email e encontra clientes nesta situação com 1 ou 2 meses de antiguidade. Envia-lhes um email de follow-up a perguntar como é que o projeto deles está a correr, e se podes fazer alguma coisa por eles.

Isto demonstra que és prestável e que te preocupas com este “cliente”. Esta atitude pode levar até a um novo projeto ou iniciar uma conversa sobre passarem-te um contacto de outra pessoa que pode precisar da tua ajuda.

3. Vasculha a tua rede de pessoas

Procura por emails antigos ou lembra-te de conversas com colegas e outras pessoas com quem falaste anteriormente, que achas que poderiam ser uma boa escolha para a tua consultoria ou ajuda. Vai acompanhando-os, perguntando-lhes como estão a correr as coisas e como os podes ajudar.

4. Faz parceria com agências

Faz uma parceria com agências onde o tipo de trabalho que lá fazem é complementar ao teu. Se és coach, vai ter com Recursos Humanos, se és ilustrador, fala com agências de design gráfico, se és programador web, fala com web designers que podem precisar da tua ajuda.

Podes até procurar por agências ou empresas que façam trabalho parecido com o teu, porque por vezes as agências não aceitam trabalho por algumas razões, talvez pelo orçamento do prospeto ser baixo, não terem disponibilidade atual, não terem interesse no projeto, ou não terem as competências certas.

Quando uma agência recusa um trabalho, normalmente passam a referência a outra empresa ou profissional na rede delas. É aqui que podes entrar.

Contacta logo que possas 10 agências com uma mensagem personalizada a ofereceres-te numa parceria ou a apanhar trabalho que elas não queiram fazer. É provável que obtenhas resposta de duas ou três, e depois podes conversar com os responsáveis ao telefone, para ser mais direto.

Envia a tua mensagem/email para a pessoa responsável, ou pelo menos a pessoa responsável na área do business development, já que são eles que compreendem a importância de angariação de clientes e estão orientados para criar parcerias com outras empresas, pessoas ou distribuidores.

Usa este email template para usares em parcerias com agências (download PDF)
[OptinLink id=1] [OptinLinkButton button_type=flat link_type=optinlink color=#3498db border_radius=3 button_text=” Descarrega template email”] [/OptinLink]

5. Navega por ofertas de emprego/projetos

Existem vários websites Portugueses e internacionais que têm projetos de pessoas e empresas que precisam de ajuda. Mesmo que gostes de trabalhos Portugueses, o meu conselho é internacionalizares-te, porque lá fora normalmente dão-te mais valor do que cá dentro, e a vantagem é que podes trabalhar em projetos remotamente como eu.

Procura em alguns destes websites e fóruns. Se estiveres orientado para o mercado Português, partilha nos comentários os teus sites favoritos.

6. Faz uma campanha de anúncios

Os anúncios Facebook e Google Adwords podem ser boas formas de te promoveres. Ambas estas plataformas de anúncios permitem-te fazer licitações para fazeres publicidade de forma mais eficaz (se souberes o que estás a fazer) do que na publicidade tradicional. Lê este artigo sobre Adwords que te colocará no bom caminho.

Para os visitantes que já visitaram o teu website, podes testar estratégias de re-targeting (remarketing).

7. Pesquisa no twitter

Gerar leads consiste em encontrares potenciais clientes que podem beneficar dos teus serviços, e elaborar um plano para os poderes alcançar.

Pesquisa no twitter para encontrares tweets em tempo real de pessoas ou empresas que possam estar a precisar de ajuda. Podes encontrar esta malta ao pesquisares por certas frases e palavras-chave.

  • Quem consegue fazer [teu serviço/palavra-chave]
  • Estou à procura de [teu serviço/palavra-chave]
  • Preciso de [teu serviço/palavra-chave]
  • #contratar #teuserviço #tuapalavrachave

Não te fiques só pelas minhas sugestão. Experimenta termos diferentes e irás descobrir potenciais clientes. Até podes usar o Warble.co que te automatiza as pesquisas e envia-te um email diariamente.

Não penses que o Twitter está morto em Portugal. Apesar de ser mais popular no mercado anglo-saxónico, há cada vez mais malta a usar esta rede social.

8. Começa a fazer blogging

Escrever num blogue profissional é bom para ajudar as pessoas e estabeleceres-te como uma autoridade no teu ramo. Um dos artigos mais populares que escrevi na agência teve milhares de visitas e leitores que se subscreveram na newsletter após perceberem o valor dos conteúdos que partilho.

Começa a escrever sobre tópicos relacionados com o teu serviço e que sejam apelativos ao teu público-alvo.

Mas escrever só por si não é nada, tens de ter pessoas a ler o que escreves. Podes colocar o teu artigo em grupos (relevantes) Facebook, LinkedIn, em fórums e outros blogs. Podes ainda enviar emails a alguma empresa ou pessoa se a mencionares no corpo do artigo, com uma nota de que a referiste.

Poderás também mostrar o artigo às pessoas que conheces, que o poderão achar interessante se for relevante para a atividade delas.

9. Escritor convidado

Faz guest blogging, servindo como escritor convidado. Por exemplo, eu sou contribuidor no blog oficial da E-goi e já escrevi um artigo no portalmarketingdigital.com.

10. Escreve um ebook

Escreve um ebook que ajuda a ultrapassar algum obstáculo ou que agrega valor para o teu mercado e potenciais clientes. És um designer? Escreve passos a ter em conta na criação de identidade duma empresa. És fotógrafo? Escreve sobre como dar a melhor “face” para a pessoa sair mais fotogénica. És consultor de e-commerce? Escreve como reduzir abandono do carrinho de compras.

Escreve o ebook e dá-o gratuitamente às pessoas a troco do email do leitor, para poderes criar uma lista de visitantes e potenciais clientes a quem podes acompanhar no teu fúnil.

11. Faz networking, tanto online como offline

Em vez de ficares sentadinho(a) no computador, vai a eventos ou conferências e faz bom networking. Vai aos sítios onde estão pessoas que precisam da tua ajuda.

Fazer networking online também é importante. Cria o teu perfil LinkedIn com informação atualizada e exemplos do teu trabalho. Importa os teus contactos e liga-te a outras pessoas relevantes. Partilha o teu website, artigos e conteúdo diretamente na feed de notícias do LinkedIn ou usa algo como o Buffer, Swayy ou HootSuite.

Junta-te a grupos LinkedIn (ex.: Consultores&Freelancers) relacionados com a tua atividade e com a atividade dos teus potenciais clientes. Mas não sejas um spammer. Responde a questões, apresenta soluções, ajuda e coloca conteúdo útil e irás crescer os teus contactos e talvez angariar mais clientes.

12. Torna-te “importante”

Partilha as tuas competências em sítios como o google helpouts ou Clarity. Existe muita oferta nestes sítios, portanto oferece algumas sessões gratuitas primeiro, como forma de construires o teu perfil. Eu estou a aceitar as cinco primeiras consultorias gratuitas no meu perfil, aproveita para falares comigo.

13. Cria um pacote de serviços

Se ofereces serviços de design, escrita, fotografia, coaching, programação, podes vender o teu talento como um pacote que os teus clientes podem comprar. Podes criar um pacote com os teus serviços de consultoria com base numa avença mensal, ganhando assim receita recorrente. Isto é o que faz o Bench, Kudu, ou Impress ou WPCurve.

14. Captura leads

Até já podes ter um formulário de contacto no teu website, mas isso é o que toda a gente faz. A maioria dos teus visitantes, especialmente aqueles que não te conhecem, navegam no teu website e saem sem te contactar.

