Como escolher um business coach

Hoje em dia é popular pedir a ajuda a coaches, um termo que pode ser traduzido como formador, consultor ou treinador.

Existem coaches de todos os tipos, mas há dois tipos principais: pessoas e empresariais, também descritos como life coaches e business coaches.

Este artigo descreve um business coach.

Os business coaches são como os personal trainers. As pessoas pedem assistência profissional quando precisam de ajuda para alcançar os seus objetivos.

Trabalhar no duro é importante no mundo dos negócios, e pode fazer com que um(a) empreendedor(a) chegue perto daquilo que quer ser ou fazer. Por vezes, parece que falta ali um último passo de encontro ao sucesso que é o mais difícil. Um coach consegue-te ajudar a chegar lá.

Voltando à analogia da saúde e dos teus objetivos de fitness. Podes estar a reduzir as gorduras do teu plano de alimentação e a ir ao ginásio três vezes por semana, mas parece que não consegues perder aqueles últimos dois quilos.

Um treinador pessoal vai trabalhar contigo para garantir que estás a tirar máximo partido do teu tempo no ginásio e a aperfeiçoar a tua dieta.

Assim como as idas ao ginásio, as sessões de business coaching nem sempre são fáceis, e até podem doer um bocadinho. Tal como um personal trainer, um business coach só vai ajudar a tua empresa se estiveres pronto para a mudança e para admitires as tuas falhas (e olha que isto não é fácil).

O trabalho do coach é mostrar-te o espelho. As pessoas sabem que há ali qualquer coisa que não está bem, mas escolhem não olhar específicamente para o problema. Um business coach pode ajudar a identificar-te o problema e empurrar-te para o sucesso que mereces, pois ele traz uma perspetiva profissional e exterior, com um feedback honesto e uma estratégia provada para que dês o próximo passo de encontro ao sucesso que queres ter.

Antes de contrarares um business coach, eis algumas perguntas para colocares a ti próprio(a):

  • Este coach consegue fazer o que diz que faz? — Fala com o business coach em questão e pergunta-lhe sobre as suas competências. Pede para falares com os clientes dele(a). O feedback deles irá dar-te uma perspetiva sobre as capacidades do coach.
  • Esta é uma pessoa com a qual quero trabalhar? — Planeia uma reunião em pessoa com o teu potencial coach para saber se te dás bem com ele(a). Se o(a) contratares, irão trabalhar juntos através de desafios, metas e perspetivas de como criar a tua equipa e o teu negócio.
  • Este coach faz o meu estilo? — Encontra um coach com o tipo de experiência necessária para a tua atividade. Não quer dizer que tenha de ser na tua indústria específica, mas mais a nível de tamanho, porque há lições que podem passar de indústria para indústria. O que funciona para uma pequena empresa pode não funcionar para uma média empresa que factura 20 milhões ao ano.
  • Consigo dedicar tempo e dinheiro necessário para um coach? — Prepara-te para investir no sucesso do teu projeto. Há coaches que cobram 100-300€ à hora. Outros cobram-se em formato de avença mensal e custam 10000 a 40000€ ao ano.

O custo varia de acordo com a frequência das comunicações e ajuda necessária. Algumas sessões podem ser de uma hora enquanto outras podem demorar quase um dia. Alguns coaches reunem-se mensalmente e outros de X em X meses. Descobre o que funciona melhor para ti.

Acima de tudo, procura coaches que coloquem o cliente em primeiro lugar. Isto parece um lugar-comum, mas basicamente isto quer dizer alguém que:

  • não se cobra pelo serviço até o serviço ter sido desempenhado;
  • requeira que assines um contrato;
  • obriga-te a pagar a factura a menos que aches que aquilo valeu o preço.

Um rapazinho conhecido, de seu nome, Anthony Robbins, disse que “Se fazes aquilo que sempre fizeste, vais ter aquilo que sempre tiveste”.

Esta frase é ainda mais verdadeira quando se fala sobre objetivos de fitness e de negócios. Um coach pode ajudar-te a fazer mais do que já fizeste, mas tens de estar preparado(a) para crescer.

Como pedir – e obter – referências sem pressão

Há pessoas que têm medo de pedir por referências porque pensam que podem estar a pressionar ou a dar a impressão que são muito necessitadas, ou que não têm sucesso (porque estão a pedir). Outras pessoas não pedem porque têm medo de ser rejeitadas.

O que acontece é que pedir por referências não te torna em nenhuma dessas coisas. Pedir uma referência não é um falhanço, nem um erro, nem uma pressão.

Não consegues controlar se alguém te vai dar uma referência, mas podes controlar a forma como perguntas a coisa. Não tens de levar isso a peito, porque isso não vai afetar a relação de trabalho com o cliente.

