Porque é que bocejamos e porque é contagioso

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Atualizado: Outubro 2019


Da próxima vez que vires alguém a bocejar, tenta não bocejares, lembra-te deste artigo. Parece mais difícil do que parece. Por engraçado que pareça, o simples facto de ler sobre bocejar ou espreguiçar pode desencadear uma reação em cadeia de abrir a boca (pun intended).

Mas porque é que somos capazes de “apanhar” um bocejo de outra pessoa? Bem, os cientistas têm uma teoria de que bocejar é como que uma forma de vínculo social, um vestígio do nosso passado mais primitivo que é suposto mostrar a empatia que temos para com outros membros da nossa espécie. A função do bocejo era uma maneira de difundir ou eliminar o stress após uma certa quantidade de tempo do corpo e mente estar em alerta, espalhando assim um sentimento de calma por todo um grupo.

Conquanto que bocejamos “sem ajuda”, e de forma espontânea ao longo das nossas vidas, os cientistas ainda não conseguem bem explicar a razão de tudo isto. Todos os seres vertebrados bocejam (cão, gato, etc), mas pensa-se que apenas os humanos e chimpanzés que mostram sinais de conseguir contagiar o bocejo.

Toda esta ideia de que o bocejo pode ser potencialmente a base da empatia humana ganha mais mérito ao observar as crianças com autismo: elas têm metade da capacidade de “apanhar” bocejos, e aquelas com autismo extremo raramente o fazem. Isto pode significar que bocejar está ligado às emoções e empatia humana, algo que as crianças autisticas não conseguem fazer, pois o autismo envolve uma falta de capacidade de comunicação e empatia para com o próximo. Por exemplo, alguém com autistmo (ou síndrome de asperger) não tem a capacidade de percecionar aquilo que os outros percecionam ou colocar-se na posição do outro.

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João Alexandre
Estratega Digital

Marketing Digital sem espinhas

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