Para criares uma relação de confiança com os teus visitantes, fica com o email deles ao dares-lhe algo em troco, como um ebook (confronta com dica #10), guia ou consultoria de 30 minutos. Estes emails farão parte da tua lista, que poderão vir a converter-se em clientes se os acompanhares corretamente através de email marketing.

15. Faz coworking

Se trabalhas em casa, pondera coworking pelo menos uma vez por semana. Um espaço coworking é bom para conheceres outras pessoas e fazer parte dum grupo. Estarás a criar laços profissionais (e às vezes pessoais) com pessoas que te poderão ajudar (e tu as poderás ajudar). A maioria destes espaços têm sítios onde podem ser marcados eventos e workshops, que são uma boa forma de te ligares a mais pessoas e espalhares a tua marca pessoal ou empresarial.

Para encontrares espaços de coworking, pesquisa na web por “[cidade] + coworking”, ou pesquisa diretamente no Coworking Wiki ou no Desksurfing.

16. Dá conselho, ajuda os outros

Uma estratégia de longo prazo para obteres mais clientes é ajudares as pessoas que estão ligadas aos teus potenciais clientes. Apresenta-os uns aos outros, oferece ideias e conselho ou ajuda-os com algum problema que estejam a ter.

Nota que isto não é só fazer follow up em eventos de networking, isto é ir agregando valor às pessoas ao longo do tempo, e não apenas quando queres que te ajudem ou dêem algo em troca. Podes não ganhar logo um cliente ou obter contactos com esta estratégia, mas criarás boa vontade e boas conexões com as pessoas ao longo do tempo.

17. Envia-lhes uma carta escrita

Para obteres a atenção de alguém, especialmente neste mundo digital em que vivemos, envia-lhes uma carta escrita à mão (sim, lembras-te o que é escrever uma carta?).

Encontra a pessoa na empresa que estará mais propensa para te contratar e escreve-lhe uma carta dedicada a resolver algum problema aparente que ele ou ela possa ter. Inclui no final os teus contactos.

Escrever uma carta à mão pode ser usado também com follow-ups que faças com pessoas que conheceste através de networking (“gostei de falar consigo”) ou mesmo para enviar a clientes para lhes mostrares que te lembras deles (e para eles se lembrarem de ti).

18. Aproveita os nichos e plataformas

Esta dica é boa para ti caso estejas na área web. Gestores de conteúdos como o Drupal, Expression Engine e WordPress (entre outros), são plataformas nas quais muitos websites e comunidades são criados e mantidos.

Aproveita-te destas plataformas e segmentos de mercado ao orientares os teus serviços como especialista numa área específica. Por exemplo, podes rotular-te como sendo especialista em Drupal, “pró” em Expression Engine ou expert em WordPress.

19. Usa websites da tua indústria

Praticamente todo o tipo de indústria tem os seus próprios websites onde específicas comunidades residem. Estes websites são bons para cresceres a tua marca pessoal e obteres mais clientes.

Se és designer, de certeza que já ouviste falar no Behance e Dribble. Aconselho a criares conta nessas plataformas se ainda não o fizeste. Junta-te também ao Designer News que costuma ter artigos interessantes.

Se és programador, convém estares no GitHub, ao Stack Overflow e no Hacker News.

Se és marketer ou copywriter, aconselho-te o Reddit Marketing, Inbound e CopyBlogger.

20. Responde a perguntas no Quora

Encontra perguntas no Quora sobre a tua atividade e escreve respostas que ajudem as pessoas. Preenche o teu perfil corretamente e coloca-o no teu website para que as pessoas o possam encontrar e saber mais sobre ti.

Já agora, este é o meu perfil no Quora. Segue-me.

Não sejas spammer. O objetivo é criares conexões de valor com as pessoas e seres prestável. Milhões de pessoas visitam o Quora e pesquisam por respostas que são indexadas no Google, o que pode trazer visibilidade às tuas respostas e tráfego (visitantes) para o teu website.

Podes simplesmente responder a uma pergunta por dia ou algumas por semana. Se fores prestável e autêntico, poderás internacionalizar a tua marca e obteres mais contactos e clientes através desta comunidade.

21. Chama a atenção dos media

Tens de saber chamar a atenção dos media através de formas não convencionais, porque isso é o que todos os outros fazem. Jornalistas e profissionais na área da comunicação têm de achar interessante o teu ângulo ou abordagem. Não tentes vender descaradamente os teus produtos ou serviços porque isso é uma ofensa para estes profissionais. Em vez disso, age como um especialista num determinado tópico, seja em consultoria, branding, relações públicas, produtividade, empreendedorismo, e por aí fora.

O HARO é um dos recursos internacionais mais conhecidos para apresentares a tua história aos media. Em Portugal aconselho-te a abordares profissionais de comunicação, como jornalistas, comentadores de rádio, ou websites de notícias influentes na tua indústria.

Entrar em contacto (e obter a atenção) destas pessoas pode não ser fácil. Poderás pedir ajuda duma empresa de RP (relações públicas) onde poderás trocar os teus serviços pela ajuda deles.

22. Cria uma apresentação

Cria uma apresentação e carrega-a para o Slideshare (mais conhecido) ou Speaker Deck.

Se és especialista em e-commerce, cria uma apresentação com 11 dicas para aumentar vendas em websites. Se és consultor de sistemas e mudança, cria uma apresentação de como as empresas podem faturar mais através de gestores mais eficientes e empregados mais satisfeitos.

Ao criares apresentações envolventes para o teu mercado, terás mais partilhas, tráfego e potenciais clientes.

23. Escreve um guia

Escreve um guia ou recurso educacional num tópico específico que sejas conhecedor(a).

Carrega o teu guia para o Guides ou o SnapGuides, que são plataformas onde podes distribuir os teus guias, bem como os teus perfis nas redes sociais. Criar um guia é uma forma de te posicionares como uma autoridade e um especialista na tua área.

24. Elabora um estudo de caso

Estudos de caso (case studies) mostram aos potenciais clintes os resultados e sucesso que aplicaste num determinado projeto ou cliente. Eles mostram os desafios encontrados, o processo e a solução alcançada através do projeto ou do teu envolvimento.

Estes são alguns estudos de caso que podes tomar como inspiração para escreveres o teu.

25. Sê controverso(a)

Gera controvérsia. Já leste ou ouviste de certeza o ditado de que “falem bem ou falem mal, o que interessa é que falem”.

Houve uma vez um rapazinho chamado João que era consultor web. Ele encontrou uma empresa que achou que ia precisar da ajuda dele, e que o João fez foi comprar uma tablete de chocolate vistosa e foi visitar a sede da empresa. Ele chega-se ao escritório do presidente, põe a tablete em cima da mesa e diz ao presidente, “este chocolate é como o seu website, é vistoso por fora mas é uma porcaria por dentro. O Presidente (felizmente) concordou e o João saiu de lá com um contrato para reformular o website para ir ao encontro de métricos realistas.

A nível online, gera controvérsia com o teu conteúdo. Desde que a tua opinião seja bem fundamentada, terás mais comentários (positivos e negativos), e mais atenção gerada em torno do teu blog/website e marca pessoal. Lê este artigo no CopyBlogger, ou este no Social Media Today para te orientar.

26. Sê pessoal

Ao responder a um pedido de orçamento, a um projeto ou email, personaliza a tua mensagem para te destacares dos outros.

Se fores um copywriter, podes criar um vídeo onde comentas a falta de eficácia do anúncio duma empresa (seja em papel, rádio ou televisão).