Nunca vi ninguém perder um cliente por ter pedido referências. O pior que pode acontecer é poderes angariar um novo cliente a longo prazo.

A forma como pedes referências afeta as tuas hipóteses de receber uma.

Valor

Queres ter um argumento ou troca de ideias, de valor, com o cliente. Isto significa fazeres um folow up com o cliente e perguntares como é que as “coisas estão a andar”, e perguntar se eles viram valor no vosso relacionamento.

Presta atenção como o cliente mostra o valor que reconheceu ao ter trabalhado contigo.

Importância

Trata o pedido das referências com importância. Acredita em ti e no teu valor como profissional. Se ajudaste o cliente, é a tua responsabilidade ajudares outras pessoas que possam precisar do teu produto ou serviço. Podes seguir este script:

“Estou contente que tenha visto valor no que fizemos. Por causa disso, tenho uma questão para lhe colocar”.

Isto chama-lhes a atenção, e podes seguir com o teu pedido de referência, que nos leva ao próximo ponto.

Permissão

Nem toda a gente gosta ou se sente comfortável em dar referência, portanto suaviza as coisas um pouco ao mostrares que és permissivo(a). Por exemplo, podes dizer: “Podemos fazer um pequeno brainstorming para ver se conseguimos identificar algumas pessoas que você acha que podiam estar pelo menos ao corrente daquilo que eu faço? Eu tenho algumas ideias que gostava de lhe dizer só para ver o que acha delas.”

Sugestões

Em vez de pedir diretamente ao cliente se eles conhecem alguém, pede sugestões.

Pode ser uma pergunta um pouco à queima-roupa se perguntares ao cliente se conhece alguém, podem não se lembrar de ninguém de repente e a conversa acaba de forma desconfortável.

No entanto se planeares a coisa antecipadamente, pensa, quem é que está presente na vida deles, que indivíduos, indústrias ou grupos de pessoas. Se trouxeres esse assunto à superfície, vais criar curiosidade no cliente, que te vai dar mais confiança para colocares a tua pergunta definitiva.

Um livro que eu recomendo (em Inglês) para pedir referências (sem pressão) é o Beyond Referrals do Bill Cates.

Como ganhar mais em projetos mudando a estratégia de preços

Num artigo anterior, descrevi como trabalhar à hora vs trabalhar a preço fixo tem as suas diferenças e vantagens e desvantagens.

Se na tua atividade passas pelo problema descrito na tira em baixo, talvez seja altura de pensares no teu negócio de forma diferente, a começar pela maneira como trabalhas com os teus clientes.

medicos como designers
Se os clientes tratassem os médicos como tratam os designers

Não apresentes logo o preço

A maioria das pessoas quer saber logo o preço, e muitos prestadores de serviço sentem-se obrigados a assim o fazer.

Mas eu descobri que começar a conversa com o preço leva-te para maus caminhos.

Porquê? Porque põe a minha necessidade à frente da do cliente. Destaca mais aquilo que eu quero e não aquilo que o cliente quer. Isso não é grande forma de criar confiança.

Em vez de cuspir os meus honorários ao princípio, posso dizer ao potencial cliente que primeiro preciso de entender o que eles querem.

Fazer isso conquista a confiança deles ao mostrar-lhes que eu estou interessado em descobrir os problemas que lhe são únicos e desenvolver soluções à medida com base no que aprendi sobre eles e as suas necessidades, ao invés de tentar apresentar uma medida-padrão.

Descobre o que o cliente realmente quer

Resolvendo a questão anterior, o potencial cliente pode agora começar a comunicar aquilo que quer.

Eu iria inquirir sobre oportunidades de melhorar o projeto ou negócio dele com a minha ajuda, especialmente descobrir “onde é que lhe dói”, porque é o que ele vai estar mais motivado para resolver.

Iria também tomar nota dos desafios: as vendas estão a cair? Há nova concorrência no mercado? O meu objetivo é perceber a situação e ser claro sobre o tipo de resultados a que me proponho.

Muitas das vezes acabamos por falar sobre um projeto que requer mais envolvimento do que aquilo que o cliente pensava inicialmente.

Por exemplo, pode acontecer que aquilo que o cliente queria fazer, “um pequeno redesenho”, pode na realidade transformar-se em tornar o website numa máquina de marketing e de vendas que os vai ajudar a alcançar a facturação pretendida.

Se tivéssemos falado de preços para esta “máquina”, nem sequer tínhamos chegado a este ponto. Quando um potencial cliente tem um preço em mente, tem tendência a ser mais fechado, menos criativo com a sua visão e oportunidades para o projeto.

É um investimento, não uma despesa

Se começas a conversa com preço, acaba por ser uma despesa, e ninguém gosta de despesas, portanto um potencial cliente, um empreendedor ou empresário, quer cortar na despesa para ficar o mais baixo possível.

