7 Ferramentas LinkedIn para encontrares o emprego dos teus sonhos

LinkedIn é reconhecida como a rede social mais usada pelos profissionais à procura de aproveitar ao máximo as oportunidades de empregabilidade na internet. Da mesma forma como não irias entrar por um escritório adentro, vestires-te inadequadamente e apresentares o teu currículo a toda a gente que te aparecesse à frente, há alguns procedimentos recomendados a seguir e algumas ferramentas que podes usar para tirares melhor partido do LinkedIn.

1. Signal

Esta ferramenta pode ser usada para pesquisar vários tipos de posições na tua área de especialidade, ou outras. Assim como outros motores de busca, só é necessário pesquisares por palavras relacionadas com “contratar”, “vagas”, etc. Pesquisa por estas palavras e seleciona as outras opções, no que toca a empresa, localização, entre outras. O Signal irá então fazer uma passagem por todos os contactos das seleções que escolheste, numa determinada indústria ou atividade, com recrutradores à procura de preencher essa vaga. Comparado com os típicos websites de empregos, esta opção, dentro do LinkedIn, ajuda-te a encontrares uma boa posição.

2. Apply with LinkedIn

Este é um plugin que está a tornar-se popular tanto com os utilizadores como com empresas e multinacionais no LinkedIn (Netflix, Photobucket etc), que já instalaram um plugin nas suas páginas de emprego (para quando as Portuguesas?). Esta ferramenta funciona assim: quando tu, como um candidato, clicas no botão “Apply with LinkedIn”, a empresa irá receber os teus detalhes LinkedIn em vez de teres de fazer o upload dum currículo, porque o LinkedIn vai buscar a tua informação automaticamente ao LinkedIn. Esta ferramenta é gratuita para baixar e poderá ser útil também para pessoal no departamento de Recursos Humanos.

3. Creative Portfolio Display

Outra ferramenta útil, o Creative Portfolio Display é particularmente bom para os profissionais que prestam serviços na área criativa. Esta ferramenta permite alojar conteúdo multimédia ilimitado, ao mesmo tempo que também permite escolher o conteúdo do portfolio a ser mostrado no teu perfil. A ferramenta foi criada para funcionar como um currículo online, e pode ser um instrumento vantajoso para freelancers ou outros que tenham necessidade de mostrar o seu conteúdo criativo ou a sua marca pessoal.

4. Resume Builder

O Resume Builder é uma aplicação muito fácil de usar e intuitiva que te deixa transformar o teu perfil LinkedIn num currículo PDF e Word. Escolhes um template, editas, organizas a informação necessária, podes imprimir, exportar ou partilhá-lo diretamente por email ou nas redes sociais como o Facebook, Twitter e no próprio LinkedIn.

5. Who Works At

O “Who Works At” é uma extensão do Google Chrome que te permite saber através dum popup que te aparece, quem é que, na tua rede LinkedIn, trabalha num determinado sítio. É bastante útil porque dá prioridade aos resultados que fizeres para as pessoas mais relevantes, deixando-te também ver todos os novos empregados e quaisquer mudanças adicionais ocorridas na empresa.

Outras ferramentas úteis que também podes usar (opcional):

6. LinkedIn hResume

O LinkedIn hResume é um plugin do WordPress que usa o formato específico do hResume microformat, puxa-o do perfil público da página do LinkedIn e permite-te adicionar isso a qualquer página WordPress e aplicar os teus próprios estilos. Esta ferramenta requer à partida algum conhecimento de informática e poderá não te ser necessária se não entenderes o WordPress ou não o estiveres a usar.

7. LinkedIn Search Engines for Firefox

Este é um plugin para o browser Firefox. O que ele faz basicamente é adicionar um campo de busca no Firefox no canto superior direito. Há dois tipos de motores de busca disponíveis, um que te permite pesquisar por posições na rede LinkedIn; e outro que te permite pesquisar contactos por empresa, nome ou título.

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Como estar comfortável com a nossa Auto-Promoção?

Promovermos a nós próprios como pessoa ou profissional

A maior chave para a auto-promoção é a capacidade de sermos auto-confiantes e assertivos o suficiente para dizer a toda a gente acerca daquilo que fazemos.