Se fores um especialista em conversões web, podes criar um vídeo onde mostras as falhas do website duma empresa de comércio eletrónico, mostrando-o ao presidente da mesma, com dicas específicas de como melhorar as conversões e vendas no website.

Muitos responsáveis são bombardeados com emails e telefonemas de pessoas a tentar vender tudo e mais alguma coisa. Uma abordagem destas é pessoal e chama a atenção. Isto leva tempo, mas a recompensa poderá ser grande.

27. Fala em público

Vai a eventos e conferências não apenas como espetador, mas como orador, se possível. Encontra eventos relacionados com o teu mercado onde possas ser orador, e contacta os organizadores. Sugere-lhes tópicos nos quais podes falar, que se relacionem com a audiência, mostrando de que forma é que tens competência para falares sobre esses tópicos.

Se não estiveres à vontade para falar em público, junta-te aos Toastmasters, que é o que eu fiz. Falar em público ajuda a criares a tua marca pessoal e conectares-te com força para com a tua platéia, ao passo que ganhas o estatudo de autoridade.

28. Dá cartões de contacto criativos/luxo

Um cartão de contacto pode ser uma boa ferramenta de marketing.

Eu tenho cartões que mandei imprimir no Moo, uma empresa no Reino Unido, com uma gramagem de 600gsm. Aquilo que gastei como extra mais do que compensa para a impressão causada na outra pessoa.

É impressionante a quantidade de cartões com mau design, feios, pobres, amadores e com uma gramagem fina que são passados de mãos só porque o dono não quis gastar mais uns trocos. Se o consegues dobrar facilmente, a gramagem é fina demais.

Dá uma espreitadela nestes 29 cartões de contacto criativos para obteres alguma inspiração.

29. Faz parceria com não-concorrentes

Na dica #4 mencionei fazeres parcerias com agências. Podes também fazer parcerias com agências e empresas que não prestam os mesmos serviços que tu, ou que tu possas complementar.

Encontra estas empresas através dos teus contactos ou ao pesquisares no google e apresenta-lhes a tua disponibilidade de ajuda recíproca para desenvolverem uma parceria.

Por exemplo, quando eu estou no meio dum projeto que envolve programação da pesada, eu vou ter com um colega meu que respeito e confio. Ele não é barato, mas eu não estou à procura de poupar trocos, mas sim de fazer um bom serviço e trabalhar com um profissional. Quando ele precisa de alguém para falar em público, ou design, marketing ou estratégia digital, vem ter comigo ou passa-me os contactos.

30. Desenvolve uma estratégia SEO

SEO significa Search Engine Optimization, ou em Português, Otimização dos Motores de Busca. Esta é uma estratégia que é desempenhada a longo prazo para obter maiores resultados para o teu website. Se estás à procura de resultados mais rápidos (mas que terás de continuamente pagar), podes experimentar anúncios como menciono na dica #6, como o Adwords ou Bing, nas quais sou certificado (Adwords e Bing). Podes também experimentar anúncios Linkedin, no qual escrevi um guia para te ajudar.

Para aprenderes mais sobre SEO, lê o guia oficial do Google ou o guia de principiantes do Moz.

Conclusão

Estas são as minhas estratégias para angariar mais clientes, mas quero saber a tua opinião. Que estratégias usaste ou tens usado para arranjar mais clientes? Que ferramentas ou recursos foram úteis para tal? Já usaste algumas destas estratégias anteriormente? O que é que funcionou e não funcionou?

BÓNUS PARA TI

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5 dicas de follow up para eventos e feiras

Estima-se que 80% de leads que são angariadas em eventos e feiras nunca são seguidos pelas empresas. Ir a eventos é um grande investimento para a maioria das PMEs, a nível financeiro, tempo e e energia.

Não deixes essas leads cairem em saco roto. Tens que ter um plano para lhes fazeres follow-up, e isto deve ser planeado antes dos eventos, para depois usares a embalagem para transformares esses potenciais clientes, em clientes.

1. Prepara-te antes do evento

Chega ao evento com tudo o que precisas para estares pronto(a) para capturar bons contactos Precisas de ter lápis, canetas, blocos de notas e muitos cartões de contacto, assim como alguma brochura, tríptico.

Não sejas forreta, a primeira impressão conta muito, contrata um designer profissional. Eu trabalho numa agência e a minha colega a Verónica é muito talentosa em design. Vê o que ela tem feito e contacta-a para saber se está disponível para trabalho.

Encarrega uma pessoa ou uma equipa para ficarme responsáveis de fazer o acompanhamento às leads. Desenvolve um processo para classificares as leads, algo do género:

  • “1” para muito importante
  • “2” para módicamente importante
  • “3” para menos importante

2. Mantém as leads organizadas durante o evento

Ter um plano já elaborado ANTES do evento ajuda-te a sistematizar as leads importantes em categorias. Traz um bloco de notas ou formulários de contacto para usares durante a exposição. À medida que vais conhecendo as pessoas, agrafa os cartões de contacto ou brochuras numa página do bloco de notas ou dos formulários de contacto.

Preenche toda a informação que puderes logo que acabes de falar com a pessoa, porque é quando a informação está fresca na memória. Vais-te lembrar dos detalhes desta pessoa ou empresa mais tarde se tomares nota disso agora.

3. Faz uma reunião após o evento

Quando o evento acabar, reúne a tua equipa de acompanhamento das leads e pede a todos que te informem sobre as notas que eles tiraram. Identifica quais são as leads mais importantes para as quais deves fazer follow-up, e cria uma agenda para acompanhares todas as leads dentro num futuro próximo.

Sugiro contactares todas as leads num espaço de 48-72 horas. Neste espaço de tempo, ainda tens mais ou menos vivo na memória o nome e a cara das pessoas, e elas por sua vez estão mais propensas para ainda se lembrarem de ti.

4. Adiciona as leads à tua lista de contactos

Provavelmente já deves ter uma lista de contactos consentida de clientes ou potenciais clientes, assim como uma newsletter (se não tens, então precisas de ajuda meu amigo). Faz follow up com a equipa das leads e adiciona-as a estas listas, para que elas possam receber os teus artigos, notícias ou novos produtos ou serviços.

5. Utiliza as plataformas sociais

Na minha opinião, não há nada que substituia a interação física humana, no entanto não subestimes o poder das redes sociais para criar, manter e crecer as tuas conexões empresariais a partir do teu evento.

Adiciona as leads que puderes ao teu LinkedIn, Twitter e Google+ (talvez o Facebook, mas cuidado com isso). As pessoas podem não estar necessariamente interessadas em comprar agora, mas podem tornar-se clientes depois se os fores acompanhado e eles mantendo-te em “top of mind”.

Desenvolver estas conexões sociais é um dos aspetos mais importantes no que toca a criar, manter e fazer crescer um negócio de sucesso.

Lembra-te que a integridade é importante. Mantém quaisquer promessas que fizeste durante o evento, tais como mandar a alguém um catálogo ou uma amostra de produto/serviço. Durante o evento, toma nota das promessas que tu ou a tua equipa fizeram, e cumpre-as. Isto posiciona-te como uma pessoa que cumpre e faz aquilo que diz.

Networking: como criar laços fortes

Eventos de networking são como andar num barco à vela no meio dum furacão. Não deixes que o teu próximo evento acabe em rodopio com apresentações apressadas e trocas de cartões de caras que não mais te vais lembrar. Usa um smartphone para te conectares mais facilmente, e agarra aquelas leads com uma história criativa sobre ti ou a tua empresa.

Fazer networking deixa alguns empolgados e outros assustados: não é para todos. Se estás a evitar fazer networking por desconforto, tens que ultrapassar essa barreira e colocar o networking a funcionar para ti, e não contra ti.