Ao seguir este processo que recomendo, és capaz de te posicionar como um investimento, em vez duma despesa. Isto porque o preço vai estar ligado a algo que o prospeto quer alcançar, um meio para atingir um objetivo.

Quanto posicionas o preço desta forma, o cliente só quer saber se o investimento é acertado.

Supõe que irias criar uma plataforma ou um website capaz de facturar 40000€ anuais, eu iria pedir ao cliente para fazer um investimento de 10000€ neste projeto.

Iria estabelecer um preço com base no valor esperado para o meu cliente, não quanto tempo é que me iria levar a concluir o projeto.

É um bom negócio quando pensas naquilo que um novo website vai dar nos próximos anos.

Se por acaso o projeto não conseguir ser medido num valor em euros específico, podes ligar o objetivo a um valor mais generalista, mas útil. Pergunta “como irá saber que alcançou o que nos propusémos a alcançar?” e “como é que este projeto irá parecer para si quando tiver sucesso?”.

Também podes perguntar “quanto é que um novo cliente vale para si?”. Isto é para mostrar em como aquilo que vais fazer vale mais do que o custo dos teus serviços.

Se conseguisses fazer com que o projeto dele tenha mais um cliente adicional, pode fazer sentido contratar-te.

Pode acontecer é que o cliente não sabe quanto é que um novo cliente vale para o negócio dele. Isso pode abrir a porta para uma análise do marketing dele, no qual eu o iria acompanhar sobre dados mensuráveis para poder analisar o desempenho. Isto iria tornar o projeto mais elevado, mas seria um bom investimento.

Apresenta mais do que uma opção

Se deres ao cliente um único preço, estás a dizer-lhes para aceitar ou não aceitar o preço. Acaba por ser uma resposta de “sim” ou “não”.

Em vez disso, podes apresentar uma proposta do género um menu, com uma tabela de preços com componentes distintos a preços diferentes.

Alguns componentes podem ser obrigatórios, mas outros podem ser opcionais. É importante que no seu conjunto os componentes adereçam os objetivos propostas partilhados na conversa com o potencial cliente.

Eu não discuto preços ou descontos. Se o potencial cliente quer pagar menos, ele que escolha menos funcionalidades. Isto faz com que tenha de tomar uma decisão informada, onde escolhem à base da necessidade, e não do capricho.

Cria um hábito

Seguir esta metodologia de trabalho, esta linha de pensamento, pode trazer várias vantagens para ti, independentemente da tua atividade.

Primeiro, de forma a resolver os problemas do potencial cliente, por vezes podes ter de aprender coisas novas ou desenvolver novas competências, o que aumenta o teu valor no mercado.

Segundo, já não estás a competir com preço com outros prestadores de serviço. Os teus clientes não te vão ver como uma comodidade (pensa em papel higiénico), ou alguém com um valor à hora que eles podem comparar com outros.

Em vez disso, vais competir à base da distinção, e como podes ajudar os teus clientes a alcançar os seus objetivos.

No entanto, não te ponhas num pedestal. Não prometas “tudo e mais alguma coisa” se não conseguires apresentar uma solução para o problema do potencial cliente.

Se achas que não consegues ajudar o cliente, pode ser uma oportunidade para estabelecer uma parceria com outro prestador de serviços. Podes pagar a outra pessoa que faça a parte dele, criando um relacionamento profissional para o futuro, aprendendo também a linha de atividade deste parceiro para melhor conseguir vender este serviço a clientes.

Acima de tudo, relaxa. Podes dizer não a um cliente que não vê valor no que foi apresentado. Por vezes o potencial cliente quer baixar o preço e isso só te vai levar para outros clientes de baixa qualidade. É um ciclo vicioso em que muitos profissionais se metem.

Sai desse ciclo. Orienta-te para clientes que estão dispostos a pagar o teu valor, porque isso vai levar a outros clientes que têm bons projetos, criando assim um círculo de harmonia para ti e para o teu negócio para levares isto a outros patamares.

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Procrastinação: o palavrão a não evitar

Nós seres humanos temos a mania de pensar que somos espertos. O mesmo tipo de inteligência que nos presenteou com a teoria da relatividade e nos permitiu ir à lua é o mesmo que não nos deixa começar um trabalho até à véspera de quando tem de estar pronto.

Mas há uma coisa que é preciso perceber primeiro.

Nós somos humanos, mas também somos animais.

Somos criaturas primitivas, mas devido ao nosso manancial genético, evoluímos a partir dum alicerce mais obscuro, mais básico, mais primitivo. É o cérebro reptiliano, que por si próprio é um nome enganador, porque na realidade é uma componente que faz parte do nosso cérebro.