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Muitas pessoas sentem-se desconfortáveis quando é necessário ir lá fora e dizer às outras pessoas sobre elas e o negócio delas. Isto é mau para qualquer empresário ou indivíduo por conta própria, até porque muitos inventam desculpas para não se promoverem a eles próprios. Já ouvi clientes dizerem-me que auto-promoção faz com que eles se sintam como se estivessem a gabar, além de que também têm medo que as pessoas lhes ganhem repulsa. Ok, é compreensivo uma pessoa ficar aborrecida se estiver face a uma pessoa arrogante que está sempre a falar nela e sem prestar atenção a mais nada – mas não é isso que estou a propôr aqui.

Há uma maneira correta e uma maneira errada de nos promovermos. Primeiro, quando nos promovemos a nós próprios e o nosso negócio, temos de pensar nos nossos objetivos. O nosso objetivo é atrair clientes, que se traduz em ajudar pessoas e fazer dinheiro. Como parte deste processo, é necessário identificar o que nos faz ser diferentes o suficiente de forma a que as pessoas queiram fazer negócio connosco. Isto é a chamada Unique Selling Proposition (USP), ou em Português, a Proposição Única de Vendas. Também é necessário ter um elevator speech, que é uma expressão em Inglês que quer dizer “discurso de elevador”, que é um discurso de mais ou menos 20 segundos de quem tu és e como podes ajudar a pessoa a resolver o problema dela. O discurso de elevador deve ser fluido e terminar com um apelo à ação, aquilo que queiramos que a pessoa faça.

Isto pode parecer um pouco cínico, mas pensa numa conversa normal com um prospeto que possas ter conhecido uma festa ou noutro evento qualquer.

Mulher de negócios a beber champanhe

Quando nos conectamos com um prospeto ou com o nosso público-alvo, nós queremos querer saber da outra pessoa a um nível genuíno, os seus obstáculos, a suas necessidades e o que é que o preocupa. As pessoas estão mais do que contentes por saber que te preocupas o suficiente para fazer perguntas sobre eles. Eles, não tu, são o mais importante.

Podes começar uma conversa sobre qualquer coisa que vocês tenham em comum de momento ou em termos generalísticos. Depois, queres colocar a essa pessoa perguntas para saber mais sobre eles, e ouvir, mas ouvir mesmo, as respostas deles. Desta forma, podes apresentar uma solução para os problemas dele ou dela… não tenhas medo. Dá-lhe os benefícios de trabalhar contigo. Sê entusiástico e orgulhoso de ti próprio. Diz-lhes como os podes ajudar e os resultados que eles podem esperar ter. Algumas pessoas fazem isto ao lhes dizer uma história interessante e breve. É muito provável assim suscitar interesse ou pelo menos curiosidade na outra pessoa, e há assim justificação para lhes dar um cartão de contacto ou um apelo à ação (Call to Action), do género “aqui está o meu cartão, contacte-me se quer fazer isto, isto e isto e tirar partido do incentivo e da oferta que lhe estou a propôr/dar”.

empresários apertarem maos

Outra boa forma de meter um cartão nas mãos deles é pedir um cartão de volta (se estivermos a lidar com empresas Business to Business). Nessa troca, podes querer perguntar se eles são a pessoa responsável pela tomada de decisões, ou a quem cabe essa responsabilidade na empresa. O que interessa é ter um nome e contacto para podermos fazer um follow up (acompanhamento) mais tarde.

O mesmo se passa com aquilo que colocamos online. Dá à tua audiência algo de valor que os fará querer conhecer-te melhor, gostar de ti e confiar em ti. Faz mais ou menos de acordo com a regra dos 80/20, 80% dar valor e 20% a fazer auto-promoção: coloca algum do teu trabalho, anuncia algum produto ou serviço, coloca um testemunho dum cliente satisfeito só depois de fornecermos 80% de valor a nível de dicas, conselhos ou conteúdo informacional.

Cartões com  balões de fala

Todos nós pensamos que aquilo que temos para dar ao mundo e aos nossos clientes, no que toca aos negócios, tem valor, certo? Então porque não dizer às pessoas isso? Pensa nisto como se fosse um desserviço que estivesses a fazer ao não lhes dizer. Encara isto como uma partilha, e lembra-te que se não estiveres a dizer ao teu público-alvo aquilo que tens para oferecer como profissional que tornará as vidas deles mais fáceis e melhores, então a tua concorrência não terá problema nenhum em o assim fazer.

Sê confiante, fica motivado, e concentra-te nos teus objetivos e vai lá para fora… o teu próximo cliente vai gostar que assim o tenhas feito.