**levanto o véu**

1. Como é que te vais destacar? Pensa qual é a tua intenção e o que queres obter como resultado de atenderes aquele evento. Será que é para deixar que as pessoas te conheçam? Ou é para aprender sobre outras pessoas e aquilo que elas fazem?

2. Pensa num objetivo que queres concretizar, talvez o número de cartões de contacto que vais passar ou o número de pessoas que queres conhecer.

3. Encara as empresas e pessoas a partir de pontos de vista diferentes. Sabes quem vai atender o evento? Se sim, toca a fazer o trabalho de casa. Quem poderia ser um bom parceiro? Sabe mais sobre a empresa deles, o tamanho, o mercado e local relativo a ti ou à tua empresa. Mesmo que não saibas quem lá vai estar, pensa em questões que irias colocar ao tipo de pessoa ou empresa que gostarias de conhecer, e serve como ponto para passares referências a quem possas já conhecer que possam ajudar as pessoas que conheces nestes eventos se elas não forem uma boa escolha para ti.

4. Em que é que vocês são parecidos? Existe alguma coisa sobre ti ou a tua empresa que é semelhante à da pessoa que estás a conhecer? Ou que seja diferente? Ou que se possam complementar? Por exemplo, na agência digital onde sou consultor, uma boa escolha seria uma parceria com uma gráfica que tenha clientes que percebam o valor do investimento num bom design ou desenvolvimento web.

5. As pessoas gostam duma boa história. Mas não sejas chato(a). Conta uma coisa curta e memorável. Isto vai ser útil se estiveres naqueles eventos de speed networking e tens um tempo limite. Que história de 1 ou 2 minutos podias contar a alguém que iria ajudar a pessoa a lembrar-se de ti e que se queira ligar contigo mais tarde?

6. Networking não é um substituto para a tua estratégia de vendas e de marketing, mas sim um complemento. Pensa no networking como um princípio que te pode ajudar a deixar uma boa impressão para que se possam lembrar de ti e ficarem mornos para contigo.

7. Lembra-te de fazer follow-up. Nem todos os teus contactos estarão prontos para ser ajudados por ti, ou serão uma boa escolha, mas não quer dizer que não possas seguir a pessoa para conviver ou pelo menos para associares uma cara ao negócio.

8. Acima de tudo, diverte-te. Estás a sair da zona de conforto, a conhecer pessoas novas, o que para alguns é algo assustador. Vai com uma atitude positiva, porque as outras pessoas também lá vão para conhecer outras pessoas interessantes.

9. Mede os teus resultados. A quantas pessoas te ligaste? Quantos cartões passaste? Com quantos ficaste? Quantos follow ups planeaste fazer? Qual foi a tua mais valia, ou a oferta que tinhas para apresentar? Quantas respostas tiveste? Mede tudo.

O networking pode funcionar para ti de várias formas, não penses nisto só como sendo do teu lado que queres vender. Quem sabe até venhas a precisar dum novo contabilista ou um pintor para a tua casa, e venhas a encontrar estas pessoas lá diretamente, ou por intermédio delas. O networking dá-te a oportunidade de encontrares pessoas e elas encontrarem-te a ti. Liga-te às pessoas e deixa-te ser ligado.

Vai para os eventos, quaisquer eles que sejam, com uma boa atitude, e com uma estratégia e intenção planeada. Esta é a única maneira de poderes medir se estás a progredir e para saber como melhorar os teus esforços futuros.

eDicas de Relações Públicas

Há empreendedores e empresas que se queixam por não ter resultados através de Relações Públicas (RP). No entanto, muitos usam métodos da “velha guarda”. O campo das RP está constantemente a mudar, e manter-se ao corrente das tendências é importante para o sucesso de qualquer negócio. Muitos empresários não estão cientes das técnicas mais recentes. Em baixo estão cinco dicas de RP para o(a) ajudar. Estas dicas poderão dar uma certa vantagem em relação a outras empresas que não estejam a usar estes métodos eficientemente.

Não desistas dos Press Releases

Os comunicados de imprensa ainda têm resultados. O que pode acontecer é que por vezes não são usados apropriadamente. As pessoas têm tendência a quererem uma notícia “fora de série”, fazem um press release, e esperam um resultado “fora de série”. Os comunicados de imprensa podem ser feitos uma vez por mês se quisermos obter bons resultados E para uma boa exposição deverá haver palavras boas para efeitos de SEO (Search Engine Optimization) no comunicado. Quando bem feito, é vantajoso para o teu negócio.

Tira partido das redes sociais

As redes sociais são hoje em dia importantes para as RP. Usa plataformas como o Facebook, Twitter, Linkedin e mesmo outras redes sociais não tão convencionais. Estes websites são uma ferramenta gratuita que te permitem criar relacionamentos com clientes e potenciais clientes. Podes criar uma identidade para a tua marca e comunicar diretamente com o consumidor. Quando feita de forma consistente, o teu projeto/negócio obterá melhores resultados.

Tem um Blog rico e útil

Adiciona uma secção de blog aos teu website. Os blogs devem fazer parte da comunicação de cada empreendedor(a) ou empresa, pequena ou grande. Um bom blog dá às pessoas uma razão para querer estar ligado ao teu negócio. Poderá também trazer tráfego (visitantes) adicional ao teu website. Tem em conta que o “conteúdo é rei”. O objetivo é dar algo às pessoas que elas se sintam interessadas de ler e saber mais. Não vendas, informa.

Não vendas, informa.

Liga-te aos bloggers

Estar em websites de bloggers conhecidos irá aumentar a tua presença e notoriedade online. É claro que fazeres o teu pitch para canais de imprensa como a rádio, televisão e revistas também te pode trazer bons resultados, mas lembra-te dos bloggers, porque dão uma grande exposição online. Por vezes os jornalistas não lêem os comunicados que lhes são enviados, às vezes eles vão procurar nos motores de busca, uma tendência cada vez maior, e se encontrarem um artigo sobre ti e o teu projeto num blog dum blogger conhecido, então já valeu a pena.

Pesquisa e mantém-te ao corrente

Embora possas ter sucesso na tua indústria, lembra-te que as RP e as redes sociais são mutáveis e mudam muito. Agora és capaz de alcançar o teu público-alvo diretamente e criar boas relações com os teus clientes e contactos. As regras e benefícios das RP tradicionais ainda se podem aplicar, mas nota que há agora novas formas de obter exposição. Há novas maneiras de nos ligarmos aos compradores com dinheiro. É importante estares no topo das coisas novas que estejam a acontecer no mundo das Relação Públicas. Se não estiveres, a tua concorrência estará.

Angariar clientes sem stress

Como arranjo clientes?

Este artigo é mais vocacionado para novos profissionais.

Enquanto que muitos consultores e freelancers que já têm uma posição estabelecida no mercado, podem vir a ter problemas de excesso de clientes ou alterações fora do âmbito do projeto (conhecido como scope screep), há no entanto mais freelancers à procura de clientes, do que aqueles que já estão confortáveis.

O processo de angariação de clientes é vasto e muito genérico, mas vou fazer os possíveis para dar um panorama geral de como encontrar clientes de forma comfortável e atempada. Se és novo ou velho, baixo ou alto, gordo ou magro, mas simplesmentes queres saber como angariares mais clientes enquanto consultor ou freelancer, prepara-te para tirares notas e apontamentos deste artigo.

O método para arranjar clientes

A melhor forma de arranjar trabalho é através de referências, mas talvez seja esse o facto pelo qual estás a ler este artigo, porque para ter referências é necessário ter clientes que te possam referenciar a outros.