O nome vem do facto de ser suposto que fosse esta a frente cerebral que os reptéis e aves haviam desenvolvido e que este complexo era responsável pelos comportamentos básicos como agressão, dominância, territorialidade, e rituais de acasalamento.

cérebro reptiliano

Repara como o resto do nosso cérebro está “montado” em cima do reptiliano.

O nosso cérebro reptiliano não quer ouvir a parte racional em nós. Como uma criança, poderá fazer muito daquilo que lhe é dito, desde que ele não discorde muito com aquilo que ouve.

réptil boneco

Aquilo que nos permitiu ascender como espécie dominante deste planeta é a capacidade de termos desenvolvido alguns sistemas para acalmar o nosso cérebro reptiliano, adormecê-lo ou apaziguá-lo.

Esta “capacidade” é o que podemos chamar de “civilização”. Comida e abrigo ajudam, assim como um sistema legal e judicial em vigor, educação obrigatória, entretenimento e monogamia.

Tudo isto acalma o cérebro reptiliano em nós tempo suficiente para que possamos fazer algo de produtivo, como encontrar a cura para a raiva ou inventar a manteiga de amendoim.

manteiga de amendoim

Mas vamos olhar para a procrastinação.

Estás a tomar uma decisão com a tua mente consciente e perguntas-te porque é que não a levaste a cabo. A verdade é que quem toma as decisões, o “teu réptil”, não é propriamente muito maduro ou sofisticado.

Imagina que tinhas de convencer uma criança a fazer o que tu querias que ela fizesse. Para pequenas ações, impôr a tua autoridade pode ser o suficiente, “vem jantar” ou “arruma os brinquedos”. Mas se a criança não quer fazer algo, ela não vai ouvir.

Eis o que podes perceber.

  • Segurança interessa. Se estás com fome, cansado(a) ou deprimido(a), o teu réptil infantil vai-se rebeliar. Se falhares em tomar conta de ti próprio ele vai querer sair, gritar e refusar-se a fazer o que lhe dizes. É para isso que ele cá está, para comer, dormir e brincar.
  • Esquece a lógica. Após decidires que vais fazer alguma coisa, a parte racional da coisa poderá não ajudar-te. O teu réptil interior pode ser apaziguado, assustado e motivado. Mas não fala através da linguagem nem pode ser argumentado através da razão.
  • Incentiva a disciplina. Cria uma rotina de reinforçamento positivo e negativo. Se queres que uma criança coma vegetais, não lhe dês a sobremesa primeiro. Recompensa-te pelos teus sucessos e castiga-te pelo que falhaste em fazer. Fazeres um compromisso em público pode ser bom, pois a pressão social ajuda.
  • Descobre a emoção. O réptil em ti responde à emoção, essa é a única linguagem dele(a). Discursos ou frases motivacionais, livros, filmes ou artigos podem funcionar durante algum tempo, e até música, que poderá funcionar muito bem. Imagina o que queres feito, já feito, ou o pesadelo de falhares em a fazer. Torna a tua imaginação vívida o suficiente para te fazer sair do torpor.
  • Empurra-te para começar. O mais importante é começar. O instinto réptil é evitar a mudança, então, quando começas algo, o jogo começa a virar a teu favor. Com tempo suficiente, até podes enganar (perdão, convencer) o teu réptil de que adoras fazer as coisas que ele até agora detestava. Conseguimos convencer as crianças a ir à escola, também conseguimos fazer isto.
  • Abusa do espaço. O teu réptil não é lá muito esperto. Se ele vê um botão, quer clicá-lo. É como dizer a uma criança que está a ver os últimos minutos dum programa de TV (imagina, o Dragon Ball) para se ir deitar agora. Organiza o teu espaço para te remover de distrações, sai do facebook ou do teu cliente de email, desliga as notificações. Se necessário, cria contas separadas para o trabalho e para o pessoal, e até em computadores separados.

Conclusão

Após saberes os pontos em que tens de estar alerta, vais começar a reconhecer os padrões (positivos ou negativos) para os começar a controlar.

Há um réptil dentro do teu cérebro, mesmo que ele não seja físico. Ele anda de carro, mas infelizmente não tem um volante, portanto tens de ser tu a conduzi-lo. Ele poderá fazer aquilo que lhe disseres, e servir-te bem. Lembra-te só quem é que manda.

lagarto conduzir carro

Artigo que vais gostar: Como ganhares mais dinheiro com clientes

Facebook: link posts e shares com imagens maiores

A partir de 10 de Setembro de 2013, de cada vez que criares um anúncio de publicação promovida ou partilhares um link, a imagem vai ser maior.

As publicações com links patrocinadas através de anúncios ou partilhas de links têm este aspeto:

exemplo-partilha-link

A imagem segue um formato quadrangular de 154 x 154 px e um limite de 500 caracteres, e há algumas vantagens no que toca a personalizar os conteúdos da publicação, como mostra em baixo.

publicacao-link

  1. Descrição para colocar um link e texto
  2. Uma imagem
  3. Título do link
  4. Uma URL de fachada
  5. Outra descrição do link

Isto é o tipo de publicação que se consegue fazer ao criar um Unpublished Page Post.

Há várias opções que se podem selecionar, o que é bom para os anunciantes. Ainda assim, as publicações que envolvam imagens (e não links, como acima), funcionam melhor, ou seja, as publicações com fotos chamam mais à atenção. Eis um exemplo duma publicação do mesmo estilo da de cima, mas em vez de ser com link (link post) é com uma imagem (photo post).

exemplo-partilha-link

Talvez o Facebook se tenha apercebido deste facto e tenha decidido aumentar a imagem do anúncio das publicações com links (link posts) e permitir um link clicável para uma URL externa (ex.: teu website) para aproximar os links posts dum photo post.

Eis o que as novas publicações de links irão parecer na tua feed de notícias.

link-posts-setembro-2013-facebook

Nota como tem toda a personalização da imagem (a imagem das setas acima) e tem um maior tamanho de imagem como um photo post.

Eis as especificações deste novo formato:

  • Texto até 500 caracteres
  • Título do link, domínio e descrição
  • Título do texto (uma ou duas linhas)
  • Link do domínio (uma linha)
  • Descrição (duas ou três linhas)
  • Rácio da imagem: 1.91:1
  • Tamanho da imagem do anúncio: 400x209px (se a imagem for mais pequena do que 400×209, será apresentada como 154×154 ou 90×90)

Vantagens para anunciantes

Começámos com as publicações promovidas, que nos permitiam colocar as publicações das páginas à frente dum maior número de utilizadores.

Depois apareceu a funcionalidade das publicações de página não publicadas (publicações via anúncios mas que não são publicadas na cronologia da página Facebook), que permitia fazer testes multivariáveis com imagens, criativos e o público-alvo de forma a construir boas campanhas para os melhores resultados.

Estas funcionalidades de anúncios vieram ajudar os anunciantes, pois enquanto que um bom CTR (taxa de clique) do lado direito para os anúncios normais era de .050%, agora, anúncios na forma de publicações na feed de notícias conseguiam fazer com que um bom CTR fosse de 2%.

No entanto, isto tem uma desvantagem. Se estiveres a fazer photo posts ou unpublished photo posts, não vais ter tantas opções de personalização como tens com um linked page post. Com um unpublished photo post só podes ter uma caixa de descrição onde podes colocar o texto, do género:

Pede ajuda dum consultor
—–> serviços de consultoria link-curto.com/kdgfj48

Como criar estas novas publicações

Vai ao Power Editor do Facebook. Se não souberes o que é ou não estiveres a usar o Power Editor, segue este link.

Cica em “Gerir Páginas” no canto superior esquerdo do menu em cascata.

gerir paginas power editor facebook

Depis clica em “Criar publicação (ao lado direito de “Gerir Páginas”). Vai-te ser apresentado a opção de criar um link post, que podes fazer a partir deste ecrã. Preencher os campos (URL, texto da publicação, link do título, etc), clicar no butão “Criar publicação” e e voilá.

criar publicação de post no facebook

Conclusão

As publicações de página promovidas e partilhas de links estão para receber imagens maiores na feed de notícias, o que são boas notícias. Elas estão a ser aumentadas de 154x154px para 400x209px. Esta mudança é efetiva para todos os anúncios e partilhas de links após 10 de Setembro de 2013.

O que achas destas mudanças?

Vê as mudanças no documento oficial em https://www.facebook-studio.com/fbassets/resource/82/UpdatedAdsandSponsoredStoriesGuideasofSept102013.pdf

Junta-te aos outros e poupa à grande

Faz parceria com outras empresas para melhorares o teu poder de compra. Juntem-se para conseguir negociar melhores compras com fornecedores em coisas como material de escritório ou serviços de manutenção. Ou então cria tu o teu prório grupo a nível local para te dar mais flexibilidade e baixar os teus custos.

Como é habitual dizer hoje em dia, “na nossa conjuntura”, pode ser difícil criar uma empresa. Enquanto que os outros estão a apertar o cinto e a querer poupar dinheiro eis que aqui estás tu a querer gastá-lo. Existem algumas formas de poupares dinheiro enquanto cresces o teu negócio.

Poupa energia ao desligares as luzes, o teu computador ou outro equipamento empresarial ou de escritório quando não o estás a usar. Dá a conhecer aos teus empregados (se os tiveres) que a ajuda deles é bem-vinda neste esforço conjunto. Podes adicionar algum tipo de automatismo ao teu aquecimento ou ar-condicionado no escritório para poupar em custos (ou simplesmente não os ter – eu sei, é bera). Térmostatos, sensores de movimento e temporizadores podem-te fazer poupar 30% de custos comparado com um edifício ou escritório que não tenha estes mecanismos de poupar energia.