Tens de entender quem são os teus clientes ideais, em que sítios é que eles poderão andar à procura quando tentam resolver o problema deles e como é que te podes meter à frente deles (num sentido não literal).

Eis algumas perguntas que poderás fazer a ti próprio como introspeção.

  1. O meu tipo de cliente é alguém com este problema:______________
  2. Um potencial cliente anda à procura de soluções nestes 3 sítios:______________
  3. Uma forma de entrar num desses sítios em cima é:____________
  4. Um argumento persuasivo que lhe poderei enviar por email é:___________

Poderá não ser fácil encontrar os sítios mencionados no passo 2 (em cima), mas estares envolvido na tua indústria e na indústria do teu cliente é um requisito se quiseres ser um freelancer ou consultor de sucesso, além de ser uma boa forma de criares conexões, conhecimentos e networking.

Vou-te descrever uma tática eficiente de angariar novos clientes, mostrar-te como convencer os poucos clientes que poderão chegar ao teu website para comprar o que estás a vender, e argumentar duma forma criativa de como podes fazer uma parceria para encontrar trabalho de categoria.

A força da escrita (mesmo que não sejas escritor(a))

É necessário acompanhar os tempos. Andar a fazer spam de emails ou arranjar links de baixa qualidade para efeitos de SEO não interessa. Fazer blogging interessa. Teres artigos de alta qualidade, conteúdo que agregue valor para o teu leitor é o que está a dar.

Para mim próprio, blogging, ou escrever artigos de qualidade, tem sido uma das coisas que mais me tem ajudado.

Blogging, ou guest blogging em outros websites de autoridade, permitem colocar-te à frente de pessoas através de conteúdo que elas poderão estar à procura. Há profissionais que por vezes arranjam mais clientes e trabalho ao escrever um artigo de qualidade num website de autoridade do que em todos os seus anteriores esforços combinados.

Onde escrever
Um erro que muitos consultores, freelancers ou outros profissionais fazem é querer escrever conteúdo para o público errado. Por exemplo, se estás à procura de novos clientes, e és um consultor ou freelancer, um mau sítio para escreveres um guest post é no meu blog, porque normalmente só outros freelancers e consultores é que lêem o meu website.

Tens de escrever para sítios que sabes que é onde os teus potenciais clientes estarão. Se és um ilustrador ou designer, escreve em websites relacionados com branding; se és consultor de startups, escreve em websites de marketing ou empreendedorismo. Percebes a ideia? Eu tenho uma série de artigos na web relacionados com as minhas competências enquanto profissional. Um exemplo são as minhas contribuições no blog oficial da E-goi: http://www.e-goi.pt/pt/recursos/blog/?authorID=18

Ensinares aquilo que sabes ao teu público alvo não só te coloca à frente das pessoas certas mas também justifica a venda dos teus serviços ao te dar a oportunidade de mostrares o que sabes. Poderás escrever artigos tanto em websites externos, como no teu próprio website. Ao teres artigos de qualidade no teu website, estás a dar a entender que és um especialista naquilo que fazes, e atrais interesse das pessoas através da tua informação.

Quer sejas designer, programador, escritor, consultor de marketing, basta pesquisares por “melhores blogs em [tua indústria]” para encontrares artigos de qualidade para veres como os outros fazem e escreveres tu próprio(a) bons artigos, ou mesmo potenciais sítios para os quais poderás escrever.

Tens que te saber vender

Por vezes a angariação de clientes não funciona porque não sabes ou não te consegues vender bem a ti próprio(a).

Não só te deves especializar numa determinada competência e cobrares mais, ao invés de seres generalista e ganhares menos, mas deves também aumentar o teu valor aos olhos dos potenciais clientes.

Consegues fazer isto ao conseguires criar uma história, uma narrativa eficaz. Tens de ter um princípio, meio e fim, devidamente estruturados no teu website, que leva as pessoas num caminho que vá ao encontro da conclusão lógica de “Tenho de contratar este gajo”.

Eis então como podes criar uma boa narrativa no teu website.

  • Se te especializas em criares websites para restaurantes, será que o teu site comunica isso claramente quando carrega? Talvez possas ter um garfo ou uma faca como ícones de quando o teu website está em carregamento.
  • Há vários anos atrás li o “Perfume”, um livro que tive de ler duma ponta a outra porque fiquei viciado nele. Se algo não me chama à atenção nos primeiros capítulos, é para esquecer. Da mesma forma, o teu website tem de mostrar, em 5 segundos, porque é que os clientes devem querer trabalhar contigo. Deves ter um título grande e gordo, porque os títulos são coisas fáceis de ver e são os componentes mais lidos num website.
  • O teu texto, regra geral, deve ser uma linguagem fácil e acessível, não deve conter escrita muito técnica ou complicada de perceber. O objetivo não é impressionares ou pareceres inteligente, mas sim vender uma solução, e para isso tens de falar a linguagem deles, saber o que é que os impede de dormir à noite. Dizer “sou o melhor” ou “qualidade é o meu lema” não vai funcionar.
  • Pede para eles agirem, para te contratarem. Depois de eles lerem em como os podes ajudar a resolver o problema deles, tens de ter uma call-to-action, ou seja, um apelo à ação, em como eles te podem contactar e contratar. Pode ser uma coisa tão simples quanto “clique aqui para ter uma sessão de consultoria gratuita”. Inclui botões de contacto em todo o lado, não esperes que eles tenham de fazer scroll para cima para tentar encontrar o teu formulário de contacto.
  • Antecipa-te a objeções que os teus potenciais clientes possam ter. Apresenta algum tipo de prova social na forma de estudos de caso ou testemunhos de clientes satisfeitos.

Após teres isso implementado e teres um website persuasivo, é que te podes começar a preocupar em colocar outros componentes como o teu portfolio ou projetos que fizeste. É importante transmitires a imagem que consegues resolver um problema, ao invés de meramente vender um serviço. Tens de fazer com que as pessoas percebam como as podes ajudar primeiro, o portfolio vem depois, porque as pessoas podem não ter vontade de navegar pelo teu site para ver se os teus serviços são uma boa correspondência para aquilo que eles estão à procura.

O método da garça

A garça, mais específicamente, a garça-vaqueira, é um pássaro que, no interior, costuma andar ao pé do gado. São aqueles pássaros que por vezes consegues ver em cima de vacas. Elas alimentam-se dos insetos que rodeam o gado, desta forma, as vacas beneficiam das garças ao livrarem-se de insetos e parasitas que as atormentam, e as garças alimentam-se. É uma relação win-win.

Da mesma forma, poderás beneficiar ao criares uma parceria com outros indivíduos ou empresas. Por exemplo, se fores um programador, podes abordar um designer e dizer que poderás satisfazer clientes e potenciais clientes que precisem de ajuda no back-end, com implementações técnicas ou adições de funcionalidades nos websites existentes deles.

Basicamente:

  1. Encontra um negócio ou indivíduo que o teu produto ou serviço pode ajudar
  2. Faz uma parceria e partilhem os lucros

É mais fácil do que parece. Muitas pessoas gostariam de ser abordados para este tipo de assuntos, mas têm receio eles próprios de contactar outros que possam precisar de parceria neste sentido, mas ficarias surpreendido(a) em como as pessoas normalmente ficam satisfeitas de lhes propores algo assim.

Podes apelar ao sentido de interesse deles, onde por exemplo o designer com o qual te vais tornar parceiro pode-se cobrar mais dum website se for com uma implementação qualquer técnica que só tu enquanto programador, por exemplo, consegues fazer. Ou então imagina que é um designer que não sabe fazer uma loja e-commerce, mas tu sabes porque percebes de linguagem back-end. De repente, o designer já pode alargar os serviços dele com a tua ajuda, e cobrar um valor maior.

Fóruns ou sites de trabalho

O género de fóruns de trabalhos, “job boards” normalmente não são bons, porque sendo globais, têm pessoas a fazer licitamentos absurdamente baixos, devido ao facto de haverem trabalhadores e jovens que não se importam de fazer trabalhos por ninharias do que aquilo que normalmente é esperado em países de 1.º mundo. Se enveredares por esse tipo de sites, vai a categorias específicas de trabalhos que poucos consigam fazer, se te conseguires especializar nessa área. Podes ir a websites mais especializados do género onsite.io, gun.io, ou coworks.

Devido ao facto destes sites serem orientados de acordo com segmentos de necessidades do mercado específicos, eles atraem potenciais clientes que precisam de trabalho de qualidade e que estão dispostos a pagar.

A BOLA ESTÁ DO TEU LADO

E tu? que táticas tens para angariares clientes? Responde e deixa um comentário.

Escolher as palavras que vendem mais e geram mais clientes

Quando pensas em algo como aumentar os teus preços, mal tu desconfias do impacto que algumas palavras simples te estão neste momento a custar, sem saberes.

Se vendes os teus serviços online, tens de perceber que as palavras dominam a internet. Há um ditado famoso duma pessoa envolvida no mundo do marketing, que agora me falha o nome, mas que disse:

My words can make me rich.

É verdade. Portanto já que as palavras são importantes para conseguires passar aos potenciais clientes o porquê de que vales o preço que pediste, então tens de saber um bocadinho mais sobre copywriting.

Copywriting é a arte de escrever palavras que vendem

Se és do tipo criativo, por exemplo um(a) designer, talvez aches isto um tópico aborrecido, mas olha que não é: boa copy aproveita a capacidade que temos em perceber o que os nossos clientes querem. Não interessa o tipo de serviço que prestas, isso é sempre informação que podes usar proveitosamente a teu favor.

Eis algumas estratégias de copywriting especificamente desenvolvidas para aumentares a tua persuasão do teu website freelance e da tua página de vendas.

1. CONCENTRA-TE NO VALOR PARA O CLIENTE

Um dos erros que um consultor ou freelancer faz ao escrever o texto para o website ou outro sítio do género, é que eles fazem-no tendo em conta eles próprios como o público-alvo, de acordo com a perspetiva deles próprios em vez da perspetiva do cliente. Mais facilmente eles falam das competências técnicas que têm, do que ir ao encontro da “dor” que o cliente tem ou problema que quer ver resolvido. O problema é que muitas vezes o freelancer e o cliente falam línguas diferentes.

Há uma situação que li na internet que achei bastante engraçado e que mostra claramente este desfazamento entre cliente e prestador de serviços.

Imagina que estás na casa dos 40s, estás a ficar com menos cabelo, e estás numa altura da tua vida onde queres um carro desportivo porque queres parecer um tipo muito fixe. Portanto vais a um stand duma marca como a Honda ou Toyota e pedes para falar com um vendedor.

O vendedor começa a dizer que as fábricas deles são certificadas a nível de chumbo e que os trabalhadores são remunerados e tratados em condições, e que o processo de produção do carro é inovador e são a única empresa que usa este tipo de linha de produção, e que acima de tudo, o carro é leve e bom porque não tem materiais perigosos e conduz-se bem.

Há aqui um conflito de interesse. Na realidade tu queres impressionar miúdas de 20 e tal anos, e o vendedor está-te a apontar caraterísticas sobre o processo de produção do carro.

É bom falarmos das nossas competências técnicas e do conhecimento que temos no mercado, mas depois de mostrarmos como é que podemos resolver o problema do cliente. Desta forma, a tua homepage deve conter copy em como é que as tuas competências em design poderão ajudar o cliente a fazê-lo destacar-se da multidão, e mais tarde é que poderás então falar sobre a tua enorme experiência com os programas gráficos que queres mencionar.

Em vez de descreveres o processo, concentra-te no resultado.

Tu não estás a criar um website duma clínica dentária, estás a criar o website para as pessoas fazerem mais marcações e haver mais consultas na clínica.

Se tratares os teus serviços como se fossem uma comodidade, então é isso que podes esperar de volta. No entanto, se te concentrares em apresentar e mostrar valor, os teus honorários começam a ser mais orientados para o tipo de problemas que podes resolver, em vez do tipo de pacote que o cliente escolheu.

2. NÃO COMPARES PREÇOS

Achas que a Louis Vitton quer saber dos preços que a Zara cobra para uma mala de senhora? Então porque é que achas que tens de perder o teu tempo a justificar os teus preços a comparares-te com outra pessoa ou entidade?

Isto é um erro que muitos profissionais cometem quando estabelecem um preçário para os serviços deles.

Do ponto de vista matemático, a Zara poderá acabar por fazer mais vendas a larga escala e gerar mais receitas do que a Louis Vitton, mas nota que tu és uma só pessoa (ou uma pequena equipa). De forma a maximizares os teus ganhos, tens de te concentrar em apresentar um serviço premium, justamente porque não consegues produzir em massa os teus serviços porque és só tu a fazeres o teu trabalho.

Para conseguires cobrar preços mais elevados, tens de elevar a tua auto-estima, e observares aquilo que outros consultores de sucesso ou empresas fazem: 1) não fazer comparações de preços com outros; 2) concentrar-se em valor para o cliente, e não orçamento; e 3) perceber o que os clientes querem saber e o que eles não querem saber.

Tu não desenhas logotipos, tu crias uma marca.
Tu não crias sites, tu desenvolves plataformas de sucesso.
Tu não fazes Google Adwords, tu trazes mais pedidos de contacto.

3. ESCREVE COMO SE FOSSES O TEU CLIENTE

Se usares as palavras correctas na altura certa, vais ter pessoas a querem lançar-te dinheiro para cima. Já ouviste alguém ao telefone ou por emails a mencionar “é exatamente isso que quero”? Quando usas as mesmas palavras que eles usam, estás a provar ao cliente que o percebes.

Por exemplo, já perguntei a um cliente “já pensou porque é que o seu website não tem visitantes? Que se as pessoas ao menos o pudessem visitar e dar-lhe uma oportunidade, iriam gostar e querer contactá-lo, e iam pensar como é que alguma vez passaram até agora sem o conhecer?”.

Podes passar o dia todo a “ladrar” sobre os websites que crias, e que sabes fazer as coisas assim e assado, mas no fundo, no fundo, as pessoas não querem saber porque não é isso que eles iriam escrever ou dizer eles próprios. Eles sentem que ninguém lhe está a prestar atenção mesmo quando eles se esforçaram tanto em criar o website.

Conseguir ser eficiente nesta estratégia envolve prestar atenção aos teus clientes actuais e colocares-te na posição deles, e acima de tudo, praticares escuta ativa. Não saltes para conclusões e não estejas à espera do teu momento de falar (ou enviar email) para começares com as primeiras palavras mágicas que te vierem à cabeça. Em vez disso, pensa em como é que os clientes exprimem o problema na cabeça deles, e essa será a linguagem que terás de ter com eles.

4. VÁRIOS SERVIÇOS, MENSAGEM ESPECÍFICA

Se apresentas vários serviços, tens de escrever a tua copy para cada um dos clientes ideais de cada um desses serviços. Para tal, será vantajoso se conseguires traçar um perfil genérico do teu cliente típico para que consigas perceber os principais problemas e desejos da maioria do teu mercado para cada tipo de serviço. A isto também se pode chamar criar uma buyer persona.