Na mesma linha de pensamento, dependendo da tua atividade, usa portáteis em vez de usar computadores de secretária. Um portátil usa 80-90% menos energia e a maioria dos empregados preferem aparelhos mais pequenos do que computadores grandes. Isto é ainda mais importante como implementação numa nova empresa já que te estás a iniciar e podes ainda não ter comprado nenhum computador. Agora nota, se a tua atividade envolve desenvolvimento web ou arquitetura (etc), então sugiro um computador de secretária ou então um monitor que consigas ligar ao portátil, pois nestas atividades quanto mais espaço tiveres de ecrã melhor.

Avalia a tua conta de telefone e percebe o uso que dás ao telefone. Talvez tenhas de reduzir o número de linhas de telefone ou substituir para outro prestador de serviços. Se a tua atividade envolve fazer uma série de chamadas para fora, poderás pensar em requisitar um serviço do género do VoIP (voice over IP).

Envolve-te mais na tua comunidade local de empresas. Faz networking com outras pequenas empresas, quer sejam da tua indústria ou náo. Ao te juntares a associações de comércio, ou associações da tua indústria, bem como interagires com os teus vizinhos, podes aprender outras dicas para poupar dinheiro, assim como te juntares a eles em parcerias de publicidade. Também podes usar a tua rede de conhecimentos para troca de serviços. Por exemplos, se crias websites, podes trocar os teus serviços com outra empresa que imprima materiais de publicidade que precisas, ou teres um restaurante/bar amigo onde podes ir para reuniões com clientes.

Não te preocupes com escritórios “todos janotas”, carros vistosos ou teres os últimos brinquedos e tecnologia. Quando estás a criar um projeto ou uma empresa tens de contar cada cêntimo e verificar cada despesa. Uma forma de te manteres abaixo do vermelho é comprares material de escritório usado (não é vergonha nenhuma), por exemplo, impressoras usadas ou que sejam novas mas têm algum defeito. Podes encontrar alguns bons negócios, porque há material deste género que para todos os efeitos é novo mas tem alguma imperfeição que torna o seu valor mais baixo ou teve de ser devolvido.

Baixa a tua conta da luz, poupa em despesas de telefone e compra de forma mais económica material de escritório. Com estas sugestões uma empresa a dar os primeiros passos pode reduzir o custo do dia a dia e as despesas típicas sem fazer parecer que o teu projeto não é profissional.

Maneiras garantidas de obter links para o teu blog

Trazer tráfego de qualidade para um blog e criar um público que esteja envolvido contigo e com a tua marca é um dos maiores desafios para um(a) empreendedor(a) ou blogger. Há muitos blogs de sucesso e praticamente qualquer tópico já foi coberto na blogoesfera, o que torna as coisas difíceis quando “um novato” quer atrair muitas pessoas para ler o conteúdo dele.

Muitos novos, mas potencialmente grandes bloggers, acabam por desistir porque não conseguiam encontrar uma forma de fazer com que as pessoas se interessassem por aquilo que eles escrevem. Não é necessário investir tempo e talento numa proposta derrotista, mas primeiro temos de saber se não estaremos a desistir cedo demais.

Há formas de aumentar os links para o seu blog e atrair muitos leitores, e o melhor de tudo é que o Google até gosta destes métodos.

Apresenta conteúdo de qualidade

Escreve e apresenta conteúdo de qualidade, porque as técnicas de link building só trazem as pessoas para o seu blog. É o conteúdo é que vai fazer com que elas fiquem, ou não fiquem. Não escrevas pelo simples facto de empurrar conteúdo cá para fora. Mais vale um bom artigo por semana, do que três peças à pressão semanalmente.

Determina o teu segmento de mercado (nicho)

Define o seu nicho. Se estás interessado(a) em obter links de qualidade para teres um blog de sucesso, tens de ter o teu público-alvo bem definido. Se os teus potenciais leitores chegaram ao teu blog através dum backlink porque acharam curioso, tens de lhes dar aquilo que eles estão à procura. Um nicho bem definido vai apelar a outros bloggers para apontar links para o teu blog, o que por sua vez poderá ajudar a posicionar-te como expert na tua área.

Sê “guest poster”; usa os fóruns

Se queres que as pessoas te conheçam, faz uso de ti como escritor convidado (guest poster). Oferece-te a escrever para alguns blogs bem posicionados no teu mercado e poderás obter alguns links de alta qualidade para o teu blog. Isto é uma boa forma de promover o teu blog e aumentares os teus leitores. Costuma-se dizer que o “conteúdo é rei”, portanto escreve conteúdo de qualidade para os sítios onde servires de escritor(a) convidado(a).

Escrever tópicos e posts em fóruns que sejam de alta qualidade também é uma boa estratégia para angariares links. Lembra-te que tem de ser conteúdo produtivo para os leitores desse fórum, deve resolver algum problema ou ajudar nalguma solução para ser produtivo para os membros.

Comenta em blogs

Comenta nos blogs das outras pessoas. Isto pode ser uma boa forma de trazer algumas pessoas para o teu próprio blog. Segue os blogs mais importantes do teu nicho e coloca comentários construtivos de forma a dares-te a conhecer e iniciares a interação com os teus potenciais leitores e visitantes. Sê transparente e credível e irás não só aumentar o tráfego para o teu blog como obter links de qualidade dos teus leitores.

Liga às pessoas e não tanto aos motores de busca

Obter backlinks é uma medida de popularidade para os motores de busca, mas mais importante que isso é teres um blog para seres humanos, e não para robôs. Quando começas a perceber os desejos e necessidades do teu público-alvo, serás capaz de lhes dares aquilo que eles precisam. Apresenta conteúdo educacional e útil, sabendo o que é que os teus leitores estarão à procura para lhes dar uma melhor experiência de utilizador quando estão no teu blog.

Quando começares a ter comentários, lê-os regularmente e mantém-te envolvido nas conversas. Esta é uma boa maneira de entenderes as necessidades dos teus leitores e se lhes conseguires satisfazer as mesmas, o Google vai acabar por gostar de ti. O Google manda muito neste jogo, mas isso não quer dizer que os aspeto humano não interesse também. Se endereçares os problemas que o teu público-alvo quer saber resolver, então eles irão provavelmente dizer aos outros sobre o teu blog, arranjando-te mais links.

Aumenta a autoridade do domínio

Os links internos que apontam para artigos específicos são regra geral menos úteis do que aqueles que apontam para o domínio principal (oteudominio.com). Podes concentrar-te em aumentar os backlinks para o teu domínio principal e depois apontar os links internos para páginas ou artigos específicos. Isto irá dar maior autoridade ao teu domínio no geral e os teus artigos e páginas irão aumentar de autoridade e posicionamento pela associação ao domínio.

Embedded Posts no Facebook

O Facebook tem várias opções de integração com sites por toda a internet. Existem botões de partilha e de Like que agem como widgets nos websites e blogs que os usam. Para juntar a isto, o Facebook permitiu recentemente a funcionalidade de permitir a embução de posts públicos em websites e blogs.

As mensagens embutidas (embedded posts) são uma publicação que se pode colocar num website, por exemplo num artigo. Isto permite a qualquer pessoa colocar widgets interativos numa página que contenha imagens, links texto e hashtags clicáveis. Também será possível “Gostar” do post ou seguir a fonte da conta a partir do conteúdo embebido.

Esta funcionalidade não é nova nas redes sociais. De facto, o Twitter já permite a embução de tweets em artigos há algum tempo. Eis um exemplo dum tweet que escrevi no qual faço a embução dele neste artigo:

Eis como parece um embedded post do Facebook. Isto é uma imagem, não uma embução.

mensagem embutida
Isto é uma imagem, não a embução

Esta funcionalidade está a ser implementada aos poucos, em que apenas alguns websites selecionados têm a capacidade de fazer uso desta funcionalidade a título oficial, como é o caso da CNN, Mashable, People, Huffington Post e The Bleacher Report. O Facebook afirma que as mudanças vão ser propagadas para o público geral em breve. No entanto, se és webmaster ou dono dum website ou blog e queres fazer a embução dum post do Facebook agora, podes fazê-lo através do seguinte método.

Como embutir qualquer post Facebook no teu Website/Blog

1. Copia este código para embutir qualquer post facebook na página em que queres embutir o post.

 

2. Vai ao Facebook e encontra uma publicação (foto, texto) que queres partilhar.

embução de post

3. Encontra o “carimbo da data” (time stamp) da publicação que queres embutir. No caso da publicação da imagem em cima, é a data assinalada a vermelho. Clica com o botão direito por cima dessa data e seleciona “Copy Link Address”.

4. No código que copiaste em cima, substitui URL_DO_POST_AQUI com a URL da publicação do Facebook que copiaste no passo 3.

5. O post embutido deverá-se parecer com o que eu tenho em baixo. Nota que isto é a embução a sério 🙂 Faz Like diretamente no post embutido.


A funcionalidade no site oficial do Facebook: https://developers.facebook.com/docs/plugins/embedded-posts/

eDicas de Relações Públicas

Há empreendedores e empresas que se queixam por não ter resultados através de Relações Públicas (RP). No entanto, muitos usam métodos da “velha guarda”. O campo das RP está constantemente a mudar, e manter-se ao corrente das tendências é importante para o sucesso de qualquer negócio. Muitos empresários não estão cientes das técnicas mais recentes. Em baixo estão cinco dicas de RP para o(a) ajudar. Estas dicas poderão dar uma certa vantagem em relação a outras empresas que não estejam a usar estes métodos eficientemente.