Criar um buyer persona, ou seja, um perfil do teu típico cliente, ajuda-te a saber:

  1. Porque é que o cliente está à procura dum serviço como o meu?
  2. O que é mais importante no projeto (rapidez, criatividade, retorno etc)?
  3. Por onde é que este cliente anda (redes sociais, websites)?

Isso são tudo coisas boas para saber, mas além desta informação é necessário ir mais além, especialmente quando tens vários serviços, se por exemplo prestas consultoria de marketing digital, ou se fazes design ou crias websites. É necessário ir mais além porque aquilo que é uma preocupação para um cliente não é para outro, portanto deves criar landing pages, copy, e testemunhos de clientes específicos para cada uma delas. Por exemplo se venderes criação de logotipos e web design deverás ter na tua homepage uma distinção muito clara para cada um deles, do género dois botões grandes que apontam o visitante para o serviço que lhes interessa mais, e no qual deverás ter uma página específica que vá ao encontro daquilo que eles querem conforme o serviço que eles escolheram.

5. USAR A TÁTICA “PARA QUE…”

Uma tática muito simples de implementar e que eu uso pessoalmente na minha atividade é a técnica do “para que…”. Este é um conceito simples de perceber e de aplicar nas tua comunicação com o cliente.

Lembra-te que, ao venderes um serviço, não estás apenas a vender um web design, tens de te orientar no resultado final. Portanto em vez de dizeres que fazes websites, acrescenta “para que…” no final disso e adiciona uma razão mais específica.

Por exemplo, podes dizer “eu crio websites para que”:

  1. os meus clientes dentistas tenham websites mais amigáveis para os seus pacientes
  2. os meus clientes que têm lojas online consigam aumentar as vendas dos seus produtos
  3. os meus clientes empreendedores consigam gerar mais interesse no projeto deles

Não te preocupes de não conseguires agradar a todos, agrada àqueles que interessam. Achas que eu me preocupo com pessoas que querem coisas baratas? Digo logo que não os consigo ajudar (sou mais diplomático na minha resposta), porque eu trabalho com pessoas que valorizam um serviço bem feito, da mesma forma que a Louis Vitton não se preocupa com as vendas que a Zara faz ou deixa de fazer.

E tu também não te deves preocupar.

6. AS PALAVRAS MAIS IMPORTANTES

As palavras mais importantes são aquelas que são lidas e que interessam ao teu potencial cliente. Ao escreveres a copy para o teu website deves seguir sempre este raciocínio:

  • O que é que eu ganho com isto?
  • Não consigo nem dormir só de pensar nisto

Isto são talvez as duas frases mais importantes para perceberes todo este artigo e a forma de atraíres a atenção do teu cliente.

O que é que eu ganho com isso é o que tens de mostrar que vai interessar e ser de valor para o teu potencial cliente. Até podes pensar que já estás a fazer isto, mas o mais provável é que não estejas. E o que mais interessa aqui é que tens de combinar isso com a frase seguinte, fazer com que ele não consiga dormir só de pensar nisso.

Um potencial cliente pode querer um novo website mais moderno e apelativo, mas talvez isso não seja suficiente para lhes tirar o sono. No entanto, perder clientes porque o website deles é muito confuso e difícil de navegar é uma preocupação para eles, e isso sim, não os deixa dormir à noite.

Responder a esses dois pontos parece óbvio não parece? Tal e qual como as pinturas abstractas do Picasso. Ainda me lembro que quando eu era novo o meu professor de Artes dizia que havia pessoas que consideravam as pinturas abstractas muito fáceis. Aquilo que o meu professor lhes respondia era: “então se é fácil porque é que você não o fez?”. E isto calava a outra pessoa. Porque por vezes aquilo que é fácil e óbvio, não o é.

Conhecer novos clientes e contactos através do Networking

imagem de networking com caras por trás

A capacidade de fazer networking é uma das competências mais importantes que qualquer empreendedor poderá ter. De que forma é que vais encontrar os clientes e contactos necessários para crescer o teu negócio ou o teu projeto? Muitas pessoas ficam desconfortáveis ao pensar na idea de networking, e pensam que isso requer uma personalidade falsa e insincera, mas isto é errado.

Caraterísticas de um bom networker

O que é que um bom networker tem de ser? Como é que ele ou ela reage? Qual é a atitude básica dele ou dela? Vais ficar surpreendido naquilo que tu já sabes sobre o assunto. Por exemplo, já sabes que um bom networker deve ser uma pessoa amigável, genuína, transparente e um bom ouvinte, alguém que faz aquilo que diz e se mantém em contacto com as pessoas. E que mais? O que é que ele precisa mais? Bem, pergunta-te a ti próprio: “Como é que eu gostaria de ser tratado? Que tipo de pessoas é que eu confio e considero bons amigos?”.

Agora que tens uma ideia to tipo de atributos que um bom networker tem de ter, faz uma instrospeção nas tuas próprias competências. Consideras-te algo tímido e pensas nos grupos de networking como intimidadores? Ou tens tendência para falar muito numa conversa? Dás ideias às outras pessoas sem pensares de volta no teu ganho pessoal? As pessoas podem contar com a tua palavra?

Muitas pessoas vão a eventos sociais e de networking, mas poucos sabem fazer networking de forma correta. O Networking vai mais para além de ir lá fora e conhecer as pessoas. O networking precisa de ser um plano estruturado para conhecer as pessoas que irão fazer alguma transação contigo ou introduzir-te àqueles que assim o poderão fazer. A melhor manreira de teres sucesso em networking é criar um plano, fazeres um compromisso a ele, aprender competências eficientes de networking e executares o teu plano.

Cria um plano de networking

  • Qual é o meu objetivo com isto?
  • Quantos prospetos eu quero por mês?
  • Onde é que os meus potenciais clientes vão para networking?
  • Que tipo de entidades ou empresas podem beneficiar do meu projeto?
  • Como posso construir a minha imagem e a imagem da minha empresa?
  • O que é que eu gostaria de fazer a nível de voluntariado na minha comunidade?

Faz um plano de networking de cinco anos (sim, cinco anos) onde listas os teus 5 melhores clientes, 5 prospetos ideais que teres ter, e 5 entidiade/empresas. A seguir, estabele objetivos para envolvimento em cada entidade, determina quanto tempo é que te vais comprometer com cada entidade e prospeto, e que tipos de resultados esperas ter.

E agora que tens um plano, segue-o. Diz a ti próprio de que se dedicares tempo suficiente e empenho, que consegues pôr isto a funcionar. Metade do jogo do networking é ir lá para fora e molhar os pés na coisa. A outra metade é aprender a fazer networking eficientemente. Há pessoas que podem ir a vários grupos e eventos de networking mas estão sempre com o mesmo “grupinho”. Isto derrota o propósito do networking. Se ficares sempre sentado ao pé de caras conhecidas, nunca vais conhecer ninguém novo.

Tens de ser proativo(a). Isto implica teres de tomar as rédeas em vez de apenas reagir às situações. Networking requer a ti que vás para além da tua zona de comforto ao te desafiares a ti próprio(a). Experimenta estas dicas:

1. Conhece 5 ou mais pessoas (novas) em cada evento

Sempre que vás a um evento, festa ou ocasião social, cria um desafio a ti mesmo de ires falar ou conviver com pessoas que não conheces. Dás as boas vindas aos novos convidados que chegaram por exemplo. Se não tornares isto um hábito teu, vais ter a tendência de reverter para as pessoas que já conheces.