Não desistas dos Press Releases

Os comunicados de imprensa ainda têm resultados. O que pode acontecer é que por vezes não são usados apropriadamente. As pessoas têm tendência a quererem uma notícia “fora de série”, fazem um press release, e esperam um resultado “fora de série”. Os comunicados de imprensa podem ser feitos uma vez por mês se quisermos obter bons resultados E para uma boa exposição deverá haver palavras boas para efeitos de SEO (Search Engine Optimization) no comunicado. Quando bem feito, é vantajoso para o teu negócio.

Tira partido das redes sociais

As redes sociais são hoje em dia importantes para as RP. Usa plataformas como o Facebook, Twitter, Linkedin e mesmo outras redes sociais não tão convencionais. Estes websites são uma ferramenta gratuita que te permitem criar relacionamentos com clientes e potenciais clientes. Podes criar uma identidade para a tua marca e comunicar diretamente com o consumidor. Quando feita de forma consistente, o teu projeto/negócio obterá melhores resultados.

Tem um Blog rico e útil

Adiciona uma secção de blog aos teu website. Os blogs devem fazer parte da comunicação de cada empreendedor(a) ou empresa, pequena ou grande. Um bom blog dá às pessoas uma razão para querer estar ligado ao teu negócio. Poderá também trazer tráfego (visitantes) adicional ao teu website. Tem em conta que o “conteúdo é rei”. O objetivo é dar algo às pessoas que elas se sintam interessadas de ler e saber mais. Não vendas, informa.

Não vendas, informa.

Liga-te aos bloggers

Estar em websites de bloggers conhecidos irá aumentar a tua presença e notoriedade online. É claro que fazeres o teu pitch para canais de imprensa como a rádio, televisão e revistas também te pode trazer bons resultados, mas lembra-te dos bloggers, porque dão uma grande exposição online. Por vezes os jornalistas não lêem os comunicados que lhes são enviados, às vezes eles vão procurar nos motores de busca, uma tendência cada vez maior, e se encontrarem um artigo sobre ti e o teu projeto num blog dum blogger conhecido, então já valeu a pena.

Pesquisa e mantém-te ao corrente

Embora possas ter sucesso na tua indústria, lembra-te que as RP e as redes sociais são mutáveis e mudam muito. Agora és capaz de alcançar o teu público-alvo diretamente e criar boas relações com os teus clientes e contactos. As regras e benefícios das RP tradicionais ainda se podem aplicar, mas nota que há agora novas formas de obter exposição. Há novas maneiras de nos ligarmos aos compradores com dinheiro. É importante estares no topo das coisas novas que estejam a acontecer no mundo das Relação Públicas. Se não estiveres, a tua concorrência estará.

Porque é que bocejamos e porque é contagioso

Da próxima vez que vires alguém a bocejar, tenta não bocejares, lembra-te deste artigo. Parece mais difícil do que parece. Por engraçado que pareça, o simples facto de ler sobre bocejar ou espreguiçar pode desencadear uma reação em cadeia de abrir a boca (pun intended).

Mas porque é que somos capazes de “apanhar” um bocejo de outra pessoa? Bem, os cientistas têm uma teoria de que bocejar é como que uma forma de vínculo social, um vestígio do nosso passado mais primitivo que é suposto mostrar a empatia que temos para com outros membros da nossa espécie. A função do bocejo era uma maneira de difundir ou eliminar o stress após uma certa quantidade de tempo do corpo e mente estar em alerta, espalhando assim um sentimento de calma por todo um grupo.

Conquanto que bocejamos “sem ajuda”, e de forma espontânea ao longo das nossas vidas, os cientistas ainda não conseguem bem explicar a razão de tudo isto. Todos os seres vertebrados bocejam (cão, gato, etc), mas pensa-se que apenas os humanos e chimpanzés que mostram sinais de conseguir contagiar o bocejo.

Toda esta ideia de que o bocejo pode ser potencialmente a base da empatia humana ganha mais mérito ao observar as crianças com autismo: elas têm metade da capacidade de “apanhar” bocejos, e aquelas com autismo extremo raramente o fazem. Isto pode significar que bocejar está ligado às emoções e empatia humana, algo que as crianças autisticas não conseguem fazer, pois o autismo envolve uma falta de capacidade de comunicação e empatia para com o próximo. Por exemplo, alguém com autistmo (ou síndrome de asperger) não tem a capacidade de percecionar aquilo que os outros percecionam ou colocar-se na posição do outro.

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