2. Experimenta um novo grupo por mês

Podes ir a quaisquer reuniões ou eventos algumas vezes como convidado antes de te juntares. Isto é uma boa forma de “aqueceres” e criares aqui alguns contactos. Determina que tipo de atividades e entidades ou organizações te poderias melhor enquadrar. Pode ser a associação de comércio da tua região, uma sociedade literária, uma instituição de caridade, uma equipa de futebol, etc. Desempenha qualquer função que possa ir ao encontro dos teus objetivos de interagires com potenciais novos clientes ou empresas (ou pessoas que te possam apresentar a esses).

3. Traz cartões de contacto contigo

Não queres passar pela infelicidade de conheceres alguém muito interessante e não teres um cartão de contacto. Cria cartões de contacto eficazes e trá-los contigo, quer vás a uma festa, ao ginásio, ao supermercado, mesmo a passear o cão à rua. Arranja um daqueles porta-cartões para ser mais cómodo.

4. Não vás logo sentar-te

Por vezes as pessoas em eventos, festas ou jantares, sentam-se numa mesa a olhar para a parede, meia hora mesmo antes de a refeição entrar. Não faças isso. Tira partido do tempo que tens para fazer networking antes de te sentares. Quando o evento começar, não serás capaz de te misturar e falar tão facilmente.

5. Não te sentes ao pé de pessoas que conheces

A hora da refeição é uma boa altura para conhecer pessoas. Podes vir a estar sentado durante algumas horas, portanto não limites as tuas oportunidades ao te sentares com os teus amigos. Isto é uma boa altura para conheceres pessoas novas, tanto do teu lado esquerdo como do teu lado direto. É verdade que é mais comfortável estares com caras que conheças, mas lembra-te que estás a usar o teu tempo e talvez dinheiro para atenderes este evento. Tira partido disso, podes sempre falar com os teus amigos noutra altura.

6. Sê proativo

As pessoas lembram-se e fazem negócios com líderes. Não foste a um evento só para aquecer a cadeira: envolve-te ao te juntares a um comité ou como membro. Se não tens tempo, voluntaria-te para ajudar a receber convidados à porta ou a mostrar-lhes a saída. Isto dá-te uma razão para falares cvom os outros, e traz maior envolvimento para com o grupo ao te dar maior visibilidade.

7. Sê amigável e convidativo

Faz de conta que és o anfitrião do evento. Faz com que as pessoas se sintam bem-vindas. Descobre o que é que as trouxe cá, e tenta compreender se existe alguma forma de as ajudares. Introduz essas pessoas a outras, dá sugestões ou referencia-os a alguém caso saibas de outros que poderão ajudá–los a nível empresarial por exemplo. Não só estarás a fazer um amigo, como colocares as outras pessoas mais à vontade contigo. Ao te esforçares para ajudar os outros, mais probabilidades há que os outros eventualmente façam o mesmo por ti.

8. Define um objetivo por evento

Os teus objetivos podem variar de evento para evento. Podes querer aprender o tópico do interlocutor, descobrir novas tendências no mercado, encontrar potenciais clientes, etc. Se trabalhas a partir de casa, o teu objetivo ate pode ser simplesmente saires e ires falar com pessoas cara-a-cara. Saberes que te tens que orientar num determinado objetivo antes sequer de meteres os pés no evento ajuda-te a manter-te no caminho certo.

9. Está disposto a dar, para receber

Networking é uma via de dois sentidos. Não estejas à espera que as pessoas te venham apresentar a outros ou dar referências a menos que sejas igualmente generoso. Faz acompanhamento dos teus contactos, mantém-te em contacto e partilha sempre qualquer tipo de informação que os possa beneficiar. Serás bem recompensado se assim o fizeres.

7 Ferramentas LinkedIn para encontrares o emprego dos teus sonhos

LinkedIn é reconhecida como a rede social mais usada pelos profissionais à procura de aproveitar ao máximo as oportunidades de empregabilidade na internet. Da mesma forma como não irias entrar por um escritório adentro, vestires-te inadequadamente e apresentares o teu currículo a toda a gente que te aparecesse à frente, há alguns procedimentos recomendados a seguir e algumas ferramentas que podes usar para tirares melhor partido do LinkedIn.

1. Signal

Esta ferramenta pode ser usada para pesquisar vários tipos de posições na tua área de especialidade, ou outras. Assim como outros motores de busca, só é necessário pesquisares por palavras relacionadas com “contratar”, “vagas”, etc. Pesquisa por estas palavras e seleciona as outras opções, no que toca a empresa, localização, entre outras. O Signal irá então fazer uma passagem por todos os contactos das seleções que escolheste, numa determinada indústria ou atividade, com recrutradores à procura de preencher essa vaga. Comparado com os típicos websites de empregos, esta opção, dentro do LinkedIn, ajuda-te a encontrares uma boa posição.

2. Apply with LinkedIn

Este é um plugin que está a tornar-se popular tanto com os utilizadores como com empresas e multinacionais no LinkedIn (Netflix, Photobucket etc), que já instalaram um plugin nas suas páginas de emprego (para quando as Portuguesas?). Esta ferramenta funciona assim: quando tu, como um candidato, clicas no botão “Apply with LinkedIn”, a empresa irá receber os teus detalhes LinkedIn em vez de teres de fazer o upload dum currículo, porque o LinkedIn vai buscar a tua informação automaticamente ao LinkedIn. Esta ferramenta é gratuita para baixar e poderá ser útil também para pessoal no departamento de Recursos Humanos.

3. Creative Portfolio Display

Outra ferramenta útil, o Creative Portfolio Display é particularmente bom para os profissionais que prestam serviços na área criativa. Esta ferramenta permite alojar conteúdo multimédia ilimitado, ao mesmo tempo que também permite escolher o conteúdo do portfolio a ser mostrado no teu perfil. A ferramenta foi criada para funcionar como um currículo online, e pode ser um instrumento vantajoso para freelancers ou outros que tenham necessidade de mostrar o seu conteúdo criativo ou a sua marca pessoal.

4. Resume Builder

O Resume Builder é uma aplicação muito fácil de usar e intuitiva que te deixa transformar o teu perfil LinkedIn num currículo PDF e Word. Escolhes um template, editas, organizas a informação necessária, podes imprimir, exportar ou partilhá-lo diretamente por email ou nas redes sociais como o Facebook, Twitter e no próprio LinkedIn.

5. Who Works At

O “Who Works At” é uma extensão do Google Chrome que te permite saber através dum popup que te aparece, quem é que, na tua rede LinkedIn, trabalha num determinado sítio. É bastante útil porque dá prioridade aos resultados que fizeres para as pessoas mais relevantes, deixando-te também ver todos os novos empregados e quaisquer mudanças adicionais ocorridas na empresa.

Outras ferramentas úteis que também podes usar (opcional):

6. LinkedIn hResume

O LinkedIn hResume é um plugin do WordPress que usa o formato específico do hResume microformat, puxa-o do perfil público da página do LinkedIn e permite-te adicionar isso a qualquer página WordPress e aplicar os teus próprios estilos. Esta ferramenta requer à partida algum conhecimento de informática e poderá não te ser necessária se não entenderes o WordPress ou não o estiveres a usar.

7. LinkedIn Search Engines for Firefox

Este é um plugin para o browser Firefox. O que ele faz basicamente é adicionar um campo de busca no Firefox no canto superior direito. Há dois tipos de motores de busca disponíveis, um que te permite pesquisar por posições na rede LinkedIn; e outro que te permite pesquisar contactos por empresa, nome ou título.

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